segunda-feira, 9 de março de 2026

Pesquisa para deputado estadual aponta nomes dos 36 eleitos na Paraíba

DISPUTA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA PARAÍBA:  do Instituto Seta/Polêmica Paraíba apresenta os 36 nomes que seriam eleitos no mês de fevereiro - VEJA LISTA COMPLETA

DISPUTA NA ASSEMBLEIA: Pesquisa Seta/Polêmica apresenta os 36 nomes que seriam eleitos no mês de fevereiro - VEJA LISTA COMPLETA

O portal Polêmica Paraíba juntamente com o Instituto de pesquisa SETA lançaram na última sexta-feira (06), o oitavo levantamento do projeto de pesquisa mais inovador do estado.

Nesta matéria, o Polêmica Paraíba disponibiliza os números por uma das 36 vagas na Assembleia Legislativa.

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos, distribuídos em 90 municípios de todas as regiões do estado, garantindo uma amostra representativa do eleitorado.

O estudo está registrado sob o número PB-03158/2026. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os líderes da pesquisa são o Presidente da Assembleia, Adriano Galdino, com Camila Toscano e o Secretário Wilson Filho fechando o pódio.

Dentre os 12 primeiros colocados, nós temos a presença de três nomes que são estreantes em disputas estaduais, citando Tibério Limeira, Doutor Jarques e Dinho Dowsley.

Já se formos pegar o recorte geral dos 36 mais bem colocados, podemos citar outros estreantes em disputas estaduais que foram lembrados: Anna Lorena, Maria Porto, Geska Maia, Nelinho Costa, Denise Ribeiro, Larúcia Sá e Cilinha.

Em comparação ao último levantamento, a maior novidade é a aparição de Lindolfo Pires entre os 36 mais citados, com a 18º colocação.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS 36 MAIS BEM COLOCADOS

SUPLENTES

Os 14 nomes que seriam os suplentes de acordo com o levantamento são: Manoel Ludgério, Galego Souza, Zé Aldemir, Doutor Romualdo, Jô Oliveira, Tovar Correia Lima, João Paulo Segundo, Inácio Falcão, Chió, Emerson Panta, Márcio Roberto, Júnior Araújo, Sargento Neto e a grande surpresa da lista, o jogador Hulk.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS NÚMEROS DOS SUPLENTES

OUTROS CITADOS

Também tiveram os nomes citados: Segundo Domiciano, Anísio Maia, Zezé, Ana Claudia Vital, Doutor Athaide, Vitor Hugo, Napoleão Maracajá, Eduardo Brito, Felipe Coutinho, Flávio Brasileiro, André Gadelha, Juliana Cunha Lima, Guguinha Moov Jampa, Marcos Eron, Marinaldo Cardoso, Luciano Alvino, Nobinho, Aledson Moura, Tarcísio Jardim, Fábio Lopes, Angeline, Fábio Farias, Alessandra Brito, Deusdete Queiroga, Felipe Leitão, Gustavo Chaves, Milanez Neto, Queiroguinha, Paulo Neto, Samuka e Fernandinha Albuquerque.

Instituto Seta

Fundado em 2009, o Instituto Seta é especializado em pesquisas de mercado, opinião pública e análise político-eleitoral, consolidando-se como referência no Nordeste, realizando centenas de levantamentos com metodologia rigorosa e compromisso ético, em conformidade com a legislação. Seu diretor-geral, Daniel Menezes, é cientista político (UFRN) com doutorado em Ciências Sociais e vasta experiência em campanhas eleitorais.

Os 90 municípios visitados neste levantamento foram

Alagoa Grande, Areia, Bananeiras, Bonito De Santa Fé, Cachoeira Dos Índios, Cajazeiras, São João Do Rio Do Peixe, São José De Piranhas, Campina Grande, Lagoa Seca, Queimadas, Boa Vista, Camalaú, Monteiro, Serra Branca, Sumé, Barra De Santana, Barra De São Miguel, Boqueirão, São João Do Cariri, Belém Do Brejo Do Cruz, Brejo Do Cruz, Catolé Do Rocha, Jericó, São Bento, Barra De Santa Rosa, Cuité, Pocinhos, Remígio, Soledade, Olivedos, Araruna, Cacimba De Dentro, Solânea, Esperança, São Sebastião De Lagoa De Roça, Montadas, Areial, Alagoinha, Araçagi, Belém, Cuitegi, Guarabira, Pirpirituba, Gurinhém, Ingá, Itabaiana, Mogeiro, Boa Ventura, Conceição, Diamante, Itaporanga, São José De Caiana, Bayeux, João Pessoa, Santa Rita, Cuité De Mamanguape, Curral De Cima, Jacaraú, Mamanguape, Mataraca, Alhandra, Pedras De Fogo, Patos, Coremas, Nova Olinda, Piancó, Santana Dos Garrotes, Mari, São Miguel De Taipu, Sapé, Sobrado, Junco Do Seridó, Santa Luzia, São Mamede, Baraúna, Juazeirinho, Picuí, Seridó, Imaculada, Manaíra, Princesa Isabel, Teixeira, Nazarezinho, Paulista, Pombal, São José Da Lagoa Tapada, Sousa, Aroeiras e Umbuzeiro.

