segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Chega à Paraíba o criador do aplicativo que identifica Covid-19 pela tosse

Criador de aplicativo que identifica o novo coronavírus pelo som da tosse desembarca na Paraíba e busca parcerias no estado

c4ca4238a0b923820dcc509a6f75849b 1 1 - Criador de aplicativo que identifica Covid pela tosse busca parcerias na Paraíba

O responsável por criar um aplicativo que pode identificar Covid-19 a partir do som da tosse está na Paraíba em busca de parcerias. Amil Khanzada é fundador e CEO da ONG norte-americana Virufy, organização de pesquisa dirigida por voluntários de 25 renomadas universidades de 20 países. Ele desembarcou em João Pessoa, onde faz a primeira parada da agenda no Brasil, nesta segunda-feira (06).

A ferramenta gratuita atua por meio de Inteligência Artificial, mas ainda está em fase de coleta de dados e negociação com governos para validar a operação.

O aplicativo funciona analisando os ruídos que a inflamação provocada pelo coronavírus produz nas vias aéreas superiores, mas que não são captados pela audição humana. A promessa é de que haja 80% de precisão nos resultados.

Segundo Khanzada, ele funciona de forma diferente dos testes convencionais para detecção da doença porque pode ser repetido várias vezes ao longo do dia, o que diminui a margem de imprecisão. Mais de 100 mil tosses estão no banco de dados da Virufy atualmente, enviadas por colaboradores de todo o mundo.

Ele explicou que a busca por parcerias no Brasil está em andamento em unidades de saúde e governos da Paraíba, de Santa Catarina e de São Paulo.

O Hospital Regional Hand Dieter Schmidt, em Joinville (SC), é uma colaboração confirmada. No local, pacientes submetidos a testes convencionais que detectam a doença são convidados a participar da pesquisa e tossir em um celular fornecido pela Virufy.

Apesar disso, Khanzada disse que a ferramenta poderá ser usada por qualquer pessoa, por meio do celular, o que pode tornar o procedimento para identificação da Covid-19 mais rápido e sem custos para pacientes.

Depois de passar por João Pessoa, Khanzada ainda tem reuniões marcadas em São Paulo e no Rio de Janeiro, de onde volta para os Estados Unidos nesta semana.

Portal Correio - Publicado por: Larissa Freitas

Novos vírus poderão provocar pandemias mais letais

Criadora de vacina Oxford/Astrazeneca, Sarah Gilbert, diz que próxima pandemia pode ser mais letal do que o novo coronavírus

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Crédito: BlackJack3D/istock - Sintomas clássicos da Covid-19, como perda de olfato e tosse, não foram observados na variante Ômicron  

Novos vírus poderão provocar pandemias mais letais do que a da Covid-19, caso os avanços feitos no combate ao novo coronavírus sejam desperdiçados, afirmou a criadora da vacina Oxford/AstraZeneca, Sarah Gilbert, nesta segunda-feira (06/12).

“Esta não será a última vez que um vírus ameaçará nossas vidas e nosso sustento. A verdade é que o próximo poderia ser pior. Poderia ser mais contagioso, ou mais letal, ou ambos”, disse Gilbert durante a Conferência Richard Dimbleby, na Inglaterra. O evento anual conta com a participação de cientistas, artistas e empresários.

Saiba mais sobre a variante Ômicron do coronavírus:

A professor de vacinologia da Universidade de Oxford, na Inglaterra, ressaltou a necessidade de mais financiamento para a prevenção de doenças.

“Não podemos permitir uma situação em que passamos por tudo isso e depois descobrimos que ainda não há financiamento para a preparação para uma nova pandemia. Os avanços que fizemos e o conhecimento que adquirimos não devem ser perdidos” disse.

Variante Ômicron

A pesquisadora também falou sobre as descobertas feitas até aqui sobre a recém-descoberta variante Ômicron.

Segundo Sarah, é preciso ter cautela e tomar medidas para desacelerar a disseminação da variante, uma vez que ela contém mutações conhecidas por aumentarem a transmissibilidade do vírus.

“Existem mudanças adicionais que podem significar que os anticorpos induzidos pelas vacinas, ou pela infecção com outras variantes, podem ser menos eficazes na prevenção da infecção com Ômicron”, disse. 

Fonte: Polêmica Paraíba - Créditos: Metrópoles com informações da Agência Reuters)

Confirmados, hoje, 3 novos óbitos por Covid-19 na Paraíba

PANDEMIA: Estado da Paraíba registrou três mortes e quatro internações em decorrência do novo coronavírus nas últimas 24 horas

maioria dos leitos de uti para tratamento da covid 19 em sao luis estao ocupados 1588253429316 v2 1280x854 scaled - Covid-19: Paraíba registrou 04 internações nas últimas 24h

