sábado, 8 de agosto de 2020

Dados atualizados do Ministério da Saúde sobre a Covid-19 no Brasil

Brasil ultrapassa 100 mil mortes por Covid-19; nas últimas 24 horas, 905 óbitos foram registrados

Confira os últimos números do levantamento do Conselho Nacional e o Ministério da Saúde sobre a pandemia do novo coronavírus no país

Coronavírus Brasil Arte
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O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Ministério da Saúde atualizaram, nesta sábado (8), os dados sobre a situação da Covid-19 no Brasil. Veja os números do último levantamento.

  • 905 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 49.970 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 100.477 mortes;
  • 3.012.412 casos confirmados;
  • 2.094.293 recuperados.
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Situação do novo coronavírus no Brasil - 08/08/2020 - Fonte: Conass 

No dia 29 de julho, o país registrou o maior número de casos confirmados da Covid-19 em 24 horas; foram 72.377 novos casos.

No dia 16 de junho, menos de um mês depois de atingir a triste marca de um milhão de casos de Covid-19 confirmados, o Brasil atinge a marca de mais de dois milhões de infectados no país. No dia 8 de julho, o país chegou a um milhão de pessoas recuperadas da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais óbitos registrados pela Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos. 

Situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 19,4 milhões de pessoas em todo o mundo, um marco alcançado apenas nove meses após ter surgido na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo ultrapassou 723 mil. Por outro lado, mais de 11,8 milhões de pessoas já se recuperaram da doença.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático e parametrizado do Diário Oficial da União e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Nele, é possível ver todas as menções à Covid-19 no Diário Oficial da União (DOU).

Pioneira na automação do monitoramento de informações governamentais, a InteliGov usa sua tecnologia para atualizar automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente, quanto às iniciativas do Legislativo.

Todo material disponível é gratuito, e dividido em duas categorias: 'publicações na imprensa oficial' e 'proposições legislativas'.

Confira em tempo real a COVID-19 no Brasil:

Brasil supera a triste marca de 100 mil mortes por Covid-19

NOVO CORONAVÍRUS: Brasil atinge neste sábado marca histórica de 100 mil vítimas da Covid-19

Marcio James / Semcom/ Fotos Públicas

O Brasil superou neste sábado (8) a triste marca de 100 mil mortes pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O total de óbitos registrados é de 100.240, com 2.988.796 casos de Covid-19.

A primeira vítima foi uma mulher de 57 anos, que morreu em São Paulo em 12 de março – a morte foi divulgada no dia 17 daquele mês. Desde então, foram menos de cinco meses até a marca de 100 mil mortes. A Covid-19 deixou mortos em 3.692 dos 5.570 municípios brasileiros, ou 66,2% do total.

O Brasil é o segundo país em todo o mundo a atingir esse indicador com o Covid-19: em maio, os Estados Unidos chegaram a mais de 100 mil mortos, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. Hoje, são mais de 160 mil vítimas nos EUA. Da primeira morte, em fevereiro, à de número 100 mil, em 27 de maio, se passaram pouco mais de três meses.

Os números que colocam o Brasil em destaque negativo já superam o total de mortos em eventos como a Gripe Espanhola e a Guerra do Paraguai. Em outro comparativo, é possível apontar que apenas 324 dos 5.570 municípios brasileiros tinham, em 2019, mais de 100 mil habitantes, segundo o IBGE.

Famílias impactadas

São também, no mínimo, 600 mil pessoas impactadas: segundo estudiosos, o luto pode atingir de seis a dez pessoas por família. A pandemia impôs um sofrimento sem precedentes para centenas de milhares de brasileiros, que perderam entes queridos muitas vezes sem poder se despedir — velórios e enterros passaram a ter restrições para reduzir a possibilidade de transmissão do vírus.

São histórias tristes como a do casal Francisca, 64 anos, e José Ariston, 69 anos, do Distrito Federal, que estavam juntos havia 42 anos e morreram na última semana com 14 horas de diferença. Nenhum dos dois pôde ser velado; foram enterrados no cemitério do Gama. A família acompanhou o sepultamento a distância. Rose Castro, de Marília, o interior de São Paulo, tampouco pode estar com a família no enterro do pai, Orioswaldo.

Ou de Flávia Carvalho, que morreu em 15 de julho em Teresina, no Piauí, deixando o marido e cinco crianças pequenas: Maria Cecília, que nasceu pouco antes de a mãe morrer, Isadora, de 2 anos, João Lucas e Miguel, de 3 anos, e Gerson, de 5 anos. Desempregado e com cinco filhos para criar, o homem ganhou a ajuda de vizinhos, que organizaram uma campanha para ajudá-lo.

Uma das questões que a pandemia impõe é como lidar com a dimensão das mortes. “Existe uma máquina de insensibilidade, e a gente tem o tempo todo o trabalho de reverter essa máquina de insensibilidade”, disse o psicanalista Tales Ab’Saber ao podcast O Assunto sobre as 100 mil mortes. “Se a gente fizer uma reflexão, a Guerra do Vietnã matou 59 mil pessoas em dez anos. A gente tem 100 mil brasileiros mortos em quatro, cinco meses.”