Fonte: Polêmica Paraíba/SETA - Créditos: Vitor Azevêdo

Pesquisa para deputado federal aponta os doze nomes que seriam eleitos na Paraíba

PRÉ-CANDIDATOS FEDERAIS MAIS LEMBRADOS: Pesquisa Seta/Polêmica Paraíba aponta os 12 nomes que seriam eleitos em fevereiro - VEJA LISTA COMPLETA

PRÉ-CANDIDATOS FEDERAIS MAIS LEMBRADOS: Pesquisa Estadual Seta/Polêmica aponta os 12 nomes que seriam eleitos em fevereiro - VEJA LISTA COMPLETA

O portal Polêmica Paraíba juntamente com o Instituto de pesquisa SETA lançam na última sexta-feira (06), o oitavo levantamento do projeto de pesquisa mais inovador do estado.

Nesta matéria, o Polêmica Paraíba disponibiliza os números da disputa por uma das 12 vagas do estado na Câmara Federal.

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos, distribuídos em 90 municípios de todas as regiões do estado, garantindo uma amostra representativa do eleitorado.

O estudo está registrado sob o número PB-03158/2026. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O líder da pesquisa é o Presidente da Câmara Hugo Motta, com Murilo Galdino e Aguinaldo Ribeiro fechando o pódio.

Dentre os 12 primeiros colocados temos cinco nomes que seriam estreantes em Brasília, citando o ex-Governador Ricardo Coutinho, Jhony Bezerra, Pollyanna Werton, o ex-Prefeito Fábio Tyrone e o Deputado Estadual George Morais, que é a maior novidade da pesquisa se formos comparar ao levantamento anterior.

Se a tendência da pesquisa de cinco novos Deputados se confirmar, teríamos uma renovação igual a vista na eleição de 2022.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS 12 MAIS BEM COLOCADOS

SUPLENTES

Os 12 nomes que seriam os suplentes de acordo com o levantamento são: Wellington Roberto, Damião Feliciano, Gervásio Maia, Romero Rodrigues, Luiz Couto, Marcos Henriques, Munique Marinho, Tião Gomes, Leonardo Gadelha, Frei Anastácio, Rafaela Camaraense e Pedro Matias.

VEJA ABAIXO A TABELA COM OS NÚMEROS DOS SUPLENTES

OUTROS CITADOS

Também foram citados: Ricardo Barbosa, Guga Pet, Pastor Valdir Trindade, Tarcísio Jardim, Sílvia da Pesca, Eliza Virgínia, Percival, Sara Cabral, Rafafá, Alexandre do Sindicato, Raniery Paulino, Leila Fonseca, Zezinho do Botafogo, Lídia Moura, Rodrigo Lima, Germana Wanderley, Raoni Mendes, Sílvia Benjamin, Netto Lima, André Gomes, Boca, Jane Panta, Capitã Rebeca, Muniz, Siloca, Raphaella Brilhante, Cabo Gilmar, Rafaela Barros, Orelha, Gkay, Bell Marques e Emerson Machado.

Instituto Seta

Fundado em 2009, o Instituto Seta é especializado em pesquisas de mercado, opinião pública e análise político-eleitoral, consolidando-se como referência no Nordeste, realizando centenas de levantamentos com metodologia rigorosa e compromisso ético, em conformidade com a legislação. Seu diretor-geral, Daniel Menezes, é cientista político (UFRN) com doutorado em Ciências Sociais e vasta experiência em campanhas eleitorais.

Os 90 municípios visitados neste levantamento foram

Alagoa Grande, Areia, Bananeiras, Bonito De Santa Fé, Cachoeira Dos Índios, Cajazeiras, São João Do Rio Do Peixe, São José De Piranhas, Campina Grande, Lagoa Seca, Queimadas, Boa Vista, Camalaú, Monteiro, Serra Branca, Sumé, Barra De Santana, Barra De São Miguel, Boqueirão, São João Do Cariri, Belém Do Brejo Do Cruz, Brejo Do Cruz, Catolé Do Rocha, Jericó, São Bento, Barra De Santa Rosa, Cuité, Pocinhos, Remígio, Soledade, Olivedos, Araruna, Cacimba De Dentro, Solânea, Esperança, São Sebastião De Lagoa De Roça, Montadas, Areial, Alagoinha, Araçagi, Belém, Cuitegi, Guarabira, Pirpirituba, Gurinhém, Ingá, Itabaiana, Mogeiro, Boa Ventura, Conceição, Diamante, Itaporanga, São José De Caiana, Bayeux, João Pessoa, Santa Rita, Cuité De Mamanguape, Curral De Cima, Jacaraú, Mamanguape, Mataraca, Alhandra, Pedras De Fogo, Patos, Coremas, Nova Olinda, Piancó, Santana Dos Garrotes, Mari, São Miguel De Taipu, Sapé, Sobrado, Junco Do Seridó, Santa Luzia, São Mamede, Baraúna, Juazeirinho, Picuí, Seridó, Imaculada, Manaíra, Princesa Isabel, Teixeira, Nazarezinho, Paulista, Pombal, São José Da Lagoa Tapada, Sousa, Aroeiras e Umbuzeiro.

