quinta-feira, 28 de maio de 2026

7 anos sem Gabriel Diniz

Morte do cantor Gabriel Diniz completa 7 anos na última quarta-feira (27); relembre trajetória e acidente aéreo que abalou o país

Morte de Gabriel Diniz completa 7 anos; relembre trajetória e acidente aéreo que abalou o país

A morte do cantor Gabriel Diniz completou sete anos nesta terça-feira (27). Conhecido nacionalmente pelo hit “Jenifer”, o artista morreu aos 28 anos em um acidente aéreo ocorrido em Estância, no sul de Sergipe, em 2019.

Além de Gabriel Diniz, também morreram na queda da aeronave os pilotos Linaldo Xavier e Abraão Farias, diretores do Aeroclube de Alagoas.

Natural de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Gabriel cresceu em João Pessoa e construiu carreira no forró e no arrocha.

O cantor alcançou projeção nacional em 2018 e se transformou em um dos principais nomes da música brasileira após o sucesso de “Jenifer”, uma das canções mais tocadas do Carnaval 2019. A música tem atualmente mais de 480 milhões de streams nas plataformas digitais.

Outras músicas também marcaram a trajetória do artista, como “Paraquedas”, parceria com Jorge & Mateus, e “Acabou, acabou”, ao lado de Wesley Safadão.

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O acidente aconteceu durante viagem para aniversário da namorada

O acidente aéreo aconteceu no dia 27 de maio de 2019, quando Gabriel seguia de Salvador para Maceió para comemorar o aniversário da namorada, Karoline Calheiros.

Segundo informações divulgadas na época, o monomotor utilizado pelo cantor pertencia ao Aeroclube de Alagoas e caiu em uma região de manguezal no litoral sergipano. A aeronave havia saído do radar por volta das 12h40.

O avião, modelo Piper PA-28-180, tinha autorização para voar, mas não possuía permissão para operar como táxi aéreo, de acordo com informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Velório reuniu fãs e artistas em João Pessoa

O corpo de Gabriel Diniz foi velado no ginásio Ronaldão, em João Pessoa, cidade onde o cantor construiu grande parte da carreira. O velório reuniu milhares de fãs, familiares, amigos e artistas.

Entre os presentes estavam Wesley Safadão, Xand Avião, Matheus da dupla Matheus e Kauan, além da influenciadora Gkay e artistas paraibanos como Aldair Playboy, Gil Bala e Ramon Schnayder.

Após o velório, o corpo do cantor foi levado em cortejo em carro aberto do Corpo de Bombeiros até o Cemitério Parque das Acácias, no bairro José Américo, onde ocorreu o sepultamento reservado para familiares e amigos próximos.

Legado segue vivo entre fãs

Mesmo após sete anos da morte, Gabriel Diniz segue lembrado pelo carisma, irreverência e pela contribuição ao forró moderno.

Recentemente, o cantor voltou a ser homenageado com o lançamento de projetos musicais e conteúdos produzidos com auxílio de inteligência artificial, reacendendo a memória do artista entre fãs de todo o país.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Pedro Nery

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Vereadores podem ser extintos em quase todos os municípios da Paraíba

Deputado federal do Republicanos do Amazonas propõe PEC que pode extinguir vereadores em quase todos os municípios paraibanos; ENTENDA

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que começou a ser articulada na Câmara dos Deputados pode mudar radicalmente o funcionamento político dos municípios brasileiros e a Paraíba está entre os estados que mais seriam impactados.

O texto, defendido pelo deputado federal Amom Mandel, do Republicanos do Amazonas, propõe extinguir o cargo de vereador em cidades de pequeno porte e substituir as atuais câmaras municipais por conselhos comunitários eleitos, com estrutura reduzida e sem salários fixos mensais.

Inicialmente, a PEC previa atingir municípios com até 30 mil habitantes. No entanto, o parlamentar revelou que já discute ampliar o alcance da medida para cidades com até 60 mil moradores.

Na Paraíba, isso significaria uma mudança profunda no mapa político estadual.

