terça-feira, 9 de junho de 2026

Dois ex-conselheiros do TCE-PB na coordenação de Cícero

Nominando Diniz e Fernando Catão, ex-conselheiros do TCE-PB, estão na coordenação do ex-prefeito Cícero Lucena ao Governo da Pataíba

Por Heron Cid

Nominando Diniz e Fernando Catão, ex-conselheiros do Tribunal de Contas da Paraíba, estão na coordenação de campanha de Cícero Lucena (MDB) ao governo. O anúncio foi feito pela assessoria do ex-prefeito pessoense, na noite dessa segunda-feira (08). A coordenação-geral será do empresário Diogo Cunha Lima, pré-candidato a vice-governador, e incluem ainda o ex-governador Cássio Cunha Lima, o prefeito Leo Bezerra (PSB), o deputado estadual Felipe Leitão (MDB), o deputado federal Romero Rodrigues e o ex-secretário de Saúde, Jhony Bezerra (PSD).

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Apoio de Lula a Nabor pe negado

Após coluna de O Globo, senador Veneziano Vital do Rêgo rebate especulações sobre apoio do presidnte Lula na Paraíba

O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) rebateu, nessa segunda-feira (08), informações publicadas pelo jornalista Lauro Jardim, em O Globo, que sugeriam a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retirar apoio à sua reeleição e optar pelo ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos).

Em entrevista à Rádio 100.5 FM, Veneziano classificou a notícia como “matéria requentada” e atribuiu sua recorrência ao “desespero dos adversários”. O parlamentar lembrou que recentemente o presidente nacional do PT, Edinho Silva, esteve na Paraíba confirmando o alinhamento da legenda com seus projetos políticos.

“Eu nunca vi uma matéria ou fato ser trazido tantas vezes a não ser por força de um desespero por parte da candidatura do ex-prefeito de Patos que tenta se sustentar de todas as formas porque isso vem desde o ano passado”, afirmou o presidente estadual do MDB.

Na publicação, Lauro Jardim relacionou a suposta mudança de apoio de Lula a uma contrapartida pelo voto declarado de Nabor Wanderley ao petista em 2022 e ao bom entrosamento do presidente com o deputado federal Hugo Motta, filho de Nabor e presidente da Câmara.

“O entrosamento entre Lula e Hugo Motta nas últimas semanas se estende às eleições na Paraíba. Nabor Wanderley, pai de Motta e candidato ao Senado, declarou voto em Lula. O presidente não vai fazer desfeita: não dará o apoio que Veneziano Vital do Rêgo (MDB) gostaria de receber na sua campana à reeleição”, escreveu Jardim.

Veneziano no entanto reforçou que segue confiante na manutenção do apoio do presidente Lula e do PT, destacando que sua candidatura está consolidada e que não se abala com especulações recorrentes.

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João e Veneziano são os cadidatos de Lula para o Senado na Paraíba

Presidente nacional do PT, Edinho Silva, reafirma apoio do presidente Lula ao ex-governador João Azevêdo e ao senador Veneziano para o Senado Federal

Presidente nacional do PT reafirma apoio de Lula a João Azevêdo para o Senado
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, reafirmou, na tarde dessa segunda-feira (08), que o ex-governador João Azevêdo (PSB) e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) são os pré-candidatos ao Senado apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Paraíba.

O posicionamento veio como resposta aos bastidores políticos movimentados por uma publicação do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. A matéria sugeria que a aproximação entre o Palácio do Planalto e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), poderia render o apoio de Lula ao pai do deputado, o ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), na corrida ao Senado.

“Na Paraíba, os candidatos do presidente Lula ao Senado são João Azevêdo e Veneziano Vital do Rêgo. O presidente nunca omitiu sua posição. Isso não significa que Nabor Wanderley não tenha o respeito do presidente. Ele reconhece sua liderança”, ressaltou Edinho Silva.

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Calendário dos próximos feriados nacionais de 2026

Próximo feriadão nacional será em setembro; confira os feriados que ainda restam em 2026 - CONFIRA

Foto: Reprodução/TV Cabo Branco
Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Após o feriado de Corpus Christi, celebrado na última quinta-feira (04), muitos brasileiros já começaram a planejar os próximos períodos de descanso. Embora o calendário ainda reserve seis feriados nacionais até o fim de 2026, o próximo feriadão só acontecerá daqui a cerca de três meses.