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta segunda-feira (06), 53 casos de Covid-19. Entre os confirmados de hoje, 03 (5,66%) são moderados ou graves e 50 (94,34%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 461.965 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 1.256.747 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foram confirmados 03 novos óbitos desde a última atualização, todos ocorridos nas últimas 24 horas em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 9.545 mortes. O boletim registra ainda um total de 356.635 pacientes recuperados da doença.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-SUS Notifica, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h, do dia 06/12/2021, sujeitos à alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até esta segunda-feira, 222 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os óbitos confirmados neste boletim aconteceram entre os residentes dos municípios de João Pessoa (1); Patos (1) e Taperoá (1). As vítimas são dois homens e uma mulher, com idades entre 69 e 88 anos. Diabetes, cardiopatia e doença renal foram as comorbidades identificadas.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 16%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 33%. Em Campina Grande, estão ocupados 07% dos leitos de UTI adulto e no sertão 17% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 04 pacientes foram internados nas últimas 24 horas. Ao todo, 94 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI, a aplicação de 5.848.872 doses. Até o momento, 3.081.728 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 2.447.660 completaram os esquemas vacinais, o que representa 80,85% da população com idade a partir de 18 anos. Do total de vacinados com o esquema primário completo, 2.383.382 tomaram as duas doses e 64.278 utilizaram imunizante de dose única. Sobre as doses adicionais, foram aplicadas 9.914 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 309.570 doses de reforço na população. Estão com esquemas vacinais atrasados na Paraíba, com base nos aprazamentos preconizados pelo Ministério da Saúde, 465.333 indivíduos. Esse número se refere às pessoas que receberam a primeira dose e não receberam a segunda, ou que receberam ambas as doses do esquema primário e ainda não receberam o reforço. A Paraíba já distribuiu um total de 6.720.103 doses de vacina aos municípios.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus.

Fonte: ASSESSORIA - Créditos: Polêmica Paraíba - Publicado por: Adriany Santos

“Esta não será a última vez que um vírus ameaçará as nossas vidas”

Pandemias futuras podem ser mais mortais e contagiosas, diz cientista pesquisadora da vacina da Oxford-AstraZeneca 

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A pesquisadora da vacina da Oxford-AstraZeneca, Sarah Gilbert, disse que “esta não será a última vez que um vírus ameaçará as nossas vidas e os meios de subsistência e pediu mais financiamento para que a ciência esteja melhor preparada. “Os avanços que fizemos e o conhecimento que adquirimos não devem ser perdidos”, afirmou.

“Assim como investimos em forças armadas, serviços secretos e diplomacia para nos defendermos de guerras, devemos investir em pessoas, pesquisa, manufatura e instituições para nos defendermos de pandemias”, sustentou Sarah Gilbert, citada no jornal britânico The Guardian.

No início de 2020, quando a covid-19 surgiu pela primeira vez na China e a doença se espalhou, Sarah Gilbert, professora de Vacinologia da Universidade de Oxford, e sua equipe criaram uma das vacinas contra o SARS-CoV-2.

Atualmente, a cientista diz que a doença está longe do fim e que a variante Ômicron, altamente mutável, não deverá ser a última. Para ela, o próximo vírus pode ser pior. “Pode ser mais contagioso, ou mais letal, ou ambos”.

“Não podemos permitir uma situação como a que passamos e, depois, descobrimos que as enormes perdas econômicas que sofremos significam que ainda não há financiamento nos prepararmos para uma pandemia”, acrescentou.

“Os avanços que fizemos e o conhecimento que adquirimos não devem ser perdidos”, alerta a pesquisadora, chamando a atenção para a necessidade de continuar mantendo o investimento em ciência.

As declarações foram divulgadas depois de o Reino Unido ter registrado, nesse domingo (5), 246 casos da variante Ômicron e quase 44 mil novas infecções diárias, com 54 mortes a cada dia.

Foi descoberto, na variante Ômicron, que a proteína spike contém mutações já conhecidas, responsáveis por aumentar a transmissibilidade do vírus, disse Gilbert. “Mas há mudanças adicionais que podem significar que os anticorpos induzidos pelas vacinas, ou pela infecção com outras variantes, podem ser menos eficazes na prevenção da infecção pela Ômicron. Até sabermos mais, devemos ser cautelosos e tomar medidas para desacelerar a disseminação dessa nova cepa”.

Mark Woolhouse, cientista que presta assessoria ao governo do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, afirma, citado pela BBC: “Se as tendências atuais aqui e na África do Sul continuarem nas próximas semanas e meses, a nova Ômicron poderá substituir a Delta como estirpe dominante no mundo”.

No fim de semana, o governo britânico anunciou que quem viaja para o Reino Unido tem de fazer teste de covid-19 no local de partida. A Nigéria foi adicionada à lista vermelha dos países potenciais importadores de Ômicron, por estar associada aos novos casos da variante em território britânico.

“Se a Ômicron está aqui no Reino Unido – e certamente está -, se há transmissão comunitária no Reino Unido – e certamente parece que sim -, então é essa transmissão comunitária que impulsionará a próxima onda”, disse Woolhouse.

O cientista acrescenta que as novas restrições pecam por serem tardias e são muito tímidas, para fazer face a “uma onda potencial da variante no Reino Unido”.

De acordo com o The Guardian, o grande percentual de novos casos, em geral, está relacionado a pacientes não vacinados. O líder trabalhista Keir Starmer, aproveitando essa informação, critica de forma veemente os que resistem à inoculação: “É frustrante e preocupante que os médicos estejam acompanhando muitas camas hospitalares, e os recursos do Serviço Nacional de Saúde estejam sendo usados por aqueles que optaram por não receber a vacina”.

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Fonte: Agência Brasil - Publicado por: Fabricia Oliveira

Estudos sobre a variante Ômicron

Vacinas agem contra Covid-19 grave, mesmo com nova variante Ômicron do SARS-CoV-2

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Cientistas sul-africanos concluíram que as vacinas existentes contra a Covid-19 evitam a doença grave com a variante Ômicron do SARS-CoV-2. Avanços preliminares de um estudo indicam que o teste de PCR permite perceber se o contágio é com a nova mutação, sem ter que segmentar o genoma.

