quarta-feira, 8 de abril de 2026

“A terra vai tremer” diz pai do prefeito de João Pessoa

Deputado estadual Hervázio Bezerra promete fazer revelações bombásticas sobre a última semana de filiação: “a terra vai tremer”

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Na tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), um dia após a posse do filho, o prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (MDB), o deputado estadual Hervázio Bezerra (MDB) chamou atenção ao prometer revelar, no futuro, os bastidores das articulações políticas que marcaram a última semana.

Em tom de suspense, o parlamentar afirmou que os detalhes só poderão vir a público “daqui a 50 anos”, sob a justificativa de evitar constrangimentos no cenário político atual.

“Assumo o compromisso, deputado Felipe, daqui a 50 anos vamos contar os bastidores da última semana que passamos. Capítulos memoráveis. Foram incríveis as conversas, mas não dá pra contar agora, obviamente, porque iria constranger pessoas. Era altamente complicado”, declarou, ao se dirigir ao deputado estadual Felipe Leitão.

Na sequência, Hervázio reforçou o tom enigmático ao envolver outros colegas de plenário e prometeu revelar tudo no futuro. “Mas daqui a 50 anos, eu e Felipe assumimos o compromisso de contar todos os detalhes. Eu sei que detalhes é com Roberto Carlos, mas vamos contar”, disse.

A fala foi interrompida por Felipe Leitão, que complementou o deputado: “Vossa excelência escreve o livro e eu sou o co-autor”. Hervázio respondeu em tom descontraído: “Não, vamos escrever nós dois. Aí a terra vai tremer, literalmente!”.

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Trump diz que adotará cessar-fogo no Irã por duas semanas

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou o cessar-fogo pelas redes sociais

Donald Trump: paz com Irã se torna realidade -  (crédito:  AFP)
Donald Trump: paz com Irã se torna realidade - (crédito: AFP) - X

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em suas redes sociais, na noite dessa terça-feira (07/04), que concordou com um cessar-fogo de duas semanas com o Irã. Trump destacou que as negociações avançaram após diálogos com o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e condicionou a manutenção da trégua à abertura "completa, imediata e segura" do Estreito de Ormuz.

O líder norte-americano pontuou que os objetivos militares foram superados e que há progressos significativos para um acordo definitivo de paz no Oriente Médio. Trump afirmou ter recebido uma proposta de Teerã e que os principais pontos de discórdia foram resolvidos.

Trump elevou o tom antes de cessar-fogo

Mais cedo nessa terça-feira (07), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra o Irã e afirmou que “uma civilização inteira morrerá esta noite”, em referência ao país persa, diante do prazo final estabelecido pela Casa Branca para um acordo envolvendo o Estreito de Ormuz.

Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que o momento pode marcar um ponto decisivo na história global. "Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá. [...] Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Deus abençoe o grande povo do Irã!", escreveu.

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terça-feira, 7 de abril de 2026

Lula lá e Lulinha na Polícia Federal

Lulinha 'volta a cena do crime', como diria Geraldo Alckmin, e bota Lula para dentro do roubo bilionário das fraudes contra aposentados e pensionistas

A CPMI do INSS aprovou a quebra dos sigilos bancários, fiscal e do telefone de Fábio Luis da Silva, o Lulinha. Coisa que fez antes o ministro André Mendonça, do Supremo, a pedido da Polícia Federal.

Lulinha é suspeito de ser sócio oculto e de receber mesada de R$ 300 mil de Antônio Carlos Antunes, o Careca do INSS, protagonista do cabeludo escândalo.

O filho de Lula ganhou fama de rapaz prodígio. Saltou de monitor de zoológico para negócios milionários no ramo de tecnologia. Por coincidência, nos anos 2.000, depois que o pai virou presidente do Brasil. E desde essa época a empresa de Lulinha foi investigada por contratos de R$ 100 milhões com a OI.

Agora, ele volta à cena do crime, como diria Geraldo Alkmin. Em pleno ano da reeleição, Lulinha bota Lula para dentro do escândalo do roubo bilionário das fraudes contra aposentados e pensionistas.

E vai confirmando o que já está virando tradição na República; os filhos dos nossos últimos presidentes têm dado muito trabalho aos pais.

Assista o vídeo:

Lucas liga para Leo e oferece apoio do governo após chuvas

Governador Lucas Ribeiro liga para o prefeito Leo Bezerra e coloca Governo do Estado à disposição de João Pessoa após fortes chuvas que atingem a capital paraibana

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), entrou em contato na manhã desta terça-feira (07) com o novo prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), para oferecer o apoio do Governo do Estado diante das fortes chuvas que atingem a capital desde a segunda-feira (06).

