segunda-feira, 22 de abril de 2019

Parecer contrário ao pedido de Lula para conceder entrevista na prisão

Por ser um detento Lula não pode dar entrevistas, afirma a procuradora-geral da República, Raquel Dodge


lula 1 300x169 - Por ser um detento Lula não pode dar entrevistas, afirma Raquel Dodge
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o pedidos para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas dentro da prisão.
No parecer, a procuradora defendeu a liberdade de expressão e de imprensa, mas ressaltou que, em algumas situações, há a possibilidade de proibir que presos concedam entrevistas.
Para Dodge, entre as finalidades da condenação de presos está o objetivo de cumprimento da pena “com discrição e sobriedade”. “O fato é que ele [Lula] é um detento em pleno cumprimento de pena e não um comentarista de política”, disse a procuradora.
“Conclui-se que a proibição de que Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas em áudio e/ou vídeo, apesar de ser restritiva da sua liberdade de expressão, é medida proporcional e adequada a garantir que as finalidades da pena a ele imposta sejam concretizadas, sendo, portanto, compatível com a ordem jurídica do país”, disse.
Desde 7 de abril, Lula cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão em Curitiba, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP).
Fonte: Diário do Poder

Mergulho fatal

Homem resolve dar mergulho em açude no município de Patos e morre afogado na tarde deste domingo


Homem afogado  - TRAGÉDIA: homem morre afogado em açude na Paraíba
Um homem morreu afogado na tarde deste domingo (21), em um açude no município de Patos, na Paraíba. Francisco de Assis da Silva estava na companhia de amigos consumindo bebidas alcoólicas quando resolveu dar um mergulho.
A vítima de 30 anos acabou se afogando.
O Samu e o Corpo de Bombeiros foram acionados, mas ao chegar no local apenas constataram o óbito.
O corpo foi encaminhado para o Numol de Patos.
Fonte: clikpb

Ex jogador do Vasco é encontrado morto

Valdiram, ex atacante do Vasco, é encontrado morto em São Paulo aos 36 anos

O atleta foi achado na rua Santa Eulália, na zona norte da capital paulista, onde lutava contra o vício das drogas


Valdiram, ex-Vasco, é encontrado morto em São Paulo aos 36 anos
A informação foi noticiada em primeira mão pelo programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, e foi confirmada pela reportagem do Estado com o Instituto Médico Legal (IML) do bairro Santana, para onde Valdiram foi encaminhado. O IML local também confirmou que o corpo ainda não foi reconhecido por familiares, embora o mesmo já tenha sido identificado por outros moradores de rua que o conheciam. O próprio Vasco divulgou nota oficial, na noite deste sábado, lamentou o falecimento do seu ex-jogador.
Natural de Canhotinho, cidade do interior de Pernambuco, Valdiram teve uma carreira atrapalhada por uma série de problemas fora de campo, como o vício em drogas, álcool e sexo, e colecionou episódios de indisciplina nos clubes que defendeu.
No ano passado, o Vasco conseguiu, por meio do Serviço Social, internar o ex-integrante do time cruzmaltino em uma clínica de reabilitação. Isso ocorreu pouco depois de o jornal Extra ter publicado, em fevereiro de 2018, uma reportagem na qual contou ter encontrado o ex-vascaíno morando na rua em Bonsucesso, na zona norte do Rio.
Valdiram chegou até a retomar a sua carreira ao ganhar uma chance do Olaria, clube do interior do Rio, depois de ter recebido alta da clínica onde foi internado. Porém, ele retornou para as ruas novamente, em julho, e voltou a se entregar aos vícios.
No auge de sua carreira, Valdiram foi artilheiro da Copa do Brasil de 2006, com sete gols marcados, e ajudou o Vasco à chegar à final da competição, na qual o time cruzmaltino acabou sendo derrotado pelo Flamengo na luta pelo título. Entretanto, por causa de sua vida desregrada, começou a faltar a treinos e teve o seu contrato rescindido em fevereiro de 2007.
A última aparição pública de Valdiram ocorreu em dezembro do ano passado, quando um vídeo publicado no YouTube mostrou ele pedindo ajuda a ex-companheiros de Vasco, que se pronunciou de maneira oficial, na noite deste sábado, para lamentar a morte do ex-atacante.
"O Club de Regatas Vasco da Gama comunica, com pesar, o falecimento do ex-atacante do Clube Valdiram. Ele tinha 36 anos. Seu corpo foi identificado neste sábado (20/04), em São Paulo. As causas da morte ainda são desconhecidas", disse o clube por meio de nota, na qual em seguida relembrou de sua trajetória profissional.
"Valdiram chegou ao Vasco em 2006 contratado junto ao Esportivo (RS). Logo se destacou, tendo terminado como artilheiro da Copa do Brasil daquele ano, quando o Gigante da Colina terminou com o vice-campeonato. Sua passagem por São Januário se encerrou em 2007", seguiu a nota oficial, que por fim comentou os dramas pessoais do ex-atacante.
"Em fevereiro de 2018, ao tomar conhecimento de que Valdiram vinha dormindo na rua, após dar como vencida uma batalha contra as drogas e o alcoolismo, o clube conseguiu junto a uma conceituada clínica médica do Rio de Janeiro que o ex-jogador pudesse se tratar gratuitamente e retomar a vida. Valdiram ficou internado durante quatro meses, deixando a clínica no dia 23 de junho", completou o clube.
Ex-jogador do Vasco é encontrado morto com sinais de espancamento, em São Paulo

