segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Oposição de Quixaba inaugura comitê de campanha

DR. JAÍLSON INAUGURA COMITÊ POLÍTICO EM QUIXABA - PE NO PRÓXIMO SÁBADO

O médico Jaílson Paixão Ramos (PSB), candidato a prefeito do município de Quixaba, no Sertão do Pajeú, convida eleitores e simpatizantes da coligação "Rumo a Mudança com a Força do Povo", formada pelo PSB, PSL, PMDB e PROS, para inauguração do seu comitê de campanha que será realizada no próximo sábado, dia 03 de setembro.
Além da presença do candidato socialista e da militância em geral, o evento que acontecerá a partir das 16h00 contará ainda com a presença do candidato a vice-prefeito, Cícero Grande (PSL), e dos postulantes ao cargo de vereador pela coligação.
Uma grande carreata está sendo organizada pela coordenação da campanha oposicionista, com concentração na residência do vereador e candidato à reeleição, Antônio Ramos (Antônio Pezão), localizada às margens da PE-329.   

Crítica pesada do ex-marido de Dilma

Dilma é julgada por ladrões e vigaristas, diz ex-marido da presidente afastada

Publicado por: Gutemberg Cardoso

carlosaraujo
O advogado Carlos Araújo, ex-marido de Dilma Rousseff (PT), afirma que a presidente petista está sendo julgada por um bando de ladrões e vigaristas. De sua casa em Porto Alegre, ele concedeu longa entrevista à jornalista, Cynara Menezes, do blog Socialista Morena.
Araújo diz que seu principal sentimento diante do processo de impeachment é da ex-companheira de lutas contra a ditadura é de indignação: “Não tem nada contra ela, é julgada por um bando de ladrões, vigaristas e pessoas sem escrúpulos. Essa é a inversão dos fatores, uma coisa inacreditável. O New York Times publicou uma matéria longa dizendo exatamente isso, é inconcebível. A história vai marcar isso e pode ser ainda na nossa era.”
Polêmico, o ex-militante da resistênca à ditadura diz que o PT quer cristianizar a ex-mulher. “O PT nunca suportou a Dilma. Quer se ver livre dela para atribuir a ela todos os problemas que estão enfrentando”, afirma.
Araújo afirma que parte do poder econômico se voltou contra Dilma, usando recursos e influência para dar suporte ao golpe. “O Trabuco e o pessoal do Itaú a apoiaram, mesmo nessa crise. Quem se voltou contra ela, e essa é uma questão que o Brasil tem que examinar, foi a Fiesp. Foi a Fiesp quem comandou isso aí tudo. A Fiesp vem sendo um baluarte reacionário desde 1932”, denuncia. 
Fonte: Do Brasil 247 - Créditos: blog Socialista Morena.

domingo, 28 de agosto de 2016

Sem meias palavras

Dilma promete depoimento forte no plenário contra o impeachment, na segunda-feira

Publicado por: Ivyna Souto
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A presidente afastada Dilma Rousseff se reuniu ontem com seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio da Alvorada. Chamado por ela, o ex-presidente desembarcou em Brasília para ajudar na articulação contra o impeachment e se encontrar com senadores. Na segunda-feira, a presidente afastada comparecerá ao plenário do Senado para fazer sua defesa, escoltada por uma comitiva de 35 pessoas, a maioria ex-ministros. Lula deve estar ao seu lado, mas o PT ainda avalia se é conveniente levá-lo ao plenário ou se ele deve acompanhar o pronunciamento de sua afilhada política numa sala reservada. Dilma foi aconselhada a dar um depoimento forte, sem meias palavras, dizendo que o processo de impeachment só foi aberto porque ela não cedeu à pressão para barrar as investigações da Operação Lava-Jato.
A presidente afastada também recebeu sugestões para citar o áudio no qual o senador Romero Jucá (PMDB-RR) afirma ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que é preciso mudar o governo para “estancar a sangria” da Lava-Jato e impedir o avanço das investigações.
O tom do pronunciamento foi discutido com Lula. A ideia é que a petista também evoque o passado de militante de esquerda e o seu julgamento pela ditadura militar para destacar que, mais uma vez, está sendo acusada de crimes que não cometeu. “Nunca pensei que viveria de novo uma situação como essa”, afirmou Dilma na quarta-feira, em Brasília, no último ato público do qual participou antes do julgamento final no Senado. Até agora, seus aliados não conseguiram os 28 votos necessários para barrar o impeachment. Lula já estava em Brasília quando foi divulgada a notícia de que a Polícia Federal o indiciou no inquérito que investiga a propriedade de um triplex no Guarujá, sob suspeita de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. A ex-primeira dama Marisa Letícia também foi indiciada. Lula e Marisa negam ser donos do apartamento. Depois de se reunir com senadores, Lula retornou a São Paulo. O ex-presidente voltará a Brasília amanhã, na véspera do pronunciamento de Dilma no plenário do Senado.
O senador Humberto Costa (PT-PE), ex-líder do governo Dilma, disse que a presidente afastada e Lula “trocaram avaliações políticas” sobre o andamento do processo de impeachment. De acordo com Costa, o objetivo inicial da viagem de Lula a Brasília era se encontrar com senadores ,a fim de garantir votos contra o impeachment, mas ele decidiu se se reunir com Dilma. “Lula defendeu junto a ela uma fala mais política na segunda-feira”, contou o parlamentar petista. Questionado se a presença de Lula na segunda-feira vai ajudá-la, o líder do PT afirmou que o ex-presidente “não está preocupado se vai ajudar, mas vem pela solidariedade nessa hora difícil”. Conforme Humberto Costa, além dele e Paulo Rocha, Lula também se reuniu com os senadores Jorge Viana (PT-AC) e José Pimentel (PT-CE) no aeroporto de Brasília, pouco antes de embarcar para São Paulo.
AFASTAMENTO 
Dilma Rousseff está afastada da Presidência da República desde 12 de maio, quando a Câmara dos Deputados aceitou o pedido de impeachment apresentado pelos juristas Janaina Paschoal e Miguel Reali Jr., que acusam a petista de cometer crime de responsabilidade fiscal com as chamadas pedaladas fiscais. No último dia 16, ela leu mensagem ao Senado na qual alegou ser inocente e propôs a realização de um plebiscito sobre antecipação da eleição presidencial, como forma de tentar salvar o seu mandato. Mas o discurso não mudou a tendência no Senado de votar pela sua cassação.
No fim do julgamento, provavelmente na terça-feira, se 54 senadores votarem pelo impeachment, ele perderá o mandato e o presidente em exercício, Michel Temer, assumirá definitivamente a Presidência até o fim de 2018, quando haverá nova eleição presidencial.
Estado de Minas

Seios grandes em questão

Policial ignora agressão sexual porque “vítimas tinham seios gigantescos”

Publicado por: Amara Alcântara

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Um investigador sueco teria se recusado a prosseguir com uma queixa de agressão sexual porque as duas vítimas tinham “seios gigantescos”. As informações são do site do jornal The Telegraph .
No último final de semana, duas mulheres relataram à polícia que um jogador de hóquei teria agarrado seus seios durante uma festa na boate Marité, na cidade de Östersund, no norte da Suécia. Mas, na terça-feira (23), o oficial Mikael Lundberg teria dito, em entrevista, que não havia nenhuma prova que o atleta tenha tentado agredi-las ou que houvesse tocado intencionalmente.