Na ligação Lucas também parabenizou o gestor pela posse. Em publicação nas redes sociais, o governador destacou o compromisso com a cidade neste momento de instabilidade climática.

“Liguei para o novo prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra para parabenizá-lo pela posse e me colocar à disposição para trabalhar ainda mais pela nossa capital. Em especial, neste momento em que a cidade enfrenta um período de fortes chuvas. Nosso governo está presente, acompanhando de perto e pronto para agir no que for preciso. Contem comigo”, escreveu.

Blog JURU EM DESTAQUE com PB Agora

Novo prefeito de João Pessoa convoca vereadores para reunião

Após assumir a Prefeitura de João Pessoa, Leo Bezerra convoca reunião com vereadores de situação e oposição para definir prioridades da cidade

Prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB) - Foto: Renata Medeiros e Sérgio Lucena / Secom João Pessoa

O novo prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), convocou todos os vereadores da cidade, de situação e oposição, para uma reunião nesta quarta-feira (08), às 9h, no gabinete do prefeito, localizado no Centro Administrativo Municipal, no bairro de Água Fria. O objetivo do encontro, segundo a administração, é discutir pautas prioritárias para a capital e fortalecer o diálogo entre os poderes executivo e legislativo. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a presença de todos os parlamentares nem detalhes sobre os temas que serão debatidos.

Bezerra assumiu oficialmente a Prefeitura de João Pessoa nessa segunda-feira (06), em uma cerimônia simbólica realizada dias depois da renúncia do então prefeito Cícero Lucena (MDB), que deixou o cargo para disputar o Governo da Paraíba nas eleições de 4 de outubro. O novo prefeito terá mandato até o final de 2028.

Vice de Lucena desde 2020, Leo Bezerra venceu as eleições de 2020 e a reeleição em 2024 compondo a mesma chapa. Antes de se tornar vice-prefeito, ele atuou como vereador em João Pessoa, conquistando destaque político ao ser o mais votado na eleição municipal de 2016. Natural de João Pessoa, nascido em 2 de agosto de 1983, Bezerra é filho da servidora pública Fátima Araújo e do deputado estadual Hervázio Bezerra (MDB), e é formado em Gestão Pública e Direito.

A trajetória política de Leo começou em 2012, quando obteve 3.392 votos ao concorrer pela primeira vez à Câmara Municipal. Quatro anos depois, consolidou sua liderança ao ser eleito vereador mais votado da capital. Desde então, sua atuação política tem se concentrado na administração municipal e na articulação de projetos voltados à cidade.

A saída de Cícero Lucena do cargo foi oficializada em coletiva de imprensa na quinta-feira (02). Nas eleições de 2024, Lucena garantiu a reeleição no segundo turno com 258.727 votos (63,91%), derrotando o ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga (PL), que recebeu 146.129 votos (36,09%). No primeiro turno, Lucena liderava com 205.122 votos (49,16%), enquanto Queiroga somava 90.840 votos (21,77%).

Com a reunião marcada, Leo Bezerra sinaliza que pretende iniciar sua gestão priorizando a interlocução com os vereadores, buscando alinhar projetos de interesse da cidade e promover uma administração integrada desde os primeiros dias de mandato.

Blog JURU EM DESTAQUE com Fonte 83 | Por Lucas Duarte / Fonte83

Remuneração dos servidores públicos

Gestores estão vedados de dar reajustes acima da inflação a servidores a partir de hoje (07); a regra vale até a posse das eleitas e eleitos e se aplica a toda a circunscrição do pleito

A partir desta terça-feira (07), agentes públicos estão proibidos de promover a revisão geral da remuneração das servidoras e servidores públicos que exceda a recomposição das perdas inflacionárias registradas no próprio ano eleitoral, de acordo com o calendário das Eleições 2026.

A regra vale até a posse das eleitas e eleitos e se aplica a toda a circunscrição do pleito. Na prática, a medida autoriza apenas a reposição do poder de compra, vedando aumentos reais nas remunerações.

A regra está prevista no inciso VIII do artigo 73 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e no inciso VIII do artigo 15 da Resolução nº 23.735/2024 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O dispositivo integra o conjunto de condutas vedadas a agentes públicos em ano eleitoral, com o objetivo de evitar o uso da estrutura administrativa em benefício de candidaturas.

Segundo a legislação, a limitação busca preservar a igualdade de oportunidades entre candidatas e candidatos, impedindo que medidas de impacto econômico sejam utilizadas para influenciar o eleitorado. A norma também contribui para manter o equilíbrio da disputa e a legitimidade do processo eleitoral.

