“Meu nome está à disposição”, diz Diogo Cunha Lima ao admitir possibilidade de ser vice de Cícero Lucena
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O empresário Diogo Cunha Lima não descartou a possibilidade de
integrar como vice uma eventual chapa encabeçada pelo prefeito de João
Pessoa, Cícero Lucena (MDB), e afirmou que está pronto para a missão,
caso seja escolhido pelo grupo político.
A declaração foi dada nessa segunda-feira (06), após a solenidade de
posse do prefeito Leo Bezerra (PSB), realizada no Centro Histórico da
capital. O evento também marcou a primeira aparição pública de Diogo ao
lado de Cícero em meio às articulações políticas.
Assista o vídeo:
Sem confirmar qualquer definição, ele adotou um tom cauteloso e
destacou que a decisão não depende exclusivamente dele. “Eu não posso
falar. Eu estou filiado ao PSD. Essa decisão não me cabe. Eu estou
pronto, meu nome tá à disposição do grupo. Eu já venho falando que o
grupo tem grandes nomes como Romário Rodrigues, Fábio Ramalho, Camila
Toscano e Tovar Correia Lima, mas é uma honra fazer parte dessa lista”,
afirmou.
Filho do ex-governador Cássio Cunha Lima e irmão do ex-deputado
federal Pedro Cunha Lima, Diogo pode disputar sua primeira eleição caso
seja escolhido. Nos bastidores, sua presença no evento foi interpretada
como um gesto estratégico, reforçando sua inserção nas discussões sobre a
sucessão estadual.
Durante a entrevista, ele também comentou a possível ausência de
Pedro na disputa deste ano e destacou a transparência do irmão. “Pedro
tem sido muito honesto ao longo desse tempo. Ele tem falado que não
pretende disputar as eleições deste ano. Vejo isso com naturalidade,
porque ele fala isso abertamente”, disse.
Apesar do cenário de intensas articulações, Diogo ressaltou que sua
presença na solenidade teve caráter institucional. “Estou aqui para
prestigiar o prefeito Leo. Esse é o momento da posse. Minha vinda é para
isso”, pontuou.
Ex-governador João Azevêdo inicia pré-campanha ao Senado e reforça compromisso com a Paraíba: “Sempre do lado da nossa gente”
Ex-governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB) - Foto: Reprodução / Redes Sociais
O ex-governador da Paraíba e pré-candidato ao Senado Federal, João Azevêdo (PSB),
deu início à pré-campanha nessa segunda-feira (06) com uma publicação em
suas redes sociais em tom de prestação de contas e fortalecimento de
imagem.
Em vídeo em seu perfil no Instagram,
Azevêdo destacou a gestão voltada para resultados e a importância de
ouvir a população. “Sempre ficou bem claro de que lado nós estamos, do
lado da nossa gente. Ouvindo as pessoas, planejando e entregando
resultado. Obras e ações que pareciam impossíveis saíram do papel porque
gastamos energia com o que realmente importa, melhorar a vida da nossa
gente. A Paraíba é hoje o estado que mais cresce do Nordeste e vai
seguir em frente. Sempre. Muito obrigado, Paraíba”, ressaltou.
Ele reforçou a mensagem em publicação escrita. “Sempre tivemos um
lado: o lado da nossa gente. Ouvir as pessoas, planejar com
responsabilidade e entregar resultados que transformam vidas. Esse
sempre foi o nosso compromisso e o jeito PSB de governar!”, pontuou.
Transição no Governo
João Azevêdo deixou oficialmente o cargo de governador na última quinta-feira (02), durante cerimônia solene na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), em frente ao Palácio da Redenção. Com a renúncia, Lucas Ribeiro (PP) assumiu oficialmente o governo e também disputará a reeleição nas Eleições Gerais de 04 de outubro.
Azevêdo encerra uma trajetória política que inclui cargos de destaque
na administração pública, começando como Secretário de Serviços Urbanos
da Prefeitura de João Pessoa (1986-1989), passando por funções nas
prefeituras de Bayeux e João Pessoa, e liderando importantes secretarias estaduais, como Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia (2011-2018).
João Azevêdo deixa o governo reforçando a imagem de gestor focado em
planejamento e entrega de obras, mirando agora a eleição ao Senado como
próximo passo na carreira política.