Fonte: Polêmica Paraíba/SETA - Créditos: Vitor Azevêdo

João e Veneziano aparecem nas primeiras colocações em pesquisa para o Senado

CORRIDA PARA O SENADO: Pesquisa so Instituto SETA/Polêmica Paraíba traz João Azevêdo e Veneziano isolados nas primeiras colocações - VEJA NÚMEROS

CORRIDA PARA O SENADO: Pesquisa Estadual Seta/Polêmica traz João e Veneziano isolados nas primeiras colocações - VEJA NÚMEROS

O portal  Polêmica Paraíba juntamente com o Instituto de pesquisa SETA lançaram no último sábado (07), o oitavo levantamento do projeto de pesquisa mais inovador do estado.

Nesta matéria, o Polêmica Paraíba disponibiliza os números da disputa pelas duas vagas ao Senado.

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos, distribuídos em 90 municípios de todas as regiões do estado, garantindo uma amostra representativa do eleitorado.

O estudo está registrado sob o número PB-03158/2026. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

SENADOR 1

Se formos pegar o recorte para o primeiro voto ao Senado, o Governador João Azevêdo é o líder isolado com 50,1%.

Na segunda colocação também de forma isolada, nós temos o Senador Veneziano Vital com 15,7%.

Mais atrás nós vemos o ex-Ministro Marcelo Queiroga atingindo 5%.

A maior disputa no entanto é pela quarta colocação com Major Fábio um pouco à frente com 2,8%, seguido de perto por Nabor Wanderley com 2,5%.

Aqueles que afirmaram que não sabem ou que não responderam em quem irão votar atingiu 13,8%, enquanto os que afirmam que irão votar branco ou nulo são 10,1%.

SENADOR 2

Enquanto o Governador João Azevêdo é o líder isolado no primeiro voto, o Senador Veneziano Vital tem mais de 20% de margem para Nabor Wanderley.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Vitor Azevêdo

Cícero comenta pesquisa que aponta crescimento de Lucas

ESNOBANDO: Líder há 8 meses isolado nas pesquisas do Instituto Seta pelo Governo da Paraíba, Cícero Lucena diz que números são uma “piada”; VEJA VÍDEO

ESNOBANDO: Líder há 8 meses isolado nas pesquisas Seta, Cícero diz que números são uma “piada”; veja vídeo

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), comentou a mais recente pesquisa divulgada pelo Instituto Seta que aponta crescimento do vice-governador Lucas Ribeiro (PP) na disputa pelo Governo da Paraíba nas eleições de 2026.

Ao ser questionado sobre a aproximação de Lucas Ribeiro nos números e sobre a possibilidade de o vice-governador ultrapassá-lo após assumir o comando do Estado, Cícero afirmou que prefere se basear em outros indicadores políticos e minimizou o levantamento divulgado.

“Eu vou respeitar, porque tenho que dizer que todos os números que são colocados… mas eu prefiro a pesquisa do povo e a pesquisa que eu tenho interna. Isso aí é uma piada”, declarou o prefeito durante entrevista.

Confira o vídeo:

A declaração foi feita ao comentar o cenário eleitoral apresentado pelo Instituto Seta, que indicou avanço de Lucas Ribeiro nas intenções de voto para o governo estadual.

O levantamento foi realizado entre os dias 26 e 28 de fevereiro, com 1.500 eleitores entrevistados em 90 municípios paraibanos, distribuídos por todas as regiões do estado, buscando representar o eleitorado da Paraíba.

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Desabamento de trecho de ponte sobre o Rio Paraíba

Trecho de ponte sobre o Rio Paraíba desaba na BR-101, no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa

Trecho de ponte sobre o Rio Paraíba desaba na BR-101, em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa - Imagem Reprodução

Um trecho da ponte sobre o Rio Paraíba, localizada na BR-101, no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, desabou na tarde do último sábado (07). De acordo com informações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a estrutura sofreu colapso em um dos apoios, o que provocou a queda de dois tramos da ponte.

Segundo o órgão federal, não houve vítimas, já que uma das faixas da ponte estava interditada desde setembro de 2025, quando o DNIT iniciou inspeções e intervenções emergenciais na estrutura.

Na ocasião, a faixa direita da ponte foi bloqueada no sentido Natal–João Pessoa, na altura do quilômetro 77 da rodovia federal, como medida preventiva para avaliação das condições estruturais.

Em nota oficial, o DNIT informou que o desabamento registrado neste sábado não deixou feridos justamente porque a área já estava isolada e não havia trabalhadores atuando no local no momento do incidente.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que não houve alteração no fluxo de veículos na região, uma vez que o tráfego já vinha sendo desviado devido às intervenções na ponte.