O descumprimento da regra pode caracterizar conduta vedada e os responsáveis podem responder a sanções previstas na legislação eleitoral, conforme as circunstâncias do caso.

Escolha e substituição de candidaturas

Além da vedação relacionada à remuneração no serviço público, esta terça-feira é a data-limite para os órgãos de direção nacional dos partidos políticos e das federações que pretendam participar das Eleições 2026 publicarem, no Diário Oficial da União, as normas para escolha e substituição de candidatas e candidatos, bem como para a formação de coligações, na hipótese de omissão dos estatutos partidários.

Blog JURU EM DESTAQUE com Paraíba Já

Lucas opta por “golpes de bondade” com prefeitos adversários

Lucas Ribeiro, do discurso da posse de 1.572 palavras à prática da estreia nos primeiros dias de batente- Por Heron Cid

Quando assumir o Governo da Paraíba era só uma hipótese – condicionada à diversas variáveis e inúmeras ações contrárias (abertas e veladas), Lucas Ribeiro (PP) ouviu um poderoso conselho do pastor Hernandes Dias Lopes. Após uma das aberturas da Consciência Cristã, em Campina Grande, o respeitado preletor daquela noite aconselhou, em conversa particular, o jovem vice-governador: “Vença o inimigo a golpes de bondade”. Lucas guardou e – pacientemente – se valeu desse provérbio na caudalosa travessia dos últimos anos até esse 2 de abril, noite que, enfim, a possibilidade se empossou realidade.

Na solene posse, num pronunciamento de 1.572 palavras, o novo governador – cristão evangélico – invocou cinco vezes o nome de ‘Deus’. Número inferior somente à expressão ‘seguir’, utilizada oito vezes para reiterar o compromisso de ‘continuidade’ administrativa, promessa de ‘avanços’ (4 vezes), de andar para ‘frente’ (três vezes) e com ‘energia’ (duas vezes).

O ranking dos principais termos usados traduz a estratégica mensagem. Lucas chega reconhecendo as conquistas promovidas pelo antecessor, João Azevêdo (PSB), se apresentando como o “novo” condutor de uma nova fase de um “governo que seguirá jovem”, projetando “fazer ainda mais”, “dar o próximo passo” sob a “esperança de quem quer uma Paraíba ainda melhor”. E uma sentença intransferível: “Eu sou o novo governador da Paraíba”!

Mas, qualquer pronunciamento – por mais poético e arrebatador que seja – tem seus limites e corre o risco de morrer nas gavetas da história, se divorciado das ações. A palavras têm força. Já os exemplos têm poder e convencem. Na semana do expediente de estreia, Lucas Ribeiro está se esmerando para transpor à prática o assertivo discurso dirigido – solenemente – aos seus concidadãos.

No primeiro dia de batente, na icônica Campina Grande, Lucas prestigiou sua terra natal com a posse dos seus novos auxiliares e promoveu, em gestos, distensionamento administrativo; anunciou socorro financeiro ao Hospital da Clipsi e abriu diálogo com o prefeito e adversário Bruno Cunha Lima sobre superação de entraves, enfatizando ser esta postura esperada pela população da “nova geração” da política.

Um dia depois, hoje, pegou o telefone e tocou no número do novo prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), principal cabo eleitoral do seu principal adversário, Cícero Lucena (MDB). No telefonema, colocou o Estado à disposição da cidade no enfrentamento às sequelas das chuvas.

Nas duas maiores cidades, governadas por dois adversários, não combateu ou litigou com os seus opositores. Optou pelos “golpes de bondade”. Além de prosseguir o legado administrativo de João, está seguindo-praticando aquele conselho do sábio líder cristão, naquela reflexiva e solitária noite em Campina Grande. Quando ‘Lucas governar a Paraíba’ era ainda um versículo escarnecido e o capítulo ‘candidato competitivo’ era blasfêmia para muitos e profecia acreditada por poucos.

Blog JURU EM DESTAQUE com MaisPB

Médico Aledson Moura toma posse como deputado estadual

Suplente de deputado estadual Aledson Moura assume vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba e anuncia postura independente

O suplente Aledson Moura tomou posse, nesta terça-feira (07), como deputado estadual na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), após o afastamento de George Morais, que se licenciou do cargo por 121 dias.

A saída de George ocorre em meio às movimentações políticas para as eleições de outubro. Recém-filiado ao Partido Liberal (PL), o parlamentar decidiu se afastar para intensificar sua pré-campanha a deputado federal.