Segundo dados do Censo 2022 do IBGE, dos 223 municípios paraibanos, apenas 17 possuem mais de 30 mil habitantes. Caso o limite da PEC permaneça em 30 mil moradores, mais de 200 cidades do estado poderiam deixar de ter câmaras municipais nos moldes atuais.

João Pessoa – 833.932 habitantes
Campina Grande – 419.379 habitantes
Santa Rita – 149.910 habitantes
Patos – 103.165 habitantes
Bayeux – 82.742 habitantes
Sousa – 67.259 habitantes
Cabedelo – 66.519 habitantes
Cajazeiras – 63.239 habitantes
Guarabira – 57.484 habitantes
Sapé – 51.306 habitantes
Queimadas – 47.658 habitantes
Mamanguape – 44.599 habitantes
Pombal – 32.473 habitantes
Monteiro – 32.277 habitantes
São Bento – 32.235 habitantes
Esperança – 31.231 habitantes
Catolé do Rocha – 30.661 habitantes

Já se o texto avançar com o novo limite em debate até 60 mil habitantes, apenas seis municípios paraibanos ficariam de fora da proposta:

João Pessoa
Campina Grande
Santa Rita
Patos
Bayeux
Sousa

Todas as demais cidades paraibanas passariam a se enquadrar na proposta de substituição das câmaras municipais por conselhos comunitários.

Na prática, municípios importantes do interior paraibano, como Guarabira, Cajazeiras, Mamanguape e Sapé, também perderiam suas estruturas legislativas atuais caso a PEC adote o teto de 60 mil habitantes.

A proposta prevê conselheiros municipais eleitos atuando sem salários fixos, recebendo remuneração proporcional à produtividade e ao trabalho efetivamente realizado.

A PEC ainda está em fase de articulação política e precisa reunir assinaturas suficientes para começar a tramitar oficialmente na Câmara dos Deputados.

Blog JURU EM DESTAQUE com PB Agora

Convocados da Seleção Brasileira chegam à Granja Comary

Seleção Brasileira chega à Granja Comary com Neymar para iniciar trabalhos do técnico Carlo Ancelotti visando a Copa do Mundo

Seleção Brasileira chega à Granja Comary com Neymar para iniciar trabalhos de Ancelotti visando a Copa do Mundo

O técnico Carlo Ancelotti iniciou nesta quarta-feira (28) os trabalhos à frente da Seleção Brasileira na Granja Comary, em Teresópolis, no Rio de Janeiro. Durante a apresentação dos primeiros convocados, o treinador italiano evitou criar expectativas exageradas sobre a campanha do Brasil na Copa do Mundo.

“Não sou mágico”, afirmou Ancelotti ao ser questionado sobre as chances da seleção chegar à final do Mundial.

Neymar e a recuperação da lesão

Entre os jogadores aguardados pela comissão técnica está Neymar, convocado pela primeira vez pelo treinador italiano, mas que ainda se recupera de um edema na panturrilha.

O atacante do Santos já havia sido liberado pelo clube e não possui condições de atuar na última rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana.

Todos os atletas convocados passarão por avaliações médicas entre quarta e quinta-feira, incluindo Neymar, que terá a situação física analisada detalhadamente pela equipe médica da Seleção.

Nos últimos dias, surgiram dúvidas sobre a gravidade da lesão do camisa 10 após especulações de que o problema poderia ser mais sério do que o inicialmente informado pelo Santos à CBF.

Segundo o médico ortopedista Pedro Baches Jorge, especialista em medicina esportiva, o quadro deve ser uma lesão muscular de grau 1, considerada leve.

“Provavelmente estamos falando de um processo inflamatório sem ruptura das fibras musculares. O edema acontece pelo acúmulo de líquido na musculatura”, explicou o especialista.

Ainda de acordo com o médico, o prazo de recuperação varia entre duas e quatro semanas, dependendo da resposta ao tratamento.

Neymar sofreu a lesão no último dia 17 de maio e pode estar apto fisicamente próximo do dia 7 de junho, um dia após o último amistoso preparatório da Seleção antes da Copa do Mundo.

