sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Pesquisa mostra Flávio à frente de Lula no 2º turno com 6 pontos

ELEIÇÕES 2026: Pesquisa do instituto PoderData aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no segundo turno; VEJA OS NÚMEROS

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na liderança da disputa pelo segundo turno da Presidência da República, com 53% dos votos válidos, contra 47% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A votação está marcada para 25 de outubro.

O levantamento é o primeiro divulgado pelo PoderData, em parceria com o Aya Bancah, após o primeiro turno. Na votação, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, com 56.104.503 votos, enquanto Lula registrou 45,16%, com 53.879.538 votos. A diferença inicial, portanto, era de 1,87 ponto percentual. Agora, segundo a pesquisa, a vantagem do candidato do PL chega a seis pontos.

Realizada entre 05 e 07 de outubro, a sondagem mostra uma mudança no cenário em relação à semana anterior. Em sete dias, a intenção de voto em Lula caiu três pontos percentuais, enquanto a de Flávio avançou na mesma proporção. O empate numérico registrado às vésperas do primeiro turno deu lugar à liderança do senador. Os percentuais consideram apenas os votos válidos, conforme determina a legislação eleitoral, que exclui brancos e nulos.

Expectativa de vitória

A pesquisa também mediu quem os eleitores acreditam que vencerá a eleição, independentemente de sua própria intenção de voto. Flávio é apontado como favorito por 54% dos entrevistados, enquanto 37% apostam na vitória de Lula. Outros 9% não souberam responder.

Em apenas uma semana, a expectativa de vitória de Flávio cresceu nove pontos percentuais. No mesmo período, a percepção de uma possível vitória de Lula recuou 11 pontos. Antes do encerramento do primeiro turno, 48% acreditavam na reeleição do atual presidente, contra 45% que esperavam a vitória do senador.

Entre os eleitores que votaram em Flávio no primeiro turno, 92% dizem acreditar na eleição do candidato. Entre os eleitores de Lula, 76% demonstram confiança na vitória do petista. Já entre aqueles que votaram em outros candidatos na primeira etapa, Flávio aparece como o nome mais citado como provável vencedor.

Desempenho por perfil do eleitorado

Lula mantém vantagem entre as mulheres: 50% contra 42% de Flávio. O senador, por outro lado, apresenta desempenho superior no Centro-Oeste (54%), Sudeste (51%) e Sul (58%). Também lidera entre os eleitores com ensino médio completo, segmento no qual registra 55%.

Flávio também reduziu sua rejeição. Atualmente, 43% dos entrevistados afirmam que não votariam nele “de jeito nenhum”, três pontos a menos que na pesquisa anterior. A rejeição a Lula caiu um ponto percentual, de 47% para 46%.

Avaliação do governo

A avaliação do governo federal permanece desfavorável ao Palácio do Planalto. Segundo a pesquisa, 49% desaprovam o desempenho pessoal de Lula, enquanto 44% aprovam e 7% não souberam responder.

Na avaliação da administração federal como um todo, 50% dos entrevistados desaprovam o governo, contra 44% que aprovam. Outros 6% não responderam.

Quando convidados a classificar a gestão, 37% consideram o governo “ótimo” ou “bom”; 14% o avaliam como “regular”; e 46% classificam o trabalho como “ruim” ou “péssimo”. Outros 3% não responderam.

Cenário histórico

Desde a redemocratização, nenhum candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar conseguiu vencer a eleição presidencial no segundo turno. O cenário apontado pela pesquisa coloca Lula diante do desafio de reverter a tendência registrada nas duas semanas restantes de campanha.

O levantamento do PoderData foi realizado com recursos próprios e teve parceria de divulgação do Aya Bancah. Foram entrevistadas 3 mil pessoas, por meio de ligações para telefones fixos e celulares, em 705 municípios das 27 unidades da Federação.

A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08134/20.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Por Gutemberg Cardoso

Augusto Cury anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

Escritor condicionou a adesão a um termo com oito metas, da reforma para extinguir a reeleição à criação de rede pública de telemedicina

Foto: Reprodução/Marina Uezima
Foto: Reprodução/Marina Uezima

No segundo turno, o apoio a Flávio Bolsonaro terá o respaldo do escritor Augusto Cury (Avante), que também disputou a Presidência. O anúncio foi definido depois de uma videochamada que durou mais de uma hora na manhã dessa quinta-feira (08).