“É evidente que elas têm seios gigantescos. Não é fácil se esquivar deles e, se você está bêbado e acaba esbarrando em alguém… bem, pode imaginar o que aconteceu”, disse. O procurador-chefe da cidade condenou as declarações “totalmente idiotas” do investigador. “É absolutamente repugnante. É uma declaração sensacional, eu diria. Totalmente indiscriminada e ilegal. Você não vem a público fazer especulações sobre a facilidade com que se pode, supostamente, tocar alguém”.
Já Elisabeth Massi Fritz, advogada que presta apoio a vítimas de estupro, disse que o tamanho do seio nunca deve ser um fator atenuante em casos de violência sexual. “Uma mulher não deve ter que assumir a culpa por uma agressão sexual, simplesmente porque tem peitos grandes”, disse.
O chefe da polícia da região de Jämtland, Stephen Jerand, repudiou a declaração “infeliz” de seu investigador. “O fato de que ele estava muito bêbado e não conseguiria controlar os movimentos do próprio corpo poderia acontecer. Mas o tamanho do peito não deve influenciar uma decisão a respeito de suas intenções”, disse.
Na última quarta-feira (24), Lundberg disse que estava “extremamente triste com o desenrolar do caso” e que havia sido “completamente mal interpretado e incompreendido”. “Nunca disse que o tamanho do seio tinha qualquer significado. Nunca”, declarou.
TERRA

Está chegando a hora

A matemática da batalha do impeachment no Senado… 81, 54, 28, 8

Publicado por: Gutemberg Cardoso

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Placar eletrônico do Senado só deu más notícias a Dilma; na imagem, votação de 12 de maio, que afastou provisoriamente a presidente
Afinal, a possibilidade de dois terços dos deputados votarem para abrir um processo de impeachment contra a presidente eleita com as duas maiores coligações partidárias da história brasileira soava remota.
Mas o avanço da crise – econômica e política – embaralhou essa equação, e a petista sofreu derrotas nas votações até agora no Congresso.
Confira os números que ditarão o julgamento final de Dilma no Senado, a matemática que pode salvar seu mandato e as combinações que conduziram a presidente ao ponto atual:
81
Essa é a quantidade de votos em jogo no Senado, Casa onde Dilma vem sendo processada e julgada.
O PT e o PC do B, partidos mais fiéis ao governo, somam apenas 11 senadores (10 do PT e um do PC do B). O PSDB tem 11 senadores e o PMDB, 19, dos quais 13 já declararam voto contra Dilma.
54
São os votos mínimos necessários em um julgamento de impeachment para que um presidente da República perca seu cargo em definitivo. O número corresponde a dois terços dos senadores.
Eles terão de anunciar seus votos durante a etapa final do processo, que está sendo presidido pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski.
55 e 59
Foram os votos contrários à petista nas duas vezes em que senadores analisaram o caso.
Em ambas as vezes, ela precisava do apoio de 41 dos 81 parlamentares para que o caso fosse encerrado – o número corresponde à metade + 1 dos integrantes da Casa.
Na primeira votação, em 12 de maio, quando o Senado decidiu abrir o processo, Dilma obteve apenas 22 votos a seu favor e, com isso, foi afastada para ser processada.
Na segunda votação, em 10 de agosto, o resultado foi ainda pior: Dilma conseguiu apenas 21 votos em sua última chance de evitar o julgamento.
O parecer do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG) foi aprovado pelo plenário do Senado e o caso seguiu para o julgamento final.
28
Esses são os votos que a petista precisa ter a seu favor no Senado para manter seu mandato – isso não significa, porém, que todos têm de ser contrários ao impeachment.
Seriam computados nessa conta, além dos “nãos”, eventuais ausências e abstenções.
O número é inferior aos 54 votos necessários para cassá-la de vez, mas, considerando o retrospecto de votações do impeachment, é difícil de ser alcançado.
34
Foram os votos, ausências e abstenções que faltaram para que o impeachment fosse derrotado ainda na Câmara.
Do total de 513 deputados, 342 precisavam ser favoráveis ao afastamento para que o caso avançasse ao Senado.
Houve oposição suficiente à petista e o lado pró-impeachment ainda obteve 25 votos a mais na votação histórica encerrada em 17 de abril.
Na ocasião, 367 deputados defenderam que a presidente fosse julgada, e apenas 137 se posicionaram contra a abertura do processo.
A participação da Câmara no caso terminou ali, mas com um gesto claro de desaprovação à gestão de Dilma.
15 e 14
Relator do impeachment no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG) produziu dois pareceres ao longo da tramitação do processo na Casa.
Os dois relatórios foram alvo de votação na comissão especial do impeachment, que contava com 21 senadores.
E ambos obtiveram vitórias fáceis: o primeiro, que recomendava a abertura do processo, obteve 15 votos a favor; o segundo, favorável à acusação e ao julgamento, obteve 14.
As duas votações foram interpretadas como termômetro das decisões seguintes na Casa – nas duas vezes em que se manifestou, o plenário do Senado seguiu a comissão e decidiu contra Dilma.
8
É o número de anos que a presidente afastada ficará inelegível caso sofra o impeachment.
Em meses, são 96. Em dias, 2.922. Ao fim desse período, Dilma Rousseff teria 76 anos de idade.
Fonte: BBC BRASIL.com

Infortúnio político

PESQUISA: Se fossem senadores, 65% dos brasileiros votariam “Fora, Dilma!”