Veja abaixo o vídeo no perfil do Instagram de João Azevêdo:
Blog JURU EM DESTAQUE com Fonte 83 | Por Lucas Duarte / Fonte83
Após renúncia de Cícero Lucena, vice-prefeito Leo Bezerra toma posse como prefeito de João Pessoa, capital da Paraíba
Leo Bezerra e Cícero Lucena
Leo
Bezerra tomou posse como novo prefeito de João Pessoa nesta
segunda-feira (06). A posse ocorreu em sessão solene marcada para as
10h30, no Conventinho, no Centro da capital paraibana.
A mudança
no comando do Executivo municipal aconteceu após o anúncio feito na
última sexta-feira (04) por Cícero Lucena (MDB), que deixou o cargo para
disputar o Governo da Paraíba nas eleições deste ano.
Com a saída
de Cícero, Leo Bezerra, que ocupava o cargo de vice-prefeito, assume a
gestão municipal. A solenidade reuniu autoridades, lideranças
políticas e convidados.
Trânsito
Por causa
da cerimônia de posse, a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João
Pessoa (Semob-JP) interditou, a partir das 6h, a Rua
Padre Antônio Pereira, nas imediações do Conventinho, e a Avenida João
Suassuna, na altura da Praça Antenor Navarro, no bairro do Varadouro.
Senadora Daniella Ribeiro fala em ‘realização de um sonho’ durante posse do filho, Lucas Ribeiro, como governador da Paraíba, na quinta-feira (02)
FOTO ASSESSORIA
Acompanhada do pai, o ex-prefeito de Campina Grande Enivaldo Ribeiro,
a senadora Daniella Ribeiro classificou como a realização de um sonho a
chegada de seu filho, Lucas Ribeiro, ao cargo de governador da Paraíba.
Lucas Ribeiro tomou posse como chefe do Executivo na tarde da última quinta-feira
(02) após João Azevêdo renunciar ao cargo para disputar vaga no Senado
nas eleições deste ano.
“A gente sonha com algumas coisas e Ele tem preparado outras. Então,
um dia sonhei em ser senadora, Lucas tinha os seus sonhos e, enfim, as
coisas foram acontecendo. Mas, acima de tudo, para os paraibanos e
paraibanas que precisam desse trabalho que continua”, afirmou
emocionada.
Já o avô de Lucas, Enivaldo Ribeiro, resumiu o momento como “emoção não se mede”.
Ex-governador Romeu Zema e a senadora Tereza Cristina polarizam disputa por vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro
A definição do nome para compor como vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) tem acirrado disputas internas e evidenciado uma divisão entre aliados do senador.
Nos bastidores da pré-campanha, dois grupos se enfrentam. De um lado, lideranças próximas ao Centrão defendem a indicação da senadora Tereza Cristina (PP), nome visto como capaz de ampliar alianças políticas e garantir sustentação no Congresso.
Do outro, integrantes da ala mais ideológica resistem à escolha e buscam um perfil considerado mais alinhado ao bolsonarismo raiz. Esse
grupo avalia que o vice ideal deve ter lealdade direta ao projeto
político, sem vínculos fortes com grandes blocos partidários.
A discussão também leva em conta experiências anteriores do bolsonarismo. Em 2018, Jair Bolsonaro escolheu Hamilton Mourão, com quem teve relação marcada por atritos. Já em 2022, o vice foi Braga Netto, visto como um nome sem base política própria.
É nesse cenário que surge o nome do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
Embora também seja apontado como pré-candidato à Presidência, aliados
de Flávio enxergam nele uma alternativa mais alinhada ideologicamente e
sem ligação direta com o Centrão.
A resistência a Tereza Cristina,
por sua vez, está relacionada tanto à sua proximidade com esse bloco
político quanto a episódios recentes que desagradaram setores mais
radicais.
Apesar disso, a senadora
mantém apoio relevante entre empresários e agentes do mercado
financeiro, sendo vista como uma opção mais moderada e previsível.
Qual deve ser a escolha?
No centro da disputa está um cálculo pragmático: o que cada nome pode agregar à chapa.
Enquanto
Zema é visto como um aliado mais fiel e com potencial de influência em
Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, Tereza Cristina
representa maior capacidade de articulação política, tempo de TV e
acesso a recursos partidários.
Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Pedro Nery
Os parabéns especiais do Blog JURU EM DESTAQUE desta segunda-feira, 06 de abril, são para Benilto Barbosa, o melhor dos melhores
Parabéns, amigo Benilto! Que a felicidade o acompanhe sempre e que todos os seus sonhos se realizem. Você é mais do que um amigo, é um irmão de coração que a vida me deu de presente. Feliz aniversário!