Em sua primeira fala como deputado, Aledson Moura destacou a saúde pública como prioridade e criticou a falta de estrutura hospitalar em regiões do interior, com ênfase em Princesa Isabel. Segundo ele, a ausência de serviços como UTI e maternidade obriga a população a se deslocar longas distâncias em busca de atendimento.

“Por ser uma região polo, é a única que não tem hospital gerido pelo Estado. Não tem UTI, não tem maternidade. Nosso povo precisa viajar muito para ter acesso à média e alta complexidade”, afirmou. Ele acrescentou que pretende dar mais visibilidade às demandas da região no Legislativo.

Apesar de integrar a bancada de oposição, o novo parlamentar sinalizou que terá atuação independente. “Sou da oposição, mas com independência para votar o que for necessário. Vou dialogar e apoiar o que for bom para o povo da Paraíba, especialmente na área da saúde”, destacou.

Com a licença de George Morais, a liderança da oposição na ALPB passa a ser exercida pelo deputado Sargento Neto.

O afastamento temporário faz parte do processo de desincompatibilização, comum em anos eleitorais, permitindo que parlamentares ampliem articulações políticas. O movimento também ocorre em um cenário de fortalecimento do grupo político ligado ao senador Efraim Filho, que desponta como pré-candidato ao Governo do Estado.

Blog JURU EM DESTAQUE com PB Agora

Prazo para o Irã fechar acordo com EUA acaba hoje (07); entenda

Teerã classifica ultimato do presidente Donald Trump como "infundado" e adverte sobre resposta mais forte se alvos civis do país forem atingidos


O presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em 24 de março  • Chip Somodevilla/Getty Images

O prazo final estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que o Irã feche um acordo e abra o Estreito de Ormuz — ou será fortemente bombardeado e enfrentará o “inferno” — está se esgotando.

Trump definiu as 20h (horário do leste dos EUA), 21h em Brasília, desta terça-feira (07) (3h30 da manhã de quarta-feira (08), horário de Teerã) como o prazo final para um acordo.

No entanto, ele já fez ultimatos semelhantes em diversas ocasiões nas últimas semanas, adiando o prazo a cada vez. E a ameaça é altamente controversa, com muitos apontando que atacar infraestrutura civil configura crime de guerra.

Entenda o cenário atual.

Relembre o que Trump disse

O presidente estabeleceu o prazo em uma publicação na rede Truth Social no domingo (5), após divulgar uma mensagem repleta de palavrões, renovando as ameaças de bombardear infraestruturas iranianas importantes caso Teerã não abra o Estreito de Ormuz – um ponto de estrangulamento crucial no comércio global de energia.

Falando novamente na segunda-feira (06), Trump afirmou que os EUA têm um plano segundo o qual todas as pontes e usinas de energia do Irã poderiam ser destruídas até a meia-noite desta terça-feira. "Quero dizer, demolição completa até meia-noite", disse o líder americano.

Ele já havia ameaçado atingir outras infraestruturas iranianas, incluindo poços de petróleo e usinas de dessalinização de água.

Resposta do Irã

Até o momento, Teerã respondeu publicamente com desafio, com um comandante militar classificando as ameaças de Trump como “infundadas” e “delirantes” nesta terça-feira.

“Se os ataques contra alvos não civis se repetirem, nossa resposta retaliatória será muito mais enérgica e em uma escala muito maior”, alertou Ebrahim Zolfaqari, porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, utilizado pelas forças armadas iranianas.

Na segunda-feira, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã instou os americanos a responsabilizarem seu governo pelo que descreveu como uma "guerra injusta e agressiva" contra o Irã.

Ameaça de Trump seria um crime de guerra?

Atacar infraestruturas civis críticas pode ser considerado um crime de guerra. Objetos indispensáveis ​​à sobrevivência de uma população – incluindo estações de tratamento de água – são proibidos como alvos militares pelas Convenções de Genebra.

A infraestrutura poderia ser considerada um alvo válido se tivesse dupla utilização pelas forças armadas do Irã. Mas Trump ameaçou não apenas explodir algumas usinas de energia do Irã; ele ameaçou explodir todas elas.

“Há muitos ex-advogados militares e juristas que têm hesitado em afirmar que qualquer bombardeio contra infraestrutura civil constitui um crime de guerra, porque existem casos em que isso é permitido. Mas a retórica do presidente neste fim de semana, para mim e acredito que para muitos outros, mudou nossa opinião sobre isso”, disse Margaret Donovan, ex-advogada do Corpo Jurídico do Exército dos EUA.

“Estamos testemunhando basicamente uma ameaça direta a algo que sabemos que será catastrófico para os civis.”