Publicado por: Gutemberg Cardoso
temer x dilma
Resignada com o próprio infortúnio político, a presidente afastada Dilma Rousseff acalentou uma última aspiração nos dias antecedentes à derradeira votação do impeachment: ela não gostaria de terminar como Fernando Collor, em 1992. Cortejado por meia dúzia de auxiliares, o ex-presidente foi compelido a deixar o Palácio do Planalto por uma porta lateral, de onde seguiu até o helicóptero presidencial debaixo de vaias. Ao piloto da Aeronáutica, Collor arriscou emitir uma última ordem. Como resposta, recebeu um rotundo “não”. Pressentira ali o epílogo de sua melancólica passagem pelo poder.
DOBRO DO APOIO EM 100 DIAS
O protocolo do adeus e as circunstâncias políticas atuais podem até impedir a reprise do episódio, mas – como Collor – Dilma não deixará saudades. A maioria dos brasileiros continua a apoiar o impeachment, prefere o presidente em exercício Michel Temer a ela e vislumbra um horizonte de esperança a partir da saída da petista do poder. São as principais conclusões de um levantamento realizado entre os dias 20 e 24 de agosto pelo instituto Paraná Pesquisas, a pedido da revista ISTOÉ (Clique AQUI para a pesquisa completa). Às vésperas do último ato no Senado para o afastamento definitivo, a pesquisa exibe um cenário tétrico para Dilma. Segundo a amostragem, 65,5% dos brasileiros, se fossem senadores e tivessem de comparecer à sessão marcada para terça-feira 30, votariam pelo “Fora, Dilma”. Apenas 29,5% diriam “não” à cassação. Confrontada em outra pergunta com a única opção em jogo durante a apreciação do impeachment, ou seja, se quem deve governar o País dali em diante é Dilma ou Temer, a maioria optou pelo presidente em exercício do PMDB: 41,2%. A petista aparece com 21,9%. Ou seja, em 100 dias de governo, Temer já ostenta quase o dobro da preferência dos brasileiros para governar no País em relação à Dilma Rousseff.
“Acho que Temer faz parte de um processo transitório e que o mercado, a economia e até o próprio cenário internacional receberam o nome dele de maneira muito positiva” Ana Paula Henkel, 44 anos, ex-jogadora de vôlei da seleção brasileira
Espontaneamente, 34,7% responderam “nenhum dos dois”. O pior índice de Dilma foi registrado na região Sul: 17,7%. O melhor no Nordeste: 32,3%. Mesmo assim, ela não bateria Temer na região, tradicional reduto petista. O peemedebista teria a preferência de 34,7% dos nordestinos. Já Temer obteve o melhor desempenho nas regiões Norte/Centro-Oeste: 46,2%.
Em sintonia com a consolidação de uma maioria favorável ao “Fora, Dilma” e com a preferência por Temer, o levantamento indica um otimismo com o novo Brasil a emergir no pós-cassação. Face à pergunta “Depois que a presidente Dilma Rousseff foi afastada do cargo, o sr. diria que o Brasil retomou a confiança e a esperança?”, 51,6% dos brasileiros disseram “sim”, contra 45,1% “não” e 3,4% que não responderam. O pulsar das ruas evidencia que este é um sentimento cada vez mais crescente entre os brasileiros. A aposentada Berta Ofenhejm, 89 anos, de São Paulo, é uma das otimistas por um Brasil melhor com a saída definitiva de Dilma do Planalto. Ela conta já ter visto tudo na política, mas nunca presenciou uma crise como a legada por Dilma. Para Berta, Temer pode levar o País a um caminho mais próspero. “Não tenho dúvidas de que o Brasil vai melhorar muito com ele. O presidente interino já mostrou com as medidas que tomou que viveremos um crescimento na economia. A saída de Dilma nos dá esperança”, diz. Pertencente a uma outra geração, o estudante de engenharia civil Rafael Barbar, 20 anos, de São Paulo, compartilha da mesma opinião. “Acho que o impeachment traz uma ótima expectativa para nós. Poderemos ter um governo com novas ideias, que faça o Brasil voltar a ser aquele País de oportunidades.” O jovem defende a convocação de novas eleições. Mas, em sua avaliação, Temer representa o primeiro passo para os brasileiros voltarem a sentir confiança. “Ele tem tomado medidas importantes no campo econômico. No médio prazo, vamos sentir os efeitos.”
“O impeachment também é uma mensagem política para o País, porque é um sinal de que a população não aceita um governante que faz o que quer, como a Dilma fez, como o Lula sempre fez” Rafael Cossi, 26 anos, consultor estratégico
Para a atriz e apresentadora Luísa Mell, 38 anos, a corrupção desenfreada e institucionalizada pelo PT é o motor da insatisfação nacional. “Se a Dilma não sabia de tudo que está sendo mostrado na Lava Jato, isso também é trágico porque mostra que ela é incompetente para o cargo. Acho muito sério também o fato de ela ter tentado obstruir a justiça colocando o Lula como ministro para ele ter foro privilegiado. O problema não se encerra na Dilma e no Lula. A investigação tem que continuar.” A veterinária Samira Franco Ferreira, 56 anos, faz coro. Para ela, a corrupção é um dos fatores a impulsionar o “Fora, Dilma”. “A ideia do impeachment é tirá-la do comando para recolocar o País nos trilhos. Com ela isso não vai acontecer. Principalmente com os escândalos que todos nós conhecemos bem.”
A corrupção esteve entre os temas abordados pelo instituto Paraná Pesquisas. Embora tenha se esforçado para emplacar a fictícia narrativa do “golpe”, que de maneira conveniente limita o seu afastamento a motivações políticas impulsionadas por “meras falhas contábeis”, a mandatária afastada aparece pela primeira vez associada pelos brasileiros aos malfeitos. Pior: como líder de uma quadrilha. Ante a pergunta espontânea sobre “quem seria o chefe da quadrilha que roubou o Brasil nos últimos anos”, 5,3% da população cravaram Dilma Rousseff na resposta. Neste quesito, a petista figura em segundo lugar, só ficando atrás de Lula, apontado por 38,2% dos entrevistados como o grande comandante do esquema de corrupção no País.
IMAGEM MANCHADA
O dado é um indicativo de que as recentes delações de personagens envolvidos no Petrolão, apontando que Dilma não só sabia como participou diretamente das operações de caixa 2 e pagamentos de propina durante a campanha eleitoral, contribuíram para a deterioração de sua imagem. O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, foi mencionado por 3,8%, FHC 3%, PT 2,6% e empreiteiros 2,1%. Do total, 34,5% não souberam responder. A corrupção, aliás, – ao lado da Saúde – constitui-se na principal preocupação dos brasileiros, de acordo com o instituto Paraná Pesquisas. Entre os entrevistados, 26% consideraram o combate à corrupção e os investimentos na Saúde como a “prioridade máxima” do próximo presidente do Brasil. Em seguida, aparece o Emprego (22,5%) , a Educação (15,8%) e a Segurança (7,7%). Para o comediante Marcelo Madureira, 58, anos, Temer terá de adotar algumas prioridades para conquistar a confiança do brasileiro. “Se ele tiver juízo, fará um baita ajuste no setor público. Vai ter que abrir o baú de maldades e também dar início a algumas reformas estruturais”, defendeu.
Em setembro do ano passado, o empresário e dono das lojas Riachuelo, Flávio Rocha, 58 anos, foi a público dizer que o governo de Dilma havia perdido o controle e a única saída seria o impeachment. Um ano depois, ele está esperançoso com os frutos a serem colhidos com a efetivação de Michel Temer. “O que estamos assistindo hoje é uma troca na forma de ver o mundo. Vamos ter um País normal e próspero, com uma combinação de democracia com livre mercado. Já vimos as sinalizações da confiança do investidor e do consumidor”, diz. O economista Cláudio Vourof, 66 anos, de Curitiba, comunga das mesmas idéias. Para ele, o impeachment trará uma lufada de esperança, principalmente para a economia. As expectativas, segundo ele, são as mais positivas. “A confiança dos empresários vai melhorar e eles devem investir mais. O impeachment cria um clima de otimismo e isso produzirá uma retomada econômica”, afirma. O médico Daniel Barhtolo Hyppolito, 36 anos, acompanhou todas as discussões em torno do impeachment e rechaça a narrativa do golpe, entoada por petistas e congêneres. “As acusações têm fundamento e estão de acordo com a Constituição”, diz. Apesar de Temer não ser seu candidato, ele acredita na capacidade do peemedebista de comandar a nação. “Temer e Dilma eram aliados. Ainda assim, acho que ele será melhor dirigente do que ela. Entendo que ela cometeu um crime e deve ser punida.”
Assim como Hyppolito, a ex-jogadora de vôlei da seleção brasileira, Ana Paula Henkel, 44 anos, analisou com acuidade a situação da presidente Dilma antes de defender um posicionamento. “Não era contra nem a favor, estava apenas observando. Mas, após o relatório do senador Antonio Anastásia (PSDB-MG), vi que não tem como fugir do impeachment. Houve um crime de responsabilidade fiscal”, afirma. A ex-jogadora afirma não ter votado na chapa PT-PMDB em 2014, mas alimenta expectativas com a alternância de poder. “Acho que ele (Temer) faz parte de um processo transitório e que o mercado, a economia e até o próprio cenário internacional receberam o seu nome de maneira muito positiva. Sinto que é o que nós precisamos nesse momento.” Apesar de não apoiar Michel Temer, a atriz Julia Ianina, 33 anos, demonstrou preocupação com a paralisia do governo Dilma. Para ela, legítima representante dos que não querem nem Dilma nem Temer, o País poderá tomar um novo rumo quando forem convocadas novas eleições. “Dilma dificilmente conseguiria uma situação boa para governar. Então, o ideal seria ter uma nova eleição”. Trata-se de um cenário inviável, uma vez que a convocação de um novo pleito teria de ser aprovado por pelo menos 2/3 de um Congresso hoje alinhado com o atual governo. Num cenário hipotético de novas eleições, Dilma dificilmente teria condições de influir na disputa. Pelo contrário. O levantamento realizado pela Paraná Pesquisas traduz a fragilidade política da petista, a manquitolar sem perspectivas eleitorais. Um percentual semelhante (63,7%) àquele favorável ao afastamento definitivo da presidente afastada não votaria de jeito nenhum num candidato apoiado por Dilma nas eleições municipais de outubro. Apenas 19,6% admitiriam votar num nome indicado pela presidente afastada. Se é incapaz de transferir votos, inepta para pavimentar maiorias parlamentares, como poderia nutrir planos políticos para si própria ou para outrem?