VICES EM DESTAQUE: Portal Polêmica Paraíba apresenta uma matéria com os 13 vices que tentaram ser governadores em outubro, suas particularidades e chances de vitória
A
formação de uma chapa é algo que tem de ser feito de forma muito
estratégica. Alianças políticas são estruturadas em torno de indicações,
similaridades de ideias e acordos que muitas vezes duram por mais de
uma geração.
E em uma eleição
importante como a de Governador, essa chapa tem de ser pensada com o
foco de que seu Vice seja alguém que possa comandar o Estado no futuro.
Boa parte dos atuais
Governadores renunciaram ao cargo na semana passada com o intuito de que
seus Vices assumam o Governo e possam se eleger.
Pensando em retratar as
situações em que os Vices serão candidatos, o Polêmica apresenta uma
matéria com os 13 Vices que tentaram ser Governadores em outubro, suas
particularidades e chances de vitória.
Mailza Assis – Acre
Em 2014,
foi eleita primeira suplente de Senadora na chapa de Gladson Cameli. Com
a eleição de Gladson ao Governo do Acre em 2018, Mailza assumiu a
titularidade no Senado Federal em 2019, ficando no cargo até janeiro de
2023.
A parceria com Cameli foi
retomada nas eleições de 2022 quando foi escolhida para compor a chapa à
reeleição ao Governo. A dupla venceu o pleito com 56,75% dos votos
válidos.
O Governador deixou o
cargo para concorrer ao Senado e é considerado favorito para ocupar uma
das duas vagas, o que não se aplica a Mailza que em uma pesquisa
veiculada no último 2 de abril, aparece na terceira colocação, atrás do
Senador Alan Rick e do Prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.
Celina Leão – Distrito Federal
Celina Leão iniciou sua trajetória política como Deputada Distrital, ficando no cargo entre 2011 e 2019.
Foi
eleita Deputada Federal em 2018, sendo colocada como Vice na chapa de
Ibaneis Rocha no pleito de 2022, tomando posse em 1º. de janeiro de
2023. No dia 9 de janeiro assumiu o governo interinamente, após o
afastamento de Ibaneis Rocha, logo após as invasões na Praça dos Três
Poderes.
Rocha
voltou ao cargo em 15 de março de 2023, saindo em abril deste ano, para
disputar uma vaga ao Senado, abrindo espaço para Celina, que aparece
empatada com o ex-Governador Arruda nas pesquisas.
Ricardo Ferraço – Espírito Santo
Ex-Vereador, Deputado
Estadual, Deputado Federal e Senador entre 2011 e 2019, Ferraço foi
eleito Vice-Governador na chapa do Governador reeleito Renato Casagrande
nas eleições de 2022.
Com a saída de Casagrande
para disputa ao Senado, Ferraço assume o Governo como primeiro nas
pesquisas, tendo como principal adversário, o Senador Magno Malta.
Lucas Ribeiro – Paraíba
Neto de Enivaldo Ribeiro,
filho de Daniella Ribeiro e sobrinho de Aguinaldo Ribeiro, Lucas
iniciou a trajetória na vida pública como Vereador de Campina Grande
durante os anos de 2017 e 2020, sendo por um tempo, Secretário Municipal
de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo Romero.
Depois disso, foi eleito
Vice-Governador no pleito de 2020, ao lado de Bruno Cunha Lima, deixando
o cargo em 2022, para assumir o desafio de ser o Vice na chapa de João
Azevêdo.
A sua
candidatura foi confirmada oficialmente nos últimos meses de 2025,
causando um racha na base de João, ocasionando na ida de Cícero Lucena
para a oposição e principal adversário de Lucas nas pesquisas.
Daniel Vilela – Goiás
Filho do ex-Senador e
ex-Governador Maguito Vilela, Daniel foi Vereador da Capital, Deputado
Estadual e Deputado Federal, se colocando como candidato ao Governo em
2018, sendo derrotado por Ronaldo Caiado ainda em primeiro turno.
Quatro anos depois saiu candidato à Vice do próprio Caiado, que foi reeleito também em primeiro turno.
Caiado deixou o cargo
neste mês para disputar a Presidência pelo PSD e será o principal cabo
eleitoral de Vilela, que está na frente das pesquisas, tendo o
ex-Governador Marconi Perillo, como principal adversário.
Otavanio Pivetta – Mato Grosso
Prefeito da cidade de
Lucas do Rio Verde por três mandatos e Deputado Estadual entre 2007 e
2010, Otaviano Pivetta é o primeiro da nossa lista a ocupar o cargo de
Vice nos oito anos de mandato do então Governador, Mauro Mendes.