Como condição para aderir, Cury apresentou uma lista de medidas, e Flávio concordou em registrá-las por escrito em uma carta.

O documento, intitulado ‘Termo de Compromisso Público com o Brasil’, foi assinado em Brasília às 12h30 desta quinta-feira. Nele, Flávio declara que o acordo não envolve ‘qualquer troca de cargos, vantagens pessoais’ e afirma que o pacto se apoia na defesa da democracia, na alternância de poder e na pacificação nacional.

Um apoio ‘condicionado’, não cheque em branco

Flávio deixa claro no texto que a confiança demonstrada por Cury ‘não constitui um cheque em branco’. De acordo com a carta, esse apoio está condicionado ao respeito aos princípios acordados, à transparência, à responsabilidade fiscal e às instituições, somado à permanente prerrogativa de ‘cobrar, questionar, criticar e exigir coerência entre as palavras e os atos’.

No documento, aparece ainda a inquietação do escritor diante das dívidas que afetam os lares brasileiros, com registro de que o percentual de endividados passa de 82%. Há também o resgate de uma declaração atribuída a Cury: ‘o dinheiro não garante a felicidade, mas a falta de dinheiro garante ansiedade’.

Os oito compromissos firmados

A carta lista oito pontos que Flávio promete perseguir:

  1. Fim da reeleição presidencial: propor emenda à Constituição que acabe com a reeleição ao cargo, de modo a frear o personalismo, o populismo e o aparelhamento do Estado para quem quer se eternizar no poder.

  2. Revolução da educação: estender a jornada escolar integral, com disciplinas voltadas a oratória, finanças e empreendedorismo; dar aos docentes capacitação permanente e remuneração maior; e ampliar a oferta técnica e profissionalizante na etapa do ensino médio.

  3. Revolução da saúde e da telemedicina: montar, dentro do SUS e com suporte de inteligência artificial, uma das maiores estruturas públicas de telemedicina do planeta, a fim de encurtar as filas para especialistas, hoje acima de 50 dias de espera.

  4. Proteção integral às mulheres: elevar o combate à violência de gênero a prioridade nacional, por meio de aplicativo com botão de pânico conectado às forças de segurança, reforço das delegacias especializadas e medidas protetivas.

  5. Cooperativismo: respaldar o ato cooperativo, as cooperativas e a verticalização agroindustrial.

  6. Financiamento de microempresas, mobilizar o BNDES e outros agentes para viabilizar crédito a milhões de microempreendimentos e criar escolas de empreendedorismo em comunidades e escolas públicas.

  7. Revolução da agricultura: perseguir a meta de duplicar em dez anos a produção nacional de alimentos, com ciência, irrigação sustentável e crédito rural, com a mira em nutrir mais de dois bilhões de pessoas no mundo.

  8. Pacificação nacional, governar sem vingança ou perseguição política, abrangendo brasileiros ‘de direita, de esquerda, de centro’ e os sem identificação ideológica.

‘Mente capitalista e coração social’

Ao final, o documento sustenta que um novo modelo de liderança é necessário ao país, caracterizado como ‘uma mente capitalista e um coração social’. Com os oito pontos, Flávio manifesta concordância e se compromete a usar sua influência política para torná-los realidade, desde que sejam observadas as competências constitucionais da Presidência e a indispensável atuação do Congresso diante das reformas.

O encerramento da carta registra que ‘o poder passa, os cargos terminam, mas as sementes que plantamos podem transformar a história de uma nação’.

Fonte: Polêmica Paraíba com CNN Brasil

Pesquisa mostra Flávio Bolsonaro na frente de Lula no 2º turno

Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula, 48% em votos válidos no segundo turno, mostra levantamento do Datafolha

Votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos e são a métrica do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para contabilizar o placar final no dia do pleito


Flávio Bolsonaro tem 52% e Lula, 48% em votos válidos no segundo turno, mostra Datafolha
© Getty Images

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O primeiro levantamento do Datafolha feito após a definição da disputa de segundo turno da eleição presidencial mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 52% em votos válidos e o presidente Lula (PT), com 48%. 

Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos e são a métrica do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para contabilizar o placar final no dia do pleito.

Em votos totais, Flávio fica com 49% e Lula, com 45%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. Indecisos, ponto focal de uma corrida que pode ser definida nos detalhes, somam 1%. Já dizem que vão votar em branco ou anular outros 5%.

No primeiro turno, realizado no domingo passado (04), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ganhou 47,03% dos válidos, ante 45,16% do petista.

O Datafolha foi às ruas na terça-feira (06) e na quarta-feira (07), em um trabalho encomendado pela Folha e pela TV Globo registrado com o código BR-02949/2026 no TSE. Foram entrevistados 2.520 eleitores.

A aferição dos pesquisadores ocorreu em meio a momentos díspares das campanhas que polarizaram toda a disputa até aqui.

Flávio surfa o otimismo do resultado expressivo da direita no primeiro turno e o fato de que acabou à frente de Lula, após estar atrás ou empatado com o presidente nas pesquisas até a véspera -ainda que os levantamentos sejam instantâneos da disputa, não previsões.

Na véspera do voto, o Datafolha fotografou Lula com os mesmos 45% dos válidos da quinta-feira (1º) e Flávio oscilando dois pontos para cima, chegando a 42%. Na urna, só o senador ficou acima do rival - dentro da margem de erro, se fosse uma pesquisa.

Seja como for, o senador vendeu a partir da segunda-feira (06) uma imagem de virada irrefreável, que temperou ao colher apoio de partidos como o PP e Republicanos e rivais como Ronaldo Caiado, cujo PSD, entretanto, não se alinhou a ninguém.

O presidenciável tem falado como eleito, e já delineou planos que antes não eram ouvidos em público, como o de mudanças constitucionais no sistema político e no Judiciário, uma obsessão do clã Bolsonaro no embate com o Supremo Tribunal Federal que viu o patriarca por fim preso.

Também prometeu suspender a reforma tributária, que passará a valer em etapas a partir de 2027, propor o fim da reeleição e a eventual extensão de mandatos do Executivo. Se isso estava perdido em linhas de seu programa de governo enviado ao TSE, nunca foi enunciado claramente por Flávio.

Do lado de Lula, além do desânimo natural para uma equipe que parecia otimista em excesso, há o problema da abstenção, que no primeiro turno atingiu recordistas 21,08%. Foram 33,4 milhões de eleitores, numa disputa em que o presidente ficou 2,2 milhões de votos atrás de Flávio.

O petista tem melhor intenção de voto em grupos que costumam faltar mais, com os menos escolarizados. Fazer esse eleitor ir às urnas foi foco do presidente no seu discurso admitindo o revés, na noite do domingo.

Depois sobrevieram as usuais acusações sobre de quem foi a culpa, se do governo com má avaliação ou da campanha, criticada por aliados e pelo próprio Lula.

O presidente disse nesta quarta-feira (07) que sua jornada foi a "mais desorganizada" das sete eleições ao Planalto que disputou desde 1989.

Enquanto isso, a lavagem de roupa suja entre seus coordenadores e balões de ensaio, como postar o vice Geraldo Alckmin (PSB) na Fazenda em caso de vitória, começaram a ser soltos. O petista também conta com a votação do fim da escala 6x1, pauta popular que o opõe a Flávio, no Senado na semana que vem.

Ainda falta uma tática clara ao petista, que tem escasso tempo e também tenta mirar o público das redes sociais: o horário eleitoral começa já nesta sexta-feira (09), e o segundo turno será daqui a três domingos, no dia 25.

Desde a redemocratização, nenhum candidato que ficou em segundo lugar no primeiro turno acabou vencedor. No pleito passado, quando enfrentou em 2022 o pai de Flávio, Lula iniciou a disputa do tira-teima marcando 53% a 47% sobre Bolsonaro nos válidos. Acabou vencendo por 1,8 ponto percentual.

Blog JURU EM DESTAQUE com Notícias ao Minuto

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Datafolha divulga primeira pesquisa presidencial do segundo turno

Instituto de pesquisa Datafolha divulga primeira pesquisa presidencial do segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula nesta quinta-feira (08/10)

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Datafolha divulga nesta quinta-feira (08/10) a primeira pesquisa presidencial para a disputa de 2º turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

Os resultados serão divulgados depois das 18h.