Ainda segundo a corporação, equipes permanecem no local e devem reforçar a sinalização para evitar que motoristas desrespeitem o bloqueio existente.

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Flamengo vence Fluminense e conquista Campeonato Carioca

Após empate em 0 a 0 no tempo normal, Flamengo vence Fluminense nos pênaltis e conquista o 40° Campeonato Carioca; Rossi brilhou em duas defesas

Goleiro Agustín Rossi brilhou com duas defesas na disputa de pênaltis e levou o Mais Querido ao título

O Rio de Janeiro é rubro-negro pela 40ª vez! O Flamengo superou o Fluminense por 5 a 4 nos pênaltis neste domingo (08) para conquistar o Campeonato Carioca no Maracanã. Após empate em 0 a 0 no tempo normal, Agustín Rossi brilhou com duas defesas na disputa de pênaltis e levou o Mais Querido ao título.

Saiba c como foi a final do Campeonato Carioca entre Flamengo e Fluminense

Fluminense e Flamengo tomaram o campo do Maracanã sob grande festa de ambas as torcidas para a decisão do estadual. No primeiro tempo, contudo, os times não corresponderam ao brilho das torcidas.

O Rubro-Negro tomou iniciativa e teve sucesso pressionando o rival e recuperando a bola rápido, mas pouco fez com ela. Pedro e Léo Pereira tiveram chances de finalizar, mas Fábio defendeu sem perigo. Por sua vez, o Tricolor arriscou chutes despretensiosos e sequer obrigou Rossi a trabalhar antes do intervalo.

O jogo voltou mais animado para o segundo tempo. Logo aos três minutos, Lucho Acosta tabelou com Hércules e saiu cara a cara com Rossi, obrigando goleiro a fazer boa defesa no canto esquerdo. No lance seguinte, Carrascal recebeu dentro da área e bateu com desvio na defesa.

O ritmo, no entanto, voltou a baixar. O Flamengo voltou a assustar aos 33', com Arrascaeta aproveitando cruzamento de Alex Sandro e aparecendo na área para cabecear por cima do travessão. Dois minutos depois, Léo Pereira teve chance de finalizar em sobra de bola dentro da área, mas mandou para fora. Do outro lado, o Fluminense insistia em jogadas pelos lados e chegava à área adversária, mas sem concluir com perigo.

Com o zero não saindo do placar, a decisão foi para os pênaltis. Fábio brilhou ao defender cobrança de Luiz Araújo, e Rossi respondeu pegando a batida de Guga. Nas cobranças alternadas, o goleiro rubro-negro prevaleceu e garantiu o título ao parar a cobrança de Otávio.

Festa do Flamengo na final do Carioca. (Foto: Alexandre Durão/Zimel Press/Gazeta Press) <br><br>Zimel Press/Zimel Press
Festa do Flamengo na final do Carioca - (Foto: Alexandre Durão/Zimel Press/Gazeta Press) <br><br>Zimel Press/Zimel Press

O que vem por aí?

O Fluminense volta a campo na próxima quinta-feira (12) e visita o Remo no Mangueirão, em duelo válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. No dia anterior, também pelo Brasileirão, o Flamengo recebe o Cruzeiro no Maracanã.

FICHA TÉCNICA ✅
FLUMINENSE X FLAMENGO
Final — Campeonato Carioca

📆 Data e horário: domingo, 8 de fevereiro de 2026, 18h (de Brasília)
📍Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
🥅 Gols:
🟨 Cartões amarelos: Renê, Serna, Lucho Acosta e Canobbio (FLU); Samuel Lino e Jorginho (FLA)
🏟️ Público: 69.315 presentes;
💰 Renda: R$ 5.270.903,50

👥 ESCALAÇÕES
FLUMINENSE (Técnico: Luis Zubeldía)
Fábio; Samuel Xavier (Guga), Jemmes, Freytes e Renê (Guilherme Arana); Martinelli, Hércules (Otávio) e Lucho Acosta (Ganso); Serna (Savarino), Canobbio e John Kennedy.

FLAMENGO (Técnico: Leonardo Jardim)
Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta (Luiz Araújo); Carrascal (Lucas Paquetá), Pedro (Plata) e Samuel Lino (Everton Cebolinha).

🧑‍⚖️ ARBITRAGEM
🗣️ Árbitro: Bruno Arleu de Araújo
🚩 Assistentes: Luiz Cláudio Regazone e Thiago Filemon Soares Pinto

🖥️ VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga

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domingo, 8 de março de 2026

Goleiro Bruno tem liberdade condicional revogada pela Justiça

Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) manda prender goleiro Bruno após ele descumprir liberdade condicional

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) revogou, na última quinta-feira (06/03), a liberdade condicional do goleiro Bruno após descumprimento do livramento condicional.