Pivetta
não está muito bem nas pesquisas até a realização desta matéria, com uma
desvantagem de mais de 10 pontos percentuais para o Senador Wellington
Fagundes.
Hana Ghasssan – Pará
A carreira política de Hana Ghassan é totalmente oposta a de todos os nomes citados até o momento na matéria.
Sua trajetória foi
marcada no serviço público, tendo sido Secretária Municipal nas
Prefeituras de Ananindeua e Belém, o que a levou para a Secretaria de
Estado de Planejamento e Administração do Governo do Estado do Pará,
durante a primeira gestão de Hélder Barbalho.
O
destaque na Secretaria credenciou o nome de Hana, a ser alçada ao cargo
de Vice na chapa de Hélder que foi reeleita com mais de 70% dos votos.
Ghassan deverá ter uma
eleição bem mais desafiadora que aquela de 2022, aparecendo empatada nas
pesquisas com Dr. Daniel, Prefeito de Ananindeua.
Gabriel Souza – Rio Grande do Sul
Deputado
Estadual por dois mandatos, Gabriel Souza colocou seu nome como
candidato ao Governo em 2022, mas quando o MDB decidiu pela aliança com o
PSDB, Gabriel se tornou companheiro de chapa do Governador Eduardo
Leite.
Diferente dos outros
nomes da nossa lista até então, Gabriel irá concorrer ao Governo sem
estar como Governador, após Eduardo Leite desistir de renunciar ao
cargo, após ser preterido por Ronaldo Caiado pelo PSD na disputa a
Presidência.
Souza não está muito bem
nas pesquisas até a realização desta matéria, sendo o quarto colocado,
atrás de Edegar Pretto, Luciano Zucco e Juliana Brizola.
Edílson Damião – Roraima
Então Secretário Estadual
de Infraestrutura no primeiro mandato de Antonio Denarium, Edílson
Damião foi alçado a companheiro de chapa de Denarium, com a dupla
vencendo o pleito em primeiro turno.
Damião aparece na segunda
colocação nas pesquisas atrás do ex-Prefeito de Boa Vista, Artur
Henrique, mas uma questão jurídica pode impactar sua candidatura, pois a
chapa eleita em 2022 responde a um processo de cassação de mandato no
TSE por abuso de poder político e econômico, que pode tornar tanto
Edilson Damião, como Denarium inelegíveis.
Matheus Simões – Minas Gerais
Vereador
de Belo Horizonte entre 2017 e 2020, Matheus Simões se tornou o homem
forte do Governo Zema a partir de 2020, quando acumulou os cargos de
Secretário Geral, Presidente do Comitê de Orçamento e Coordenador da
Comunicação do Governo.
A confiança de Zema o
levou para ser o companheiro de chapa em 2022, no pleito em que o
Governador foi reeleito em primeiro turno.
Mas a força do Governador não está transmitindo votos para Matheus que aparece em quinto ou sexto nas pesquisas.
Laurez Moreira – Tocantins
Ex-Vereador, Prefeito,
Deputado Estadual e Federal, Laurez Moreira chegou a assumir o Governo
por 180 dias, no âmbito da Operação Fames-19, substituindo Wanderlei
Barbosa.
Durante os meses em que
comandou o estado interinamente, Laurez promoveu exonerações em massa no
primeiro escalão e passou a imprimir uma marca própria de gestão. Com o
retorno de Wanderlei ao cargo, a relação se deteriorou de vez.
As pesquisas indicam Moreira na segunda colocação, com pouco mais de 10% de desvantagem perante à Senadora Professora Dorinha.
Sérgio Gonçalves – Rondônia
O caso de
Rondônia é bem peculiar. Após ser Secretário do primeiro mandato de
Marcos Rocha, Gonçalves foi alçado ao posto de Vice, na reeleição do
Governador.
Mas a união durou pouco
tempo, após o Governador acusar o Vice de articular nos bastidores
contra seu mandato durante uma viagem internacional, quando ficou mais
de 20 dias fora do país, retido em Israel em razão da guerra com o
Hamas. O episódio marcou a ruptura definitiva da relação.
Vieram, na sequência,
retaliações administrativas, como a exoneração de Gonçalves da
Secretaria de Desenvolvimento Econômico, disputas judiciais sobre
prerrogativas do cargo e ataques públicos.
O Governador decidiu
ficar no cargo até o final, para que o Vice não tivesse chance de
assumir o Governo, mas Gonçalves afirma que será candidato.