G1 

Combate à pandemia do novo coronavírus

João Pessoa está entre as capitais com mau desempenho no combate à Covid-19

Foto: Shutterstock

No mês em que o Brasil ultrapassou os 2,6 milhões de casos confirmados da Covid-19 e se aproximava dos 100 mil mortos pela doença, um estudo realizado por pesquisadores de universidades federais do Brasil mostrou que capitais como Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS) regrediram no combate à pandemia. Juntas, as cidades somavam, em julho, 27,9 mil casos confirmados da doença.

Outras cinco capitais também integravam essa amarga lista: Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), João Pessoa (PB) e Brasília (DF) – a capital federal caminhava, até o dia 31 de julho, para 105 mil casos confirmados (na primeira semana de agosto, já eram quase 120 mil).  A avaliação considerou a situação no dia 19 de julho nas 27 capitais brasileiras. Os dados foram calculados a partir de um sistema de projeções chamado ModInterv, que tem como base modelos matemáticos que mostram informações da curva epidemiológica (como número de contágio e/ou óbitos) e da localidade (como cidade, estado ou país).

A partir dos dados é que entram os três modelos matemáticos. A aplicativo faz os ajustes das curvas epidêmicas e decide qual modelo é mais apropriado para determinada localidade. Com essa análise, é possível determinar em que fase da pandemia se encontra cada capital – exponencial, intermediária ou de saturação.

De acordo com especialistas das universidades do Paraná (UFPR), de Pernambuco (UFPE) e de Sergipe (UFS), responsáveis pela análise dos dados, as oito cidades mencionadas estavam com curva acumulada de mortalidade em ascensão, seja ela mais ou menos acentuada. Para chegar a essa conclusão, os cientistas consideraram o cenário de mortes por Covid-19 já registradas na primeira quinzena abril, o que leva a crer que as cidades estão falhando nas medidas de combate ou que houve retrocessos no combate ao vírus por causa do afrouxamento de medidas de prevenção.

“As capitais da região Sul se encontram em regime de crescimento exponencial de casos na epidemia. É importante lembrar que essas cidades, no início, tiveram crescimento bem mais lento, exatamente pelas medidas de contenção adotadas logo no começo da pandemia”, alerta o professor Giovani Vasconcelos, do Departamento de Física da UFPR, que participou do estudo.

“Com o relaxamento das medidas de isolamento, a curva de óbitos de Curitiba, por exemplo, passou a crescer de forma acelerada a partir de junho. Foi como se a epidemia estivesse começando de novo”, lamenta o pesquisador.

O levantamento mostra que a maioria das capitais já se encontrava, no mês de julho, em uma fase intermediária da doença, ou seja, saíram da fase exponencial (ou crescente) e estavam em regime de crescimento mais lento, com curvas epidêmicas em desaceleração. “Nesses casos, podemos dizer que o pior já passou. Contudo, a epidemia ainda não está controlada nessas cidades, ou seja, as curvas epidêmicas ainda não atingiram a fase de saturação, que é quando há uma forte desaceleração da curva de óbitos em direção ao platô final, o que representa o fim da epidemia”, explica Vasconcelos.

Recife (PE) e Belém (PA), segundo os dados levantados na data de referência, eram as únicas cidades que haviam atingido essa saturação. Maceió (AL), em escala bem menor, estava quase atingindo essa fase. “Isso significa que essas capitais lograram certo controle sobre o vírus, na medida em que o número diário de óbitos vem caindo de forma consistente. Entretanto, é preciso continuar com medidas eficazes de controle, como evitar aglomerações e manter o distanciamento social, para que não haja uma relargada da epidemia nessas capitais”, reforça. Até 31 de julho, Belém tinha 2.075 mortes registradas e 25,5 mil casos confirmados. Na primeira semana de agosto, os números de casos subiram para 27,8 mil. Em Recife, eram 2,1 mil mortes e 26,5 mil casos positivos até o final do mês passado. Agora, são 27,8 mil casos e 2,2 mil mortos.

O médico infectologista Hemerson Luz encoraja a população a manter as medidas de segurança repassadas por órgãos oficiais de saúde. “Enquanto não houver vacina, o isolamento é a melhor forma de evitar o contato com o novo coronavírus. Estamos falando de toda uma população que é suscetível, ou seja, quem tiver contato com o vírus, vai abrir um quadro para a Covid-19. E existe um amplo espectro de manifestação clínica, que vai desde quadros brandos até aqueles que necessitam de UTI e os que podem, infelizmente, evoluir para o óbito”, alerta.

PB Agora

Números atualizados da Covid-19 na Paraíba

Paraíba registra quase duas mil mortes por coronavírus; 776 novos casos confirmados em 24 horas

corona - Paraíba registra quase duas mil mortes por Coronavírus; 776 novos casos em 24h

A Paraíba registrou 776 novos casos de Covid-19 e 18 óbitos confirmados desde a última atualização, sendo 11 deles ocorridos nas últimas 24 horas. De acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde neste sábado (08), 89.893 pessoas já contraíram a doença, 43.682, já se recuperaram e 1.983 faleceram.