Festa de aniversário de Brasília

Programação do aniversário de Brasília teve Anitta e Daniela Firme, entre outras atrações

Anitta, Daniela Firme e o Bloco Eduardo e Mônica estão entre as atrações


Veja a programação do aniversário de Brasília
Ao todo, mais de 20 atrações musicais estava previstas em três palcos – o principal, que teve Anitta, Daniela Firme e o Bloco Eduardo e Mônica, entre outros; o palco Brasília, com artistas locais e adotados pela capital federal; e o palco gastronômico, que teve a presença de artistas da cidade e DJs.
Além disso, estavam previstas atividades cívicas, como a troca da Bandeira, a Esquadrilha da Fumaça; exposição de veículos militares; apresentações de músicos da Escola de Música de Brasília; biblioteca volante, foodtrucks, atividades circenses, oficinas de ilustração e pintura, brinquedos infláveis, passeios turísticos, atividades físicas ao ar livre e muito mais.
A fim de facilitar o acesso à Esplanada e dar segurança aos participantes da Maratona Monumental, estavam previstas alterações no trânsito. A partir das 09h00, a Polícia Militar fechou a Via S1, desviando os veículos para o Eixo Rodoviário Sul. Por volta das 10h00, essa intervenção foi ampliada para a altura do acesso à Via L2 Norte, a fim de permitir que os condutores acessassem os estacionamentos dos ministérios.
Os ônibus coletivos com destino à Rodoviária do Plano Piloto tiveram acesso à alça leste para a realização do embarque e desembarque dos passageiros nos terminais.
Veja a programação:
Esplanada dos Ministérios - a partir das 10h - entrada franca
Troca da Bandeira
Desfile Militar Bombeiros e PM
Presença da Guarda Mirim
Esquadrilha da Fumaça
Rapel e Tirolesa
Reabertura dos centros de Atendimento ao Turista
Quarteto Musical Escola de Música
Atividades Físicas ao Ar Livre
Exposição de Veículos Militares
Foodtrucks
Biblioteca Volante BiblioSesc
Expresso Ambiental Caesb
RunWay Life Place
Interação com Animais Adestrados
Trupe Circense
Oficinas de Ilustração e Pintura
Brinquedos Infláveis
Tendas de Educação e Saúde
Passeios Turísticos com a TCB

Palco principal
14h — Daniela Firme
16h — Surf Sessions convida PJ e Wilson Sideral
18h30 — Projeto Identidade: Henrique & Ruan + Pedro Paulo & Matheus convidando Israel & Rodolffo
21h — Anitta
23h — Bloco Eduardo & Mônica; convidados e participações: Digão & Canisso (Raimundos), Marcelo Bonfá e Scalene

Palco Brasília
10h — Aborto Elétrico
11h30 — Sapekaí
13h — Dhi Ribeiro
14h30 — Luciano Ibiapina
16h — Galo Cego
17h30 — Paraná
19h — O Bando
20h — Capitão do Cerrado
21h — Lupa
0h — Dona Cislene

Palco Gastronômico
10h — Gustavo Trebien
11h30 — Diego Azevedo
13h — Allan Massay
14h30 — Di Boresti
16h — Distintos Filhos
17h30 — Magoo
19h — Real Samba
Brasil ao Minuto com informações da Agência Brasil

Senador faz alerta sobre risco de Bolsonaro sofrer processo de impeachment

Bolsonaro terá que driblar lei para fugir de impeachment, afirma o senador Alvaro Dias