O instituto foi a campo para avaliar como o eleitorado brasileiro está desde o resultado do 1º turno, em que o senador terminou à frente do atual presidente.

O Datafolha entrevistou 2.520 pessoas com 16 anos ou mais entre esta terça-feira (06) e quinta-feira (08).

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-02949/2026.

Além da disputa presidencial, o instituto divulga uma nova rodada da pesquisa para o governo do Distrito Federal, onde haverá segundo turno. A atual governadora, Celina Leão, que busca a reeleição, recebeu 49,93% dos votos no primeiro turno, contra 34,47% de Leandro Grass (PT).

Fonte: G1 - Créditos: Polêmica Paraíba - Vitor Azevêdo

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Crise no casamento do ex-deputado Fábio Faria e a filha de Silvio Santos

Patrícia Abravanel e Fábio Faria deixam de morar juntos em meio a polêmica com Daniel Vorcaro

Mensagens trocadas entre o ex-deputado e o empresário Daniel Vorcaro teriam acelerado o distanciamento do casal, segundo Leo Dias


Patrícia Abravanel e Fábio Faria deixam de morar juntos em meio a polêmica com Vorcaro

Mesmo sem o fim oficial do casamento, Patrícia Abravanel e Fábio Faria não vivem mais sob o mesmo teto. Quem revelou o caso foi o jornalista Léo Dias, no programa ‘Melhor da Tarde’.

O afastamento entre o casal, conforme o jornalista, teria se acentuado durante os desdobramentos que envolvem mensagens entre o ex-deputado e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Conforme contou Leo Dias, enquanto a apresentadora permanece em São Paulo, Fábio Faria teria rumado a Curitiba acompanhado de um dos filhos.

Afastamento do SBT por cerca de 40 dias

Além de se distanciar do marido, Patrícia optou por pausar temporariamente as atividades na emissora. Para sustentar esse intervalo longe das câmeras, ela adiantou gravações e deixou diversos programas prontos.

Pessoas próximas ao casal descrevem o momento como delicado. A situação teria gerado decepção entre os envolvidos, e o rumo do relacionamento continua sem definição.

Apesar da separação física, fontes ligadas ao casal não teriam descartado por completo uma possível reaproximação. Ainda assim, de acordo com o que foi divulgado, as chances de reconciliação neste momento são tidas como nulas.

Caso envolvendo Vorcaro e suposta traição

Tudo começou quando trocas de mensagens entre Fábio Faria e Daniel Vorcaro chegaram ao conhecimento público, desencadeando a crise.

Diante do conteúdo desses diálogos, o ex-deputado passou a ser peça central de uma investigação ligada a uma festa que ocorreu na capital paulista em outubro de 2023.

De acordo com os diálogos analisados pela Polícia Federal, Faria teria colaborado na montagem da lista de convidados da festa, que teria juntado 120 mulheres e 20 homens. Entre as normas do encontro, estaria a proibição de aparelhos celulares.

O recrutamento de mulheres por agências caberia a Vorcaro e a um promoter, ao passo que a Fábio Faria tocaria chamar autoridades e nomes da política.

Quem foi mencionado nas conversas negou presença no evento. No caso de Fábio Faria, a defesa contestou o que associaram ao caso, afirmando que as citações seriam infundadas ou distorcidas.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Pedro Nery

Blog JURU EM DESTAQUE parabeniza a prefeita de Juru pelo seu dia

HOMENAGEM E RECONHECIMENTO: 11 de abril ou 06 de outubro, duas datas para celebrar o Dia do Prefeit0 e da Prefeita

"Ser prefeito é viver diariamente o compromisso de cuidar da população e transformar a cidade em um lugar melhor para todos."

Em 06 de outubro, data em que é comemorado o Dia do Prefeito, o Blog JURU EM DESTAQUE presta homenagem e reconhecimento a prefeita de Juru-PB, Solange Félix, por dedicar seu dia a dia em busca de melhorias e dignidade para as pessoas, na construção de um município cada vez mais forte.

Seja em 06 de outubro ou em 11 de abril, data em que foi criado o primeiro cargo de prefeito no Brasil - em 11 de abril de 1985 (durante o período imperial/provincial paulista) -, o que realmente importa é reconhecer quem está todos os dias à frente do município, enfrentando desafios, tomando decisões e trabalhando para melhorar a vida das pessoas.