A próxima data de folga em âmbito nacional será o 07 de Setembro, quando é comemorada a Independência do Brasil. Neste ano, o feriado cairá em uma segunda-feira, o que permitirá um fim de semana prolongado para trabalhadores que não exercem atividades aos sábados e domingos.

Dos seis feriados nacionais que ainda restam em 2026, cinco estão posicionados próximos ao fim de semana e podem resultar em folgas estendidas, dependendo da atividade profissional e das regras adotadas por cada empresa ou órgão público.

Apesar disso, nem todos os trabalhadores são dispensados durante os feriados. Serviços considerados essenciais podem funcionar normalmente. Nesses casos, a legislação trabalhista prevê compensações como pagamento em dobro pelo dia trabalhado ou concessão de folga em outra data.

Calendário dos próximos feriados nacionais de 2026

Confira as datas que ainda restam no calendário nacional deste ano:

  • 7 de setembro – Independência do Brasil (segunda-feira);
  • 12 de outubro – Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira);
  • 2 de novembro – Finados (segunda-feira);
  • 15 de novembro – Proclamação da República (domingo);
  • 20 de novembro – Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (sexta-feira);
  • 25 de dezembro – Natal (sexta-feira).

Pontos facultativos até o fim do ano

Além dos feriados nacionais, algumas datas poderão gerar folga para servidores públicos e trabalhadores de determinados setores, conforme regulamentação local:

  • 28 de outubro – Dia do Servidor Público (quarta-feira);
  • 24 de dezembro – Véspera de Natal, com expediente facultativo após as 13h (quinta-feira);
  • 31 de dezembro – Véspera de Ano Novo, com expediente facultativo após as 13h (quinta-feira).
Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Pedro Nery

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Aniversariante do Dia

Os parabéns especiais do Blog JURU EM DESTAQUE desta segunda-feira, 08 de junho, são para Kátia, minha irmã nº 04

Parabéns, Kátia!
Que Deus esteja sempre no comando da sua vida e te abençoe nesta nova idade.
Feliz aniversário!

Alerta

Presidente do TSE suspende pesquisa de intenção de voto

Ministro Nunes Marques determina suspensão de divulgação da pesquisa eleitoral que apontou queda de Flávio Bolsonaro

Foto: Antonio Augusto/STF

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (08) a retirada do conteúdo e a suspensão da divulgação da pesquisa do Instituto AtlasIntel.

A pesquisa apontou, em maio, queda de cinco pontos nas intenções de voto do pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro.

Com isso, apenas a empresa não poderá mais manter os dados em seus canais oficiais.

A divulgação do levantamento ocorreu após o vazamento de um áudio de uma conversa do senador pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para o filme sobre Jair Bolsonaro.

Para Kassio Nunes Marques, há indícios de indução para a contaminação das respostas, comprometendo a metodologia da pesquisa.

A decisão individual do ministro deve ser levada a referendo do plenário do tribunal na sessão desta terça-feira (9).

Nunes Marques atendeu a um pedido do Partido Liberal (PL).

O partido alegou ao TSE que o questionário do instituto teria sido estruturado para induzir respostas negativas sobre o senador, criando uma narrativa acusatória.

Isso porque das 49 perguntas, 8 envolviam diretamente o Banco Master e foram apresentadas em sequência, influenciando a percepção dos entrevistados e não só medindo a percepção deles.

O instituto entrevistou 5.032 eleitores do Brasil de 13 a 18 de maio. A margem de erro é de 1 ponto percentual e o nível de confiança é de 95%.

O PL disse que houve uma progressão:

  • medo eleitoral;
  • comparação Lula x Flávio;
  • fraude financeira;
  • Banco Master;
  • Daniel Vorcaro;
  • conversas vazadas;
  • possível envolvimento direto;
  • impacto sobre voto;
  • enfraquecimento da candidatura;
  • retirada da candidatura.

E o áudio, segundo a legenda, não poderia ser usado na pesquisa porque não tem prova de autenticidade.

“Essa cadeia produz contexto, não mera medição. A pesquisa, da maneira heterodoxa em que formulada, pode criar, indevidamente, manchetes e narrativas de campanha baseadas em resultados obtidos após estímulo negativo. Isso desvirtua a função informativa da pesquisa eleitoral e permite que o instrumento de medição se converta em meio indireto de propaganda negativa”, argumenta o ministro.