alvaro dias 300x169 - Bolsonaro terá que driblar lei para fugir de impeachment, afirma Alvaro Dias
Brasília, 11 de Abril de 2012. Foto George Gianni / PSDB. Senador Álvaro Dias.
O governo Jair Bolsonaro (PSL) não tem tomado as medidas necessárias para sanear as contas públicas, e o presidente corre o risco de enfrentar um processo de impeachment por causa disso. A avaliação é do senador Alvaro Dias (Podemos-PR), 74, candidato derrotado à Presidência nas eleições do ano passado.
O parlamentar diz que o país pode entrar em colapso em função dos problemas de caixa. Em sua opinião, a equipe de governo tentará “driblar a regra de ouro” neste ano ou no próximo, recorrendo a algum tipo de manobra, para evitar a abertura do processo de afastamento. A norma proíbe o governo de contrair dívida para pagar despesas do dia a dia como salários de servidores, passagens aéreas e diárias.
Dias completa 50 anos na política em 2019. Ele exerce o quarto mandato como senador – o terceiro seguido — e é líder de uma bancada de oito integrantes. Começou como vereador em Londrina (PR), foi deputado estadual e federal pelo Paraná, estado que governou entre 1987 e 1991. Passou por partidos como MDB, PSDB, PDT e PV. No ano passado, recebeu 859.601 votos e terminou a corrida presidencial em nono lugar.
O Podemos é aliado do PSL no Senado, mas, segundo o parlamentar, a aliança foi proposta pela legenda do presidente visando somente a disputa por cargos na Casa. O Podemos, diz ele, mantém posição de independência em relação ao governo. O senador é favorável à reforma da Previdência, mas considera que a medida é insuficiente para fazer o país crescer com força. Confira abaixo os principais trechos da entrevista concedida pelo senador.
?dc=5550001577;ord=1555856585530 - Bolsonaro terá que driblar lei para fugir de impeachment, afirma Alvaro DiasUOL – O sr. é um veterano na política. O presidente Jair Bolsonaro também é, mas fala-se na prática de uma nova política neste governo. Estamos mesmo diante de uma nova política?
Alvaro Dias – Não dá para afirmar que há uma nova política. O que há é dificuldade de relacionamento [com o Congresso]. No entanto, isso já era previsto. As características do candidato são reproduzidas na Presidência da República. É o estilo. Não creio que seja surpresa para todos que acompanham a atividade política de perto. Pode ser surpresa para os mais distantes, para o eleitor que não teve essa proximidade com a atuação parlamentar do candidato, que não tinha como conhecer mais efetivamente o seu perfil.
Quem são os articuladores do governo?
Desconheço quem articula em nome do governo. O que é visível é a ocupação de espaço de lideranças no Congresso. O que se pode discutir é se a escolha [de líderes] foi boa ou não. Há lideranças que deveriam estar exercendo essa tarefa da articulação política.
No espaço de uma semana, Bolsonaro afirmou que “não nasceu para ser presidente, e sim militar” e que “não entende de economia”. Para o sr., que tipo de presidente o Brasil elegeu?
Elegeu um presidente sincero porque na campanha ele dizia isso: “não entendo de economia, não entendo de agricultura, não entendo de saúde”. E o eleitor, majoritariamente, fez a opção por quem não entendia, por esse modelo de candidato. Então, não há razão para espanto. O que se dá agora é exatamente o que se previa durante a campanha eleitoral.
Na sua opinião, quais são as intenções do presidente ao manter a força da comunicação via redes sociais?
Ganhou-se a eleição, e isso é reconhecido pelo presidente, utilizando-se das redes sociais. E o que se busca agora é preservar a popularidade com a utilização das redes sociais. Me parece ser uma estratégia também [para] preservar essa bipolarização. “Se você não me apoia, você é PT”. Me parece que há um desejo de se preservar essa bipolarização, que é muito ruim para a democracia e o país.
É bom considerar que existe vida inteligente entre os extremos, que não podemos viver submetidos a posições extremadas.
Em meio a questões como a reforma da Previdência e o pacote anticrime do ministro Moro, o governo federal também tem virado notícia por causa de declarações de ministros que dizem, entre outras coisas, que o nazismo é de esquerda. Como o sr. avalia este comportamento do governo?
Não discutiria detalhes de comportamento do governo, mas é fundamental para o país discutir aquilo que deveria ser feito e até este momento não se fez, que é a adoção de medidas objetivas para conter o déficit público, razão dessa desarrumação das finanças e que transforma o poder público em incapaz de promover investimentos essenciais em setores fundamentais como saúde, educação e segurança.
O que se imaginava eram medidas urgentes de ajuste fiscal. Por exemplo, algo semelhante a um limitador emergencial de despesas que pudesse eliminar o déficit de R$ 139 bilhões deste ano e possibilitar um ajuste estrutural no ano seguinte, com avaliação do desperdício em cada área do governo, para a virada de déficit para superávit. Era isto que eu, como brasileiro, esperava. Isto não ocorreu.
A dívida pública continua crescendo de forma avassaladora, com o governo refém do sistema financeiro, com rolagem da dívida, com emissão de títulos públicos, taxas generosamente privilegiadas para alguns bancos. Cinco bancos controlam mais de 70% do crédito no país. Os bancos não precisam competir no mercado porque eles possuem um cliente generoso que é o governo. Isso faz a festa do sistema financeiro, mas é um prejuízo para o mercado e o país.
Esse capitalismo financeiro tem sido admitido nos últimos governos e o atual o mantém. Não há nenhuma alteração de rota e não há indícios de que o governo pretenda adotar medidas que possam significar uma reforma do sistema bancário e financeiro.
A reforma da Previdência é vendida como solução para a melhora da economia. Ela será suficiente para fazer a economia crescer de forma consistente?
O capitalismo financeiro explora a dívida pública brasileira. Isso é o grande desafio para o governo em que pese o fato de ele apostar muito na reforma da Previdência.
A reforma da Previdência é insuficiente. Fala-se em uma economia de R$ 1 trilhão em dez anos [caso a proposta do governo seja aprovada no Congresso]. Esse R$ 1 trilhão desaparece em dois anos do déficit nominal [cálculo que leva em conta as receitas e despesas do governo e o pagamento de juros da dívida]. O déficit nominal neste ano deve ser de R$ 517 bilhões. Então, em dois anos, nós liquidaríamos com a suposta economia de R$ 1 trilhão.
A reforma da Previdência é necessária do ponto de vista do trabalhador e do aposentado brasileiro. Muito mais importante para a sociedade do que para o governo. O governo pode comemorar uma tímida economia com esta reforma, mas o que deve nos orientar é a necessidade de um sistema previdenciário que garanta a aposentadoria no futuro. Milhões de brasileiros correrão o risco de ter sua aposentadoria comprometida se não aprimorarmos o sistema previdenciário.
Fonte: UOL - Publicado por: Larissa Freitas