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Caiado anuncia apoio a Flávio Bolsonaro

Ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições contra Lula

Foto: Sam Pancher/Metrópoles
Foto: Sam Pancher/Metrópoles

O candidato derrotado à Presidência da República e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) anunciou, durante a tarde desta terça-feira (06), o apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa do segundo turno das eleições contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Pode contar com nosso apoio, estamos a sua disposição para entrar onde for no nosso país e dizer que o estado brasileiro não se curva ao crime e à bandalheira”, afirmou Caiado.

O evento para o anúncio ocorreu no comitê do governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela. Flávio Bolsonaro e o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), estiveram presentes.

A agenda ocorre um dia depois de Flávio telefonar para Caiado para tratar do apoio e reúne prefeitos e parlamentares ligados ao grupo político de Caiado.

Ronaldo Caiado, terminou em quinta colocação para Presidência no primeiro turno,com cerca de 2,6 milhões de votos, o equivalente a 2,18% dos votos. O ex-governador ficou atrás de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro, Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão).

Na última segunda-feira (5), Romeu Zema (Novo), que ficou em 6º lugar no primeiro turno da eleição presidencial de 2026, anunciou apoio à candidatura de Flávio.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Juliana Cavalcanti

Derrota amarga

Deputado federal Romero Rodrigues teve mais votos que quatro candidatos eleitos e ficou de fora da Câmara dos Deputados

Foto: reprodução/Redes Sociais

O resultado das eleições para deputado federal na Paraíba voltou a evidenciar uma característica do sistema proporcional brasileiro: ter uma votação individual maior que a de um candidato eleito não garante, necessariamente, uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Pelo menos três candidatos com mais de 60 mil votos terminaram a disputa na condição de suplentes, mesmo tendo recebido mais votos que parlamentares que conquistaram uma das 12 vagas destinadas à Paraíba.

O caso mais emblemático é o do deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) que disputava a reeleição. O ex-prefeito de Campina Grande recebeu 96.445 votos, mas não conseguiu uma cadeira. A votação de Romero foi superior a pelo menos de quatro deputados eleitos: Wellington Roberto, com 84.419 votos; Dr. Damião, com 74.632; George Morais, com 57.454; e Pollyanna, com 50.922 votos.

A diferença chama atenção porque Romero terminou a eleição com 11.813 votos a mais que Wellington Roberto, 21.813 a mais que Dr. Damião, 38.991 a mais que George Morais e 45.523 votos acima de Pollyanna.

Outros dois nomes tradicionais da política paraibana também ficaram na suplência apesar de uma votação superior à de candidatos que conquistaram vaga.

Outros dois deputados federais que disputavam a reeleição também ficaram de fora. Mersinho Lucena (PSD) obteve 62.981 votos. A votação foi maior que a de George Morais e Pollyanna, ambos eleitos. Já Luiz Couto (PT) alcançou 62.212 votos, também superando individualmente os dois candidatos que ficaram nas últimas posições entre os eleitos.

A lista de suplentes inclui ainda Tião Gomes (Republicanos), com 45.380 votos, além de outros candidatos que não alcançaram uma das 12 cadeiras em disputa.

A explicação está no sistema proporcional, utilizado nas eleições para deputado federal. Nesse modelo, as vagas não são definidas simplesmente pela ordem dos candidatos mais votados individualmente.

Primeiro, os votos obtidos pelos candidatos e os votos de legenda são considerados na composição da votação dos partidos e federações. A partir daí, são calculados o quociente eleitoral, o quociente partidário e as médias utilizadas na distribuição das vagas.

Por isso, um candidato pode receber uma votação individual expressiva e, ainda assim, ficar fora, enquanto outro, com menos votos nominais, pode conquistar uma cadeira caso seu partido ou federação tenha alcançado desempenho suficiente para garantir a vaga.

Na eleição para deputado federal na Paraíba, esse mecanismo produziu uma das situações que mais chamam atenção no resultado: Romero Rodrigues, com 96.445 votos, ficou como suplente, enquanto candidatos com votações significativamente menores conseguiram chegar à Câmara.