Diversos países entraram em contato com o governo Trump em caráter privado para alertá-los sobre tais ataques, mas a maioria até agora evitou repreender publicamente o presidente americano.

Entre eles, estão algumas nações do Golfo que agora temem que o Irã possa atacar sua infraestrutura civil em retaliação, segundo fontes regionais.

O governo Trump minimizou essas preocupações, com a Casa Branca afirmando na semana passada que os EUA "sempre" seguiriam o direito internacional.

Questionado sobre o assunto na segunda-feira (06), Trump disse que não estava preocupado e que o verdadeiro crime de guerra era "permitir que o Irã tivesse uma arma nuclear".

Teerã já acusou os Estados Unidos e Israel de atacarem infraestrutura civil, com o bombardeio da importante ponte B1, nos arredores da capital iraniana, na sexta-feira (3), e a usina nuclear de Bushehr, no Irã, sendo atingida por projéteis diversas vezes nas últimas semanas.

Como estão as negociações?

Trump afirmou na segunda-feira que o Irã é um "participante ativo e disposto" nas negociações para um possível fim da guerra e que as conversas com os intermediários estão "indo bem".

A CNN noticiou anteriormente, também na segunda-feira, que Paquistão, Egito e Turquia têm atuado como mediadores entre os EUA e o Irã, mas que as negociações indiretas foram interrompidas na semana passada e que os esforços para um encontro presencial parecem ter chegado ao fim.

Mas os esforços diplomáticos encontraram um grande obstáculo na segunda-feira, depois que nenhum dos lados concordou com uma proposta de última hora para um cessar-fogo de 45 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz, elaborada por países que trabalham para pôr fim à guerra.

Trump chamou a proposta de um “passo significativo”, mas disse que “não é suficiente”, acrescentando que ele é a única pessoa que pode determinar se haverá um cessar-fogo.

Enquanto isso, o Irã rejeitou a proposta, afirmando que uma pausa nos combates permitiria que os adversários se preparassem para a continuação do conflito.

Segundo a mídia estatal iraniana, Teerã enviou uma resposta de dez pontos, pedindo o fim permanente da guerra “de acordo com as considerações do Irã”.

Blog JURU EM DESTAQUE com CNN Brasil - Jessie Yeung, da CNN

Trump afirma que uma 'civilização inteira morrerá esta noite'

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, faz nova ameaça em meio a ultimato sobre o Estreito de Ormuz 

Negociações são suspensas, ataques se intensificam e risco de escalada no conflito preocupa a comunidade internacional.

Trump afirma que uma 'civilização inteira morrerá esta noite'
© Getty

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a intensificar as ameaças contra o Irã nesta terça-feira (07) e afirmou que o país pode enfrentar consequências devastadoras nas próximas horas. Em publicação na rede Truth Social, ele declarou que “provavelmente” uma “civilização inteira morrerá esta noite”. 

No texto, Trump sugeriu que uma eventual mudança no regime iraniano poderia abrir caminho para um novo cenário político. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada. Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá. Contudo, agora que temos uma Mudança de Regime Completa e Total, onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionário e maravilhoso possa acontecer, QUEM SABE? Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim”, escreveu.

As declarações provocaram reação imediata em Teerã. Segundo a televisão estatal iraniana, o governo decidiu suspender as negociações indiretas que vinham sendo conduzidas com os Estados Unidos, mesmo com avanços recentes.

O impasse ocorre em meio ao ultimato imposto por Washington para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz até as 21h desta terça-feira, no horário de Brasília. A região é estratégica para o comércio global, já que concentra cerca de 20% do fluxo mundial de petróleo.

Na véspera, Estados Unidos e Irã já haviam rejeitado uma proposta de cessar-fogo mediada pelo Paquistão. Trump chegou a afirmar que, sem um acordo imediato, “todas as pontes e usinas de energia do Irã serão destruídas em poucas horas”.

O presidente americano também minimizou possíveis acusações de crime de guerra por ataques a estruturas civis. Segundo ele, “o verdadeiro crime de guerra é permitir que um país com líderes que considera ‘dementes’ tenha acesso a armas nucleares”.

Em outra declaração, feita na Casa Branca, Trump afirmou que, se pudesse, assumiria o controle do petróleo iraniano, embora tenha reconhecido que a população americana deseja o fim do conflito.

Do lado iraniano, a resposta foi dura. O Exército classificou as falas como “delirantes” e afirmou que elas não apagam “a vergonha e a humilhação” dos Estados Unidos na região.