Até o momento, 260.603 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 47%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 50%. Em Campina Grande, estão ocupados 38% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 67% dos leitos de UTI para adultos.

O índice de Isolamento Social foi de apenas 34,9%, considerado baixo em relação à meta de 70% e à mínima de 50%.

Confira os dados:

Casos Confirmados: 89.893
Casos Descartados: 106.527
Óbitos confirmados: 1.983
Casos recuperados: 43.682
Total de municípios: 221

Os casos confirmados estão distribuídos por 221 dos 223 municípios paraibanos:

Água Branca (50); Aguiar (23); Alagoa Grande (819); Alagoa Nova (261); Alagoinha (813); Alcantil (54); Algodão de Jandaíra (6); Alhandra (595); Amparo (17); Aparecida (69); Araçagi (478); Arara (190); Araruna (222); Areia (361); Areia de Baraúnas (10); Areial (43); Aroeiras (199); Assunção (44); Baia da Traição (514); Bananeiras (176); Baraúna (129); Barra de Santa Rosa (62); Barra de Santana (89); Barra de São Miguel (44); Bayeux (1550); Belém (905); Belém do Brejo do Cruz (28); Bernardino Batista (7); Boa Ventura (4); Boa Vista (79); Bom Jesus (8); Bom Sucesso (18); Bonito de Santa Fé (18); Boqueirão (326); Borborema (27); Brejo do Cruz (322); Brejo dos Santos (22); Caaporã (911); Cabaceiras (60); Cabedelo (2531); Cachoeira dos Índios (95); Cacimba de Areia (8); Cacimba de Dentro (242); Cacimbas (45); Caiçara (395); Cajazeiras (1365); Cajazeirinhas (22); Caldas Brandão (212); Camalaú (2); Campina Grande (11207); Capim (148); Caraúbas (37); Carrapateira (45); Casserengue (260); Catingueira (17), Catolé do Rocha (294); Caturité (98); Conceição (470); Condado (113); Conde (690); Congo (69); Coremas (127); Coxixola (29); Cruz do Espírito Santo (269); Cubati (73); Cuité (162); Cuité de Mamanguape (103); Cuitegí (374); Curral de Cima (25); Curral Velho (2), Damião (21); Desterro (50); Diamante (125); Dona Inês (88); Duas Estradas (73); Emas (48); Esperança (422); Fagundes (93); Frei Martinho (6); Gado Bravo (92); Guarabira (3609); Gurinhém (417); Gurjão (23); Ibiara (44); Igaracy (9); Imaculada (42); Ingá (1067); Itabaiana (1031); Itaporanga (219); Itapororoca (711); Itatuba (306); Jacaraú (292); Jericó (14); João Pessoa (22879); Joca Claudino (11); Juarez Távora (283); Juazeirinho (159); Junco do Seridó (48); Juripiranga (447); Juru (91); Lagoa (6); Lagoa de Dentro (117); Lagoa Seca (625); Lastro (18); Livramento (84); Logradouro (126); Lucena (352); Mãe d’Água (18); Malta (91); Mamanguape (2131); Manaíra (11); Marcação (293); Mari (1044); Marizópolis (26); Massaranduba (310); Mataraca (163); Matinhas (71); Mato Grosso (15); Matureia (34); Mogeiro (147); Montadas (39); Monte Horebe (14); Monteiro (341); Mulungu (319); Natuba (54); Nazarezinho (35); Nova Floresta (59), Nova Olinda (15); Nova Palmeira (58); Olho D´Água (40); Olivedos (75);  Parari (5); Passagem (30); Patos (2970); Paulista (179); Pedra Branca (1); Pedra Lavrada (34); Pedras de Fogo (1250); Pedro Régis (44); Piancó (147); Picuí (191); Pilar (290); Pilões (105); Pilõezinhos (228); Pirpirituba (281); Pitimbu (576); Pocinhos (136);  Poço Dantas (6); Poço de José Moura (18); Pombal (435); Prata (5); Princesa Isabel (73); Puxinanã (253);  Queimadas (1003); Quixaba (27); Remígio (230); Riachão (72); Riachão do Bacamarte (223);  Riachão do Poço (87); Riacho de Santo Antônio (29); Riacho dos Cavalos (12); Rio Tinto (999); Salgadinho (26); Salgado de São Felix (222); Santa Cecília (65); Santa Cruz (53); Santa Helena (19); Santa Inês (56);  Santa Luzia (220); Santa Rita (2580); Santa Terezinha (54); Santana de Mangueira (5); Santana dos Garrotes (18); Santo André (14); São Bentinho (42); São Bento (1552); São Domingos do Cariri (45);  São Francisco (33);  São João do Cariri (96); São João do Rio do Peixe (229); São João do Tigre (11); São José da Lagoa Tapada (51); São José de Caiana (40); São José de Espinharas (37); São José de Piranhas (157); São José de Princesa (1); São José do Bonfim (58); São José do Brejo do Cruz (10); São José do Sabugi (214); São José dos Cordeiros (35); São José dos Ramos (225); São Mamede (38); São Miguel de Taipu (131); São Sebastião de Lagoa de Roça (213); São Sebastião do Umbuzeiro (11); São Vicente do Seridó (47); Sapé (951); Serra Branca (146); Serra da Raíz (18); Serra Grande (9); Serra Redonda (239); Serraria (151); Sertãozinho (176); Sobrado (174); Solânea (423); Soledade (138); Sossego (9), Sousa (1419); Sumé (219); Tacima (123); Taperoá (68); Tavares (106); Teixeira (161); Tenório (16); Triunfo (52); Uiraúna (86); Umbuzeiro (75); Várzea (15); Vieirópolis (6); Vista Serrana (6), Zabelê (24).