A Rede de Vigilância do Genoma da África do Sul (NGS-SA) apresentou os estudos sobre a Ômicron à Comissão de Saúde do Parlamento.

Apesar de ainda necessitarem de tempo para ajustar os dados, sobre o que já consideram o início da quarta onda da pandemia, garantem que estão concentrados na transmissibilidade e no efeito da imunidade que as vacinas proporcionam.

“A genética da Ômicron é completamente diferente da variante Delta ou das variantes anteriores”, afirmou Richard Lessels, especialista em doenças infectocontagiosas.

Os cientistas ainda não sabem se o período da incubação se mantém numa média de cinco dias. No entanto, Lessels garante que “as vacinas são a ferramenta que pode evitar a doença grave e a hospitalização”.

“Estamos preocupados não tanto com o número de mutações, mas onde elas estão concentradas, porque muitas delas o fazem no pico da proteína e, especificamente, em partes-chave que são importantes para ter acesso às nossas células. Não sabemos se os anticorpos são capazes de lidar com elas”, acrescentou.

O especialista destacou que, “embora a maioria dos casos positivos com a nova variante tenha sintomas ligeiros, é muito cedo para dizer o nível de periculosidade da Ômicron, porque foi detectada muito recentemente. Não sabemos se vamos ver casos mais graves”.

A variante já está presente em todas as províncias da África do Sul. A dúvida dos especialistas é se ela vai substituir a Delta “que se propagava a níveis muito baixos”. Lessels afirma que o teste PCR é capaz de detectar a nova variante sem a necessidade de sequenciar o genoma.

“Se um dos três sinais ou alvos do PCR é negativo e os outros dois positivos, então o teste continua positivo, mas algo diferente é observado. Não é possível detectar o gene Skipe. E foi o que aconteceu no laboratório Lancet, em Gauteng [província no norte da África do Sul], onde descobriram que alguns casos positivos tinham esta marca: o nocaute do gene, o que não acontece com a variante Delta. Por isso, com o PCR podemos acompanhar o rastreamento da Ômicron em tempo real, não é necessário ter a sequência genética completa, o que costuma demorar duas semanas em laboratório”, explicou.

O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas da África do Sul confirmou, em novembro, que de 249 sequências localizadas, 183 eram da Ômicron. A imunidade pós-Covid-19, cuja duração é desconhecida, não oferece proteção contra a nova variante.

A província de Gauteng (a mais populosa do país e que inclui as cidades de Pretória e Joanesburgo) continua a ser a que apresenta mais casos positivos diários, seguindo-se KuaZulu-Natal e Cabo Ocidental.

Oito dos 15 milhões dos habitantes de Gauteng não foram vacinados, e a taxa de transmissibilidade passou de um para 2,3.

“É claro que os jovens não vacinados são uma grande preocupação. Continuamos a enviar a mensagem de que ser vacinado é importante porque as pessoas imunizadas estão apresentando sintomas mais leves”, afirmou David Makhura, primeiro-ministro de Gauteng.

A Ômicron foi detectada em mais de 20 países, mas a África do Sul e Botsuana continuam a ser responsáveis por 62% dos novos casos identificados no mundo.

Fonte: Portal Correio - Publicado por: Larissa Freitas

Eficácia do uso de máscaras

Máscara PFF2 oferece quase 100% de proteção contra o coronavírus, diz estudo de instituto da Alemanha

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Máscaras do tipo PFF2, que são equivalentes as máscaras KN95, oferecem quase 100% de proteção contra o coronavírus, concluiu um estudo divulgado na última semana pelo Instituto Max Planck, da Alemanha.

Segundo os autores do estudo, o risco de um infectado transmitir a doença em um local fechado em uma distância de três metros é alto. Leva menos de cinco minutos para uma pessoa não vacinada parada próxima à uma pessoa com Covid-19 ser infectada com quase 100% de certeza, diz o estudo.

No entanto, se ambos estiverem usando máscaras médicas bem ajustadas ou – melhor ainda – máscaras FFP2, o risco cai drasticamente, de acordo com os pesquisadores do Instituto Max Planck de Dinâmica e Auto-Organização em Göttingen, na Alemanha.

“Não teríamos pensado que a uma distância de vários metros levaria tão pouco tempo para a dose infecciosa ser absorvida pelo hálito de um portador do vírus”, disse Eberhard Bodenschatz, diretor do Instituto Max Planck, em um comunicado.

Os pesquisadores explicam que, a esta distância, o ar respirável se espalha no ar em forma de cone. Além disso, partículas particularmente grandes e, portanto, ricas em vírus, caem no solo após uma curta distância no ar.

“Em nosso estudo, descobrimos que o risco de infecção sem o uso de máscaras é enormemente alto depois de apenas alguns minutos, mesmo a uma distância de três metros, se as pessoas infectadas têm alta carga viral da variante delta do Sars-CoV-2”, diz Bodenschatz.

Os ambientes que mais propiciam esse tipo de infecção são escolas, restaurantes e clubes, mas mesmo ao ar livre o risco de infecção nessas condições ainda é alto, diz o estudo.

O estudo confirma que as máscaras FFP2 ou KN95 são particularmente eficazes na filtragem de partículas infecciosas do ar respirado – especialmente se forem ajustadas firmemente ao rosto. Se tanto a pessoa infectada quanto a não infectada usarem máscaras FFP2 bem ajustadas, o risco máximo de infecção após 20 minutos dificilmente será superior a um por mil, mesmo na distância mais curta, dizem os pesquisadores.

Se as máscaras estiverem bem ajustadas, a probabilidade de infecção aumenta para cerca de 4%.