O portal Metrópoles confirmou a informação com o Tribunal de Justiça do Rio. A decisão se dá após o Bruno viajar no começo de fevereiro para o Acre, no qual assinou um contrato para atuar como goleiro profissional do Vasco do Acre.

Bruno disputou pelo time acreano uma partida pela 1ª fase da Copa do Brasil. Na ocasião, o arqueiro jogou pelo Vasco do Acre diante do Velo Clube. Durante os 90 minutos o confronto terminou empatado em 1 x 1. Nos pênaltis, Bruno defendeu dois pênaltis e converteu uma cobrança. Mesmo assim, o Vasco do Acre foi superado por 3 x 2.

Após passagem relâmpago no Acre, Bruno assinou no último dia 28 de fevereiro com o Menezes Esporte Clube, time amador de Minas Gerais.

“Acolho o parecer ministerial e REVOGO o livramento condicional concedido ao apenado na forma da primeira parte do artigo 87 do Código Penal. Expeça-se mandado de prisão, no regime semiaberto, com validade de 16 (dezesseis) anos”, diz trecho da decisão.

Bruno cumpre pena pelo assassinato de Eliza Samudio. Eliza foi morta, esquartejada e jogada para os cachorros, de acordo com declarações do goleiro no julgamento no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em 2013. O goleiro foi condenado a uma pena de 22 anos e 3 meses de prisão.

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Blog JURU EM DESTAQUE parabeniza as mulheres pelo seu dia

JURU EM DESTAQUE parabeniza as mulheres  juruenses, do Brasil e do mundo pelo Dia Internacional da Mulher, de modo especial todas as leitoras do blog

Força, beleza, simpatia e determinação são os ingredientes da essência única de cada mulher,
Parabéns pelo seu dia!

Presença das mulheres na política

94 ANOS DE VOTO FEMININO: Mesmo sendo maioria do eleitorado, mulheres na política seguem sendo minoria histórica

Foto: reprodução
Foto: Reprodução

A discussão sobre a presença das mulheres na política remonta à Revolução Francesa, quando, pela primeira vez, a participação feminina começou a ser debatida no campo dos direitos civis e políticos.

No Brasil, essa trajetória foi marcada por longas lutas até a conquista do direito ao voto. Em 2026, completam-se 94 anos dessa conquista, até então, as mulheres não eram consideradas cidadãs plenas: não participavam das eleições, não podiam se candidatar e tampouco tinham representantes comprometidos com suas demandas.

A mudança só foi possível no dia 24 de fevereiro de 1932, quando o então presidente Getúlio Vargas publicou o novo Código Eleitoral, garantindo o voto feminino sem restrições.

Antes disso, durante a Constituinte de 1891, parlamentares usavam o argumento do “cidadão-soldado” para justificar a exclusão das mulheres dos direitos políticos. Em resposta, diversas lideranças femininas se mobilizaram, entre elas a professora Leolinda Daltro, que atuou de forma decisiva na defesa da cidadania feminina.

Apesar das conquistas, o país limitou o exercício do voto nos primeiros anos. As mulheres votaram apenas em 1933 e 1934, antes de o Brasil mergulhar em um período de autoritarismo que enfraqueceu os direitos políticos.

Representação ainda é minoritária

Atualmente, mesmo com avanços legais, a presença feminina nos espaços de poder segue reduzida. No estado da Paraíba, a sub-representação das mulheres é evidente nos parlamentos e casas legislativas.

Na Câmara Municipal de João Pessoa apenas duas vereadoras ocupam cadeiras:

  • Jailma Carvalho (Partido Socialista Brasileiro – PSB)
  • Eliza Virgínia (Progressistas – PP)

Na Assembleia Legislativa da Paraíba, seis deputadas exercem mandato:

  • Camila Toscano (Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB)
  • Cida Ramos (Partido dos Trabalhadores – PT)
  • Danielle do Vale (Republicanos – REP)
  • Drª Jane Panta (PP)
  • Drª Paula (PP)
  • Francisca Motta (REP)

No Senado Federal, a Paraíba tem apenas uma mulher:

  • Daniella Ribeiro (PP)

Já na Câmara dos Deputados, o estado não possui, atualmente, nenhuma deputada federal eleita.

Presidência

No cenário nacional, o Brasil já teve uma mulher na Presidência da República: Dilma Rousseff, eleita em 2010 e reeleita em 2014, com mandato interrompido por impeachment.

Embora o direito ao voto tenha representado uma conquista histórica, os dados mostram que as mulheres ainda participam pouco da política. Barreiras culturais, sociais e estruturais continuam dificultando o acesso das mulheres aos espaços de poder.

Especialistas defendem que ampliar a presença feminina nos parlamentos e nos cargos executivos é fundamental para fortalecer a democracia, garantir diversidade de perspectivas e assegurar que as políticas públicas contemplem de forma mais ampla as demandas da população.