Equilíbrio entre os poderes

Parlamento no Brasil quer limitar poder do presidente como "forma de buscar equilíbrio com demais poderes"

O orçamento autorizativo e as medidas provisórias conferem ao presidente um poder imperial


Parlamento no Brasil quer limitar poder do presidente
"O Congresso, neste caso, não pratica o 'toma lá, dá cá', mas exerce a boa iniciativa de recuperar uma prerrogativa que promova o equilíbrio entre os poderes", observa o ex-deputado Miro Teixeira (Rede-RJ), que exerceu 11 mandatos. Ele defende o fim do presidencialismo de coalizão como outra medida que vai melhorar a imagem do Congresso. "No Brasil isso se transformou em cooptação. Se o presidente entrar nisso ele começa capitão e termina refém."
Autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita a edição, hoje ilimitada, de medidas provisórias em cinco, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também enxerga uma oportunidade para que o Congresso abandone a prática "de trocar apoio por emendas e cargos e se coloque como o principal formulador de políticas públicas".
"Quanto mais o Parlamento demonstrar que tem força, prestígio e competência para exercê-las, melhor. Esse momento é propício a isso", disse o vice-presidente do Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), coautor do projeto que limita as MPs. Bolsonaro já editou nove.
"O Congresso está mais empoderado do que se imagina. Ele decide todas as pautas, não só em relação ao governo, mas também ao Judiciário. E esse poder veio graças à escolha do presidente de tentar montar uma base aliada com as bancadas temáticas", afirmou o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO).
Política ao Minuto

Revelações de um ex presidente do Brasil

“Eu tinha tudo para não terminar o mandato de presidente. Aliás, não tinha condições nem de começar”, diz Sarney


Sarney 1200x480 - Sarney: “Eu tinha tudo para não terminar o mandato de presidente”