*Dados oficiais preliminares (fonte: SIM, e-sus VE e SIVEP) extraídos às 10h do dia 08/08, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Os 18 óbitos registrados nesta sexta ocorreram entre 25 de maio e 08 de agosto, 61% deles nas últimas 24 horas. Os pacientes tinham idade entre 40 e 89 anos. Diabetes e hipertensão foram as comorbidades mais freqüentes e 04 não possuíam nenhum fator de risco.

Homem, 77 anos, residente em São João do Rio do Peixe. Hipertenso. Início dos sintomas em 18/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 08/08/2020.

Homem, 80 anos, residente em Diamante. Cardiopata. Início dos sintomas em 29/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 08/08/2020.

Mulher, 81 anos, residente em Queimadas. Sem comorbidades. Início dos sintomas em 27/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 08/08/2020.

Homem, 40 anos, residente em Uiraúna. Sem comorbidades. Início dos sintomas em 19/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 07/08/2020.

Mulher, 58 anos, residente em Gurinhém. Obesa e diabética. Início dos sintomas em 01/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 07/08/2020.

Homem, 63 anos, residente em Sapé. Sem Comorbidade. Início dos sintomas em 20/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 07/08/2020.

Homem, 68 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso. Início dos sintomas em 12/07/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 07/08/2020.

Homem, 76 anos, residente em Bayeux. Hipertenso, diabético e cardiopata. Início dos sintomas em 15/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 07/08/2020.

Homem, 78 anos, residente em Santa Teresinha. Sem Comorbidade. Início dos sintomas em 14/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 07/08/2020.

Mulher, 79 anos, residente em Sousa. Cardiopata e diabética. Início dos sintomas em 25/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 07/08/2020.

Homem, 84 anos, residente em pedras de Fogo. Sem informação de comorbidade. Início dos sintomas em 18/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 07/08/2020.

Mulher, 62 anos, residente em João Pessoa.Portadora de Doença neurológica. Início dos sintomas em 25/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 28/07/2020.

Mulher, 64 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa, diabética, portadora de obesidade. Início dos sintomas em 26/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 25/07/2020.

Mulher, 89 anos, residente em Juripiranga.Portadora de hipertensão e doença respiratória. Início dos sintomas em 15/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 11/07/2020.

Homem, 61 anos, residente em João Pessoa. Diabético. Início dos sintomas em 03/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 30/06/2020.

Homem, 81 anos, residente em Campina Grande. Comorbidade não informada. Início dos sintomas em 17/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 25/06/2020.

Homem, 75 anos, residente em João Pessoa. Comorbidade não informada. Início dos sintomas em 13/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 01/06/2020.

Homem, 74 anos, residente em Jacaraú. Diabético. Início dos sintomas em 17/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 25/05/2020.

Polêmica Paraíba - Publicado por: Gerlane Neto

Paraibano de Santana dos Garrotes compra faculdade em Rondônia

Empresário Janguiê Diniz, dono do grupo Ser Educacional, compra faculdade de medicina em Rondônia por R$ 150 milhões

paraibano - Paraibano compra faculdade de medicina em Rondônia por R$ 150 milhões

O grupo Ser Educacional, que tem como fundador e acionista controlador o paraibano e colunista do portal Fatospb, Janguiê Diniz, é um dos maiores grupos privados de educação do Brasil. O grupo anunciou na última quinta-feira (06), a aquisição da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal – FACIMED, em Rondônia. A negociação faz parte da estratégia de crescimento da Companhia, buscando ainda mais relevância nas regiões Norte e Nordeste do país, e com presença significativa nas demais regiões do Brasil.

A FACIMED tem 19 anos de atuação no mercado de educação rondoniense e acaba de ter as aprovações do Ministério da Educação (MEC) para transformar-se em Centro Universitário e oferecer ensino a distância.  Reconhecida por sua tradição, rigor acadêmico, qualidade de ensino, além de corpo docente e administrativo altamente capacitados, a Instituição foi pioneira no segmento de cursos de Saúde no interior de Rondônia. Destacam-se os cursos de Medicina, Medicina Veterinária, Enfermagem, Psicologia, Odontologia e Farmácia. Atualmente, a Faculdade conta com 2,7 mil alunos matriculados, em 26 opções de cursos de graduação presenciais em dois campi, além de cursos de pós-graduação, extensão e projetos de pesquisa, sendo referência na área de Medicina.