Fonte: istoé

Uma noite na cama com Usain Bolt

Jady Duarte sobre a noite com Usain Bolt, o maior velocista do mundo: “Me fiz de difícil”

Publicado por: Ivyna Souto
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Como começou o flerte com o maior velocista do mundo?
Eu estava com amigos, curtindo a night num camarote, quando um segurança me convidou para o camarote dele.
Você foi? 
Não fui de primeira, né? Eu me fiz de difícil. Teve um momento em que ele levantou a camisa e as mulheres se atiraram. Não dei confiança. Quando estava indo embora, de táxi, Bolt me chamou. Entrei no táxi dele e fomos até a Vila Olímpica. Ele estava com mais dois amigos. Foram todos simpáticos e me trataram bem.
Foi fácil entrar na Vila Olímpica sem credencial? 
Sim. Entramos normal. Andamos um pouco e pegamos o transporte da Vila. Quando vi, estava no quarto com Bolt, ouvindo Work, da Rihanna. Coloquei até a camisa dele. Foi bom.
Como é o homem mais rápido do mundo na intimidade? 
Daria medalha de ouro. Ele merece. É gente boa. Se na corrida é rápido, naquele momento não foi tão rápido assim. Ficamos quase três horas no quarto. Saí de manhã. Ele pagou 100 euros pelo táxi de volta. Bolt foi gentil.
Seu relacionamento anterior foi com o traficante Diná Terror, morto em março? 
Diná não foi meu marido nem meu namorado. Conheci ele na balada, porque ele saía normal. Fui duas vezes na comunidade. Disseram que é pai dos meus dois filhos. O povo inventa. Meus filhos são muito branquinhos, pô. Falar que namorou, o.k. Mexer com meus filhos, não aceito. Deus que me perdoe.
O caso com Bolt expôs muito a sua vida pessoal. Vale a pena ter sua intimidade na boca do povo? 
Por um lado é bom, porque pode me proporcionar trabalhos e fotos. Por outro, tenho recebido muitas críticas. Dizem que não presto, que arrumei homem com namorada. Como é que eu ia saber que ele tinha namorada, gente? Bati boca com alguns. Tem uns chatos que disseram que eu não tinha vergonha do que fiz. Aí, respondi: “Vergonha de quê?”.
Sua vida mudou? 
Está bem tumultuada. Passei até mal quando vi que as fotos tinham se espalhado. Mandei as fotos só para um grupo de amigas de Campo Grande: “Meninas, só se vocês não acompanharam a Olimpíada não vão saber quem é”. Quando acordei, tinha foto em tudo que é lugar. Em Campo Grande, Realengo, Barra. Meu celular travou de tanta ligação. Minha mãe achou engraçado porque é fã dele. O meu filho mais velho viu na TV e pediu a foto, mas não dei.
Veja 

A delação mais controversa da Lava Jato

A delação que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, jogou no lixo