Chegada dos convocados e logística

Casemiro foi o primeiro convocado a chegar à Granja Comary ainda nesta terça-feira. Outros atletas que disputaram Libertadores e Sul-Americana também começaram a se apresentar nesta quarta, entre eles Alex Sandro, Danilo, Léo Pereira e Lucas Paquetá, além de Weverton.

A Confederação Brasileira de Futebol preparou uma logística especial com helicópteros para transportar jogadores e comissão técnica até Teresópolis.

Os únicos atletas que chegarão posteriormente são os jogadores envolvidos na final da Champions League, marcada para sábado, em Budapeste. Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli, do Arsenal, além de Marquinhos, do PSG, só irão se apresentar após a decisão europeia.

Sem os finalistas da Champions nos primeiros treinamentos, Ancelotti deve aproveitar os amistosos para observar alternativas defensivas como Bremer, Ibáñez, Danilo e Léo Pereira.

Apesar do retorno de Neymar à Seleção, Ancelotti evitou garantir vaga de titular absoluto ao camisa 10.

“O Neymar terá o mesmo papel e as mesmas obrigações dos outros 25 jogadores. Pode jogar, começar no banco ou entrar durante a partida”, afirmou.

O treinador destacou que pretende montar a equipe com base no desempenho físico e mental apresentado nos treinamentos.

“Não quero estrelas. Quero jogadores disponíveis para ajudar o Brasil a ganhar”, declarou.

Maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, com 79 gols, Neymar volta a ser convocado após ficar fora desde 2023. Aos 34 anos, ele deve disputar sua quarta Copa do Mundo.

A experiência também pesou na convocação do goleiro Weverton, de 38 anos, que retorna à Seleção após quase três anos fora das listas.

Próximos compromissos da Seleção Brasileira

O amistoso contra o Panamá, marcado para domingo, às 18h30, no Maracanã, será o último compromisso da Seleção Brasileira em solo nacional antes da Copa do Mundo.

Na segunda-feira (1º), a delegação embarca para os Estados Unidos, onde enfrentará o Egito no dia 6 de junho, em Cleveland.

A estreia do Brasil na Copa do Mundo será no dia 13 de junho, contra o Marrocos, em Nova Jersey.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Suedna Lima

Aniversariante do Dia

Os padabéns especiais do Blog JURU EM DESTAQUE desta quarta-feira, 27 de maio, são para a professora Lílian Farias

Parabéns, Lílian!
Que hoje seja um marco de recomeço, de esperança renovada, de fé fortalecida e de muito amor próprio.
Feliz aniversário!

Fim da escala de trabalho 6X1

Comissão aprova relatório de PEC que acaba com escala 6X1; o texto prevê jornada de 40 horas semanais e dois dias de descanso

Brasília – DF- 27/05/2026 – Reunião da Comissão Especial da Câmara sobre o Fim da Escala 6x1 para votar o relatório final da proposta de emenda à Constituição (PEC 221/2019) que reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais em 10 anos. O relator do texto é o deputado Leo Prates (Republicanos-BA). Foto: Lula Marques/Agência Brasil
© Lula Marques/Agência Brasil
Versão em áudio

A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27), por 34 votos favoráveis e quatro contrários, o relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) sobre a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala de trabalho 6X1.

O texto prevê a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem redução salarial.

A matéria segue agora para o plenário da Casa para votação em dois turnos, onde precisará do apoio de, no mínimo, 308 parlamentares. A expectativa é que a proposta seja votada ainda nesta quarta-feira.

O relatório foi apresentado na segunda-feira (25), mas um pedido de vista da oposição adiou a votação da proposta para hoje. A Câmara dos Deputados realizou uma sessão protocolar de oito minutos, pela manhã, para que fosse liberada a votação do texto na comissão especial.

Proposta aprovada

O texto aprovado é a versão do relator para duas propostas de emenda à Constituição que previam a redução de jornada: a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que estabelecia 36 horas semanais após um período de dez anos, e a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que introduzia a escala 4X3 (quatro dias de trabalho e três de descanso), com limite de 36 horas semanais, depois de um ano.

O parecer apresentado por Prates modifica o artigo 7º da Constituição Federal, determinando que a duração do trabalho normal não deverá ser superior a oito horas diárias e 40 horas semanais, “facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.”