Indução

Na decisão, Nunes Marques disse que “a controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”.

O presidente do TSE ressaltou que outras 27 pesquisas feitas pela AtlasIntel não apresentaram questionários com perguntas semelhantes ao teor da pesquisa questionada e nem veicularam áudio.

O instituto terá que enviar ao TSE documentação técnica complementar que indique a regularidade da metodologia, esclarecendo o uso do áudio.

O Ministério Público Eleitoral também vai se manifestar no processo.

Perguntas

Com base no pedido de impugnação feito pelo PL, estão entre as perguntas alvo do pedido por serem consideradas indutoras e prejudiciais à imagem do pré-candidato Flávio Bolsonaro:

  • Pergunta 9: “Entre Lula e Flávio Bolsonaro, em quem você confia mais para administrar cada uma das seguintes áreas de governo?”.
  • Pergunta 10: “Pensando no futuro do país no contexto das eleições presidenciais deste ano, qual dos seguintes resultados possíveis te causa mais medo ou preocupação?”.
  • Pergunta 11: “Na sua percepção, qual grupo político está mais envolvido no esquema de fraudes financeiras do Banco Master?”.
  • Pergunta 12: “Você ficou sabendo do áudio e mensagens vazadas de supostas conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do banco Master?”.
  • Pergunta 13: “Você ouviu o áudio em questão?”

O PL argumentou que a sequência foi “arquitetada para produzir efeitos de priming, framing e ancoragem”, transformando a pesquisa em um instrumento de “propaganda negativa”.

O partido solicitou que os resultados dessas perguntas específicas não fossem validados ou divulgados, alegando que elas deformam o ambiente cognitivo do entrevistado antes da medição da intenção de voto.

Relatoria

Na semana passada, o g1 mostrou que Kassio Nunes Marques assumiu a relatoria de representações eleitorais envolvendo Flávio Bolsonaro e o caso Master no TSE e que o ministro já tinha começado a receber a distribuição de representações eleitorais protocoladas na Corte.

Entre os processos sob sua relatoria estão pelo menos três casos de grande repercussão, relacionados ao Banco Master, ao vazamento de conversas entre o Vorcaro e Flávio Bolsonaro, além da produção do filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O primeiro caso distribuído ao gabinete do ministro foi apresentado pelo PL contra o instituto AtlasIntel.

Antes de passar a atuar nos processos, Nunes Marques designou a si mesmo e ao vice-presidente do TSE, André Mendonça, como juízes auxiliares para as eleições de 2026.

A medida foi formalizada em portaria publicada em 22 de maio. A iniciativa foge ao padrão adotado pela Corte, onde a função costuma ser exercida por ministros juristas, que ocupam as vagas destinadas à advocacia, ou por ministros substitutos.

A ação contra o instituto AtlasIntel foi encaminhada ao gabinete de Nunes Marques em 19 de maio, três dias antes da publicação da portaria que incluiu a Presidência do TSE entre os integrantes do juízo auxiliar.

O g1 questionou o tribunal sobre o motivo de o processo ter sido distribuído ao ministro antes de sua designação formal para a função, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

No próprio dia da publicação da portaria, em 22 de maio, Nunes Marques determinou que a Secretaria Judiciária promovesse uma nova distribuição do processo entre os juízes auxiliares. Três dias depois, em 25 de maio, a ação voltou a ser sorteada e permaneceu sob sua relatoria.

Blog JURU EM DESTAQUE com G1

Suspensão temporária da vacina contra a dengue

Ministério da Saúde suspende vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan contra dengue após investigação de mortes suspeitas

Ministério da Saúde suspende vacina contra dengue após investigação de mortes suspeitas

O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (08), a suspensão temporária da vacina contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan.

A decisão foi tomada após o registro de duas mortes suspeitas e outros casos graves que estão sendo investigados por autoridades sanitárias.

O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa com representantes do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Instituto Butantan. Segundo o governo federal, a medida é preventiva e tem como objetivo aprofundar a análise dos eventos adversos registrados após a aplicação da vacina.

Investigações

De acordo com os dados apresentados, cerca de 500 mil doses já foram aplicadas desde o início da campanha de imunização. Foram registradas 3.703 notificações de eventos inesperados com sintomas semelhantes aos da dengue, o equivalente a 0,7% dos vacinados.