Publicado por: Ivyna Souto
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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tomou a decisão mais controversa da Operação Lava-Jato na semana passada. Diante da repercussão da reportagem de capa de VEJA, Janot informou que as negociações de delação do empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, estão encerradas. O vasto material produzido ao longo de cinco meses de tratativas entre a Procuradoria e o empreiteiro foi enviado para o incinerador, eliminando uma das mais aguardadas confissões sobre o escândalo de corrupção na Petrobras.
Para quem vive atormentado desde 2014, quando surgiu a Lava-­Jato, a decisão de Janot representa um alívio ou até a salvação. Léo Pinheiro se preparava para contar os detalhes de mais de uma década de simbiose entre o poder e a corrupção. Em troca de uma redução de pena, o empreiteiro ofereceu aos investigadores um calhamaço com mais de setenta anexos. São capítulos que mostram como a corrupção se apoderou do Estado em diversos níveis.
VEJA teve acesso ao conteúdo integral de sete anexos que o procurador-­geral decidiu jogar no lixo. Eles mencionam o ex-­presi­den­te Lula, a campanha à reeleição da presidente afastada Dilma Rousseff e, ainda, dois expoentes do tucanato, o senador Aécio Neves e o ministro José Serra. A gravidade das acusações é variável. Para Lula, por exemplo, as revelações de Léo Pinheiro são letais. Lula é retratado como um presidente corrupto que se abastecia de propinas da OAS para despesas pessoais. O relato do empreiteiro traz à tona algo de que todo mundo já desconfiava, mas que ninguém jamais confirmara: Lula é o verdadeiro dono do famoso tríplex no Guarujá, no litoral de São Paulo — comprado, reformado e mobiliado com dinheiro de uma conta em que a OAS controlava as propinas devidas ao PT.
O tríplex do Edifício Solaris é o tema de um dos anexos que narram crimes praticados pelo ex-presidente. O empreiteiro conta que, em 2010, soube, por intermédio de João Vaccari, então tesoureiro do PT, que Lula teria interesse em ficar com o imóvel no prédio. Vaccari, que está preso, pediu ao empreiteiro que reservasse a cobertura para o ex-presidente. Não perguntou o preço. E quem pagou? Léo Pinheiro responde: “Ficou acertado com Vaccari que esse apartamento seria abatido dos créditos que o PT tinha a receber por conta de propinas em obras da OAS na Petrobras”. Ou seja: dinheiro de propina pagou esse pequeno luxo da família Lula. Para transformar o que era um dúplex em um tríplex mobiliado, a conta, segundo a perícia, ficou em pouco mais de1 milhão de reais. Pinheiro esclarece até mesmo se Lula sabia que seu tríplex era produto de desvios da Petrobras. “Perguntei para João Vaccari se o ex-presidente Lula tinha conhecimento do fato, e ele respondeu positivamente”, diz o anexo.
Respostas
O senador Aécio Neves rechaça as afirmações atribuídas ao sr. Leo Pinheiro e divulgadas por VEJA.
Trata-se de repetição das mesmas citações já publicadas há dois meses, sem a apresentação de quaisquer elementos ou provas que as atestem.
A correção e regularidade dos procedimentos de execução das obras da Cidade Administrativa de MG foram atestadas pelos órgãos públicos de controle do Estado e por empresa de gerenciamento e auditoria externa, contratada por meio de processo de licitação.
É falsa a afirmação de que Aécio Neves teria “um operador”. As doações feitas pela OAS ao PSDB estão devidamente registradas na Justiça Eleitoral e ocorreram dentro da legalidade.
Em nota, o ministro José Serra afirma que a reportagem de VEJA desta semana, que o menciona, “infelizmente não seguiu um preceito básico do jornalismo: ouvir o outro lado. Caso o tivesse feito, teria evitado equívocos. Saberia, por exemplo, que, ao contrário do que dá a entender a matéria, a licitação, a assinatura do contrato e o início das obras do trecho sul do Rodoanel aconteceram em 2006. O mandato de José Serra no governo de São Paulo teve inicio em 1º de janeiro de 2007. Os dois dirigentes da área de transportes mencionados na matéria concluíram suas funções em 2006 e não continuaram em seus cargos na nova administração. Ao assumir o governo paulista, José Serra determinou, sim, a renegociação desse contrato, reduzindo seus custos em quase 4%. A economia para os cofres públicos foi de R$ 174 milhões –equivalentes a R$ 300 milhões a preços atuais.”
Veja

Brasil da ditadura militar criticado com humor

O BEM-AMADO: TELENOVELA DE DIAS GOMES EXIBIDA PELA REDE GLOBO EM 1973

Escrita por Dias Gomes, a telenovela O Bem-Amado foi produzida e exibida pela Rede Globo entre 22 de janeiro a 3 de outubro de 1973. Foi a 17ª "novela das dez" exibida pela emissora e a primeira produzida em cores na televisão brasileira, sob a direção de Régis Cardoso e supervisão de Daniel Filho, contando com os atores Paulo Gracindo e Lima Duarte nos papéis principais., 
No enredo, o prefeito Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo), um político corrupto e cheio de artimanhas, tem como meta prioritária em sua administração na cidade fictícia de Sucupira, no litoral baiano, a inauguração do cemitério local. De um lado. é bajulado pelo secretário gago, Dirceu Borboleta (Emiliano Queiroz), profundo conhecedor dos lepidópteros, e conta com o apoio incondicional das irmãs Cajazeiras, suas correligionárias e defensoras fervorosas: Doroteia (Ida Gomes), Dulcineia (Dorinha Durval) e Judicleia (Dirce Migliaccio). 
O prefeito Odorico Paraguaçu e as irmãs Cajazeiras, Doroteia, Dulcineia e Judicleia, suas correligionárias e defensoras fervorosas
Doroteia é a mais velha, líder na Câmara de Vereadores da cidade. Dulcineia, a do meio, é seduzida pelo prefeito. E Judicleia é a mais nova - e mais espevitada. São três solteironas avessas a imoralidades - pelo menos em público, já que Odorico sempre aparece de noite para tomar um "licor de jenipapo".
Odorico tem que lutar com a forte oposição liderada pela delegada de polícia, Donana Medrado (Zilka Salaberry), que conta com o dentista Lulu Gouveia (Lutero Luiz), inimigo mortal do prefeito e líder da oposição na Câmara - atacando-se constantemente com Doroteia no plenário. E ainda com o jornalista Neco Pedreira (Carlos Eduardo Dolabella), proprietário do jornal local, a Trombeta. Sem falar em Nezinho do Jegue (Wilson Aguiar), defensor fervoroso de Odorico quando sóbrio, e principal acusador, quando bêbado!
Paulo Gracindo em O Bem-Amado, 1973. Cedoc/TV Globo
A meta prioritária da administração do prefeito Odorico Paraguaçu era que alguém morresse para inaugurar o cemitério da cidade de Sucupira 
Maquiavelicamente, o prefeito arma tramas para que morra alguém, sempre fracassando. Nem as diversas tentativas de suicídio do farmacêutico Libório (Arnaldo Weiss), um tiroteio na praça e um crime lhe proporcionam a realização do sonho. Para obter êxito, Odorico traz de volta a Sucupira um filho da terra, Zeca Diabo (Lima Duarte), um matador "redimido", que recebe a "missão" de matar alguém para inauguração do cemitério.
Lima Duarte e Paulo Gracindo em O Bem-Amado, 1973. Cedoc/TV Globo
Protagonistas da novela O Bem-Amado: Lima Duarte (o matador Zeca Diabo) e Paulo Gracindo (o prefeito Odorico Paraguaçu)
Como se não bastasse, Odorico ainda tem que enfrentar os desafios de Juarez Leão (Jader Filho), médico personalístico da oposição, que se envolve com sua filha, Telma (Sandra Brea), e faz um bom trabalho em Sucupira, salvando vidas - para desespero de Odorico.
A final, uma irônica surpresa: Zeca Diabo, revoltado, mata Odorico, que, finalmente, inaugura o cemitério!
Emiliano Queiroz em O Bem-Amado, 1973. Cedoc/TV GloboIda Gomes, Dorinha Duval e Dirce Migliaccio em O Bem-Amado, 1973. Cedoc/TV GloboRuth de Souza e Milton Gonçalves em O Bem-Amado, 1973. Cedoc/TV GloboAugusto Olímpio, Paulo Gracindo e Zilka Salaberry em O Bem-Amado, 1973. Cedoc/TV Globo