Quase um século após a conquista do voto, o desafio permanece: transformar direitos formais em participação efetiva e representatividade real.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Vitoria Siqueira

Presença feminina na gestão municipal

Estado da Paraíba tem 54 municípios governados por mulheres, segundo dados do Senso das Prefeitas Brasileiras

Solange Félix (PSB), primeira mulher eleita prefeita no município de Juru, no Sertão da Paraíba

No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 08 de março, dados do Censo das Prefeitas Brasileiras apontam a presença feminina na gestão municipal e a distribuição dessas lideranças no país. Levantamento do Instituto Alziras mostra que as mulheres representam 51% da população brasileira, mas governam apenas 12% dos municípios.

O estudo também indica que a maior parte das prefeitas está concentrada nas regiões Nordeste e Norte. O Nordeste reúne cerca de 17% das mulheres à frente de prefeituras, o maior percentual entre as regiões brasileiras. Na Paraíba, mulheres comandam 54 dos 223 municípios do estado.

O presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), George Coelho, destacou o papel das mulheres na política municipal e o apoio da entidade ao fortalecimento da participação feminina.

“A presença das mulheres na política municipal é fundamental para ampliar a participação social e fortalecer a gestão pública. A Famup apoia e incentiva o protagonismo feminino e iniciativas como o Movimento de Mulheres Municipalistas, que contribuem para ampliar o espaço das mulheres nos municípios”, afirmou.

A Federação acompanha e apoia ações voltadas ao fortalecimento da participação feminina na gestão municipal e no debate sobre políticas públicas nos municípios paraibanos. Entre as iniciativas está o Movimento de Mulheres Municipalistas, criado para ampliar o espaço de participação das mulheres na administração pública e no debate sobre políticas municipais.

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Desigualdade de gênero no mercado de trabalho

08 de março: mulheres recebem até R$ 40 mil a menos por ano nas mesmas funções que homens, aponta levantamento

Group of businesswomen working with laptop. Concentrated multiethnic female colleagues using laptop computer and working with new project in office. Women in business concept
Group of businesswomen working with laptop. Concentrated multiethnic female colleagues using laptop computer and working with new project in office. Women in business concept

No mês em que se celebram as conquistas e se discutem os desafios enfrentados pelas mulheres, a desigualdade de gênero no mercado de trabalho surge como mais um obstáculo para a equidade no Brasil, especialmente em cargos de liderança. Dados recentes mostram que mulheres que ocupam funções de direção e gerência continuam recebendo salários inferiores aos dos homens que exercem as mesmas funções.

Um boletim do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), de 2025, aponta que mulheres em cargos de direção e gerência recebem, em média, R$ 6.798 por mês. Já os homens, exercendo as mesmas funções, têm rendimento médio mensal de R$ 10.126.

A diferença salarial chega a R$ 3.328 mensais. Ao longo de um ano, essa disparidade representa cerca de R$ 40 mil a menos no bolso das profissionais, mesmo quando desempenham o mesmo cargo.

A diferença salarial evidencia que, apesar dos avanços nas últimas décadas, barreiras estruturais e culturais ainda impactam a presença e a valorização feminina em posições de poder.

O levantamento considera dados de empresas de diferentes portes e localidades em todo o país. Segundo o Dieese, a média inclui organizações instaladas em grandes centros urbanos e também em cidades menores, além de abranger gerentes e diretores de diversos tipos de estabelecimentos. Isso indica que a desigualdade salarial não se restringe a setores específicos ou apenas a grandes corporações, sendo um fenômeno disseminado em diferentes segmentos da economia.

As informações utilizadas no estudo têm como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente ao terceiro trimestre de 2024. O levantamento também mostra que, em nenhum estado brasileiro, a remuneração média mensal das mulheres supera a dos homens quando se trata de cargos de liderança.

Desigualdades no Mercado de Trabalho

O cenário reforça a persistência de desigualdades estruturais no mercado de trabalho.Nos últimos anos, iniciativas legislativas buscaram enfrentar essa disparidade. A Lei de Igualdade Salarial entre Homens e Mulheres (Lei nº 14.611/2023) trouxe avanços ao estabelecer medidas de transparência salarial e prever penalidades para empresas que descumprirem as regras.

A legislação determina, por exemplo, que companhias com determinado número de funcionários divulguem relatórios de transparência e adotem mecanismos para garantir equidade nas remunerações.

Apesar desses avanços, especialistas avaliam que a legislação, por si só, ainda não é suficiente para eliminar a desigualdade salarial entre homens e mulheres. Além das diferenças de remuneração, muitas profissionais relatam enfrentar resistência, machismo e obstáculos adicionais para alcançar ou permanecer em cargos de liderança.

O debate ganha força no mês dedicado às mulheres, reforçando a necessidade de políticas públicas e mudanças culturais que promovam maior equidade no ambiente de trabalho.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba- Vitoria Siqueira

Violência recorrente contra mulheres expõe fragilidade da rede de proteção

Segundo o boletim de ocorrência, o homem descumpria reiteradamente a ordem judicial; apesar disso, ele não usava tornozeleira eletrônica –mecanismo que poderia alertar autoridades no caso de aproximação da vítima

Violência recorrente contra mulheres expõe fragilidade da rede de proteção
© Shutterstock

FERNANDA MENA E BÁRBARA SÁ - SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No final de fevereiro, a vendedora Cibelle Monteiro Alves, 22, foi morta a facadas pelo ex-namorado na joalheria de um shopping onde trabalhava. Ela havia procurado a polícia ao menos duas vezes após ameaças motivadas pelo fim do relacionamento e tinha uma medida protetiva contra o agressor. 