Felipe Camarão – Maranhão
A situação no Maranhão é
bem parecida com Tocantins e Rondônia. O conflito tem raízes em acordos
políticos firmados em 2022, quando o Governador Carlos Brandão se
comprometeu a deixar o governo em 2026 para que Camarão assumisse e
disputasse a reeleição.
O arranjo contava com o aval do PT, do ex-governador e hoje ministro do STF Flávio Dino e do presidente Lula.
Três anos depois, Brandão
mudou de estratégia. Decidiu lançar o sobrinho, Orleans Brandão,
secretário de Assuntos Municipalistas, como candidato à sucessão.
Brandão
decidiu não renunciar, impedindo que Camarão ganhe o controle da
máquina estadual, deixando o petista em uma posição indefinida e até o
momento o único na matéria a não confirmar qual será sua posição.
Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Vitor Azevêdo
WASHINGTON,
EUA (FOLHAPRESS) - Em meio a pressão para que o Irã aceite um acordo
para abrir o estreito de Hormuz proposto pelos Estados Unidos, o
presidente Donald Trump afirmou nesta segunda-feira (6) que o país
inteiro pode ser destruído em uma noite.
"Essa noite
pode ser amanhã", disse o republicano em pronunciamento à imprensa,
dando novo prazo para seu ultimato à liderança persa: esta terça (7),
21h, pelo horário de Brasília.
Durante o
pronunciamento, Trump falava ao lado do secretário de Defesa, Pete
Hegseth, do general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças
Armadas americanas, e de John Ratcliffe, diretor da CIA. Na sala,
também estavam presentes familiares de Trump, além de Steve Witkoff,
enviado especial para o Oriente Médio.
No início da
fala, Trump deu detalhes sobre o resgate dos aviadores americanos cujo
caça foi atingido por forças do Irã na sexta (3), dizendo que a operação
para resgatá-los envolveu 155 aeronaves e ações para despistar os
iranianos. Segundo Trump, foi uma das mais complexas ações militares da
história dos EUA.
Os dois
tripulantes -um piloto e um oficial de sistemas de armas de aeronave- se
ejetaram segundos antes de o caça ser atingido e se chocar
violentamente contra o solo. Os militares se separaram, com o primeiro
mantendo "comunicação constante" com sua unidade e sendo resgatado no
dia da queda, cerca de seis horas depois, por uma força que incluía
aviões de ataque e helicópteros.
O oficial de
sistemas, por sua vez, subiu uma montanha de cerca de 2.100 metros de
altura e se escondeu em uma fenda até ser encontrado pelas forças
americanas. As intensas buscas levantaram preocupações de que o segundo
militar desaparecido, caso fosse capturado pela regime iraniano, pudesse
ser usado como forma de pressão contra Washington. O Irã ofereceu uma
recompensa para quem o encontrasse.
Hegseth
comparou o resgate do operador com o Tríduo Pascal, período entre
sexta-feira e domingo de Páscoa. "Abatido em uma sexta-feira:
Sexta-feira Santa. Escondido em uma caverna, em uma fenda, durante todo o
sábado", disse o secretário. "E resgatado no domingo. Retirado do Irã
enquanto o sol nascia no Domingo de Páscoa."
O secretário
de Defesa tem feito uma série de referências religiosas cristãs na
comunicação oficial sobre a guerra, dizendo, inclusive, que os soldados
americanos lutam por Jesus Cristo.
Além de
detalhar a operação, Trump demonstrou irritação com a imprensa e com uma
pessoa que ele chamou de "vazador" por divulgar, na sexta-feira, que o
piloto do avião havia sido resgatado com sucesso antes de o segundo
membro da tripulação estar em segurança.
"Vamos
conseguir descobrir [sua identidade] porque vamos até a empresa de mídia
que divulgou isso e vamos dizer: segurança nacional, revele a fonte ou
vá para a prisão", disse Trump. "A pessoa que fez a reportagem vai para a
cadeia se não disser."
Mais cedo,
durante o tradicional evento de Páscoa na Casa Branca, o presidente
Donald Trump voltou a ameaçar o Irã ao responder perguntas de
jornalistas, e afirmou que os Estados Unidos estariam "destruindo o
país" devido à recusa de sua liderança em ceder.
Ele também
declarou que os americanos estariam agora diante de uma terceira geração
de líderes iranianos, que, segundo ele, "não é tão radicalizada".
Em
meio a mais um ultimato do presidente Donald Trump, a Marinha da Guarda
Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) desafiou os Estados Unidos (EUA)
afirmando que o Estreito de Ormuz “jamais voltará a ser como era,
especialmente para os EUA e Israel”.