A corda: remédio pra locutor linguarudo

ENTENDA PORQUE A PALAVRA MAIS PRONUNCIADA POR UM FALANTE LOCUTOR ERA 'A CORDA'


Nenhum texto alternativo automático disponível.
Embora desde cedo da manhã deste sábado (27) eu já estivesse de pé, durante todo o dia um insistente locutor em um carro de som repetia uma palavra só pelas ruas da cidade: 'ACORDA'... 'ACORDA'... 'ACORDA'...
Somente à noite, no entanto, durante a inauguração de um comitê de campanha onde a palavra mais pronunciada era a mesma, entendi que não era 'ACORDA', e sim 'A CORDA', que o falante locutor tanto insistia em bradar.
Contudo, o que todos ainda não sabem, mais querem saber, é porque o tal locutor insistia tanto em pronunciar 'A CORDA". Pois bem, sem nenhum interesse em saber, eu descobri: 
Apesar de ser para muitos um desconhecido, trata-se ele de um indivíduo da cidade de Ingazeira, em Pernambuco, chamado Fabrício, que naquele município exercia a função de secretário de Comunicação, até o dia em que teve o salário atrasado e 'meteu o pau' no prefeito. 
Resultado: de acordo com informações recebidas de conterrâneos seus (dele), como os adjetivos dirigidos ao mandatário ingazeirense não foram muito elogiosos, além de ser demitido do cargo o linguarudo locutor teve que passar uns oito dias hospitalizado por conta do 'polimento' que levou do filho do gestor.
Somente depois dessa surpreendente informação, entendi o porquê dessa sua neurose com "A CORDA". Talvez, pois, tenha sido com esse não muito confortável utensílio que lhe deram o merecido 'polimento'.

3 toneladas de maconha em caminhão do Exército

Militares são detidos transportando drogas em caminhão do Exército Brasileiro

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O Exército Brasileiro informou nesta tarde de domingo (28), em nota, que os militares presos após serem flagrados transportando 3 toneladas de maconha em caminhão da instituição em Campinas (SP) nesta madrugada serão expulsos da corporação.
“O Exército Brasileiro não admite atos desta natureza que ferem os princípios e valores mais caros sustentados pelos integrantes da Força. Diante da gravidade do fato, que desonra a instituição e atinge a nossa sociedade, os militares encontram-se presos e serão expulsos do Exército”, informou a instituição, por meio de seu Centro de Comunicação Social.
A instituição afirmou ainda que foi instaurado um Inquérito Policial Militar para a apuração dos fatos e responsabilidades e disse que está à disposição para apoiar as investigações.
Em nota, o Comando Militar do Oeste reiterou a abertura de um Inquérito Policial Militar e prometeu máxima prioridade para elucidação dos fatos.
Os cabos presos em flagrante são Higor Abdala Costa Attene e Maykon Coutinho Coelho, que pertecem ao 20º Regimento de Cavalaria  Blindado (20 RCB), de Campo Grande, Mato Grosso do Sul (MS). O terceiro detido é Simão Raul, que fugiu após a ação e está internado em Limeira. Ele é do mesmo regimento e será levado para São Paulo quando receber alta.
Investigação
Um caminhão do Exército carregado com drogas foi apreendido nesta madrugada de domingo (28), na rodovia Anhanguera, em Campinas, e dois militares foram presos em flagrante.
Segundo a Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), o veículo estava carregado 3 toneladas de maconha, mas a droga ainda será pesada e periciada.
Foram três meses de investigação até que os policiais descobriram que um carregamento de drogas chegaria a uma empresa desativada, utilizada como estacionamento, em Campinas.
Os policiais foram até o local da entrega. Algum tempo depois, os suspeitos, que estavam dentro da empresa, desconfiaram da movimentação e tentaram fugir.
Segundo o Denarc, houve troca de tiros entre policiais e militares. Após o confronto, dois cabos, que estavam no caminhão, foram presos em flagrante e logo assumiram que o entorpecente estava no veículo. Eles disseram, ainda, que haviam trazido a droga de Campo Grande (MS) e que ela seria distribuída na região de Campinas.
O caminhão apreendido tinha marcas de disparos nas portas, vidros quebrados e um pneu furado.
Terceiro militar
O militar que fugiu foi encontrado nesta manhã pela Guarda Municipal em Cordeirópolis (SP) com roupas do Exército e ferido.
Os guardas encaminharam o suspeito para a Santa Casa de Limeira (SP) para tratamento e acionaram a Polícia Civil. Após receber alta, ele será levado junto com os outros presos para São Paulo.
Mais suspeitos
Outros dois homens, que deram apoio à ação, tentaram fugir em uma Fiorino, mas foram presos. Segundo a Polícia Civil, eles teriam ido à empresa desativada para pegar a maconha. Foi apreendida uma pistola de calibre 380, com numeração suprimida, utilizada pelos cabos e mais uma van, abandonada por outros criminosos que escaparam.
A Polícia Civil disse ainda que acredita que mais duas pessoas tenham fugido.
G1

Folgada, hein, vovó!

Idosa é presa com réplicas de fuzil, medicamentos e faz tricô em base da polícia

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Uma mulher de 71 anos foi flagrada transportando réplicas de fuzil e pistola durante a fiscalização de um ônibus na manhã deste domingo (28) em Itu (SP). De acordo com a polícia, ela foi flagrada por uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) no km 74 da Rodovia Castello Branco.
Após o flagrante, a mulher ainda chegou a fazer tricô enquanto esperava o registro da ocorrência na base da polícia.
As armas falsas foram encontradas durante a abordagem de um ônibus que seguia de Assunção, no Paraguai, e tinha como destino a cidade de São Paulo. A polícia encontrou na bagagem pertencente a idosa 17 réplicas de fuzil, 9 de revólver calibre 12 e 13 de pistola.
Além disso, a suspeita também levava medicamentos contrabandeados, como 200 comprimidos de estimulante sexual e outros 310 remédios usados para emagrecer e como anabolizantes em academias.
Aos policiais, ela afirmou que estaria levando os “brinquedos” a pedido de uma pessoa que seguia viagem em outro ônibus,  também com destino a capital paulista. As réplicas e os medicamentos foram apreendidos e levados junto com a idosa para a Polícia Federal em Sorocaba (SP), onde a ocorrência será registrada.
G1