Segundo o boletim de ocorrência, o homem descumpria reiteradamente a ordem judicial. Apesar disso, ele não usava tornozeleira eletrônica –mecanismo que poderia alertar autoridades no caso de aproximação da vítima.

Casos como o de Cibelle ocorrem em um contexto de aumento dos registros de violência contra a mulher e de feminicídio no país, em meio ao avanço de discursos misóginos em redes sociais.

"Não tem como negar que existe uma manifestação de ódio e desprezo relacionada a uma maior busca das mulheres por emancipação", avalia a promotora Silvia Chakian, coordenadora do Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência do Ministério Público de São Paulo.

"Há movimentos para cooptar jovens, aproveitando-se de suas vulnerabilidades e frustrações, com discursos misóginos que objetificam mulheres. Quando vemos o caso do estupro coletivo [no Rio de Janeiro] e as idades dos agressores, pensamos em como foi a criação desses garotos."

Ao mesmo tempo, casos como o da lojista morta no trabalho expõem um paradoxo das políticas públicas: mesmo quando o sistema de Justiça é acionado, a proteção pode falhar.

Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que cerca de 13% das mulheres vítimas de feminicídio tinham medida protetiva ativa no momento da morte – ou seja, haviam buscado ajuda do Estado antes do crime.

A discrepância releva a distância entre o arcabouço jurídico criado pela Lei Maria da Penha -que completa 20 anos em 2026- e sua implementação efetiva. Entre as causas da disparidade, segundo especialistas em violência contra a mulher ouvidos pela Folha, estão a falta de investimentos nas medidas previstas na lei e falhas de integração entre as ferramentas, suas instituições e esferas de poder.

"A Lei Maria da Penha não é perfeita, mas é completa", afirma Regina Célia, cofundadora do Instituto Maria da Penha. "Ela orienta as políticas públicas e o trabalho dos profissionais, mas sua aplicação depende de uma ação articulada entre instituições."

O enfrentamento da violência doméstica, prevê a lei, envolve segurança pública, Justiça, saúde, assistência social e educação para o respeito desde a infância –área considerada essencial na prevenção de longo prazo.

Para Rafaela Caldeira Gonçalves, juíza da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da região oeste de São Paulo, a lei ajudou a tirar a violência de gênero da invisibilidade e a ampliar o conhecimento das mulheres sobre os instrumentos de proteção.

Segundo ela, o problema precisa ser tratado como política de Estado, pois tem impactos econômicos e sociais amplos. "Equipamentos estão desmantelados, abrigos e serviços precisam ser criados e mantidos", afirma.

Chakian afirma que o uso efetivo da tecnologia poderia evitar parte dos casos. "Se aquele agressor [do shopping] estivesse tornozelado e essa medida fosse monitorada corretamente, aquela vida poderia ter sido preservada", afirma, sobre o caso de Cibelle.

De acordo com a promotora, o monitoramento eletrônico é eficaz e já existe, mas ainda é aplicado de forma limitada.

Procurada, a SSP (Secretaria da Segurança Pública) de São Paulo afirmou que o monitoramento eletrônico de agressores em casos de violência doméstica começou em setembro de 2023. "O estado possui 1.250 dispositivos disponíveis e o monitoramento depende de autorização judicial."

A jurista Fabiana Severi, professora da USP em Ribeirão Preto e integrante do Consórcio Lei Maria da Penha, afirma que a implementação da lei perdeu força na última década, especialmente após cortes no orçamento federal destinado às políticas de enfrentamento à violência doméstica.

Para ela, os recursos foram fundamentais para expandir serviços especializados de atendimento à mulher, sobretudo em municípios menores, que não possuem estrutura própria para manter casas-abrigo e centros de atendimento. Com a redução desses repasses, parte da rede foi desmontada.

Dados do FBSP mostram que municípios de até 100 mil habitantes concentram metade dos feminicídios do país, embora abriguem apenas 41% da população feminina. Somente 1 a cada 3 dessas cidades possuem ao menos um serviço especializado no atendimento à mulher em situação de violência.

Delegacias da Mulher existem em apenas 5% desses municípios pequenos, e casas-abrigo em cerca de 3% deles.

Para Wânia Pasinato, assessora sênior da ONU Mulheres, o Brasil possui um arcabouço legal considerado avançado no enfrentamento à violência contra a mulher, mas o principal desafio é transformar normas em políticas efetivas.

Segundo ela, mais do que criar novas leis, é necessário fortalecer programas já existentes e melhorar o atendimento oferecido às vítimas, especialmente no seu primeiro contato com a rede de proteção.