Investido na presidência da República com a doença e com a morte de Tancredo de Almeida Neves, há 34 anos, o ex-senador pelo Maranhão José Sarney declarou, em depoimento para um livro organizado pelo jornalista Oliveira Bastos, que cinco presidentes, no Brasil assumiram marcados para não terminar seus mandatos – Arthur Bernardes, Café Filho, Juscelino Kubitscheck, João Goulart e ele. No seu caso específico, confessou que tinha tudo para não concluir a instalação da Nova República anunciada por Tancredo como parte do slogan “Muda Brasil” em substituição ao regime militar. “Aliás, eu não tinha condições nem de começar. Era um vice-presidente fraco, que não participara das escolhas do governo nem fora consultado. Alguns setores das Forças Armadas, fiéis ao presidente Figueiredo, com os generais promovidos no esquema da revolução, me olhavam com muitas reservas. Todo o esquema das forças políticas me era hostil. Eu vinha de uma facção que não estava constituída em partido, era um grupo difuso, pertenço a um Estado pequeno, sem grupos econômicos, de uma região vítima de preconceitos, toda a mídia contra mim e a opinião pública me vendo como um homem do antigo regime, que aderira a Tancredo por motivos de sobrevivência política. Qualquer passo em falso e eu estaria perdido”, confidenciou.
Sarney liderou a dissidência dentro do PDS contra a imposição da candidatura de Paulo Maluf à sucessão presidencial no colégio eleitoral e nesse episódio se credenciou para ser o vice de Tancredo. Pessoalmente, resistiu o quanto pôde às sondagens para ser o vice do presidente que não assumiu e cuja morte completa 34 anos neste domingo, 21 de abril. A preferência de Sarney em torno da vice recaía em torno do nome do senador pernambucano Marco Maciel. Havia outros líderes políticos operando, porém, para que fosse Sarney o candidato, como Aureliano Chaves, vice-presidente da República do general João Baptista Figueiredo, e Antônio Carlos Magalhães, cacique político da Bahia, que se indispôs publicamente com Maluf numa cerimônia em Salvador. O próprio Tancredo considerava essencial a indicação de Sarney por avaliar que ele conhecia como poucos a estrutura do PDS nos Estados, de onde sairiam votos de delegados no colégio eleitoral incumbido de referendar o presidente da República na última eleição indireta. “Você é o dono do mapa da mina”, costumava repetir Tancredo, além de mimosear Sarney com elogios à sua coragem em romper com o regime e abrir canais para a montagem da chamada Aliança Democrática.
José Sarney contou que várias reuniões e articulações foram feitas para evitar a sua posse. Ele, aliás, não recebeu o poder das mãos do ex-presidente Figueiredo, que saiu pela porta dos fundos para não lhe passar o cargo e muito menos a faixa. “Assumi porque o preço do meu afastamento poderia ter um custo imprevisível. O poder podia voltar aos militares. Havíamos feito um excelente trabalho de aproximação política com um importante setor militar. Na semana anterior à posse, todo o comando das tropas já estava nas mãos do general Leônidas Gonçalves e de seus homens. Por outro lado, o clima de nervosismo, o medo da volta dos militares e os riscos do vazio fizeram com que me aceitassem. A minha presença, naquele instante, era uma garantia legal de normalidade para os militares que nos apoiavam e para as correntes políticas de oposição que chegavam ao poder. Mas eu não me iludia. Conhecia bem o caldeirão que fervia sob meus pés”, relata Sarney, observando que a partir da evolução dos fatos passou a construir sua própria estratégia.
– Eu não queria entrar na História do Brasil como mais um presidente incapaz de exercer o poder e ser responsável por um retrocesso institucional. Era imperioso ganhar tempo e arregimentar alianças. Eu mesmo comecei a pensar numa saída que não comprometesse a transição. Recuei porque o preço a pagar seria grande para o país e para a democracia. Naquele instante, as Forças Armadas eram a única instituição capaz de exibir uma posição de força. Só elas têm planos estruturados para uma emergência de crise. As Forças Armadas sempre têm programas para evitar o cais. Naquele momento, elas ainda eram as fiadoras do processo político. Afinal, todos estávamos ali cumprindo um calendário da distensão política feito pelas Forças Armadas, pelas mãos do Golbery, do Geisel e de Figueiredo” – adiantou Sarney. O ex-presidente convidou para o ministério da Fazenda o economista paraibano Maílson da Nóbrega, cuja indicação teria tido o aval do doutor Roberto Marinho, proprietário das Organizações Globo. Sob a batuta de Sarney foi lançado o Plano Cruzado, de congelamento de preços e salários, com maciço apoio popular, a ponto de surgirem os “fiscais do Sarney” que fechavam supermercados pilhados na remarcação de preços. O Plano acabou fazendo furos – e Sarney concluiu o mandato com a volta da inflação, em níveis estratosféricos, e com altos índices de impopularidade já amargados por um presidente da República.
Fonte: OS GUEDES - Nonato Guedes - Publicado por: Larissa Freitas

Após longa agonia, morria Tancredo Neves

Há 34 anos, morria Tancredo Neves, o fundador da “Nova República”, que havia sido eleito presidente da República