Candidatos se enfrentam na justiça

Antes das urnas, candidatos de João Pessoa se enfrentam na Justiça Eleitoral

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A disputa pela Prefeitura de João Pessoa não acontece apenas nas urnas. Ao mesmo tempo em que invadem as ruas para disputar a preferência da população, os candidatos também se enfrentam na Justiça. A coligação ‘Trabalho de Verdade’, que tem Cida Ramos (PSB) como candidata, já é alvo de quatro ações na Justiça Eleitoral.
Na tarde deste domingo (28), a assessoria jurídica da coligação informou que a coligação do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) já protocolou quatro ações com o intuito de tentar barrar a participação do governador Ricardo Coutinho (PSB) no guia da socialista.
No entanto, a Justiça Eleitoral assegura que 25% do guia eleitoral do candidato pode ser ocupado por seus apoiadores. Na sexta-feira o juiz da da 1ª Zona Eleitoral, José Ferreira Ramos Júnior, determinou que fossem feitas mudanças no primeiro guia de Rádio e TV de Cida. A decisão ocorreu após o governador ter ocupado 100% do tempo total das inserções do partido.
MaisPB

Resgatados em ilha desabitada

Casal é resgatado de ilha deserta após escrever mensagem pedindo socorro em praia

guam
Um homem e uma mulher que estavam presos em uma ilha deserta no estado de Chuuk, na Micronésia, foram salvos na última quinta-feira (25) após escrever um pedido de socorro na areia da praia.
O casal. Linus e Sabina Jack, estava desaparecido desde o dia 19, quando ia da ilha de Weno à ilha de Tamatam.
Eles relataram que ficaram à deriva por 8 dias com “suprimentos limitados” e sem equipamentos de emergência à bordo e conseguiram aportar na ilha desabitada.
O sinal de “S.O.S.” foi avistado por um avião da Marinha americana, que coordenou o trabalho de resgate com a Guarda Costeira americana de Guam.
O casal foi transferido em segurança para o atol de Nomwin.
G1

'Bumbum na nuca'

Gracyanne Barbosa exibe o seu ‘bumbum na nuca’ em foto de fio-dental

gracy
Gracyanne Barbosa mostrou o resultado de tanta malhação ao exibir o seu ‘bumbum na nuca’ postando uma foto de fio-dental.  A morena compartilhou em seu perfil no Instagram o clique arrasador. Ela é dona de um corpo esculpido por muitas horas na academia e por uma alimentação balanceada.
Gracy já publicou nas suas redes sociais a receita para conseguir o ‘bumbum na nuca’. “Galera, não esqueci de vocês. Apenas estou sem tempo de postar, então para quem pediu treino de ontem ‘bumbum na nuca’: passada no smith, três curtas, faz seis completas, três curtas, faz cinco até chegar a um. São três séries de cada lado. Glúteo na máquina 4×10. Cadeira abdutora 15 parando 2 mais 30 direto com elástico, faz 2 e para no 3; segura dois segundos até dar 15 (ao todo serão 45 repetições pra cada lado). São três séries”, explicou ela.

Alerta de guerra

Tensão alta: Coreia do Norte ameaça “reduzir a cinzas” forças dos Estados Unidos

21jul2016---foguete-balistico-e-lancado-durante-treinamento-pela-unidade-de-artilharia-hwasong-da-forca-estrategica-kpa-em-pyongyang-na-coreia-do-norte-1469134887994_615x300A Coreia do Norte ameaçou neste domingo “reduzir a cinzas” as forças americanas, em resposta às críticas do Conselho de Segurança da ONU a seus programas balísticos.
O Conselho de Segurança condenou com firmeza, na última sexta-feira, a Coreia do Norte, por seus testes de lançamento de mísseis, e decidiu “tomar medidas significativas”, dias depois do lançamento de um projétil SLBM por um submarino norte-coreano.
A Coreia do Norte é proibida por resoluções da ONU de usar qualquer tecnologia de mísseis balísticos, mas o país realizou vários lançamentos após seu quarto teste nuclear, em janeiro.
Um porta-voz da chancelaria norte-coreana classificou a declaração do Conselho de Segurança de “fruto de atos de banditismo dos Estados Unidos”.
“A Coreia do Norte tem os meios coerentes para reduzir a cinzas os agressores no território dos Estados Unidos e no palco de operações no Pacífico”, afirmou o porta-voz, em declaração transmitida pela agência oficial KCNA.
As forças navais norte-coreanas testaram com sucesso, na última quarta-feira, um míssil balístico desde um submarino, que violou o espaço aéreo japonês, aumentando a tensão na região, onde dezenas de milhares de soldados de Coreia do Sul e Estados Unidos realizam manobras militares.
UOL

Ex de deputado federal em traje diminuto

Ex-BBB Letícia Santiago curte dia de sol e mostra corpão em foto de biquíni

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Letícia Santiago aproveitou este domingo, 28, para curtir o dia de sol. Em seu perfil no Instagram, a ex-BBB compartilhou clique todo ensolarado em que aparece só de biquíni e toda animada. “Bom dia, meus amores. Bora aproveitar esse sol lindo”, escreveu ela que costuma compartilhar registros em que aparece no traje diminuto e deixa os seguidores de queixo caído com o corpo em forma.
Leticia, que está casada com o deputado federal Miguel Corrêa Junior há seis meses, trocou recentemente as próteses de silicone que tinha nos seios de 320ml por outras de 470ml. Em conversa recente com o EGO, ela disse que agora ficou com o corpo mais natural, apesar de estar mais turbinada. “Tinha emagrecido e os seios acabaram diminuindo. Além disso, as minha próteses antigas eram com formato redondo e  essas são anatômicas, que meu médico, o Dr. Renato Tatagiba, explicou que preencheria melhor o meu perfil de corpo e ficaria mais natural, inclusive. Estou me sentindo linda”, contou.
EGO

Última tentativa de Dilma contra cassação

Aliados querem fala dura de Dilma Rousseff, mas divergem sobre termo ‘golpe’