O estudo também confirma a suposição intuitiva de que, para uma proteção eficaz contra infecções, a pessoa infectada deve usar uma máscara que filtre o melhor possível e se ajuste bem ao rosto.

Como as máscaras protegem contra Covid-19, diz estudo

O estudo usou um manequim para demonstrar como a nuvem respiratória e, possivelmente, os coronavírus se espalham em diferentes cenários.

Sem uma máscara, muitas partículas potencialmente infecciosas se dispersam na sala, dizem os pesquisadores. As máscaras cirúrgicas já reduzem significativamente a quantidade, mesmo que não caibam bem.

As máscaras FFP2 ou KN95 bem ajustadas podem oferecer ainda mais proteção.

Embora a análise dos pesquisadores do Max Planck mostre que as máscaras FFP2 firmes ao rosto fornecem 75 vezes melhor proteção em comparação com as máscaras cirúrgicas bem ajustadas e que a maneira como a máscara é usada pode fazer uma grande diferença, as máscaras médicas reduzem significativamente o risco de infecção em comparação com uma situação sem qualquer proteção bucal ou nasal.

“É por isso que é tão importante que as pessoas usem uma máscara durante a pandemia”, disse Gholamhossein Bagheri, líder do grupo de pesquisa no Instituto Max Planck. “Nossos resultados mostram mais uma vez que o uso de máscaras é uma ideia muito boa”, disse Bodenschatz.

Fonte: Carolina Figueiredo e Rafaela Larada / CNN - Publicado por: Larissa Freitas

Distribuição de mais vacinas contra Covid-19 na Paraíba

Estado da Paraíba distribui mais de 53 mil doses de imunizantes e avança na vacinação contra o novo coronavírus

vacina - Paraíba distribui mais de 53 mil doses e avança na vacinação contra Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) distribuiu, nesta segunda-feira (6), 53.040 doses da vacina contra Covid-19. As doses enviadas nesta nova remessa são 42.590 da Pfizer/Comirnaty e 10.450 da Butantan/Sinovac. Até o momento, a Paraíba já distribuiu 6.720.103 vacinas para os 223 municípios paraibanos e tem mais de 75% de sua população vacinada com pelo menos uma dose.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Imunizações da SES, Isiane Queiroga, os imunizantes foram distribuídos conforme solicitações municipais. Ela explica que fica operacionalizada a oferta da vacina para o público apto a receber a dose de reforço.

“A dose de reforço é destinada para todos os indivíduos com mais de 18 anos e deverá ser administrada cinco meses após a última dose do esquema vacinal primário dos imunizantes Pfizer, Astrazeneca e Coronavac”, explana.

Isiane Queiroga pontua que os municípios estão formalizando volume de vacinas em seus estoques e baixa procura por parte da população. A coordenadora reforça que, com base nos aprazamentos preconizados pelo Ministério da Saúde, 463.972 pessoas estão com esquemas vacinais atrasados. Ela reforça que os municípios precisam estar atentos aos seus estoques, realizar a busca ativa e avançar com a vacinação tanto de crianças e adolescentes, quanto da população adulta que precisa tomar a segunda dose ou a de reforço.

Até esta segunda-feira, 3.080.545 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 2.443.897 completaram os esquemas vacinais, o que representa 81,76% da população com idade a partir de 18 anos. Do total de vacinados com o esquema primário completo, 2.379.619 tomaram as duas doses e 64.278 utilizaram imunizante de dose única. Sobre as doses adicionais, foram aplicadas 9.894 em pessoas com alto grau de imunossupressão e 307.917 doses de reforço na população.

Atriz de diversas novelas da Globo morre na madrugada de hoje

Morre na madrugada desta segunda-feira, 06, a atriz Mila Moreira; a causa da morte não foi informada

Atriz Mila Moreira em foto de setembro de 2016 — Foto: Celso Tavares/G1

Morreu na madrugada desta segunda-feira (06) a atriz Mila Moreira. A informação foi confirmada pelo Hospital CopaStar, na Zona Sul do Rio, onde ela estava internada. A causa da morte não foi divulgada. Ainda não há informações sobre o velório e enterro da artista.

Mila começou a carreira como modelo, aos 14 anos, e participou de diversas novelas na TV Globo, entre elas “Plumas e Paetês” e “Marron Glacé”. Ao longo da carreira, ela esteve em cerca de 30 novelas e minisséries.

Ela foi uma das primeiras modelos a atuar em novelas. Em entrevista ao Vídeo Show, ela afirmou ter enfrentado preconceito. A estreia aconteceu em “Marron Glacé”, em 1979, quando interpretou Érica.

“Na época, não era comum ter uma modelo fazendo televisão, então, claro que, inicialmente, teve um preconceito. Todo mundo ficava esperando para meter o pau mesmo. Os olhares tortos eram mais por conta de ser uma pessoa fora da classe. Era como hoje, as pessoas ainda acham que você está roubando o trabalho dos outros. Você estuda para ser atriz e chega alguém que só porque é bonitinha e está na moda vira atriz”, disse Mila.

Último trabalho na TV

O último trabalho na TV foi a novela A Lei do Amor, em 2016. Mila ficou conhecida por interpretar mulheres elegantes como ela.

Entre novelas marcantes das quais a atriz participou estão “Elas por Elas”, “Corpo a Corpo”, “Que Rei Sou Eu?”, “Meu Bem, Meu Mal”, “Paraíso Tropical”, “Ti Ti Ti”.