Entre as notificações, 42 pessoas apresentaram sinais de alarme, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos. Três deles evoluíram para quadros considerados graves, incluindo duas mortes que seguem sob investigação.

Segundo o Ministério da Saúde, ainda não há comprovação de relação direta entre a vacina e os óbitos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que as investigações realizadas até o momento não reuniram evidências suficientes para estabelecer causalidade entre a imunização e as mortes registradas.

A vacina do Butantan é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em dose única e também a primeira desenvolvida integralmente no Brasil. A imunização começou neste ano, inicialmente voltada para profissionais de saúde.

Sintomas que devem ser observados

A recomendação é que pessoas vacinadas nos últimos 21 dias procurem acompanhamento médico caso apresentem sintomas como:

  • Dor abdominal intensa e contínua
  • Febre
  • Irritabilidade
  • Piora do estado geral
  • Sangramentos
  • Sinais de desidratação
  • Sonolência excessiva
  • Tontura
  • Vômitos persistentes
Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Pedro Nery

Suspensão temporária da imunização contra a dengue no Brasil

Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue do Butantan; foram registrados dois óbitos de pessoas que receberam o imunizante

Rio de Janeiro (RJ), 21/02/2026 - Municípios fluminenses começam a receber vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan. Foto: Instituto Butantan/Divulgação
© Instituto Butantan/Divulgação
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O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (08), a suspensão temporária da imunização contra a dengue no país com a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan.

A pasta informou que 42 pessoas apresentaram sintomas mais severos após a vacinação, sendo que três precisaram de internação e dois desses morreram.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não é possível concluir que os eventos adversos foram causados pela vacina, mas representam um sinal de alerta e serão investigados por um comitê de especialistas.

“Essa descontinuidade tem um objetivo que é a ação de precaução, para que o Ministério da Saúde, a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e o Butantan aprofundem a investigação nos 42 casos, que são episódios de reações adversas da vacina, para buscar fatores de risco nessas pessoas, fazer uma espécie de estudo de caso-controle”, disse em coletiva de imprensa.

“O Ministério da Saúde tem total confiança na capacidade institucional do Butantan”, destacou Padilha ao enfatizar a importância da vacinação para a redução e eliminação de doenças no país.

A suspensão vale apenas para a vacina produzinda pelo Butantan, e não inclui o imunizante Qdenga, produzido pelo laboratório Takeda e aplicado no Sistema Único de Saúde. 

Até o dia 30 de maio, pouco mais de 500 mil doses da vacina do Butantan foram aplicadas em todo o país. O imunizante foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano. Na ocasião, o Ministério da Saúde adotou a estratégia de vacinação para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue.

Para isso, passou a vacinar a população em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo é composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos, que é a indicação aprovada para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Em março, também foi promovida uma ação de vacinação na região de Araguaína (TO).

Em fevereiro, o SUS passou a vacinar contra a dengue os profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente, de unidades básicas de saúde, por exemplo. Os casos graves registrados foram identificados nesse público-alvo.  

O Ministério da Saúde destaca que a decisão de descontinuar a estratégia de vacinação não invalida a eficácia do imunizante. E as pessoas que foram vacinadas ainda usufruem do benefício que a vacina oferece, que é a proteção contra a dengue.

A recomendação do sistema de farmacovigilância dá mais tempo para que sejam realizados estudos adicionais para encontrar eventuais fatores de risco.

Serão investigados o histórico clínico das pessoas, as doenças preexistentes, os fatores de risco individuais, as causas alternativas, possíveis desvios de qualidade e erros de imunização. 

Brasília (DF), 08/06/2026 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão temporária da estratégia de aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan após a identificação de 42 episódios de reações adversas graves registrados pelo sistema nacional de vigilância pós-vacinação. Frame: MS/Youtube
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão temporária da estratégia de aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan - Frame: MS/Youtube - MS/Youtube

Casos graves

A vigilância é permanente e parte da rotina do PNI, com fluxo de investigação posterior. Os casos graves foram analisados pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (Ctai), que recomendou a suspensão da vacinação com o imunizante do Butantã.

Das pouco mais de 500 mil doses aplicadas em todo o país, 3.703 pessoas tiveram sintomas parecidos com os da dengue - 0,7% do total de vacinados.