A proposta também determina dois dias de repouso semanal remunerado, um deles preferencialmente aos domingos.

Pela proposta, o fim da escala 6X1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto “sem qualquer redução salarial, seja nominal, proporcional ou de qualquer outra espécie.”

O relatório aprovado prevê uma transição em dois períodos para a implementação da nova jornada de trabalho. A medida foi incluída após um acordo do governo com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

  • O primeiro período de transição será 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, com a duração do trabalho normal passando de 44 para 42 horas semanais.
  • Doze meses após a entrada em vigor da mudança para 42 horas, a duração do trabalho será reduzida em duas horas, ficando nas 40 horas semanais, com o máximo de 8 horas diárias de trabalho.

Após o prazo de 60 dias e dentro do período de redução da jornada, o texto prevê, entretanto, a possibilidade de ampliar a duração diária do trabalho normal para “viabilizar a distribuição da duração semanal do trabalho”. Essa ampliação deverá ser feita por negociação em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Debates

Após deputados do PL assinarem uma emenda prevendo um período de 10 anos para o fim da escala 6X1, o líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), anunciou que protocolaria um destaque para que, em vez da redução de jornada 6X1, construída em acordo com o governo e a presidência da Câmara dos Deputados, fosse votada a escala de trabalho 4X3.

A atitude foi criticada como uma tentativa de prejudicar a votação do texto.

“Sem nenhum tipo de estudo, sem nenhum aprofundamento no debate, sem sequer ter participado desta comissão, o PL, em uma tentativa de manipular a opinião pública, propõe a escala 4X3 e ameaça que, se não for aprovada no plenário hoje, vai propor imediata aplicação da lei sem tempo de transição”, criticou o deputado Otoni de Paula (PSD-RJ).

"Depois que o presidente Lula passou a apoiar o fim da jornada de trabalho 6X1 até a oposição vai votar favorável, até o PL já está defendendo o fim da jornada de trabalho 6X1. Eles correram do debate e, envergonhados, vão terminar votando favoráveis", ironizou o líder do governo na Câmara, Rubens Pereira Junior (PT-MA).

“Eu desafio qualquer pessoa a pegar um vídeo deste líder dizendo que eu era contrário. Não existe. Porque nós nunca emitimos juízo de valor sobre isso”, rebateu Sóstenes.

O líder do PL protocolou um destaque para derrubar o período de transição de 60 dias para a redução da jornada de trabalho e afirmou que apresentaria, no plenário, o destaque para votação da escala 4X3. O texto foi rejeitado.

O pedido de supressão da regra de transição ocorre após o relator Leo Prates não acolher as emendas apresentadas por mais de 170 parlamentares do centrão e da oposição que pretendiam estabelecer uma regra de transição de dez anos a partir da promulgação da Emenda Constitucional.

As emendas determinavam ainda a redução do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os trabalhadores, manutenção das 44 horas para serviços essenciais e compensação econômica a empresas para aprovar o fim da escala 6X1.

"Quero parabenizar o deputado Leo Prates que não admitiu o texto de dez anos de transição e nem a Bolsa Patrão. Foram vários do PL que assinaram a Bolsa Patrão e assinaram os dez anos de transição", lembrou o deputado Rogério Correia (PT-MG).

A lista de deputados que inicialmente apoiaram a emenda inclui, principalmente, parlamentares do PL (61), PP (32), União (23), Republicanos (17) e MDB (13). Muitos deputados retiraram o apoio depois de sofrer críticas em suas bases eleitorais. 

Matéria atualizada às 17h04 para acréscimo de informações

terça-feira, 26 de maio de 2026

Pesquisa

Instituto de pesquisa Nexus/BTG mostra Lula com 47% contra 43% de Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno

Lula e Flávio Bolsonaro

Levantamento da pesquisa Nexus/BTG divulgado nesta segunda-feira (25) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026 contra o senador Flávio Bolsonaro, que registra 43%.

Segundo os dados, votos brancos, nulos ou nenhum somam 9%, enquanto 1% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 24 de maio, ouvindo 2.045 eleitores por telefone em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que mantém os dois nomes tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

O levantamento mostra ainda uma oscilação em relação à pesquisa anterior. Em abril, Lula aparecia com 46% e Flávio Bolsonaro com 45%. Agora, o presidente abriu quatro pontos de vantagem numérica sobre o senador.