De acordo com Jânyo Diniz, presidente do grupo Ser Educacional, a aquisição faz parte das estratégias de crescimento da Companhia. “Os desafios de 2020 nos trouxeram novas possibilidades. Estamos em um momento de fortalecimento do Grupo, com a implantação de novos projetos digitais e, também, de expansão das nossas atividades, especialmente no segmento da Medicina. A FACIMED tem um curso de medicina com quase 100 vagas anuais e é referência em qualidade de ensino na área de saúde em uma região que queremos fortalecer nossa atuação. Essa aquisição faz parte do nosso posicionamento de mercado. Além dela, seguimos analisando outras instituições para compra”, explica.

Para o fundador e acionista controlador do Ser Educacional, Janguiê Diniz, “o Norte e o Nordeste são regiões que seguem em desenvolvimento no Brasil e Rondônia, especificamente, aponta um grande potencial para isto. É neste cenário que pretendemos ampliar as atividades do Grupo e trabalhar com afinco, oferecendo ensino de qualidade, especialmente na área médica, visando o desenvolvimento de uma mão de obra especializada em saúde e nas demais profissões do futuro”.

A aquisição, cujo valor nominal será de R$ 150 milhões, está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais em operações similares, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), e será concluída tão logo referidas condições sejam cumpridas.

Sobre o grupo Ser Educacional 

Fundado em 2003 pelo paraibano Janguiê Diniz, com sede no Recife, o Grupo Ser Educacional (B3 SEER3) é um dos maiores grupos privados de educação do Brasil e líder nas regiões Nordeste e Norte em alunos matriculados. A Companhia oferece cursos de graduação, pós-graduação, técnicos e ensino a distância e está presente em 26 estados e no Distrito Federal, em uma base consolidada de aproximadamente 185 mil alunos. A Companhia opera sob as marcas UNINASSAU, UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, UNINABUCO – Centro Universitário Joaquim Nabuco, Faculdades UNINABUCO, Escolas Técnicas Joaquim Nabuco e Maurício de Nassau, UNIVERITAS/UNG, UNAMA – Universidade da Amazônia e Faculdade da Amazônia e UNIVERITAS – Centro Universitário Universus Veritas, Faculdades UNIVERITAS e a UNINORTE – Centro Universitário do Norte, por meio das quais oferece 1.904 cursos.

Fonte: Fatos PB - Publicado por: Gerlane Neto

Executivo do Banco do Brasil morre após passar mal em reunião

Vice-presidente do Banco do Brasil passa mal em reunião e morre aos 50 anos de idade

BB - Vice-presidente do Banco do Brasil passa mal em reunião e morre aos 50 anos

O vice-presidente de Negócios de Atacado do Banco do Brasil, Walter Malieni, morreu na tarde desta sexta-feira (07), aos 50 anos. Ele passou mal durante uma reunião e foi encaminhado ao hospital, em São Paulo.

Executivo de carreira do BB, com mais de 35 anos de casa, Malieni completaria 51 anos em novembro. Ele ocupava a vice-presidência de atacado do BB desde o início deste ano. Um dos projetos que tocava era a joint venture com o suíço UBS na área de banco de investimentos.

Antes, presidiu a empresa de previdência do BB, a Brasilprev. Em sua carreira, atuou ainda como Vice-Presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas e de Controles Internos e Gestão de Riscos.

Graduado em Ciências Econômicas, era mestre em Administração de Empresas e MBA em Mercado de Capitais e Finanças.

O Banco do Brasil lamentou, em nota de pesar, a morte de seu vice-presidente de atacado.

Confira

“Com grande tristeza, o Banco do Brasil comunica o falecimento do vice-presidente de Negócios de Atacado, Walter Malieni Junior, ocorrido nesta data, em São Paulo.

Walter dedicou grande parte de sua vida ao Banco do Brasil, onde entrou aos 15 anos como menor aprendiz. Em 35 anos de carreira, trabalhou em diversas áreas da empresa até o Conselho Diretor, onde foi vice-presidente em diversas áreas e presidente da empresa Brasilprev.

Sua partida repentina é motivo de tristeza para a família Banco do Brasil, onde Walter era reconhecido pela sua enorme competência técnica e pela maneira sempre educada e atenciosa com que se dirigia a todos.

Aos familiares e amigos do Walter, o presidente Rubem Novaes, também em luto, expressa em nome de todos os funcionários do BB o seu profundo pesar e espera que encontrem conforto nas boas lembranças e no grande exemplo que o Waltinho nos deixa.”

Fonte: Polêmica Paraíba - Créditos: com Uol - Publicado por: Gerlane Neto

Liberdade de Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Assis

Investigação do caso Ronaldinho é concluída e ex-jogador pode retornar ao Brasil em breve

ronaldinho apos depoimento - Investigação do caso Ronaldinho é concluída e ex-jogador pode retornar ao Brasil em breve

Após cinco meses preso preventivamente no Paraguai suspeito de uso de documentos falsos, Ronaldinho Gaúcho pode estar próximo de ser solto e retornar ao Brasil. O Ministério Público concluiu nesta semana as investigações sobre o caso e decidiu que não vai apresentar nova denúncia contra o ex-jogador e seu irmão, Roberto Assis, que estão em prisão domiciliar em Assunção.

A volta dos irmãos ao Brasil deve acontecer após uma audiência com o juiz do caso, segundo o “ge”. Ainda não há data para a sessão.