Desses, 42 apresentaram sintomas de alarme, que são: dor abdominal, vômito persistente ou sangramento – 0,008% dos vacinados – eventos raros, porém inesperados, já que não foram relatados durante a fase de estudos da vacina.

Três pessoas apresentaram sintomas graves e foram hospitalizadas:

  • Uma mulher, 39 anos, apresentou febre, mialgia e náuseas seis dias após receber a vacina, evoluindo para sintomas de dengue grave, com choque e necessidade de UTI; recebeu alta.
  • Uma mulher, 48 anos, desenvolveu sintomas de dengue grave, com comprometimento neurológico (meningoencefalite) 19 dias após a vacinação; evoluiu para óbito.
  • Um homem, 58 anos, iniciou quadro febril cinco dias após a vacinação, evoluindo rapidamente para sintomas de dengue graves, com choque refratário; evoluiu para óbito.

Observação

Segundo o ministro Alexandre Padilha, a população que recebeu a vacina do Instituto Butantan nos últimos 21 dias terá um acompanhamento especial para identificar algum sinal ou qualquer outra reação adversa.

A orientação do Ministério da Saúde é procurar uma unidade de saúde em caso de intensificação dos seguintes sintomas: febre, dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, tontura, sangramentos, sonolência intensa, irritabilidade, sinais de desidratação ou piora do estado geral.

Reavaliação da estratégia

Em nota, o Instituto Butantan informou que a vacinação contra a dengue será temporariamente interrompida para reavaliação da estratégia vacinal. A medida visa garantir a segurança da população nas próximas etapas da vacinação.

“O Instituto Butantan, como já demonstrado em casos recentes, seguirá trabalhando com o mais absoluto rigor para aprofundar as informações sobre o uso da vacina para que, em se confirmando sua segurança, a vacinação possa ser retomada em breve, com toda a tranquilidade para a população atendida pelo SUS”, disse a instituição. 

Segundo o Instituto, a vacina teve eficácia global de 79,6% e 89% contra a dengue grave em estudo publicado em revista científica internacional. Nos três municípios onde houve vacinação em massa da população, o acompanhamento de farmacovigilância se mostrou positivo, sem casos importantes de reação adversa na população. 

*Texto ampliado às 18h08 para acréscimo de informações

domingo, 7 de junho de 2026

“Ganhei presente de aniversário de Cássio”, diz Efraim em entrevista

Efraim admite divergência com família Cunha Lima, mas afasta rompimento e projeta apoio em eventual segundo turno: “Vou estar de portas abertas para esperar Cássio e Pedro”

Senador Efraim Filho, durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa

O senador e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho (PL), comentou na última quarta-feira (03) o posicionamento adotado pela maior parte do grupo político liderado pela família Cunha Lima, que decidiu apoiar a pré-candidatura do ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), na disputa pelo Governo do Estado.

Durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da rádio 100.5 FM, Efraim afirmou que mantém uma boa relação com integrantes da família, apesar de discordar da decisão política tomada por lideranças como Romero Rodrigues (Podemos), Pedro Cunha Lima (PSD), Diogo Cunha Lima e Tovar Correia Lima (MDB), que se aproximaram do projeto liderado por Cícero.

Ao ser questionado sobre a relação com o grupo político após o movimento de apoio ao adversário, o senador destacou que os laços pessoais permanecem preservados. “Minha relação com Pedro tem sido boa, com Cássio tem sido boa. São decisões da política. Acredito que eles tomaram a decisão equivocada, mas cada um segue seu rumo, cada um segue seu destino. Ninguém vai se intrigar por conta disso”, declarou.

Efraim também revelou um gesto recente de amizade do ex-senador Cássio Cunha Lima, afirmando que recebeu um presente de aniversário enviado por ele. “Ganhei presente de aniversário de Cássio. Fez questão de me mandar um foguete de artesanato que encontrou em São Paulo. Disse que era a minha cara”, relatou.

Apesar da divergência eleitoral, o pré-candidato afirmou que segue concentrado na construção de sua candidatura ao lado de aliados que permaneceram em seu projeto político, citando especialmente o ex-candidato ao Governo do Estado, Bruno Roberto, e lideranças de Campina Grande. “Eu sigo meu caminho ao lado de Bruno e de boa parte desse grupo político de Campina Grande que está ao nosso lado”, afirmou.