O resultado mostra, na prática, que na disputa proporcional o voto no candidato está diretamente ligado ao desempenho coletivo da legenda ou federação pela qual ele concorre.

Blog JURU EM DESTAQUE com PB Agora

Veja quem teve mais votos e não foi eleito deputado estadual

Nove candidatos tiveram mais votos que deputados estaduais eleitos, mas ficaram fora da Assembleia Legislativa da Paraíba

O resultado das eleições para a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) produziu uma das situações mais emblemáticas do sistema proporcional: nove candidatos obtiveram mais votos do que alguns parlamentares eleitos, mas não conquistaram uma cadeira na Casa de Epitácio Pessoa.

O caso ocorre porque, nas eleições proporcionais, não basta ter uma votação individual alta. A distribuição das cadeiras leva em conta o desempenho dos partidos e federações, por meio do quociente eleitoral e das regras de distribuição das vagas.

Entre os candidatos que ficaram de fora, Geska de Laurinho (PL) foi quem registrou a maior votação. Ela recebeu 32.141 votos, mais do que parlamentares eleitos como Jutay Meneses (28.151), Chió (27.228) e Flávio Brasileiro (23.756).

Na sequência aparecem Larúcia (MDB), com 29.173 votos; Eduardo Brito (PSB), com 28.442; Lindolfo Pires (PP), com 28.141; e Fernanda Alvino (União), com 27.714 votos.

Também ficaram na condição de suplentes, apesar de uma votação superior à de candidatos eleitos, Galego Souza (PP), com 25.216 votos; Dudu Soares (PP), com 24.680; Tovar (MDB), com 23.845; e Bosco Carneiro (PP), com 23.723 votos.

Para efeito de comparação, Flávio Brasileiro (PT) foi eleito com 23.756 votos, enquanto Bosco Carneiro, mesmo com apenas 33 votos a menos, ficou fora da composição da Assembleia Legislativa.

A diferença mostra como o sistema proporcional pode produzir resultados que, à primeira vista, parecem contraditórios: candidatos com votação individual maior podem ficar sem mandato, enquanto outros, com menos votos, conseguem uma cadeira graças ao desempenho de suas legendas na disputa proporcional.

Os nove suplentes com mais votos que eleitos

CandidatoVotosSituação
Geska de Laurinho (PL)32.141Suplente
Larúcia (MDB)29.173Suplente
Eduardo Brito (PSB)28.442Suplente
Lindolfo Pires (PP)28.141Suplente
Fernanda Alvino (União)27.714Suplente
Galego Souza (PP)25.216Suplente
Dudu Soares (PP)24.680Suplente
Tovar (MDB)23.845Suplente
Bosco Carneiro (PP)23.723Suplente

O levantamento considera como referência o último eleito da lista apresentada, Flávio Brasileiro, com 23.756 votos. Já candidatos como Dr. Romualdo (23.256) e Cilinha (23.004), embora tenham tido votações expressivas, não entram na relação porque receberam menos votos que o último eleito.

Blog JURU EM DESTAQUE com PB Agora

Paraibana de 91 anos é a deputada estadual mais velha eleita em 2026

Eleita por São Paulo aos 91 anos de idade, a paraibana Luiza Erundina é a deputada estadual mais velha vitoriosa em 2026

Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

A paraibana Luiza Erundina (Psol), de 91 anos de idade, foi eleita deputada estadual por São Paulo nas eleições de 2026 e se tornou a parlamentar mais velha a conquistar uma cadeira em uma Assembleia Legislativa no país. Ela ocupará uma das 94 vagas da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) a partir de 2027.

Nascida em Uiraúna, no Sertão da Paraíba, em 30 de novembro de 1934, Erundina recebeu 169.567 votos e ficou na 13ª colocação entre os candidatos eleitos para a Alesp. Com o resultado, superou o deputado Eduardo Suplicy (PT), de 85 anos, que até então era o parlamentar mais velho da Assembleia paulista.

A nova deputada estadual é formada em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e possui mestrado em Ciências Sociológicas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP).

Trajetória política de Erundina

A trajetória política de Erundina ganhou projeção nacional em 1988, quando foi eleita prefeita de São Paulo pelo PT, tornando-se a primeira mulher de esquerda a comandar a maior cidade do país. Ela permaneceu no cargo até 1992.