A pesquisa também simulou outros cenários de segundo turno. Contra Romeu Zema, Lula aparece com 49% contra 38%. Já diante de Ronaldo Caiado, o petista marca 46%, enquanto o governador soma 40%.

A íntegra da pesquisa foi divulgada pela CNN Brasil

Blog JURU EM DESTAQUE com Fonte 83

Governador da Paraíba anuncia pagamento dos servidores estaduais

Servidores públicos do Estado da Paraíba recebem salários nesta quinta (28) e sexta-feira (29) referentes ao mês de maio

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

O governador Lucas Ribeiro anunciou, nesta segunda-feira (25), durante o programa Conversa com o Governador, transmitido diretamente de Campina Grande, o calendário de pagamento dos servidores estaduais referente ao mês de maio. Os pagamentos começam na quinta-feira (28) com os aposentados e pensionistas, e seguem na sexta-feira (29), quando recebem os servidores da ativa.

Ao todo, serão injetados R$ 935 milhões na economia paraibana, fortalecendo o comércio, estimulando a circulação de renda e garantindo maior segurança financeira para milhares de famílias em todas as regiões do estado.

“Confirmando nossa política de pagar os servidores dentro do mês trabalhado, na quinta-feira recebem os aposentados e pensionistas e, na sexta-feira, todos os servidores da ativa. Quase R$ 1 bilhão injetado na economia da Paraíba, movimentando o comércio e garantindo renda para as famílias”, afirmou o gestor.

Calendário de pagamento — maio:

28/05 — aposentados e pensionistas
29/05 — servidores da ativa

PB Agora com Secom-PB

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Aniversariante do Dia

Os parabéns especiais do Blog JURU EM DESTAQUE desta segunda-feira, 25 de maio, são para Cadu, o meu neto nº 05, que está completando 1 aninho

Parabéns, Cadu!
Que você cresça com saúde e seja sempre rodeado de amor, alegria e muito carinho.
Feliz aniversário!

Deputado federal da Paraíba sai em defesa de Flávio Bolsonaro e acusa Lula

Cabo Gilberto defende Flávio Bolsonaro, cobra CPMI do Banco Master e acusa Lula de encontro “clandestino” com o banqueiro Daniel Vorcaro

O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL), líder da oposição na Câmara dos Deputados, saiu em defesa do senador  Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O parlamentar comentou a repercussão envolvendo os contatos entre o pré-candidato a presidêndia Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, alvo de investigações e de uma possível Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI).

Questionado sobre as declarações de apoio feitas por Flávio a Vorcaro em mensagens privadas, Cabo Gilberto afirmou que, “se fosse hoje”, a situação poderia gerar constrangimento, mas ressaltou que os fatos ainda precisam ser esclarecidos. “Se fosse hoje, realmente teria constrangimento porque a gente já sabe detalhadamente tudo o que ocorreu. Não constrange, na minha opinião, é a atitude do governo, que até agora não assinou a CPMI do Banco Master”, declarou.

O deputado também direcionou críticas ao governo federal e cobrou posicionamentos públicos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e integrantes da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo Cabo Gilberto, integrantes do governo ainda não explicaram supostas relações com o Banco Master. “O senhor ministro Lewandowski não deu nenhuma declaração, o ministro Alexandre de Moraes não deu nenhuma declaração, o ministro Toffoli também não deu nenhuma declaração, nem o ministro Flávio Dino, nem muito menos o senhor Lula”, afirmou.

Ao longo da entrevista, o parlamentar também criticou o vazamento das conversas envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Para ele, houve “seletividade” na divulgação das informações. “Quem foi que vazou isso aí? Porque não podia ter sido vazado. Então a gente precisa também fazer esse tipo de investigação”, disse.

Cabo Gilberto ainda afirmou que, até o momento, não existe qualquer comprovação de ilegalidade envolvendo o senador. “Até o presente momento estamos convencidos e detalhando ponto a ponto com argumentos provados”, declarou.