Mesmo reconhecendo o distanciamento político neste momento, Efraim sinalizou que não descarta uma reaproximação futura. Segundo ele, caso a disputa chegue ao segundo turno, os integrantes da família Cunha Lima encontrarão espaço aberto para diálogo. “Quem sabe eu vou estar de portas abertas para esperar Cássio e Pedro no segundo turno”, concluiu.

As declarações acontecem em meio às movimentações da pré-campanha para o Governo da Paraíba, que têm provocado rearranjos políticos e dividido antigos aliados em diferentes projetos eleitorais para a sucessão estadual.

Blog JURU EM DESTAQUE com Fonte 83

Uma das maiores lendas de Hollywood encerra a carreira

Clint Eastwood encerra carreira após 72 anos no cinema; o filho do astro confirmou aposentadoria do ator e diretor, ícone de Hollywood e vencedor do Oscar


Ao longo da carreira, acumulou diversas indicações ao Oscar e venceu as categorias de Melhor Diretor e Melhor Filme. -  (crédito: Divulgação)
Ao longo da carreira, acumulou diversas indicações ao Oscar e venceu as categorias de Melhor Diretor e Melhor Filme. - (crédito: Divulgação) - X

Clint Eastwood decidiu encerrar a carreira após mais de sete décadas dedicadas ao cinema. A aposentadoria do ator e diretor foi confirmada pelo filho do astro, Kyle Eastwood, em entrevista à Franceinfo.

“Tenho muitas ótimas lembranças de trabalhar com ele. Ele está aposentado agora. Tive a sorte de poder trabalhar com ele em tantos filmes. Foi uma experiência maravilhosa para mim”, afirmou Kyle.

Considerado uma das maiores lendas de Hollywood, Eastwood construiu uma trajetória de 72 anos marcada por sucessos tanto diante quanto atrás das câmeras. Como ator, ganhou notoriedade em clássicos do faroeste, como “Por Um Punhado de Dólares”, “Por Uns Dólares a Mais” e “Três Homens em Conflito”, além de filmes como “Perseguidor Implacável”, “Alcatraz: Fuga Impossível”, “As Pontes de Madison”, “Gran Torino”, “Menina de Ouro” e “A Mula”

Na direção, também consolidou o nome entre os grandes cineastas da indústria. Entre os trabalhos mais reconhecidos estão “Os Imperdoáveis”, “Menina de Ouro”, “Cartas de Iwo Jima”, “Sully”, “Sniper Americano” e “Richard Jewell”. Ao longo da carreira, acumulou diversas indicações ao Oscar e venceu as categorias de Melhor Diretor e Melhor Filme.

O último trabalho de Eastwood foi “Jurado Nº 2”, lançado em 2024. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o cineasta ainda buscava um projeto que pudesse servir como despedida definitiva das telas antes de encerrar a trajetória em Hollywood.

Blog JURU EM DESTAQUE com Correio Braziliense

Apoio de Lula a Nabor Wanderley é desmentido

Presidente nacional do PT volta a desmentir fake news sobre apoio de Lula a Nabor Wanderley e reafirma palanque com Veneziano e João Azevêdo

Edinho Silva, presidente nacional do PT. Presidente Lula da Silva (PT) e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB)

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, voltou a desmentir neste domingo (07) as especulações sobre um possível apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à candidatura do ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), ao Senado Federal nas eleições deste ano.

A declaração foi dada ao portal Fonte83 após a repercussão de uma publicação do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, que apontava que a aproximação política entre Lula e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), poderia se refletir no cenário eleitoral da Paraíba.

Segundo a publicação, Lula tenderia a apoiar Nabor Wanderley, pai de Hugo Motta, na disputa por uma vaga no Senado Federal, o que representaria um distanciamento do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que busca a reeleição.

No entanto, de acordo com Edinho Silva, não existe qualquer mudança no posicionamento do Partido dos Trabalhadores na Paraíba. O dirigente nacional reafirmou que o projeto político do presikdente Lula no estado segue alinhado com o senador Veneziano Vital do Rêgo e com o ex-governador João Azevêdo (PSB), também pré-candidato ao Senado.