Posteriormente, Erundina construiu uma longa trajetória no Congresso Nacional, onde exerceu sete mandatos como deputada federal. Durante esse período, participou da elaboração de propostas relacionadas a direitos sociais, políticas para mulheres, habitação, saúde e cultura.

Entre as iniciativas associadas à sua atuação parlamentar estão a Lei das Brinquedotecas, que tornou obrigatória a instalação desses espaços em unidades de saúde com atendimento pediátrico em regime de internação, e a legislação que garante às gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) o direito de conhecer previamente e ter vínculo com a maternidade onde receberão assistência ao parto.

Erundina também foi responsável pela criação do Dia Nacional do Forró, celebrado em 13 de dezembro, data do nascimento de Luiz Gonzaga, além de ter participado de iniciativas relacionadas à habitação popular, aos direitos das mulheres e à valorização da cultura brasileira.

Representatividade e pautas prioritárias

Para a cientista política e coordenadora executiva da Organização Não Governamental Cidadania, Estudo, Pesquisa (CEPIA), Jacqueline Pitanguy, a eleição de Erundina representa uma quebra de paradigmas relacionados ao envelhecimento.

Segundo Pitanguy, a trajetória da paraibana demonstra que a idade não impede a participação política e que a experiência acumulada ao longo da vida pode contribuir para a atuação no poder público.

Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Erundina pretende atuar em pautas como transporte público e tarifa zero, direitos das mulheres, crianças e adolescentes, democratização da comunicação, participação popular, direitos humanos e políticas públicas universais nas áreas de saúde, educação e assistência social.

A eleição aos 91 anos marca mais um capítulo na trajetória política da paraibana que saiu de Uiraúna, no interior da Paraíba, para ocupar cargos de destaque na política brasileira e agora retorna ao cenário institucional com um novo mandato eletivo.

Blog JURU EM DESTAQUE com Pol^~emica Paraíba

Lucas agradece os 1.470.252 votos recebidos no último domingo (04)

Reeleito governador no primeiro turno, Lucas Ribeiro agradece apoio e afirma que já trabalha no planejamento do novo mandato

O governador reeleito da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), publicou nesta terça-feira (06) um vídeo nas redes sociais para agradecer aos eleitores e seguidores pelo apoio recebido durante as eleições. Reeleito no primeiro turno, no último domingo (04), Lucas recebeu 1.470.252 votos, o equivalente a 64,30% dos votos válidos, segundo dados da Justiça Eleitoral.

Na publicação, o governador classificou a campanha como “linda, limpa e feita com o coração” e destacou o apoio recebido durante o período eleitoral. Lucas afirmou que a votação representou, na avaliação dele, o reconhecimento ao trabalho realizado nos últimos anos e à proposta apresentada para o próximo mandato.

“Eu agradeço os 1.470.252 votos. Minha gratidão à Paraíba, que nos acolheu por onde a gente passou e reconheceu o que a gente vem construindo nesses anos e confiou em mim”, declarou. O governador também afirmou que pretende dar continuidade às ações do governo e ampliar a oferta de políticas públicas durante os próximos quatro anos.

Lucas disse ainda que já iniciou o planejamento para o novo período à frente do Estado. “Eu já estou aqui de manga arregaçada, trabalhando, planejando pra gente poder, nos próximos anos, transformar a vida das pessoas, levar políticas públicas que melhorem a sua vida”, afirmou. Ao final, o governador agradeceu novamente aos paraibanos e disse que pretende percorrer o Estado para construir as próximas ações de governo.

Blog JURU EM DESTAQUE com Fonte 83

Vitória incontestável e esmagadora

Lucas Ribeiro vence em 215 cidades paraibanas, incluindo João Pessoa e Campina Grande e confirma pesquisa do portal PB Agora

Uma vitória incontestável e esmagadora que confirmou os números da pesquisa do instituto Anova do portal PB Agora. O governador Lucas Ribeiro (PP), venceu o governo da Paraíba no último domingo (04), em 215 dos 223 municípios paraibanos, incluindo Campina Grande e João Pessoa.

A eleição foi encerrada com 84,53% das seções apuradas e 64,41% dos votos válidos. Apenas em oito cidades do estado, os concorrentes Efraim Filho (PL) e Cícero Lucena (MDB) conseguiram ficar na frente.