Durante a entrevista concedida ao programa Hora H, da rádio Pop FM, o deputado também negou que exista, dentro do PL, qualquer discussão sobre uma eventual substituição de Flávio Bolsonaro em projetos políticos futuros. “Em nenhum momento teve essa cogitação de substituição de nome. O que houve foram apenas especulações”, afirmou.

O caso ganhou repercussão após a divulgação de áudios e mensagens envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, nos quais o senador demonstra apoio ao banqueiro em meio à crise enfrentada pelo Banco Master. A oposição e setores governistas passaram a trocar acusações sobre possíveis ligações políticas relacionadas ao caso.

Blog JURU EM DESTAQUE com Fonte 83

Ex-prefeito de Sousa adere às pré-candidaturas de Cícero, Veneziano e André Gadelha

João Estrela, ex-prefeito de Sousa, anuncia apoio ao projeto político de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba e Veneziano Vital do Rêgo e André Gadelha ao Senado

Foto: Reprodução

O ex-prefeito de Sousa, João Estrela, anunciou apoio às pré-candidaturas de Cícero Lucena ao Governo da Paraíba e de Veneziano Vital do Rêgo e André Gadelha ao Senado Federal nas eleições de 2026.

O anúncio foi feito durante reunião realizada na residência de João Estrela, em Sousa, com a presença do pré-candidato a vice-governador Diogo Cunha Lima, além de vereadores e outras lideranças políticas de Sousa e de municípios da região.

Durante o encontro, João Estrela destacou disposição para atuar na campanha do grupo político no Sertão.

“Vamos juntos. A nossa disposição é a melhor e a maior possível”, declarou o ex-prefeito.

O encontro também serviu para alinhar estratégias políticas visando a formação de palanques regionais e a ampliação das alianças para a disputa eleitoral de 2026 na Paraíba.

Blog JURU EM DESTAQUE com PB Agora

'Festas com luxo, consumo de bebidas e prostituição na Marcha dos Prefeitos'

Presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba critica polêmica sobre “farra” na Marcha dos Prefeitos: “a maioria absoluta dos prefeitos estava com suas esposas”

O presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba e secretário de Estado do Desenvolvimento e Articulação Municipal, George Coelho, reagiu às repercussões envolvendo prefeitos durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília, após reportagens associarem eventos paralelos a festas com luxo, consumo de bebidas e prostituição.

George criticou o que classificou como exagero nas manchetes e afirmou que a maioria dos gestores participou da mobilização institucional acompanhada da família.

“Lamentável esse tipo de manchete, até porque não cabe mais. A maioria absoluta dos prefeitos estava com suas esposas”, declarou.

A polêmica ganhou força após publicações sobre festas privadas frequentadas por agentes políticos durante os dias da Marcha dos Prefeitos, tradicional evento que reúne gestores municipais de todo o país na capital federal.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Por Gutemberg Cardos

Presença das Forças Armadas nas eleições da Paraíba

TRE e Exército Brasileiro alinham ação conjunta para garantir segurança nas eleições e tropas federais estão prontas para atuar na Paraíba

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Tropas federais do Exército Brasileiro estarão à disposição da Justiça Eleitoral da Paraíba para atuar nas eleições de 2026, caso seja necessário reforço de segurança em municípios considerados mais sensíveis. A sinalização foi feita na última sexta-feira (22), durante visita institucional ao vice-presidente e corregedor do TRE-PB, desembargador João Benedito da Silva.

O diálogo oficial sobre o uso das Forças Armadas ocorrerá em 03 de junho, quando o comandante Militar do Nordeste, general Carlos Machado, estará na Paraíba. Até o momento, os juízes eleitorais de Piancó, Itabaiana e Bayeux já solicitaram o envio de tropas federais para o pleito.

O Ministério Público Eleitoral tem realizado trabalho de inteligência para identificar tentativas de organizações criminosas de influenciar as eleições.

Vale lembrar que a presença das Forças Armadas nas eleições depende de autorização do TSE, após solicitação formal do TRE-PB. O reforço costuma ser adotado em cidades com histórico de tensão política, violência ou risco de comprometimento da votação. Nas eleições de 2024, sete cidades paraibanas receberam apoio do Exército no dia da votação.