A manifestação do presidente nacional do PT ocorre em meio ao aumento das articulações para a formação das chapas majoritárias na Paraíba e ao crescimento das especulações sobre possíveis apoios nacionais na disputa eleitoral.

Nos bastidores, a informação publicada por Lauro Jardim gerou repercussão entre lideranças políticas paraibanas, especialmente por envolver o nome de Hugo Motta, que tem ampliado sua influência no cenário nacional após assumir a presidência da Câmara dos Deputados.

Apesar disso, o comando nacional do PT voltou a reforçar que não houve qualquer alteração na estratégia política do partido no estado e que o apoio do presidente Lula permanece direcionado às pré-candidaturas de Veneziano Vital do Rêgo e João Azevêdo.

A declaração de Edinho Silva busca encerrar os rumores que surgiram após a publicação da coluna e reafirmar o alinhamento político construído entre o PT, o MDB de Veneziano e o PSB de João Azevêdo para a disputa eleitoral deste ano na Paraíba.

Blog JURU EM DESTAQUE com Fonte 83

União Europeia fecha mercado para carnes brasileiras

Bloco europeu confirma retirada do Brasil da lista de exportadores autorizados e aponta falhas em garantias sobre o uso de antimicrobianos na produção animal

A medida ocorre poucos meses após a entrada em vigor provisória do acordo com Mercosul

Medida entra em vigor em 3 de setembro; exportações de carnes à UE somaram US$ 1,8 bilhão em 2025 -  (crédito: Semadesc/Divulgação)
Medida entra em vigor em 03 de setembro; exportações de carnes à União Europeia somaram US$ 1,8 bilhão em 2025 - (crédito: Semadesc/Divulgação) - X

A União Europeia (UE) oficializou a retirada do Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes, peixe, mel e tripas para os 27 países do bloco. A medida, que entra em vigor em 03 de setembro, foi confirmada em regulamento publicado na sexta-feira (05/06) no Diário Oficial da UE e representa um novo capítulo das disputas sanitárias e comerciais entre brasileiros e euroéus.

A decisão havia sido anunciada preliminarmente há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e UE. Agora, com a publicação oficial do regulamento, o veto torna-se definitivo, ao menos até que o Brasil consiga atender às exigências sanitárias impostas pelo bloco.

Segundo a Comissão Europeia, o governo brasileiro ainda não apresentou garantias suficientes de que os produtores nacionais cumprem integralmente as regras europeias relativas ao uso de medicamentos antimicrobianos na produção animal.

As exigências fazem parte da estratégia europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos e reduzir os riscos de resistência antimicrobiana. O regulamento europeu restringe substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos utilizados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade dos animais. Para os europeus, porém, a medida não foi suficiente para assegurar que toda a cadeia produtiva destinada à exportação atenda aos requisitos estabelecidos pelo bloco.

"A Comissão não recebeu informações que garantam que o Brasil aplicou as medidas necessárias para assegurar o cumprimento, até 3 de setembro de 2026, dos requisitos estabelecidos no artigo 3º do Regulamento Delegado (UE) 2023/905 relativamente a estas categorias", afirma o documento publicado no Diário Oficial da União Europeia.

"A menção relativamente a bovinos, equídeos, aves de capoeira, aquicultura, mel e tripas deverá, por conseguinte, ser suprimida no anexo do presente regulamento", complementa o texto.

Questão regulatória

A decisão europeia não significa necessariamente que os produtos brasileiros estejam contaminados por medicamentos ou representem risco imediato à saúde dos consumidores. O principal ponto levantado é regulatório. O bloco exige comprovação documental, sistemas de rastreabilidade e certificações capazes de demonstrar que os animais exportados não receberam, em nenhuma etapa de sua criação, substâncias proibidas pela legislação europeia.

Para voltar à lista de países habilitados, o Brasil terá de comprovar o cumprimento integral dessas exigências ao longo de todo o ciclo produtivo dos animais destinados à exportação. Na prática, existem dois caminhos possíveis. O primeiro seria ampliar ainda mais as restrições legais ao uso dos antimicrobianos questionados pelos europeus.

O segundo envolve a implementação de mecanismos mais rigorosos de rastreabilidade, capazes de comprovar individualmente que os produtos exportados não utilizaram as substâncias proibidas.