Em relação aos principais municípios do estado, como João Pessoa e a segunda maior cidade, Campina Grande, Lucas Ribeiro também venceu. Na capital, Lucas Ribeiro alcançou 46,80% dos votos válidos contra 33,63% dos votos válidos para Efraim Filho.

Outras cidades populosas, como Santa Rita, na Grande João Pessoa, e Patos, no Sertão do estado, Lucas Ribeiro também levou a melhor, com 60,33% contra 31,41% de Efraim Filho, e 70,24% contra 23,70% de Efraim Filho, respectivamente.

Blog JURU EM DESTAQUE com PB Agora

Diferença de 2.224.965 votos a favor de Flávio Bolsonaro contra Lula

ELEIÇÕES 2026: 2,2 milhões de votos separaram Flávio Bolsonaro de Lula no primeiro turno da disputa à Presidência da República

Nas eleições do último domingo (04), os eleitores brasileiros foram às urnas para escolher, entre outros cargos, o próximo presidente da República. Flávio Bolsonaro (PL) teve 56.104.503 votos, ou 47,03% do total; enquanto Lula (PT), obteve 53.879.538 votos, ou 45,16% do total.

A diferença é de 2.224.965 votos a favor de Flávio Bolsonaro, ou de 1,87 ponto percentual.

Como nenhum dos candidatos ultrapassou 50% dos votos válidos, haverá segundo turno no dia 25 de outubro deste ano.

Em comparação com 2022, esta votação apresentou uma diferença pequena entre os dois presidenciáveis mais votados – foi a menor da história no primeiro turno. Há 4 anos, Lula recebeu 57.259.504 votos, ou 48,43% dos votos válidos. Jair Bolsonaro (PL) recebeu 51.072.345 votos, equivalentes a 43,20% do total.

Considerando os votos computados até agora, Lula teve neste ano 3.401.647 votos a menos do que no primeiro turno de 2022. Nas eleições anteriores, também houve configuração para segundo turno. Mas, desta vez, houve uma ‘inversão’ nos desempenhos. Enquanto Jair Bolsonaro recebeu menos votos que Lula em 2022, Flávio está em vantagem sobre o petista no primeiro turno.

O presidente chamou o resultado de ‘inesperado’, enquanto Flávio Bolsonaro disse estar ‘muito feliz’.

Flávio liderou no Distrito Federal e em 14 estados neste primeiro turno — todas as unidades federativas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Já o atual presidente teve mais votos em 12 estados — todos eles da região Nordeste e alguns da região Norte.

Nas eleições passadas, houve abstenção de 20,95% do eleitorado.

Além disso, 1,59% votaram em branco e 2,82% anularam seus votos.

No primeiro turno daquela eleição, Jair Bolsonaro (PL) venceu em três regiões do país. Já Lula (PT) ganhou nas outras duas. Os demais candidatos não venceram em nenhuma região.

Jair Bolsonaro teve mais votos que o petista no Sudeste (23.470.529), no Sul (9.568.041) e no Centro-Oeste (4.727.672), que, juntos, somaram 37,7 milhões de votos.

Já Lula ganhou no Nordeste (21.753.139) e no Norte (4.554.630), que somaram 26,3 milhões.

Ao todo, Lula (PT) venceu em 14 estados e no exterior, enquanto Jair Bolsonaro (PL) foi o mais votado em 12 estados e no Distrito Federal no primeiro turno da disputa à Presidência da República.

PB Agora com O Globo

Veja a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (06)

Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (06); os candidatos ao 2° turno participam de reuniões em Brasília e Goiânia

Brasília (DF), 18/08/2026 - Arte  Agenda dos Presidenciáveis.
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Os candidatos que disputam o segundo turno das eleições à Presidência da República participam de reuniões em Brasília e Goiânia nesta terça-feira (06).

Flávio Bolsonaro (PL)

Participa de reuniões internas de campanha em Brasília. Às 14h, tem encontro com Ronaldo Caiado (PSD) e Daniel Vilela (MDB) em Goiânia.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Participa de reunião de campanha no Palácio da Alvorada pela manhã. Às 11h, reúne-se com líderes no Palácio do Planalto. À tarde, participa de reunião executiva da campanha.