“A Marinha da
Guarda Revolucionária Islâmica está concluindo os preparativos
operacionais para a nova ordem do Golfo Pérsico”, diz comunicado
publicado nas redes social no domingo (5).
A iniciativa
visa estabelecer novas regras para passagem pelo Estreito de Ormuz. As
autoridades iranianas têm defendido que as regras para passar pelo
Estreito serão definidas em parceria com o Omã, sem interferência das
potências estrangeiras ao Golfo Pérsico.O Estreito de Ormuz, por onde
transitam cerca de 20% do petróleo e gás do planeta, está fechado desde o
início da agressão dos EUA/Israel contra o Irã, só sendo permitida a
passagem de navios autorizados por Teerã.
No domingo
(5), Trump ameaçou lançar “o inferno” sobre o Irã caso não permitam a
reabertura do Estreito até amanhã, terça-feira (7).
O presidente
dos EUA vem repentinamente ameaçando destruir o Irã “enquanto nação”,
com quase 90 milhões de habitantes, caso não aceitem as condições
impostas por Washington para o fim da guerra, chegando a dizer que vai
levar o país para “Idade das pedras”.
Acordo distante
Um documento
com 15 pontos tem circulado como proposta de Trump para o fim da guerra,
o que inclui o fim do programa nuclear pacífico do Irã, até o
desmantelamento do seu programa balístico.
Em coletiva
de imprensa, nesta segunda-feira (7), o porta-voz do Ministério das
Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, rejeitou as propostas
estadunidenses, consideradas “altamente excessivas e incomuns, além de
ilógicas".
O Irã tem
exigido compensação financeira pelos danos causados pelos ataques; a
saída definitiva das bases militares dos Estados Unidos (EUA) da região,
além de um fim definitivo da guerra, o que incluiria as frentes de
combate no Líbano e na Faixa de Gaza.
O porta-voz
do Exército iraniano, brigadeiro-general Mohammad Akraminia, em
comunicado publicado nesta segunda-feira, disse que é necessário levar o
inimigo a um “arrependimento genuíno para evitar a repetição da guerra
no futuro”.
“Declaramos
categoricamente que o inimigo falhou nesta fase da guerra em alcançar
seus objetivos e foi derrotado. Declaramos categoricamente que o inimigo
falhou nesta fase da guerra em alcançar seus objetivos e foi
derrotado”, disse Akraminia, segundo agência iraniana Tasnim.
Ataques iranianos e retaliações
Em mais um
vídeo publicado hoje, o porta-voz do Quartel-General Khatam al-Anbiya,
Ibrahim Zulfiqari, anunciou os alvos da 98ª onda de ataques do Irã
contra instalações ligadas à Israel e EUA no Oriente Médio.
Segundo o
porta-voz da Guarda Revolucionária (IRGC), foram alvejados um navio
porta-contêineres SDN&, além de “locais estratégicos” em Tel Aviv.
Haifa, Be’er Sheva e Bat Hafer, em Israel.
Zulfiqari
acrescentou que quaisquer ataques a alvos civis seriam respondidos com
múltiplas medidas contra os interesses do inimigo em qualquer ponto da
região.
“Caso os
ataques a alvos civis se repitam, a próxima fase de nossas operações
ofensivas e retaliatórias será realizada com intensidade e abrangência
muito maiores, e as perdas e os danos sofridos pelo inimigo, caso
persista nessa abordagem, serão multiplicados muitas vezes”, afirmou o
porta-voz iraniano.
Chefe de inteligência
O Irã
confirmou o assassinato de mais um alto dirigente militar do país. Dessa
vez, o chefe da inteligência da IRGC, brigadeiro-general Seyed Majid
Khademi, foi morto em um ataque aéreo israelense em Teerã.
Trump eleva o tom contra o Irã e dá ultimato para liberação da rota
estratégica, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial; o bloqueio
já pressiona preços e mobiliza reação internacional
O
prazo estipulado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para
que o Irã reabra o estreito de Ormuz termina nesta segunda-feira, 6, às
21h no horário de Brasília. A exigência foi feita no sábado, quando o
republicano deu um ultimato aos líderes iranianos para liberar a
passagem de navios ou enfrentar possíveis consequências.
Inicialmente,
Trump havia indicado um período mais amplo para negociações, mas
endureceu o discurso ao longo dos últimos dias. Ao reduzir o prazo para
48 horas, afirmou que o tempo estava se esgotando e elevou o tom das
ameaças em declarações públicas.