G1 RJ

Conheça os tipos de juros aplicados em operações financeiras

Entenda direitinho como são calculados os juros, seja para quem pega dinheiro emprestado ou para quem investe 

Conhecer os tipos de juros pode ajudar a tomar decisões e fazer um planejamento financeiro adequado


Entenda direitinho como são calculados os juros

Os juros fazem parte do cotidiano financeiro da maioria das pessoas, seja para quem pega dinheiro emprestado ou para quem investe. Conhecer os tipos de juros pode ajudar a tomar decisões e fazer um planejamento financeiro adequado.

Conforme o Banco Central (BC), os juros são como o preço do “aluguel” do dinheiro por um período de tempo, a remuneração paga a quem emprestou o dinheiro ou aplicou os recursos. Os bancos e outras instituições financeiras fazem a intermediação entre quem tem dinheiro (poupador ou investidor) e quem precisa de dinheiro (tomador ou devedor).

O dinheiro do investidor aplicado na instituição financeira será emprestado ao tomador (devedor), que pagará o valor mais juros ao banco. O banco fica com parcela do valor pago como remuneração e devolve ao investidor a quantia acrescida de juros, na data combinada.

Assim, explica o BC, o tomador de crédito vai devolver ao banco um valor superior ao que tomou emprestado, e o poupador vai receber um montante maior do que o investido.

O cálculo é feito pela divisão dos juros contratados pelo capital emprestado ou poupado.

O BC cita como exemplo: se os juros cobrados por um empréstimo de R$ 1.000 durante um ano forem R$ 80, isso significa que o tomador pagou uma taxa de juros de 8% ao ano. O cálculo é feito da seguinte forma: juros/capital, ou seja, 80/1.000 = 8/100 por ano = 8% ao ano.

Em um investimento de R$ 1.000 com taxa de juros de 5% ao ano, o investidor receberá R$ 5 por cada R$ 100 investidos (5/100) durante um ano, o que, ao final do período, totalizará R$ 1.050.

Essa taxa é calculada sobre o capital inicial, que é o valor emprestado ou investido. Não há cobrança de juros sobre juros acumulados ao longo do tempo. Por exemplo, em um empréstimo de R$ 1.000, com taxa de juros simples de 8% ao ano, com duração de 2 anos, o total de juros será R$ 80 no primeiro ano e R$ 80 no segundo ano. Ao final do contrato, o tomador devolverá o principal e os juros simples de cada ano, ou seja, R$ 1.000+R$80+R$80=R$1.160.

Neste cálculo, explica o BC, para cada período do contrato, diário, mensal, anual, por exemplo, há um “novo capital” para a cobrança da taxa de juros contratada. Esse “novo capital” é a soma do capital e do juro cobrado no período anterior.

Por exemplo: em um empréstimo de R$1.000, com taxa de juros composta de 8% ao ano, com duração de 2 anos, o total de juros será R$ 80 no primeiro ano. No segundo ano, os juros vão ser somados ao capital (R$1.000 + R$ 80 = R$ 1.080), resultando em juros de R$ 86 (8% de R$ 1.080).

Os juros do primeiro ano (R$ 80) são somados aos juros do segundo ano (R$ 86), totalizando o valor de R$ 1.166 que deverá ser devolvido ao fim do empréstimo.

Essa é a taxa nominal, com o desconto da inflação. É uma taxa importante para os investidores que sempre buscam retorno acima da inflação, ou seja, com ganho real.

Por exemplo, se uma instituição financeira informar que a rentabilidade de um investimento é de 10% (juros nominais) e a inflação ficou em 2%. Com esses dados chega-se à taxa de juros real de aproximadamente 7,84%.

A fórmula para esse cálculo é: (1,10/1,02-1)*100

Além da taxa de juros, existem outros custos envolvidos nas operações de crédito. O Custo Efetivo Total (CET) foi criado para que o consumidor possa comparar melhor as condições dos financiamentos oferecidos pelas instituições financeiras.

O BC destaca que o CET deve ser expresso na forma de taxa percentual anual e incorpora todos os encargos e despesas incidentes nas operações de crédito: taxa de juro, tarifas, tributos, seguros e outras despesas.

A planilha de cálculo do CET deve explicitar, além do valor em reais de cada componente do fluxo da operação, os respectivos percentuais em relação ao valor total devido.

O demonstrativo de cálculo do CET deve ser destacado no contrato.

Valor financiado: R$ 1.000,00

Taxa de juro: 12% ao ano ou 0,95% ao mês

Prazo da operação: 5 meses

Prestação mensal: R$ 205,73

Tarifa de confecção de cadastro para início de relacionamento: R$ 50,00

IOF: R$ 10,00

Nessa operação, o CET será de 43,93% ao ano ou 3,08% ao mês. Esse percentual é maior do que a taxa de juros, de 12% ao ano.

No site do BC, há uma calculadora que ajuda a fazer os cálculos de juros. Acesse aqui.

Notícias ao Minuto

Consumo abusivo de álcool

55% dos brasileiros maiores de 18 anos de idade consomem bebidas alcoólicas, aponta pesquisa do Datafolha 

Venda de bebidas 1200x480 300x120 - 55% dos brasileiros maiores de 18 anos consomem bebidas alcoólicas, aponta pesquisa

Uma pesquisa encomendada pelo Ibrafig (Instituto Brasileiro do Fígado) ao Datafolha mostrou que 55% dos brasileiros com mais de 18 anos de idade consomem bebidas alcoólicas, sendo que 32%, ou seja, um em cada três indivíduos, consomem semanalmente. Desses, 44% consomem mais de três doses por dia ou ocasião e nesse grupo 11% consomem acima de dez doses por dia. A dose padrão à qual a pesquisa se refere é a de 14 g de álcool puro, o que corresponde a 45 ml de destilado, ou 15 ml de vinho ou a uma lata de cerveja.