Blog JURU EM DESTAQUE com PB Agora

Governador anuncia investimentos para o São João nos municípios

Lucas Ribeiro anuncia investimentos para o São João 2026 nos municípios paraibanos e participa de voo inaugural da Latam em Campina Grande nesta segunda-feira (25)

Governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP) - Foto: Redes Sociais / Instagram

O governador Lucas Ribeiro cumpre agenda, nesta segunda-feira (25), em Campina Grande, onde participa do voo inaugural da rota Brasília-Campina Grande, da Latam; e anuncia os investimentos do Governo da Paraíba para o São João 2026 nos municípios paraibanos.

A rota Brasília-Campina Grande representa um divisor de águas para o turismo e os negócios na Paraíba. Com a nova ligação aérea, passageiros de Campina Grande e de toda a região poderão alcançar Brasília em voo direto e, a partir do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, conectar-se a destinos nacionais e internacionais com muito mais agilidade e conveniência. O voo inaugural  resultado de ação conjunta do Governo da Paraíba, Aena e Latam, está previsto para às 10h, no Aeroporto João Suassuna.

À tarde, às 16h, no Vila Sítio São João, Lucas Ribeiro vai anunciar os investimentos do Governo da Paraíba para o São João 2026 nos municípios paraibanos, assinando convênios com prefeituras e promovendo ações de apoio às quadrilhas juninas e aos barraqueiros e ambulantes do Parque do Povo (PP). Os comerciantes do PP serão atendidos com a assinatura de contratos do Empreender Paraíba Junina, um total de 102 contratos, com investimentos de cerca de R$ 770 mil.

Blog JURU EM DESTAQUE com Fonte 83

Saiba como votou a Paraíba ao Governo do Estado desde 1982

Portal Polêmica Paraíba apresenta especial com as disputas ao Governo do Estado desde 1982 - VEJA COMO FORAM OS PLEITOS DE 1994 À 2002

COMO VOTOU A PARAÍBA? Polêmica apresenta especial com as disputas ao Governo desde 1982 - VEJA COMO FORAM OS PLEITOS DE 94 À 2002

A disputa de 2026 para o Governo da Paraíba, tem tudo para ser uma das corridas mais acirradas dos últimos anos.

Lucas Ribeiro, Cícero Lucena e Efraim Filho, são os principais nomes na disputa pelo comando do Palácio da Redenção.

Pensando em fazer um retrospecto dessas disputas, o portal Polêmica Paraíba apresenta aos leitores um especial apresentando os grandes políticos, partidos e como os paraibanos votaram ao Governo desde 1982.

1994

A disputa de 1994 englobava 5 candidaturas: Djacy Lima (PMN), Francisco Evangelista (PPR), Avenzoar Arruda (PT), Antônio Mariz (MDB) e Lúcia Braga (PDT).

Após a conturbada saída de Ronaldo Cunha Lima do Governo em decorrência do Caso Gulliver, o MDB decidiu pela indicação do senador Antônio Mariz, nas Eleições de 1994.

Em 1978, Mariz foi preterido por Tarcísio Burity na indicação da Arena para o cargo de governador. Descontente com o tratamento do partido, logo após a volta do pluripartidarismo em 1980, ao lado do senador Tancredo Neves, e de outros líderes de expressão nacional, Mariz participou da fundação do Partido Popular, o PP, que foi incorporado ao MDB em fevereiro de 1982.

No mesmo ano, Mariz disputou o governo da Paraíba, perdendo a eleição para Wilson Braga, do PDS (atual Progressistas), por mais de 150 mil votos.

Eleito senador em 1990 em uma disputa contra Marcondes Gadelha, também do PDS, Mariz ficou marcado por ser o relator do processo de impeachment de Fernando Collor em 1992;

O pleito de 94, repetiria a disputa polarizada por MDB x PDT, com a então deputada federal e esposa do ex-governador Wilson Braga, Lúcia Braga, que foi a escolhida da oposição para disputar o governo do estado. Deputada federal no segundo mandato, Lúcia Braga era a favorita nas pesquisas antes das eleições.