No domingo,
voltou a pressionar o governo iraniano com mensagens diretas e
agressivas, reforçando a cobrança pela reabertura da rota marítima,
considerada estratégica para o comércio internacional.
O estreito de
Ormuz é um dos principais corredores energéticos do mundo, responsável
pela passagem de cerca de 20% de todo o petróleo global. A via foi
fechada pelo Irã no início de março, em resposta a ataques conjuntos
realizados pelos Estados Unidos e por Israel.
Desde então, o
bloqueio tem provocado impactos significativos na economia mundial. O
preço do petróleo registrou alta, o que refletiu diretamente no custo de
combustíveis como gasolina e diesel, além de influenciar o valor de
diversos produtos derivados.
Diante da
escalada de tensão, Trump voltou a ameaçar medidas mais duras caso o Irã
não cumpra a exigência dentro do prazo estabelecido.
Autoridades
iranianas, por sua vez, sinalizaram a possibilidade de impor tarifas
para a navegação na região. Atualmente, apenas embarcações autorizadas
pelo país conseguem atravessar o estreito.
A crise
também mobilizou a comunidade internacional. Países integrantes do
Conselho de Segurança da ONU devem analisar, ainda nesta semana, uma
proposta apresentada pelo Bahrein que busca garantir a segurança da
navegação comercial na região e evitar novos impactos na economia
global.
ULTIMATO: Trump volta a pressionar o Irã em meio à guerra no Oriente Médio e à
situação envolvendo o Estreito de Ormuz; a manifestação foi feita por meio das redes sociais
O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o prazo para o
Irã chegar a um acordo está perto do fim. A manifestação foi feita por
meio da rede social Truth Social, onde ele voltou a pressionar o país em
meio à guerra no Oriente Médio e à situação envolvendo o Estreito de
Ormuz.
Trump relembrou o ultimato dado anteriormente e reforçou o tom de urgência. “Se
lembram de quando dei ao Irã dez dias para FAZER UM ACORDO ou ABRIR O
ESTREITO DE ORMIZ? O tempo está se esgotando — 48 horas antes que o
inferno se abata sobre eles. Glória a DEUS!”, escreveu.
Enquanto
isso, o governo iraniano sinalizou que não descarta negociações mediadas
por outros países, como o Paquistão, mas impõe específicas. O ministro
das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, afirmou que a posição do país
tem sido distorcida. “Somos profundamente gratos ao Paquistão por seus
esforços e nunca nos recusamos a ir a Islamabad. O que nos interessa são
as condições claras para um fim definitivo e duradouro à guerra ilegal
que nos está sendo imposta”, declarou.
No campo
militar, o Irã afirmou ter atingido uma segunda aeronave dos Estados
Unidos na região do Estreito de Ormuz. O primeiro avião abatido foi um
F-15E Strike Eagle, com dois tripulantes, sendo que apenas um piloto foi
resgatado até o momento. O outro seguia desaparecido, e autoridades
iranianas acreditavam que ele estivesse escondido.
DE VOLTA À POLÍTICA: Cantor e compositor Frank Aguiar se filia ao Podemos e anuncia pré-candidatura a deputado federal por São Paulo
O cantor, compositor e ex-vice-prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Frank Aguiar, oficializou na última terça-feira (31/03) sua filiação ao Podemos.
Com base eleitoral no município do ABC Paulista, ele anuncia sua pré-candidatura a deputado federal. A cerimônia ocorreu na sede nacional do partido, em São Paulo.
Frank Aguiar estava filiado ao PSD
desde outubro de 2025, quando havia anunciado sua pré-candidatura. No
entanto, segundo o próprio político, a saída ocorreu após ser informado
de que não teria espaço na legenda.
“O Gilberto Kassab,
presidente nacional do PSD, pediu para me informar que eu não teria
legenda no PSD porque o partido estava indo para a família Morando, para
a deputada estadual Carla Morando. Eu não tinha alternativa a não ser
buscar uma outra legenda, porque mantenho a minha pré-candidatura a
deputado federal”, afirmou.
Sobre a escolha pelo
Podemos, Frank destacou a afinidade com o partido e o apoio de
lideranças locais. Segundo ele, o convite para filiação já havia sido
feito anteriormente pela presidente nacional do partido, Renata Abreu.
LIDERANÇA NAS URNAS: os candidatos mais bem colocados nas pesquisas para governador em cada estado do Nordeste
Faltando cerca de 6 meses para as eleições 2026, os eleitores já começam a definir suas preferências nas urnas.