Realizado em setembro, o levantamento revelou ainda que entre aqueles que afirmam consumir de uma a duas doses de álcool por dia ou ocasião, as mulheres (42%) consomem mais do que homens (32%) e mais do que a média nacional (37%), assim como pessoas acima de 60 anos de idade (52%). Segundo a pesquisa, à medida que aumenta o consumo por dia, diminui a faixa etária, sendo de 10% e 12% entre pessoas de 18 a 59 anos de idade, contra 5% entre os maiores de 60 anos de idade.

Entre os brasileiros que consomem três ou mais doses de bebida por vez, 44% são homens, percentual que sobe para 49% entre os homens nas classes AB. A maioria dos entrevistados acredita que o consumo frequente de álcool lidera o ranking de causa tanto do câncer de fígado quanto da cirrose, mas a maioria (56%) negligencia sua saúde quando afirma nunca ter feito exame para avaliar dano do fígado relacionado ao consumo de álcool.

De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro do Fígado, Paulo Bittencourt, não existe limite de segurança para o consumo, já que a sensibilidade ao álcool é individual. Entretanto, de modo geral, para pessoas sem doença hepática, o consumo moderado, que é de 14 doses para homens por semana, ou sete doses para mulheres por semana, pode ser considerado seguro. Para aqueles que têm algum tipo de doença ou gordura no fígado o indicado é não consumir.

“Mesmo aquelas pessoas que bebem apenas aos finais de semana, conhecidos como bebedores sociais, têm risco duas vezes maior de cirrose, quando seguem o padrão de consumo caracterizado pela OMS [Organização Mundial da Saúde] como bebedor pesado episódico (BPE), isto é, mais de quatro e cinco doses de álcool por ocasião, respectivamente para mulheres e homens”, diz o instituto.

Segundo o instituto, apesar dos riscos, a maioria das pessoas que consome bebidas alcoólicas não desenvolverá cirrose e câncer de fígado, porque para isso, além do uso abusivo do álcool existe susceptibilidade individual, fatores genéticos e ambientais, tais como doença hepática subjacente, obesidade e diabetes que aumentam o risco de dano hepático pelo álcool.

Paulo Bittencourt alertou ainda para o fato de que o excesso de consumo de bebida alcoólica, ou a popularmente conhecida como ressaca, não pode ser contrabalançado com chás, produtos rotulados como detox ou medicamentos chamados hepatoprotetores, porque essas medicações não oferecem proteção ao fígado contra os efeitos nocivos do álcool.

“A recomendação é pelo consumo moderado e consciente, dentro dos padrões considerados como mais seguros, para quem não tem doença hepática. Entretanto, para quem passou ocasionalmente do limite, é importante compensar o uso abusivo com abstinência de álcool nos dias subsequentes, beber bastante líquido e se alimentar de forma adequada. O uso de analgésicos pode potencializar seus efeitos hepatotóxicos associado ao uso de álcool”, explicou o especialista.

Para diagnosticar a saúde do fígado, o recomendado é que sejam feitos exames de avaliação de enzimas hepáticas (sangue) disponíveis nas redes pública e privada em todos os indivíduos que façam consumo abusivo de álcool, mesmo aqueles com padrão de bebedor pesado episódico.

Fonte: Agência Brasil - Créditos: Polêmica Paraíba - Publicado por: Samuel de Brito

BC vai criar o real digital, versão virtual da moeda brasileira

Após o sucesso do PIX, Banco Central quer ampliar formas de pagamento no País e prepara moeda virtual para 2022

A instituição lançou na semana passada um laboratório para avaliar possibilidades de uso e a capacidade de execução de projetos com o real digital


Banco Central prepara moeda virtual para 2022

Programar uma geladeira inteligente para comprar sozinha os produtos que estão faltando ou ter os itens cobrados automaticamente quando são colocados no carrinho do supermercado sem precisar passar pelo caixa podem parecer cenas de um filme futurista. Mas são promessa do Banco Central para uma realidade não muito distante.

Depois do sucesso do Pix, o BC quer ampliar as formas de pagamento no País com o real digital, ou a versão virtual da moeda brasileira. A instituição lançou na semana passada um laboratório para avaliar possibilidades de uso e a capacidade de execução de projetos com o real digital e prevê começar testes com grupos específicos até o fim de 2022.

O real digital também tende a facilitar e baratear a criação de contratos de empréstimos personalizados, para poucos dias ou com pagamentos em meses específicos. E ainda pode favorecer a integração com sistemas de pagamentos internacionais, permitindo que se faça uma compra em outro país com conversão imediata.

Os testes, contudo, tendem a durar um bom tempo, e a moeda virtual deve demorar muito mais que o Pix para chegar ao consumidor final. O BC vai precisar criar um novo ambiente financeiro para colocá-la de pé, com todas as garantias de segurança e proteção de dados dos consumidores.

"É quase como se estivéssemos fazendo mais um sistema financeiro para funcionar acoplado ao que temos hoje", destaca o coordenador dos trabalhos sobre o real digital no BC, Fabio Araujo.