Tancredo Neves

No dia 21 de abril de 1985, às 22h23min, no Instituto do Coração, em São Paulo, após uma longa agonia, faleceu Tancredo de Almeida Neves, que havia sido eleito presidente da República por via indireta no colégio eleitoral, em 15 de janeiro, derrotando Paulo Maluf, o candidato do PDS, partido de sustentação da ditadura militar. Tancredo havia renunciado ao governo de Minas Gerais, que conquistou nas urnas em 1982, para concorrer pelo PMDB ao Planalto. Atraiu dissidentes do PDS e com eles formou a Aliança Democrática, tendo como vice o então senador José Sarney, que era presidente nacional da legenda governista.
Foi uma verdadeira “via crúcis” a doença do presidente eleito Tancredo Neves, submetido  a várias internações e a intervenções cirúrgicas em meio a boletins médicos com versões contraditórias que confundiam a opinião pública. Os boletins eram lidos pelo jornalista Antônio Brito, assessor de imprensa e porta-voz de Tancredo, ele próprio angustiado profundamente com a bateria de exames que os médicos impunham ao paciente ilustre. O esquife com o corpo do presidente eleito percorreu avenidas de São Paulo e foi velado em Brasília, Belo Horizonte e São João Del Rey, sua terra natal. Em cada cidade, multidões silenciosas se despediram daquele que simbolizava a esperança do povo brasileiro, tão sensivelmente sintetizada na palavra de ordem que guiou a campanha tancredista: “Muda Brasil”.
Pela versão dos médicos, Tancredo fora acometido inicialmente do “divertículo de Meckel”, na verdade um tumor que provocou fortes dores. A partir da divulgação dessa versão, praticamente todos os médicos que assistiam ao presidente enfermo acabaram envolvidos numa teia de mentiras, falsidades, disfarces e camuflagens destinada a apresentar com tintas róseas um horizonte na verdade carregado de sombras, como define o jornalista Augusto Nunes, um dos biógrafos do ex-presidente. Os médicos compreendiam que a situação era difícil e conversavam sobre isso entre si, mas o restante do país recebeu um tratamento diferenciado – e falso. Eles haviam concluído que se usassem a palavra “tumor”, o pânico se espalharia entre os brasileiros. Era recomendável, portanto, utilizar expressões mais brandas, acrescenta Augusto Nunes.
O presidente e sua esposa, dona Risoleta, chegaram a posar com os médicos numa sala próxima à UTI do Hospital de Basede Brasília, para onde ele foi levado inicialmente ao sentir-se mal durante a missa que integrava a programação de sua posse. No dia 26 de março, Tancredo foi desembarcado em São Paulo para ser internado no Instituto do Coração, o mais moderno estabelecimento clínico do país. Nesse mesmo dia, foi submetido a uma terceira operação que durou mais de cinco horas. A eleição de Tancredo em janeiro – que, segundo ele, seria a última eleição indireta no Brasil, criou expectativas otimistas junto a segmentos da sociedade quanto à restauração democrática, vencidos 21 anos de regime militar. A candidatura de Tancredo foi absorvida naturalmente após a derrota da emenda Dante de Oliveira, que previa a restauração das eleições diretas-já, no plenário da Câmara Federal.
Depois de 15 de janeiro, enquanto se dedicava à complicada montagem de um ministério formado por representantes de várias correntes, distintas política e ideologicamente, o presidente eleito foi desenhando aos poucos o seu programa de governo. Preocupava-o, especialmente, o combate à inflação. Ele repetia que a inflação traduzia a manifestação mais clara de desordem na economia nacional. “Não cairemos no erro grosseiro de recorrer à recessão como instrumento deflacionário. Ao contrário: vamos promover a retomada do crescimento, estimulando o risco empresarial e eliminando gradativamente as hipertrofias do egoísmo e da ganância”, salientou Tancredo. Sobre a dívida externa, Tancredo tinha pontos devista diferentes dos que seriam adotados pelo governo José Sarney. Pregava que a dívida externa deveria ser honrada e anunciava ser contra a moratória unilateral. Defendia, igualmente, o fim da ingerência do governo nas atividades sindicais.
Uma das marcas mais fortes da Nova República, de acordo com Tancredo, seria a austeridade. “Quem quiser comer bem, beber bem, que o faça à sua custa”, exclamou, antecipando o fim das mordomias. E arrematava: “Ninguém vai ter mais casa de graça”. O primeiro discurso ao ministério, concebido por Tancredo, acabou sendo lido por Sarney. À certa altura, Tancredo enxertou uma expressão que tinha caráter  de ordem: “É proibido gastar”. Mas, segundo Augusto Nunes, o sonho de austeridade começou a desvanecer-se na noite de 14 de março, quando o paciente Tancredo de Almeida Neves foi internado no Hospital de Base de Brasília. O agravamento da moléstia que o afligia já há tempos surpreendeu Tancredo quando o presidente eleito estava alojado na Granja do Riacho Fundo, colocada à sua disposição pelo presidente João Figueiredo, o último presidente da era militar instaurada em março de 1964.
Tancredo foi acometido, nos momentos finais, de septicemia generalizada e de infecção hospitalar. Sua vitória no colégio eleitoral chegou a provocar reações de grupos de direita e de militares da linha dura que não aceitavam o resultado do embate. As resistências foram vencidas, inclusive, com apoio militar e devido à firmeza de Tancredo. Depois de eleito, sua primeira providência foi fazer um giro diplomático por vários países, apresentando-se como novo presidente do Brasil. Foi uma estratégia calculada de Tancredo para deter bolsões de resistência à sua eleição e de ameaça à democracia. Com sua morte, José Sarney foi investido na presidência da República. Mas o general Figueiredo saiu pelos fundos do Palácio do Planalto para não passar o cargo nem a faixa presidencial a Sarney.
Nonato Guedes - Publicado por Lenilson Guedes