Mesmo com o prazo se aproximando, os confrontos seguem intensos. Um ataque recente na província de Alborz, nas proximidades de Teerã, deixou ao menos 18 mortos e 24 feridos. A capital também voltou a ser alvo de bombardeios, inclusive em áreas residenciais e em um aeroporto.

O governo iraniano também acionou a UNESCO após ameaças de ataques ao sistema ferroviário do país, considerado patrimônio mundial.

Internamente, o presidente Masoud Pezeshkian adotou um discurso de mobilização total e afirmou que milhões de pessoas estariam dispostas a morrer na guerra. Ele declarou ainda estar pronto para sacrificar a própria vida.

A tensão também se concentra na ilha de Kharg, considerada vital para as exportações de petróleo do Irã. Relatos de explosões foram divulgados pela imprensa local, enquanto veículos americanos apontam que os Estados Unidos atingiram alvos militares na região.

Segundo autoridades americanas, os ataques foram realizados por via aérea, sem envio de tropas terrestres, e não atingiram diretamente instalações petrolíferas.

A ilha, responsável por cerca de 90% das exportações iranianas de petróleo, é vista como peça-chave no controle do Estreito de Ormuz. Por isso, qualquer ação militar no local pode ampliar ainda mais o conflito.

Relatórios de inteligência citados pela imprensa indicam que o Irã reforçou sua presença militar na região, ampliou defesas e preparou o território para uma possível ofensiva.

Blog JURU EM DESTAQUE com Notícias ao Minuto

Ameaça de genocídio contra o Irã em ultimato de Trump

Donald Trump ameaça eliminar civilização de 3 mil anos; o presidente dos Estados Unidos anuncia crime de guerra contra a população iraniana

FILE PHOTO: U.S. President Donald Trump checks his watch during an event to celebrate federal judicial confirmations in the East Room of the White House in Washington, D.C., U.S., November 6, 2019. REUTERS/Jonathan Ernst/File Photo
© Reuters/Jonathan Ernst/Arquivo/Proibida reprodução
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“Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, anunciou nesta terça-feira (07) o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em mais uma ameaça de genocídio contra o Irã, caso o país não reabra o Estreito de Ormuz.

Estima-se que a civilização persa, da qual o Irã é herdeiro, tenha entre 2,5 mil e 3 mil anos de história, com inúmeras contribuições culturais, filosóficas e científicas deixadas para toda a humanidade.

Agora, o presidente da maior potência militar e nuclear do planeta vem, repetidamente, ameaçando destruir o Irã como nação, dizendo que vai devolver o país à “idade das pedras”.

Em entrevista à Agência Brasil, o professor de direito internacional da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) Gustavo Vieira avaliou que as ameaças de Trump são gravíssimas e colocam em risco toda a paz mundial.

“Essa fala vai contra todas as bases que fundam o direito internacional, que busca a coexistência das nações. Isso é uma ameaça de um crime de genocídio, de crimes contra a humanidade e de guerra que já foram categorizados desde o Tribunal de Nuremberg e estão normatizados pelo Estatuto do Tribunal Penal Internacional Permanente”, explicou o especialista.

Convenções internacionais, como a Convenção de Genebra ou a Convenção sobre Prevenção do Genocídio, proíbem o ataque contra infraestruturas civis ou ações que causem danos a civis, exigindo que os Estados usem ainda a proporcionalidade em suas ações militares.

Vieira ponderou que é desproporcional aniquilar uma nação para poder abrir o Estreito de Ormuz. “O legado disso para a comunidade internacional é muito preocupante. A gente vai ver uma escalada de investimentos em armas e sistemas de defesa”, completou.

Para a professora de direito internacional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Elaini Silva, a ameaça de Trump viola a Carta da ONU.

“É a imagem da barbárie. Quando a ameaça é mais do que um uso da força pontual para coação, mas de extermínio de um povo, já estamos falando de crimes tão graves que podem envolver a responsabilidade pessoal dos governantes”, disse Elaini Silva, doutora pela Universidade de São Paulo (USP).

A avaliação do antropólogo Paulo Hilu, coordenador do Núcleo de Estudos do Oriente Médio da Universidade Federal Fluminense (UFF), é de que guerra e as ameaças de Trump têm o efeito de fortalecer a República Islâmica devido ao nacionalismo da população.

“Os iranianos são uma sociedade com uma identidade nacional e com uma consciência nacional muito forte. Então, essa ideia de que o Irã vai ser destruído, humilhado ou subjugado, obviamente, faz com que as pessoas prefiram apoiar qualquer regime que defenda a soberania nacional”, disse.