O Banco Central já definiu algumas diretrizes para o real digital, mas espera o resultado do laboratório para fechar o desenho completo. Já está certo que a moeda virtual vai ser "idêntica" ao real em papel, mas só vai poder ser usada em transações eletrônicas e será armazenada em carteiras digitais de instituições financeiras. A moeda digital vai além do Pix ou qualquer transferência eletrônica porque permitirá movimentar reais que não existem fisicamente.

Diferença

A tecnologia a ser utilizada ainda não foi definida, mas o blockchain, que é usado nas criptomoedas, como o bitcoin, é o caminho mais provável. Porém, diferentemente do bitcoin e de outros criptoativos, o real digital estará sob o controle do BC, ou seja, será uma Moeda Digital do Banco Central (CBDC, na sigla em inglês).

Na prática, será reconhecido oficialmente como moeda brasileira. Ou seja, o valor sempre estará atrelado ao mesmo do real convencional. Já as criptomoedas não são consideradas moedas correntes, mas um ativo (que precisa ser convertido por uma moeda convencional, seja dólar ou real) com valor instável e efeito especulativo.

Hoje, apenas as Bahamas têm uma CBDC em plena operação, o sand dollar (dólar de areia), mas outros bancos centrais estão desenvolvendo suas moedas digitais. A China já tem um piloto em funcionamento em algumas cidades e pretende fazer testes com visitantes nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, no ano que vem.

Suécia, Coreia e Japão também estão mais avançados. Mas a maioria dos projetos mais adiantados planeja resolver problemas do sistema de pagamentos atual, como concentração de mercado ou ausência de um meio de pagamento instantâneo.

No Brasil, a expectativa é que o real digital aumente a inovação, criando soluções que não eram viáveis com o dinheiro em papel ou então barateando as já existentes.

"Muitos bancos centrais pretendem melhorar o sistema de pagamentos ou trazer acesso aos não bancarizados. Não é o caso do Brasil, que já tem o Pix. O BC quer uma maior eficiência de troca em um mundo digital", explica Marcos Viriato, presidente da Parfin, fintech global de criptomoedas e especialista no assunto.

"Não estamos atrasados em relação a países que estão fazendo pagamentos de atacado e pagamentos instantâneos, porque já temos soluções e a CBDC traria apenas ganhos marginais sobre elas. Então, temos tempo para desenvolver uma plataforma de pagamentos inteligentes e trazer inteligência do mercado cripto para dentro do ambiente de forma segura", diz Araujo, do BC.

Possibilidades

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criou um grupo de trabalho para debater o real digital e, com ajuda de uma consultoria, encontrou 26 possibilidades de uso da moeda no mundo. No caso brasileiro, porém, seriam 12, divididos em três grandes grupos.

O primeiro deles seria o delivery versus pagamento, que são soluções que permitiriam que o pagamento de uma encomenda ocorresse ao mesmo tempo da entrega. Já o segundo grupo é de formas de pagamento conectado à internet das coisas, como é o caso da geladeira inteligente, em que máquinas tomam decisões com base em algum evento do mundo real.

Outra aplicação diz respeito à "tokenização" de investimentos tradicionais, isto é, representados em ambiente digital e negociados via blockchain. A vantagem, neste caso, é que o token - que representa uma obra de arte, um imóvel ou uma arroba de boi, por exemplo - pode ser dividido em partes, com valores mais "acessíveis" para a maioria dos brasileiros.

Segundo o diretor de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban, Leandro Vilain, o grupo agora vai dar um "mergulho mais profundo" nesses 12 casos para avaliar quais seriam os prioritários, com base nas demandas do cliente. A expectativa é de que até o fim do ano a Febraban tenha em mãos e apresente ao BC uma lista de projetos que o setor tem mais apetite para investir.

Passo a passo

O edital para a inscrição de projetos relacionados ao real digital no laboratório criado pela Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac) em parceria com o BC ficará aberto de 10 de janeiro a 11 de fevereiro. A seleção vai mirar modelos de negócios que tragam ganhos para o sistema financeiro atual e que tenham capacidade de execução ao longo do processo.

"Temos conversado com os bancos e fintechs. Temos um leque de ideias, mas queremos saber onde tem interesse do mercado em atuar para saber por qual caminho vamos desenvolver a tecnologia", explica Araujo, do BC.

As propostas selecionadas serão divulgadas no início de março e, na sequência, de 28 de março a 29 de julho, será a etapa de execução. Nessa fase, servidores do Banco Central e voluntários do mercado e da academia farão um acompanhamento da evolução dos projetos a cada 15 dias.

A expectativa da direção do BC é de que, ao final desse processo, já tenha produtos maduros que poderiam ser levados para o mundo real. Depois, o órgão precisará integrá-los ao sistema atual, um processo que deve demorar mais tempo. "Mas a ideia é fazer algumas integrações parciais para ter pilotos específicos e testar com consumidores e provedores de serviços financeiros", afirma Araujo. "Nós esperamos que a fase de pilotos se inicie em 2022 e entre em 2023."

Notícias ao Minuto com informações do jornal O Estado de S. Paulo

Caso do casal fazendo sexo na areia da praia

Após publicação de vídeo, caso de sexo em praia famosa do Rio de Janeiro não será investigado pela Polícia Civil 

sexo - Após publicação de vídeo, caso de sexo em praia não será investigado

Foto: Reprodução Meia Hora

A Polícia Civil informou que não houve registro sobre o caso de atentado ao pudor, do último sábado, 04, na Praia do Forte, em Cabo Frio, na Região dos Lagos. Na ocasião, um casal foi filmado fazendo sexo na areia da praia. A Polícia Militar informou que o 25º BPM (Cabo Frio) não foi acionado para a ação.