Mas uma polêmica faltando 17 dias para a eleição mudou o pleito. O médico e empresário Gessner Caetano (candidato a deputado federal pelo PDT e coordenador da campanha de Lúcia Braga) foi acusado de ter seu nome envolvido em um escândalo de carros roubados.

Esse escândalo abalou a candidatura de Lúcia Braga que perdeu o primeiro turno, após Mariz atingir 525.396 votos (46,59%), contra 489.006 votos da deputada (43,37%).

No segundo turno Mariz ampliou a vantagem, obtendo 781.349 votos (58,30%), contra 558.947 votos (41,70%) de Lúcia Braga.

Antônio Mariz tomou posse em 01 de janeiro de 1995, mas faleceu em 16 de setembro do mesmo ano, vitimado por um câncer que infelizmente o acompanhava a alguns anos. No seu lugar entrou o vice José Maranhão.

A disputa de 1998 englobava 5 candidaturas: Marcelino Rodrigues (PSTU), Pastor César (PMN), José Valadares (PRP), Gilvan Freire (PSB) e José Maranhão (MDB).

Após assumir o mandato em decorrência do falecimento de Antônio Mariz e com o advento da reeleição, o candidato natural do grupo governista, era, claro, o governador José Maranhão.

Por um tempo a harmonia se manteve entre JOSÉ Maranhão e o grupo comandado por Ronaldo Cunha Lima, mas tudo ruiu oficialmente em 21 de março de 1998, durante o aniversário de Ronaldo no Clube Campestre em Campina Grande.

Incomodado com a pouca influência dentro do Governo Maranhão, Ronaldo acusou o governador de descumprir compromissos políticos e desprezar Campina Grande, chegando a declarar que, se Maranhão não tivesse condições de governar, ele próprio assumiria o comando.

Isso, somado à vontade de Ronaldo emplacar o filho, Cássio, como candidato ao governo, culminou no racha do partido, ocasionando a saída do clã Cunha Lima e seus aliados do MDB rumo ao PSDB, abrindo espaço para José Maranhão se candidatar à reeleição.

A força de José Maranhão naquele pleito foi algo poucas vezes visto na história da Paraíba, com o governador vencendo a eleição com pouco mais de 80% dos votos.

A disputa de 2002 englobava 6 candidaturas: Maria José Mendes (PGT), Lourdes Sarmento (PCO), Alexandre Arruda (PSTU), Avenzoar Arruda (PT), Roberto Paulino (MDB) e Cássio Cunha Lima (PSDB).

Em 2002, José Maranhão renunciou ao cargo, pleiteando uma das duas vagas do estado ao Senado. O seu vice, Roberto Paulino, assumiu o governo e foi escolhido como o candidato do MDB nas eleições.

Prefeito do município de Guarabira por duas ocasiões, deputado estadual e federal em uma legislatura cada, Roberto Paulino era o nome natural para a reeleição após 4 anos como vice-governador do estado.

O seu principal adversário era Cássio Cunha Lima, deputado federal e prefeito de Campina Grande em duas ocasiões. Cássio se filiou ao PSDB, após o racha na relação com José Maranhão em 1998 e renunciou a prefeitura da Rainha da Borborema pra disputar o Governo em 2002.

Cássio Cunha Lima era o favorito durante as pesquisas e esse favoritismo se confirmou no primeiro turno, com 752.297 (47,20%) dos votos. O tucano teve uma vantagem considerável contra Roberto Paulino, que alcançou 637.239 votos (39,98%).

No segundo turno apoiado pelo PT que estava muito forte com a iminente vitória de Lula contra José Serra e a adição de Wilson Braga que estava apoiando Cássio no primeiro turno e decidiu por apoiar Roberto Paulino no segundo, um forte movimento de virada foi sentido por todo o estado, mas no final Cássio se elegeu com uma pequena margem, durante um segundo turno frenético.

O tucano Cássio Cunha Lima obteve 889.922 votos (51,35%), contra 843.127 votos do emedebista Roberto Paulino (48,65%).

Fonte: Vitor Azevêdo - Créditos: Polêmica Paraíba - Vitor Azevêdo