O antropólogo acrescentou que, ainda que a ameaça de Trump não se concretize, a destruição já está em curso. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) calcula que 160 monumentos históricos tenham sido danificados ou destruídos pelos ataques dos EUA e de Israel. 

Mapa Estreito de Ormuz. Foto: Arte/EBC
Mapa do Estreito de Ormuz - Arte/EBC

Trump evita comentar crime de guerra

Questionado nessa segunda-feira (06) por um jornalista nos jardins da Casa Branca sobre a ameaça ser um crime de guerra, o presidente Donald Trump ignorou a pergunta.

“Você está se comprometendo a cometer um crime de guerra?”, disse o profissional de imprensa em áudio captado pela transmissão oficial. O presidente apenas virou o rosto e pediu novas perguntas aos jornalistas. “O que mais?”, desconversou.

Em coletiva de imprensa no mesmo dia, um jornalista do New York Times questionou Trump se ele não estaria violando o direito internacional ao ameaçar atacar infraestruturas civis.

O presidente estadunidense acusou o jornal de “falta de credibilidade” e disse que não permitiria que o Irã desenvolva armas nucleares, uma das tantas justificativas da guerra. Porém, mesmo os serviços de inteligência dos EUA apontam que Teerã não buscava desenvolver esses armamentos.

Na mesma postagem em que promete um genocídio no Irã, Trump diz que não quer que isso aconteça, “mas provavelmente acontecerá”.

“Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo”, completou. Contraditoriamente, Trump finaliza o comunicado pedindo para Deus abençoar “o grande povo do Irã”.

Confira mais informações sobre a guerra no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

A civilização persa

O antropólogo Paulo Hilu explicou que, se for considerada a língua persa, a história da civilização que Trump promete eliminar tem entre 2,5 mil e 3 mil anos. Porém, desde o período neolítico existe ocupação humana na região do atual Irã, o que pode chegar a até 10 mil anos atrás.

Um dos principais legados da civilização persa, esta com até 3 mil anos de história, é a noção filosófica-teológica de que a divindade é boa e que se opõe às forças malignas, sendo essa uma herança passada do zoroastrismo, com origem no atual Irã, para o judaísmo e depois o cristianismo.

“A ideia de que existe um bem absoluto que se opõe a um mal absoluto é uma ideia filosófico-teológica que foi criada com Zoroastro, que teria vivido no Irã.  Isso vai passar para o judaísmo e depois para o cristianismo. A nossa civilização também é herdeira da civilização do império persa, não é uma civilização exótica”, ponderou Hilu.

Crimes de guerras anunciados

Entre os tantos crimes de guerra cometidos por Estados nacionais ao longo da história, entre eles, os EUA, o professor Gustavo Vieira avalia que a novidade, sob Trump, seria o desrespeito aberto e reiterado ao direito internacional.

“Mesmo o caso do Putin [presidente da Rússia], quando ele ataca a Ucrânia, ele se senta com o secretário-geral da ONU e justifica suas operações com base no direito internacional”, comparou.

O professor da Unila destaca que o direito internacional foi construído com muito sangue, após crimes contra humanidade graves, como os da 2ª Guerra Mundial, numa tentativa de construir um consenso para superar o imperialismo.

“São todos anúncios de violações ao direito internacional, em menor ou maior grau. O direito internacional é construído a duras penas, com muito esforço, e acaba sendo resultado de muita dor e muito sangue. Os Estados entram em certos entendimentos e consensos, por vezes, depois de gravíssimos erros já consolidados”, completou Vieira.

Segundo autoridades iranianas, pelo menos 300 unidades de saúde e cerca de 600 centros educacionais, incluindo escolas e universidades, foram atacados por Israel e pelos EUA desde o dia 28 de fevereiro. Dezenas de unidades e profissionais de saúde também foram atacados no Líbano.

Filho do ex-governador Cássio Cunha Lima admite ser vice de Cícero

“Meu nome está à disposição”, diz Diogo Cunha Lima ao admitir possibilidade de ser vice de Cícero Lucena

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O empresário Diogo Cunha Lima não descartou a possibilidade de integrar como vice uma eventual chapa encabeçada pelo prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), e afirmou que está pronto para a missão, caso seja escolhido pelo grupo político.

A declaração foi dada nessa segunda-feira (06), após a solenidade de posse do prefeito Leo Bezerra (PSB), realizada no Centro Histórico da capital. O evento também marcou a primeira aparição pública de Diogo ao lado de Cícero em meio às articulações políticas.