Ataques provocados por terroristas suicidas

Ataques simultâneos atingem igrejas e hotéis no Sri Lanka

Os primeiros seis ataques ocorreram por volta das 8h45 (horário local, 2h30 em Brasília)


Ataques simultâneos atingem igrejas e hotéis no Sri Lanka
Segundo as autoridades do Sri Lanka, os primeiros seis ataques ocorreram por volta das 8h45 (horário local, 2h30 em Brasília). No momento das explosões, os templos católicos estavam celebrando o Domingo da Ressureição, uma das datas mais importantes do calendário cristão.
A capital, Colombo, foi alvo de pelo menos quatro explosões: em três hotéis de luxo e uma igreja. As outras duas igrejas atingidas ficam em Negombo, no oeste do país (região que abriga uma grande população católica); e em Batticaloa, no leste.
Poucas horas depois das seis explosões simultâneas iniciais, foram registrados mais dois atentados. Uma explosão atingiu um pequeno hotel em Dehiwala, um subúrbio de Colombo. Uma oitava explosão foi registrada em Dematagoda, outro subúrbio da capital, e atingiu uma residência.  
Sete pessoas foram presas por suspeita de participação nos ataques. A rede BBC informou que o governo disse que a maioria das explosões foi provocada por terroristas suicidas.
Nenhum grupo reivindicou a autoria das ações até o momento. Em resposta aos ataques, o governo impôs toque de recolher em toda a ilha, com início às 18h (horário local) até as 6h do dia seguinte. O governo determinou ainda um bloqueio temporário às redes sociais para impedir a difusão "de informações incorretas". 
"O governo decidiu bloquear todas as plataformas de redes sociais para evitar a disseminação de informações incorretas e falsas. Essa é apenas uma medida temporária", afirmou a Presidência do país em comunicado. 
Segundo as autoridades, pelo menos 45 pessoas morreram em Colombo, 67 em Negombo, 25 em Batticaloa e 2 em Dehiwala.
O presidente do Sri Lanka, Maithripala Sirisena, pediu calma ao país após a série de atentados.
"Por favor, fiquem calmos e não sejam enganados por rumores", declarou Sirisena em mensagem à nação. O presidente, que se mostrou "em 'choque' e triste com o que ocorreu", esclareceu que "as investigações estão em curso para descobrir que tipo de conspiração está por trás desses atos cruéis".
Mundo ao Minuto com informações da Agência Brasil

Sete anos consecutivos de crise

Brasil completa sétimo ano consecutivo de perda e participação na economia global cai ao menor nível em 38 anos


download 19 - CRISE: participação do Brasil na economia global cai ao menor nível em 38 anos
Fatia do país na produção de bens e serviços no mundo foi de 2,5% no ano passado, segundo o FMI.
Dados recém-divulgados pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) mostram que o Brasil completou, em 2018, o sétimo ano consecutivo de perda de participação na economia global.
A fatia do país na produção de bens e serviços do mundo, que era de 4,4% em 1980, chegou, entre altos e baixos, a 3,1% em 2011 e, desde então, caiu sem parar, atingindo 2,5% no ano passado, o nível mais baixo ao longo das quase quatro décadas na série histórica que mostra as trocas realizadas entre Brasil e o resto do mundo.
Fonte: Plataforma Média - Publicado por: Gerlane Neto

Sob pressão, relator pode apresentar complementação de parecer de relatório

Comissão de Constituição e Justiça retoma terça-feira análise do parecer da reforma da Previdência