"O primeiro atendimento é decisivo", afirma. "Se a mulher não encontra acolhimento e resposta rápida, perde confiança na rede de proteção."

Pasinato também ressalta que a falta de dados consolidados sobre violência de gênero dificulta avaliar o impacto das políticas públicas e entender com precisão a dimensão do problema no país.

"Esses números mais altos não significam necessariamente que a violência começou agora. Em muitos casos, eles refletem uma melhoria nos registros e nas notificações feitas pelos serviços."

Na avaliação da socióloga, a violência contra mulheres tem causas estruturais ligadas à desigualdade de gênero. Ela lembra ainda que marcos internacionais, como a Convenção de Belém do Pará, consolidaram o entendimento de que a violência contra a mulher é uma violação de direitos humanos e estabeleceram a responsabilidade dos Estados na criação de políticas de prevenção e enfrentamento.

Fiona Macaulay, pesquisadora da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que estuda direitos humanos e relações de gênero na América Latina, vê como uma das experiências brasileiras mais relevantes de prevenção as Patrulhas Maria da Penha –rondas de agentes de segurança para verificar o cumprimento das medidas.

"Muitas mulheres sabem que, ao denunciar ou tentar romper o relacionamento, o agressor pode reagir com mais violência. O grande avanço das patrulhas é justamente cortar esse ciclo", avalia.
Segundo Macaulay, a proteção no entanto funciona de forma desigual no território. "Quem mora em locais onde há esse serviço tem mais chances de evitar um feminicídio."

O governo federal afirma que o enfrentamento à violência contra mulheres envolve recursos distribuídos em diferentes áreas.

Segundo a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, Estela Bezerra, parte das ações ocorre por meio de políticas de segurança pública e programas sociais. Ela cita a lei que destina 10% do Fundo Nacional de Segurança Pública ao combate à violência contra mulheres.

Bezerra afirma ainda que mais de R$ 300 milhões foram destinados à construção de 43 unidades da Casa da Mulher Brasileira, das quais 15 devem entrar em funcionamento até o final deste ano.

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Mulheres de todo o Brasil foram às ruas neste domingo em protestos

Protestos contra a violência de gênero tomam todo o Brasil neste domingo, 08 de março, Dia Internacional dsa Mulher

Foto: Valter Campanato

Mulheres de todo o Brasil foram às ruas neste domingo (08) em protestos pelo Dia Internacional da Mulher. Manifestantes ocuparam a Avenida Atlântica, em Copacabana, no Rio de Janeiro e também a Avenida Paulista, em São Paulo. Já em Brasília, o ato percorreu da Funarte ao Palácio do Buriti.

Em Belo Horizonte (MG), 160 cruzes foram colocadas na Praça da Liberdade, no Centro, representando as mulheres que foram vítimas de feminicídio no estado de Minas Gerais em 2025 e 2026. A última vítima foi morta a facadas, na cidade de Santa Luzia, em pleno Dia Internacional da Mulher.

“Cada cruz simboliza uma história interrompida, uma família marcada pela violência e uma falha coletiva na proteção dessas vidas. A proposta é que o 8 de março seja também um dia de denúncia e mobilização, lembrando que não há o que celebrar enquanto mulheres continuam sendo assassinadas pelo simples fato de serem mulheres”, declarou o coletivo Casa das Marias, responsável pela instalação.

O Centro da capital mineira também recebeu uma marcha contra a violência de gênero. Diversas participantes levaram cartazes com frases como “criança não é esposa” em protesto contra a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que inocentou um homem de 35 anos acusado de violentar uma menina de 12 anos. Os desembargadores justificaram que ambos viviam um relacionamento amoroso. A decisão foi reformada, após grande mobilização popular.

Uma performance artística também marcou a manifestação em Porto Alegre (RS). Integrantes de um grupo teatral marcharam segurando sapatos femininos manchados com um líquido que simulava sangue. Os calçados simbolizaram as vítimas de feminicídio do estado, e as integrantes do grupo também gritaram seus nomes, enquanto caminhavam.

Em Salvador (BA), o protesto foi convocado com o mote: “Mulheres vivas, em luta e sem medo: por democracia com soberania, pelo Bem Viver, fim do feminicídio e da escala 6×1”. As manifestantes se concentraram no Morro do Cristo e caminharam até o Farol da Barra, empunhando cartazes e gritando palavras de ordem.

Uma manifestação também foi realizada em Belém (PA), reunindo centenas de mulheres, principalmente integrantes de coletivos feministas. O protesto saiu da Escadinha da Estação das Docas e percorreu diversas ruas do Centro da capital paraense.

“Historicamente, 8 de março é dia de luta, de reflexão, de ir às ruas protestar e pedir por políticas públicas. Nós queremos igualdade de gênero, combater a violência contra a mulher, o feminicídio, a violência vicária e tantas outras violências que acometem nós mulheres”, declarou Vanessa Albuquerque, presidenta da Rede de Mulheres da Amazônia.

PB Agora com Agência Brasil