Assista o vídeo:

Sem confirmar qualquer definição, ele adotou um tom cauteloso e destacou que a decisão não depende exclusivamente dele. “Eu não posso falar. Eu estou filiado ao PSD. Essa decisão não me cabe. Eu estou pronto, meu nome tá à disposição do grupo. Eu já venho falando que o grupo tem grandes nomes como Romário Rodrigues, Fábio Ramalho, Camila Toscano e Tovar Correia Lima, mas é uma honra fazer parte dessa lista”, afirmou.

Filho do ex-governador Cássio Cunha Lima e irmão do ex-deputado federal Pedro Cunha Lima, Diogo pode disputar sua primeira eleição caso seja escolhido. Nos bastidores, sua presença no evento foi interpretada como um gesto estratégico, reforçando sua inserção nas discussões sobre a sucessão estadual.

Durante a entrevista, ele também comentou a possível ausência de Pedro na disputa deste ano e destacou a transparência do irmão. “Pedro tem sido muito honesto ao longo desse tempo. Ele tem falado que não pretende disputar as eleições deste ano. Vejo isso com naturalidade, porque ele fala isso abertamente”, disse.

Apesar do cenário de intensas articulações, Diogo ressaltou que sua presença na solenidade teve caráter institucional. “Estou aqui para prestigiar o prefeito Leo. Esse é o momento da posse. Minha vinda é para isso”, pontuou.

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João inicia pré-campanha ao Senado Federal

Ex-governador João Azevêdo inicia pré-campanha ao Senado e reforça compromisso com a Paraíba: “Sempre do lado da nossa gente”

Ex-governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB) - Foto: Reprodução / Redes Sociais

O ex-governador da Paraíba e pré-candidato ao Senado Federal, João Azevêdo (PSB), deu início à pré-campanha nessa segunda-feira (06) com uma publicação em suas redes sociais em tom de prestação de contas e fortalecimento de imagem.

Em vídeo em seu perfil no Instagram, Azevêdo destacou a gestão voltada para resultados e a importância de ouvir a população. “Sempre ficou bem claro de que lado nós estamos, do lado da nossa gente. Ouvindo as pessoas, planejando e entregando resultado. Obras e ações que pareciam impossíveis saíram do papel porque gastamos energia com o que realmente importa, melhorar a vida da nossa gente. A Paraíba é hoje o estado que mais cresce do Nordeste e vai seguir em frente. Sempre. Muito obrigado, Paraíba”, ressaltou.

Ele reforçou a mensagem em publicação escrita. “Sempre tivemos um lado: o lado da nossa gente. Ouvir as pessoas, planejar com responsabilidade e entregar resultados que transformam vidas. Esse sempre foi o nosso compromisso e o jeito PSB de governar!”, pontuou.

Transição no Governo

João Azevêdo deixou oficialmente o cargo de governador na última quinta-feira (02), durante cerimônia solene na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), em frente ao Palácio da Redenção. Com a renúncia, Lucas Ribeiro (PP) assumiu oficialmente o governo e também disputará a reeleição nas Eleições Gerais de 04 de outubro.

Azevêdo encerra uma trajetória política que inclui cargos de destaque na administração pública, começando como Secretário de Serviços Urbanos da Prefeitura de João Pessoa (1986-1989), passando por funções nas prefeituras de Bayeux e João Pessoa, e liderando importantes secretarias estaduais, como Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia (2011-2018).

João Azevêdo deixa o governo reforçando a imagem de gestor focado em planejamento e entrega de obras, mirando agora a eleição ao Senado como próximo passo na carreira política.

Veja abaixo o vídeo no perfil do Instagram de João Azevêdo:

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Posse do novo prefeito de João Pessoa

Após renúncia de Cícero Lucena, vice-prefeito Leo Bezerra toma posse como prefeito de João Pessoa, capital da Paraíba

Leo Bezerra e Cícero Lucena

Leo Bezerra tomou posse como novo prefeito de João Pessoa nesta segunda-feira (06). A posse ocorreu em sessão solene marcada para as 10h30, no Conventinho, no Centro da capital paraibana.

A mudança no comando do Executivo municipal aconteceu após o anúncio feito na última sexta-feira (04) por Cícero Lucena (MDB), que deixou o cargo para disputar o Governo da Paraíba nas eleições deste ano.

Com a saída de Cícero, Leo Bezerra, que ocupava o cargo de vice-prefeito, assume a gestão municipal. A solenidade reuniu autoridades, lideranças políticas e convidados.

Trânsito

Por causa da cerimônia de posse, a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) interditou, a partir das 6h, a Rua Padre Antônio Pereira, nas imediações do Conventinho, e a Avenida João Suassuna, na altura da Praça Antenor Navarro, no bairro do Varadouro.

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