– Foi reconhecido pelo Ministério Público que inexiste crime de natureza financeira ou correlato em relação ao Ronaldo e ao Roberto. Após cinco longos meses, restou demonstrado exatamente o que se defendeu desde início: a utilização de documentos públicos adulterados sem o conhecimento dos defendidos – explicou Sérgio Queiroz, advogado de Ronaldinho e Assis, em entrevista ao “ge”.

Entenda o caso

O ex-astro do Barcelona e da seleção brasileira Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, foram detidos pela polícia do Paraguai sob acusação de ter entrado no país usando supostos passaportes adulterados.

Euclides Acevedo, ministro do Interior do Paraguai, informou que investigadores entraram na suíte presidencial do Hotel Yacht y Golf Club, onde Ronaldinho estava hospedado, e encontraram dois passaportes adulterados. Um estava em nome do ex-jogador e o outro no do irmão.

Ronaldinho chegou ao Paraguai na quarta-feira para o lançamento do seu livro “Gênio da vida” e participaria do lançamento de um programa social destinado a crianças organizado pela Fundação Fraternidade Angelical.

Ronaldinho Gaúcho responsabilizou o empresário Wilmondes Sousa Lira, de 45 anos, que o representa no país vizinho, por portar o documento adulterado. Tanto o craque quanto o irmão e agente dele, Ronaldo de Assis Moreira, foram levados pelos agentes.

Atualmente, os irmãos cumprem prisão domiciliar em um hotel de luxo em Assunção apos passarem 32 dias na penitenciária. 

 Fonte: Extra - Publicado por: Gerlane Neto

Lives deste sábado

Marília Mendonça, Cavalo de Pau e Chitãozinho e Xororó fazem lives neste sábado

Cavalo de Pau - Marília Mendonça, Cavalo de Pau e Chitãozinho e Xororó fazem lives neste sábado

Com shows cancelados por conta da pandemia do novo coronavírus, diversos artistas vem mostrando seus trabalhos com realizações de lives em redes sociais e nas mais diversas plataformas de transmissões de vídeos. Neste sábado quem marca presença nas lives são os cantores, Marília Mendonça, Cavalo de Pau, Chitãozinho e Xororó, entre outros.

Abaixo, confira a lista completa:

Barão Vermelho, Detonautas (Festival de Inverno Rio 2020) – 15h

From House to Disco, Gabi Bahia, Francesca, Miss Má, Larysss, Mari Rossi, Etcetera e Elisa Amaral (Festival Elas Que Lutem) – 16h –

Vitão – 16h

Chitãozinho e Xororó – 17h

Novos Baianos – 17h30 –

The Fevers – 18h30

Zezé di Camargo e Luciano – 19h

Mastruz com Leite e Cavalo de Pau – 19h

Russo Passapusso (Em Casa com Sesc) – 19h

Marília Mendonça – 20h

Edson e Hudson – 21h40
Danieze Santiago – 22h

Liniker – 22h

Teresa Cristina – 22h –

Bhaskar – 23h59

Polêmica Paraíba - Publicado por: Gerlane Neto

Ciúmes entre casais motiva briga em motel

Troca de casal em motel tem briga por ciúmes e termina na delegacia de polícia 

aeryeru - Troca de casal em motel tem briga por ciúmes e termina na delegacia

Uma confusão  envolvendo dois casais num motel na BR-463, em Dourados (MS), terminou na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), segundo portais de notícia da região. A briga teria sido motivada por um cliente que sentiu ciúmes da sua mulher com o amigo que os acompanhava. A mulher deste amigo também estava presente na ocasião, registrada no último domingo (02).

De acordo com o “Campo Grande News”, o agressor foi identificado como Guilherme, de 25 anos, que foi preso após causar o tumulto, em que quebrou uma mesa de mármore no estabelecimento e desrespeitou policiais militares. Funcionários do motel acionaram a PM diante do comportamento violento do cliente. O homem alvo dos golpes ficou bem.

O caso repercutiu entre moradores de Caarapó, onde os quatro indivíduos moram. Internautas deixaram comentários irônicos e jocosos em publicações com a notícia em redes sociais.

Procurada, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública limitou-se apenas a dizer que “em razão do sigilo do boletim de ocorrência, não repassamos informações neste sentido”.

IG - Publicado por: Larissa Freitas

Investimento no enfrentamento da Covid-19 na Paraíba

Governo da Paraíba já investiu quase R$ 178 milhões nas ações de combate ao novo coronavírus

joao azevedo mascara - Governo da Paraíba já investiu quase R$ 178 milhões nas ações de combate à Covid-19

O Governo da Paraíba já investiu R$ 177,932.702,47 para as ações de combate à Covid-19. Até o momento, a receita direcionada para o enfrentamento da Covid-19 é de R$ 358,8 milhões.

Deste valor, R$ 177 milhões já foram utilizados de março a julho, por meio das Secretarias de Estado de Saúde, do Desenvolvimento Humano e da Educação, por exemplo, nas ações de assistência social e saúde no enfrentamento da Covid-19.