O vídeo foi publicado nas redes sociais e viralizou durante o fim de semana. Procurada, a Prefeitura de Cabo Frio informou que a ocorrência de ato libidinoso compete à atuação da Polícia Militar, e a investigação, a partir do registro, compete à Polícia Civil.

Ainda de acordo com o município, fiscais que trabalham no ordenamento de barracas, trabalhadores ambulantes, empresas de turismo náutico e patrimônio ambiental, não presenciaram o caso, nem procuraram as autoridades. A Guarda Civil Municipal, que é responsável pelo ordenamento do trânsito e pela proteção ao patrimônio público, também não recebeu nenhuma denúncia sobre a prática.
Nas redes sociais muitas pessoas comentavam sobre o vídeo.

“Nunca vou entender que acha normal um casal hétero transando em um lugar público, na frente de todos e inclusive na frente de crianças e enquanto um casal gay que passeia de mão dadas é agredido por estar de mão dadas na frente de todo mundo e de crianças”, disse uma usuária do Twitter.

“Engraçado é que esse povo que está rindo e filmando e o mesmo povo que se dizem defensores da moral e dos bons costumes, e que fazem todo um escarcéu quando um casal homoafetivo se beija ou anda de mãos dadas. Uma verdadeira hipocrisia esse país”, comentou outra.

“Acho isso uma coisa tão absurda, impossível achar normal fazer essas paradas em lugar público”, disse outra internauta.

“Em plena luz do dia, com a praia cheia. Coragem irmão”, disse uma jovem na rede social.

Fonte: Meia Hora - Créditos: Polêmica Paraíba - Publicado por: Adriany Santos

Polêmica sobre queda no preço dos combustíveis

‘NENHUMA DECISÃO TOMADA’: Petrobras nega ter antecipado ao presidente Jair Bolsonaro queda no preço da gasolina

Capturar.JPGjjlol - 'NENHUMA DECISÃO TOMADA': Petrobras nega ter antecipado a Bolsonaro queda no preço da gasolina

A Petrobras declarou, na manhã desta segunda-feira (6/12), que não antecipa mudança nos preços dos combustíveis e que não há nenhuma decisão tomada por seu Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) que ainda não tenha sido anunciada ao mercado.

Segundo a estatal, as alterações nos preços dos produtos “são realizadas no curso normal de seus negócios e seguem as suas políticas comerciais vigentes”. O comunicado da estatal ocorre um dia após o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmar ao jornal Poder360 que a estatal anunciará nesta semana uma redução no valor dos combustíveis.

“A Petrobras começa, esta semana, já a anunciar redução do preço do combustível. O que eles [prefeitos] têm alegado, que eu tenho ouvido eles reclamarem, é que com o aumento do combustível aumenta o preço da passagem. Agora, seria bom que eles procurassem os governadores”, disse o chefe do Executivo federal. “Até porque quando o brent cai, essa coisa é automática, não é bola de cristal”.

Depois de dizer que não comentaria as declarações de Bolsonaro, a estatal afirmou que tem um compromisso com “a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais”.

Privatização da Petrobras

Há tempos o titular do Palácio do Planalto reitera que a responsabilidade pelos altos valores da gasolina e do botijão de gás é dos governadores. Segundo Bolsonaro, o custo desses insumos tem relação com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é uma taxa estadual.

Na semana passada, Bolsonaro chegou a afirmar que pensava em “rever” a paridade internacional dos preços da Petrobras. “[A Petrobras] É uma empresa sobre a qual eu não tenho domínio, tem aparelhamento. Ela busca o lucro. Tivemos um problema sério no passado. Além da corrupção, a questão da paridade com o preço internacional. Estamos buscando rever essa questão”, disse, durante entrevista à rádio Portal Correio, da Paraíba.

Fonte: Metrópoles - Publicado por: Fabricia Oliveira

Expectativa de novos reajustes nos preços de combustíveis

Petrobras esclarece que ajustes de preços dos combustíveis são feitos no curso normal e seguem políticas comerciais

Segundo reportagem do Poder360, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse que a Petrobras começará a partir desta semana a anunciar a diminuição no preço dos combustíveis


Petrobras: ajuste de preço é feito no curso normal e segue políticas comerciais

A Petrobras esclareceu nesta segunda-feira, 06, após notícias veiculadas na imprensa a respeito de expectativa de novos reajustes nos preços de combustíveis, que ajustes de preços de produtos são realizados no curso normal de seus negócios e seguem as suas políticas comerciais vigentes. "A Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato da volatilidade externa e da taxa de câmbio causada por eventos conjunturais", afirma a estatal em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Segundo reportagem do Poder360, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse que a Petrobras começará a partir desta semana a anunciar a diminuição no preço dos combustíveis.

A Petrobras diz que monitora continuamente os mercados, o que compreende, dentre outros procedimentos, a análise diária do comportamento de nossos preços relativamente às cotações internacionais. "A Petrobras não antecipa decisões de reajuste e reforça que não há nenhuma decisão tomada por seu Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) que ainda não tenha sido anunciada ao mercado", afirma.

Notícias ao Minuto

domingo, 5 de dezembro de 2021

Aniversariante do Dia

Os parabéns especiais do Blog JURU EM DESTAQUE deste domingo são para Alfredo Mendes

Parabéns, Alfredinho!
Que a alegria acompanhe você por todos os momentos e que Deus continue guiando todos os seus passos e iluminando cada vez mais os seus pensamentos.
Feliz aniversário!