quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

É possível morrer por causa de um coração partido?

Coração partido após fim de um relacionamento pode matar, revela cirurgiã

O fim de um relacionamento pode ser devastador. Mas será que é mesmo possível morrer por causa de um coração partido? De acordo com o novo livro da cirurgiã australiana Dr Nikki Stamp, é possível sim!
“Por causa dos efeitos diretos da adrenalina que ocorrem em uma situação de estresse, e dos efeitos físicos de ter seu coração partido, a mente e o corpo estão realmente conectados”, escreve ela no livro Can you die from a broken heart?.
Ela explica que nem sempre uma decepção amorosa chega a matar, porém definitivamente não faz bem a saúde.
“Seu corpo está tentando ser útil e disparando um monte de hormônios e seu sistema nervoso responde mostrando que está pronto para lutar pela sua sobrevivência. Esses efeitos podem machucar seu coração quando perduram por muito tempo”, explica a médica.
A Dra Stamp mostra em seu livro que as mulheres tendem a sofrer mais com os efeitos de um coração partido do que os homens. De acordo com as pesquisas sobre qual o impacto do divórcio sob os corações, mulheres são mais propensas a terem seus corações quebrados, literalmente.
“Se observamos homens e mulheres depois do divórcio, a saúde da mulher sofre mais. Os homens tendem a se casar de novo mais e mais rápido, o que pode ajudar tanto na saúde mental quanto física deles”, explica.
O risco de uma mulher divorciada ter um ataque cardíaco é entre 1.29 até 1.39 maior do que de uma mulher que sempre esteve em uma relação estável. Dra Stamp coloca isso em perspectiva explicando que o risco do divórcio para a saúde de uma mulher é o mesmo que fumar ou ter pressão alta.
A médica australiana decidiu escrever o livro depois de passar ela mesmo por um término de relacionamento complicado, onde percebeu que sua saúde ficou debilitada. A Dra Stamp explica também que é inútil evitar relacionamentos para não se machucar, porque no geral ser feliz e estar apaixonado é mesmo o melhor para a saúde de todos.
MaisPB

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