As informações estão no Portal da Transparência que disponibiliza para a população os dados sobre recursos utilizados pela gestão estadual para o enfrentamento da pandemia.

O secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, explica que “o investimento em saúde contempla o custeio das unidades hospitalares, aquisição de equipamentos e insumos”.

Do recurso destinado pelo Fundo Nacional de Saúde, R$ 29 milhões já foram utilizados para custeio dos Centros de Referência Covid em todo estado, R$ 9 milhões para aquisição dos Testes Rápidos.

A Controladoria Geral do Estado explica que a aplicação dos recursos federais, sob a forma de Apoio Financeiro, destinado exclusivamente a ações de Assistência Social e Saúde ao enfrentamento da Covid-19, faz parte de um plano de aplicação específico, que inclui, entre outras ações,  a aquisição de equipamentos médico-hospitalar já em licitação para ampliação da assistência a população, no fortalecimento do apoio diagnóstico com a aquisição de kits laboratoriais para Covid-19, na aquisição de medicamentos utilizados no tratamento hospitalar dos pacientes Covid-19 por meio de utilização  de ata que estão em tramitação no Ministério da Saúde, no valor de R$ 18 milhões e também para pagamento de folha dos profissionais que estão trabalhando na linha de frente da Covid-19.

Fonte: Assessoria - Publicado por: Larissa Freitas

Empresas doam R$ 100 milhões para produção de vacina contra Covid-19

Grupo de oito empresas e fundações doa R$ 100 milhões para montagem da fábrica de vacina contra coronavírus

A doação é uma iniciativa conjunta de Ambev, Americanas, Itaú Unibanco, Stone, Instituto Votorantim, Fundação Lemann, Fundação Brava e Behring Family Foundation


Empresas doam R$ 100 mi para fábrica de vacina

Um grupo de oito empresas e fundações vai investir R$ 100 milhões para contribuir com a montagem da fábrica para produção de vacinas contra a Covid-19 na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio. A previsão é de que a unidade entre em operação até o começo do ano que vem, com capacidade de produzir até 30 milhões de doses por mês.

A doação é uma iniciativa conjunta de Ambev, Americanas, Itaú Unibanco, Stone, Instituto Votorantim, Fundação Lemann, Fundação Brava e Behring Family Foundation.

A fábrica ficará numa área de 1,6 mil m² no complexo de Bio-Manguinhos, instituto da Fiocruz produtor de vacinas. O investimento empresarial dará apoio para a reforma da ala do edifício e a compra e instalação de equipamentos complementares aos já existentes no local.

A Fiocruz é vinculada ao Ministério da Saúde, responsável por definir como ocorrerá uma eventual distribuição das doses. Antes de isso acontecer, porém, é preciso terminar os testes e comprovar a eficiência e a segurança da vacina.

A vacina a ser produzida na unidade é a mesma que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford com a farmacêutica britânica AstraZeneca. No fim de junho, a Fiocruz fechou acordo de cooperação com ambas para compra de lotes e transferência de tecnologia. Ele dá ao instituto o direito de adquirir o insumo antes mesmo do fim dos ensaios clínicos, com o objetivo de assumir uma posição mais estratégica na área.

No momento, a pesquisa de Oxford e Astrazeneca se encontra na fase três, última etapa de testes antes de receber sinal verde. Os testes estão sendo conduzidos em países como o próprio Brasil, além de África do Sul, Inglaterra e Estados Unidos.

Ao avançar até a fase três, fica-se mais próximo de uma solução para a pandemia. Mas especialistas dizem que esta é uma etapa sensível no processo, quando muitos projetos se provam menos eficazes do que o esperado. Portanto, é preciso aguardar os resultados conclusivos antes de comemorar.

Quando concluídos todos os investimentos, a fábrica também terá capacidade para produzir outras vacinas, incluindo outros tipos contra o Covid-19 que venham a ser aprovados.

A Fiocruz e a Ambev serão corresponsáveis pela gestão e execução do projeto, sob supervisão técnica da Bio-Manguinhos. O escritório de advocacia Barbosa, Mussnich e Aragão atuará voluntariamente como consultor jurídico do projeto.

A articulação entre empresas, fundações e governo para montagem da fábrica começou há cerca de um mês e meio, conta o vice-presidente da Ambev, Mauricio Soufen. Segundo ele, a iniciativa ganhou corpo quando o Brasil começou a se destacar como um dos polos para testes da vacina contra a Covid-19.

"Daí começamos a nos mobilizar e entender como poderíamos ajudar. Nesse momento, ficou muito claro para o nosso time que o próximo gargalo seria na capacidade de produção em massa da vacina", disse. "Ajudar o Brasil a ter autonomia na produção da vacina passou a ser a prioridade do nosso time."

O grupo não revelou a participação de cada empresa nos R$ 100 milhões. Parte dos integrantes apoiará a preparação de fábrica similar no Instituto Butantã, em São Paulo. A Fiocruz não informou qual o porcentual do investimento que será coberto pelos R$ 100 milhões.