A segunda alternativa é considerada mais complexa pelo setor produtivo, pois exige monitoramento detalhado da cadeia pecuária, certificações adicionais e aumento dos custos para produtores e frigoríficos. Apesar da exclusão do Brasil da lista atual, a Comissão Europeia sinalizou que a decisão pode ser revista futuramente caso as exigências sejam atendidas.

Negociação continua

No fim de maio, o governo brasileiro encaminhou informações adicionais às autoridades europeias em uma tentativa de demonstrar conformidade com as exigências sanitárias do bloco. O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou que as negociações continuam e que o governo brasileiro segue trabalhando para reverter a medida antes de sua entrada em vigor.

O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, afirmou que o Brasil enviará todas as respostas solicitadas pela Comissão Europeia no prazo acordado. "O Brasil tem um sólido sistema de defesa agropecuária. Não por acaso, somos o maior exportador de proteína animal do mundo e vendemos nossos produtos para a União Europeia há mais de 40 anos", disse em nota.

O veto à importação de carnes brasileiras preocupa os exportadores. A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais do país e um dos destinos de maior valor agregado para a carne bovina nacional.

Em 2025, o Brasil exportou US$ 1,8 bilhão em carnes bovina e de frango para o bloco europeu, consolidando a UE como o segundo maior mercado para esses produtos, atrás apenas da China, que importou US$ 9,8 bilhões no mesmo período.

A decisão ocorre em um contexto de forte pressão de produtores rurais europeus, especialmente na França e em outros países que demonstram resistência à ampliação do acesso de produtos agropecuários sul-americanos ao mercado europeu.

O movimento ganhou força após a entrada em vigor provisória do acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia, em 1º de maio. O tratado ainda enfrenta questionamentos e aguarda definições judiciais sobre sua validade dentro do bloco europeu.

Representantes do setor agropecuário brasileiro argumentam que as exigências sanitárias vêm sendo utilizadas como barreiras não tarifárias ao comércio, embora a Comissão Europeia sustente que as medidas estão relacionadas exclusivamente à proteção da saúde pública e ao combate à resistência antimicrobiana.

Em nota, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que o Brasil possui um dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo. Segundo a entidade, a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, por meio de "rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente".

A associação destaca ainda que o país mantém elevados padrões de fiscalização e controle sanitário, compatíveis com as exigências dos principais importadores mundiais de proteína animal. 

Correio Braziliense com Agência Estado

Alerta no cenário político paraibano

Jornalista do jornal O Globo aponta apoio de Lula a Nabor Wanderley e amplia desconforto entre adversários na Paraíba

Foto assessoria

Uma nota publicada pelo jornalista Lauro Jardim, em O Globo, acendeu o alerta no cenário político paraibano. Segundo o colunista, o presidente Lula não deverá atender ao desejo do senador Veneziano Vital do Rêgo de receber seu apoio na disputa pela reeleição ao Senado. O motivo tem nome e sobrenome: Nabor Wanderley.

Na avaliação de Lauro Jardim, o bom relacionamento construído entre Lula e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, ultrapassa Brasília e já produz reflexos diretos na sucessão paraibana. A sinalização é clara: Lula não pretende fazer “desfeita” a Nabor, que já declarou apoio ao presidente e se consolida como o nome do grupo governista para a disputa ao Senado.

Sob a presidência de Hugo Motta, a Câmara tem sido ambiente estável e seguro para aprovação de propostas de interesse do Governista. Mesmo em ambiente de grande disputa com a oposição, a liderança de Hugo Motta tem sido decisiva ao não permitir a contaminação da disputa polarizada em matérias importantes para o país.

A publicação surge justamente no momento em que Nabor vive sua maior fase de crescimento político. Em menos de 30 dias, o pré-candidato registrou avanço de 10 pontos percentuais nas pesquisas de intenção de voto.

O crescimento não é visto como um movimento isolado. Nabor chega à pré-campanha respaldado por uma das maiores bases municipalistas da Paraíba, com o apoio de mais de 170 prefeitos, além de vice-prefeitos, vereadores e lideranças espalhadas por todas as regiões do estado.

A leitura nos bastidores é que a combinação entre crescimento nas pesquisas, musculatura política no interior e a sinalização de apoio de Lula fortalece ainda mais a candidatura de Nabor, o que dificulta a vida dos adversários na corrida por uma das vagas ao Senado em 2026.

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