dilma-carta-aos-senadores-748x410Aliados da presidente afastada Dilma Rousseff defendem que ela faça um discurso “duro” e “firme” no Senado nesta segunda-feira (29), quando vai ao plenário para se defender no julgamento final do processo do impeachment.
Para senadores e para o advogado de defesa, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, Dilma deve, além de enfatizar que não cometeu crime, não cair em eventuais provocações de adversários.
No entanto, os aliados da petista divergem sobre o uso dos termos “golpe” ou “golpista” no pronunciamento, com previsão de duração de 30 minutos, prorrogáveis por período indeterminado a critério do presidente da sessão, ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O depoimento de Dilma é esperado como um dos principais atos do julgamento do impeachment. Esta vai ser a primeira vez que ela irá ao Congresso desde que foi afastada da Presidência da República, em maio.
A sessão está prevista para começar às 9h. Após o pronunciamento, Dilma receberá perguntas formuladas pela acusação, pela defesa e por senadores e poderá responder se quiser. Assessores e aliados dizem que a disposição dela é responder.
Segundo a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ministra e amiga pessoal de Dilma, senadores contrários ao impeachment vão se reunir com a presidente afastada no fim de semana para definir a estratégia a ser usada na segunda-feira.
Um dos que defendem o tom mais “duro” no discurso de Dilma, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), avaliou que a presidente afastada precisa resistir e não cair em possíveis “provocações” de parlamentares favoráveis ao impeachment.
Ele disse também acreditar que Dilma não deve “elevar o tom”, fazer acusações contra senadores, apontar eventuais envolvimento deles em casos de corrupção ou chamá-los de “golpistas”.
Ex-ministro de Dilma, o senador Armando Monteiro Neto (PTB-AL), por sua vez, defendeu que a petista faça uma fala “firme” durante a sessão, “como é a característica” da presidente afastada.
“Ela tem que fazer uma fala firme e ser altiva. Evidentemente, se ela puder temperar sua fala com um toque mais humano, é sempre bom. E não me parece que ela está vindo aqui apontar o dedo aos senadores, chamá-los assim [golpistas]. […] Até porque não seria uma linguagem própria e não a ajudaria nesse contexto [de julgamento]”, declarou.
Na mesma linha, o senador Jorge Viana (PT-AC) declarou que Dilma deverá “enfatizar” e “deixar claro” que não cometeu crime de responsabilidade.
“O depoimento dela será num tom de respeito ao Senado, mas procurando justiça, claro. Tem que ser o tom da verdade e certamente não vai sair disso”, disse. “A presidenta está sofrendo uma grande injustiça, ela tem, sim, direito à indignação, mas vai tratar com respeito os senadores”.
Sobre a ida de Dilma ao Senado, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) defende que ela faça um discurso “com o coração” a fim de sensibilizar os senadores.
“Ela tem que falar com a razão, a alma e o coração. O melhor para o Brasil não é o impeachment. E, depois da volta dela, precisamos ter um clima de reconciliação nacional para haver um governo de unidade”, defendeu o peemedebista.
Divergência
Uma das principais aliadas de Dilma no Senado, Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), por outro lado, disse “discordar” dessa tese, pois acredita que a presidente afastada deve, sim, chamar de “golpistas” os senadores que defendem o impeachment. “Por que ela esconderia isso?”, indagou.
Para Vanessa Grazziotin, a sessão de segunda será um “debate muito forte” porque “todos os lados estão muito nervosos”.
“Se alguém no plenário elevar o tom contra ela [Dilma], algum senador, não será ela quem responderá. Seremos nós, no outro lado do plenário”, declarou. “Gente, alguém vai para o abatedouro como um cordeiro que é mansinho?”, indagou.
O advogado de Dilma no processo, José Eduardo Cardozo, disse não saber o tom que Dilma usará em seu discurso, mas afirmou que “certamente será de uma chefe de Estado acusada injustamente”.
“Dilma fará uma contextualização política sobre o assunto e abordará os aspectos que considera mais descabidos nas acusações contra ela. Eu usei o termo ‘golpista’ o tempo inteiro, por escrito e nas minhas falas, assim como vários juristas de todo mundo têm utilizado, e não vejo por que ela não fazê-lo [chamar senadores de golpistas]”, afirmou o ex-ministro da Justiça.
Lula
Na segunda, Dilma contará com uma estrutura especial no Senado. Além de parte do gabinete do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi colocada à disposição dela a tribuna de honra do plenário, onde poderão ser acomodados ex-ministros e auxiliares.
Ela vai ter a presença de seu mentor político e antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A lista de pessoas que vão acompanhar Dilma na sessão tem ainda 18 ex-ministros – como Jaques Wagner (Casa Civil) e Aloizio Mercadante (Educação) –, presidentes de partidos – entre eles Rui Falcão (PT) e Carlos Lupi (PDT) – e assessores que a acompanham no Palácio da Alvorada.
G1

AAS contra infarto e AVC

Tomar aspirina a cada três dias reduz risco de infarto e AVC, aponta pesquisa

remédio
O ácido acetilsalicílico (AAS), conhecido como aspirina, é utilizado para prevenir o infarto, a doença vascular periférica ou o acidente vascular cerebral (AVC). No entanto, o uso constante e diário da aspirina costuma provocar complicações gastrointestinais nestes pacientes. Mas um estudo desenvolvido por pesquisadores brasileiros concluiu que tomar aspirina a cada três dias pode ser tão eficiente quanto na prevenção dessas doenças e também evita as complicações gastrointestinais causadas pelo uso diário do medicamento.
O estudo foi coordenado por Gilberto De Nucci, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP). “De uns 35 anos para cá, verificou-se que a aspirina tem um efeito benéfico seja no tratamento do infarto seja como profilaxia do infarto. O problema de usar aspirina é que ela tem um efeito colateral importante, causando irritação no estômago. Essa irritação pode não dar sintomas e o paciente pode apresentar uma hemorragia gástrica”, explicou.
O que se fazia até então para reduzir esses efeitos colaterais, segundo De Nucci, era reduzir a dose de aspirina. “Toda a literatura [médica] dos últimos 35 anos procurava reduzir a dose de aspirina para minimizar o risco da hemorragia gástrica. Mas demonstramos a segurança desse sistema terapêutico”, disse. “Tem pacientes que não tomam aspirina, e que deveriam tomar, porque [a aspirina] apresenta risco de hemorragia muito alto. Mas agora demonstramos que esse esquema terapêutico é tão benéfico quanto os anteriores com a vantagem demonstrada de não causar nenhuma irritação”, ressaltou.
O estudo, desenvolvido por cerca de um ano, teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Biolab Farmacêutica e foi publicado no The Journal of Clinical Pharmacology.
A pesquisa
O ácido acetilsalicílico evita que as plaquetas se agrupem e obstruam os vasos sanguíneos. Por isso é que popularmente se diz que o AAS “afina” o sangue. Por outro lado, ao mesmo tempo, a aspirina atua na mucosa gástrica, diminuindo a produção de prostaglandinas – substâncias lipídicas que protegem o estômago e o intestino.
Durante o estudo de doutorado de Plinio Minghin Freitas Ferreira, na USP, sob orientação de De Nucci, 24 voluntários sadios foram divididos em dois grupos. Metade deles recebeu AAS todos os dias durante um mês. A outra metade recebeu o medicamento a cada três dias e, no intervalo dos dias, apenas placebo (substância sem efeito direto em doenças, simulando um medicamento). Neste período, os voluntários passaram por diversos exames como endoscopia, biópsia gástrica, teste de agregação plaquetária e medição do nível de prostaglandina, por exemplo. “Quando fizemos esse estudo, verificamos que, quando tomada a aspirina de três em três dias a eficácia para prevenir a formação do trombo era a mesma. Entretanto, a produção de prostaglandina, quando se tomava [a aspirina] todo dia, havia redução de 50%. Quando tomava de três em três dias, não havia redução da produção de prostaglandina”, disse o coordenador do estudo.
Agência Brasil