2019 03 28T182236Z 1 LYNXNPEF2R1KI RTROPTP 4 POLITICA NOVO RELATORIA REFORMA - CCJ retoma terça-feira análise do parecer da reforma da Previdência
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados retomará nesta terça-feira (23) a análise do parecer do relator da reforma da Previdência, Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG). Pressionado por partidos da base governista, o parlamentar pode apresentar uma complementação ao parecer.
“O que estamos procurando trabalhar é a construção de um consenso, que permita discutir um texto final que atenda aos interesses da sociedade brasileira sem que haja uma desidratação no texto proposto pelo governo. Estamos estudando ainda. São 13 relatórios em apartado que foram feitos”, disse Freitas, após a sessão de quarta-feira (17) em que estava prevista a votação do parecer.
A previsão inicial era votar o relatório sobre a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19 na semana passada, mas sessões tumultuadas inviabilizaram a votação. Em uma delas, a proposta de reforma chegou a ser discutida por mais de 12 horas no colegiado.
A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), afirmou que o Palácio do Planalto não faz o cálculo de quantos votos teria na comissão, mas garantiu que já reúne a quantidade mínima para o prosseguimento da proposta na Câmara. “Nós temos os votos necessários, temos 43 votos. A gente vai passar isso [na CCJ]”, disse.
Na quarta-feira (17), o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, confirmou que o governo aceitou negociar a reforma da Previdência para facilitar a aprovação do texto na CCJ da Câmara. Ele deu a declaração após se reunir com deputados do PP, do PRB e do PSL.
“Tivemos uma primeira conversa com membros de vários partidos, que têm algumas restrições ao projeto como ele se encontra. Iniciamos um diálogo, mas não existe meio acordo. O acordo tem que ser feito por inteiro. Vamos continuar a conversar”, declarou o secretário.
Segundo Marinho, o governo e os líderes da base aliada pretendem fechar o acordo até esta segunda-feira (22), para votação no dia seguinte. “Se o acordo for celebrado até sexta-feira (19) ou segunda-feira (22), na terça-feira (23) a votação se dará sem obstrução e seguiremos para a comissão de mérito.”
Após a sessão da última quarta-feira, o líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ), disse que o parecer do relator não estava pronto para ser votado na CCJ. “É um texto muito cruel com a maioria da população brasileira. Ou o governo muda o texto, ou ele será derrotado na CCJ”, afirmou Molon.
Tramitação
Neste momento, cabe ao colegiado apenas a análise sobre a admissibilidade do texto. Dessa forma, os parlamentares analisarão se a proposta não fere nenhum dispositivo da Constituição Federal.
Caso seja aprovada, a medida segue para análise de uma comissão especial e terá o prazo de 40 sessões do plenário para aprovar um parecer. Somente nessa comissão poderão ser apresentadas emendas, ou seja, sugestões de alterações ao texto, com o mínimo de 171 assinaturas de deputados cada uma, no prazo de dez sessões do plenário.
Para ser aprovada na Câmara, a proposta precisa ter o apoio de 308 deputados em dois turnos de votação nominal.
Regras
Pela proposta do governo, a idade mínima para aposentar será de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, com no mínimo 20 anos de contribuição. A idade mínima subirá a partir de 2024 e, a cada quatro anos, considerando a expectativa de vida do brasileiro. Atualmente, a legislação estabelece os mesmos 65 anos para homens e 60 para mulheres, com o mínimo de contribuição de 15 anos.
A proposta também prevê o fim da aposentadoria por tempo de contribuição, que hoje pode ser concedida após 35 anos para homens e 30 para mulheres.
O texto retira da Constituição vários dispositivos que hoje regem a Previdência Social, transferindo a regulamentação para lei complementar. Segundo o governo federal, a medida visa a conter a diferença entre o que é arrecadado pelo sistema e o montante usado para pagar os benefícios.
Fonte: Agência Brasil - Publicado por: Larissa Freitas

domingo, 21 de abril de 2019

Feliz Páscoa para todos os leitores do Blog JURU EM DESTAQUE

O BLOG JURU EM DESTAQUE DESEJA UMA FELIZ PÁSCOA PARA TODOS OS SEUS LEITORES

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Páscoa: momento de união, de reflexão, de ver a vida diferente. Jesus morreu e ressuscitou para mostrar ao mundo o verdadeiro sentido da vida.
Páscoa ou Domingo da Ressurreição é uma festividade religiosa e um feriado que celebra a ressurreição de Jesus ocorrida três dias depois da sua crucificação no Calvário, conforme o relato do Novo Testamento. É a principal celebração do ano litúrgico cristão e também a mais antiga e importante festa cristã. 
O domingo de Páscoa, último dia da Semana Santa, marca o ápice da Paixão de Jesus Cristo, o filho de Deus, e é precedido pela Quaresma, um período de quarenta dias de jejum, orações e penitências. 
Irmanado, pois, a esse sentimento de cristandade, o Blog JURU EM DESTAQUE deseja a todos os seus leitores uma Feliz Páscoa para todos!

sábado, 20 de abril de 2019

Convite Missa de Trigésimo Dia

FAMILIARES DE ODETE LUIZ LEITE CONVIDAM PARA MISSA DE 30 DIAS QUE MANDAM CELEBRAR EM SUA MEMÓRIA NESTE DOMINGO

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Ainda consternados com a irreparável perda, os familiares da senhora ODETE LUIZ LEITE convidam parentes, amigos e a sociedade religiosa em geral para MISSA DE TRIGÉSIMO DIA que mandam celebrar em sufrágio da sua alma, neste domingo, dia 21 de abril.
A celebração acontecerá na Igreja Matriz de Santa Terezinha do Menino Jesus, as 10ho0. 
Antecipadamente, agradecem a todos aqueles que comparecerem a esse ato de fé cristã e solidariedade humana.