Diversos institutos de
pesquisa vêm divulgando levantamentos de intenção de voto que mostram
quem são os nomes mais competitivos em cada estado na corrida pelos
governos estaduais.
A seguir, listamos os candidatos que lideram as pesquisas mais recentes para o cargo de governador em todos os nove estados da Região Nordeste. Os dados refletem o cenário atual e podem mudar conforme a campanha avança.
Cícero Lucena lidera
a disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa do Instituto Seta em
parceria com o portal Polêmica Paraíba. O levantamento mostra o agora
ex-prefeito de João Pessoa com 29,7% das intenções de voto.
Em seguida aparecem Lucas Ribeiro (PP) com 25,3,% e Efraim Filho (PL) com 17,6%.
JHC lidera
a disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa do Instituto Veritá.
O levantamento mostra o prefeito de Maceió com 39,8% das intenções de
votos, contra 20,2% de Renan Filho (MDB).
ACM Neto lidera
a disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa do Real Time Big
Data. O levantamento mostra o ex-prefeito de Salvador com 44% das
intenções de voto, seguido pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), que
tem 39%.
Na sequência aparecem José Carlos Aleluia (Novo) e Ronaldo Mansur (PSOL) com 2% cada.
Ciro Gomes
lidera a disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa do Paraná
Pesquisas. O levantamento mostra o ex-governador com 46,6% das intenções
de voto, seguido pelo atual governador Elmano de Freitas (PT), que tem
33,9%.
Na sequência aparecem Eduardo Girão (Novo) com 6,1%, Zé Batista (PSTU) com 0,9% e Professor Jarir Pereira (PSOL) com 0,5%.
EVOLUÇÃO (OUTUBRO 2025 – ABRIL 2026)
Ciro Gomes: 46,6% (+9,6%)
Elmano de Freitas: 33,9% (-4,1%)
Eduardo Girão: 6,1% (-7,9%)
Zé Batista e Professor Jarir Pereira não apareceram na pesquisa anterior.
Eduardo Braide lidera
a disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa do Real Time Big
Data. O levantamento mostra o agora ex-prefeito de São Luís com 35% das
intenções de voto, seguido por Orleans Brandão (MDB) com 24%.
Na sequência aparecem Lahesio Bonfim (Novo) com 11% e Felipe Camarão (PT) com 7%.
Eduardo Braide lidera
a disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa do Real Time Big
Data. O levantamento mostra o agora ex-prefeito de São Luís com 35% das
intenções de voto, seguido por Orleans Brandão (MDB) com 24%.
Na sequência aparecem Lahesio Bonfim (Novo) com 11% e Felipe Camarão (PT) com 7%.
João Campos lidera
a disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa do Datafolha. O
levantamento mostra o agora ex-prefeito do Recife com 47% das intenções
de voto, seguido pela governadora Raquel Lyra (PSD) com 35%.
Na sequência aparecem Eduardo Moura (Novo) com 5% e Ivan Moraes (PSOL) pontua 1%.
Rafael Fonteles lidera
a disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa AtlasIntel. O
levantamento mostra o atual governador com 57,7% das intenções de voto
em um cenário contra 14% da ex-vice-governadora Margarete Coelho (PP)
senador Ciro Nogueira (PP).
Na sequência aparecem
Toni Rodrigues (PL) com 7,9%, Tonny Kerley (Novo) com 3,5%, Mainha
(Podemos) com 1,2%, Lourdes Melo (PCO) com 0,8% e Lúcia Santos (PSDB)
pontua 0,3%.
EVOLUÇÃO (OUTUBRO 2025 – ABRIL 2026)
Rafael Fonteles: 57,7% (-7,3%¨)
Margarete Coelho: 11% (+3%)
Mainha: 1,2% (-3,8%)
Demais candidatos não apareceram na pesquisa anterior.
Allyson Bezerra lidera
a disputa pelo governo do estado, segundo pesquisa do Instituto Data
Ranking/Fonte83. O levantamento mostra o agora ex-prefeito de Mossoró
com 39,2% das intenções de voto, contra 20,6% do ex-prefeito de Natal,
Álvaro Dias (PL).
Fábio Mitidieri lidera
a disputa pelo governo de Sergipe, segundo pesquisa do Instituto
França. No levantamento, o atual governador aparece com 44,6% das
intenções de voto, contra 35,3% de Valmir Francisquinho (PL).
EVOLUÇÃO (OUTUBRO 2025 – ABRIL 2026)
Fábio Mitidieri: 44,6% (-0,2%)
Valmir Francisquinho: 35,3% (-0,4%)
Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Pedro Nery