Notícias ao Minuto com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

Beneficiários nascidos em junho recebem Auxílio Emergencial hoje

Caixa Econômica Federal credita neste sábado Auxílio Emergencial para nascidos em junho

A Caixa tem disponibilizado o auxílio em uma poupança digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem


Caixa credita hoje auxílio emergencial para nascidos em junho

A Caixa credita hoje (7) Auxílio Emergencial para 3,9 milhões de beneficiários nascidos em junho. O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de Covid-19.

A Caixa tem disponibilizado o auxílio em uma poupança digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Pelo aplicativo é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.

O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.

O crédito para os beneficiários nascidos em junho faz parte do Ciclo 1 de pagamentos do Auxílio Emergencial. Os saques e transferências estarão liberados no dia 22 de agosto.

No ciclo 1, o crédito na poupança social da Caixa está agendado para o período de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Os saques e transferências estão sendo feitos de 25 de julho a 17 de setembro. No total, o pagamento das quatro parcelas será feito para 46,4 milhões de pessoas.

Os beneficiários do Auxílio Emergencial que tiveram contas bloqueadas preventivamente por inconsistência cadastral podem realizar o desbloqueio pelo aplicativo Caixa Tem. Para isso, basta seguir as orientações do aplicativo para enviar a documentação. O processo é digital e o desbloqueio ocorre em até 24 horas.

Os usuários que tiveram as contas bloqueadas por suspeita de fraude serão informados pelo Caixa Tem que devem procurar uma agência para o desbloqueio, de acordo com o calendário escalonado por mês de aniversário. Agora é a vez dos nascidos entre abril e maio.

Notícias ao Minuto com informações da Agência Brasil

Enfrentamento ao novo coronavírus

Os quatro avanços nos tratamentos médicos que reduzem risco de morte por Covid-19

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Da primeira morte por Covid-19 no Brasil, em março, até o país se aproximar de 100 mil vidas perdidas, o que a comunidade médica aprendeu sobre o tratamento dessa doença?

Embora ainda existam muitas dúvidas sobre o coronavírus, médicos que trabalham no enfrentamento da Covid-19 dizem que o avanço em relação ao tratamento dos pacientes até aqui já reduz parte das mortes e internações, ao dar um caminho mais claro de como efeitos da doença, como inflamações, podem ser combatidos.

Essa evolução está no aprimoramento de práticas dentro de hospitais, como mudar a posição dos pacientes para melhorar oxigenação (evitando até a intubação de alguns deles), além do uso de remédios para combater efeitos da doença em casos indicados, como a dexametasona (que combate uma reação desproporcional do sistema imunológico que mata alguns pacientes).

“Fomos literalmente aprendendo sobre a doença no curso do enfrentamento”, diz Jaques Sztajnbok, chefe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

É por isso, ele diz, que um paciente internado em agosto, em iguais condições de uma pessoa internada em março, tem agora “maiores chances de ser melhor tratado e sobreviver”.

“Quando ele chegava lá em março, não havia qualquer protocolo baseado em evidências que se mostrasse efetivo. E hoje temos evidências”, diz Sztajnbok.

Se o debate público ficou centrado, em muitos momentos, na busca por um remédio milagroso e capaz de combater o vírus, os médicos ouvidos pela BBC News Brasil apontam que, na verdade, os avanços no tratamento de pacientes com coronavírus estão em práticas e medicamentos que já existiam e que tiveram seus usos adaptados para combater não o vírus, mas os efeitos dele no corpo.

A seguir, veja os principais avanços no tratamento da Covid-19 apontados por médicos que atuam no Brasil:

1. Paciente de bruços

Quem acompanhou as notícias sobre o coronavírus nos últimos meses ouviu falar na técnica de virar o paciente de bruços , a chamada pronação. Ela ganhou fama recentemente, mas é uma técnica antiga, que já era usada antes da chegada do coronavírus, para aumentar a quantidade de oxigênio que entra nos pulmões.

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A pronação é uma técnica antiga mas eficaz para ajudar a combater doenças respiratórias graves.

No contexto de uma UTI, Sztajnbok diz que se trata de uma “estratégia salvadora”. “Às vezes você não consegue oxigenar bem o paciente de costas para o leito e, ao virá-lo para baixo, os índices de oxigenação aumentam até 50%”, afirma.

Ele diz que os pacientes ficam nessa posição, em média, 16 horas. Mas que já teve casos em que precisou deixar pacientes por até 30 horas antes de voltar à posição inicial.

“Tive uma paciente com 145kg para a qual precisei de 7 profissionais para pronar. Tive que brigar na UTI porque estavam dizendo que eu estava louco porque queria pronar aquela paciente”, diz Sztajnbok. “Isso foi feito de 5 a 7 vezes ao longo da internação na UTI.”

E ela sobreviveu? “Essa paciente não só teve alta como saiu andando do hospital.”

Além de efetiva, a medida também é trabalhosa, segundo os médicos, já que exige vários profissionais para virarem a pessoa, no caso dos pacientes intubados. Em um contexto de doença infecciosa, essa aproximação de tantos profissionais se torna ainda mais delicada.

Um avanço importante no tratamento da Covid-19 é a pronação mesmo antes da intubação do paciente.

Márcio Sommer Bittencourt, que é médico do centro de pesquisa clínica e epidemiológica do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP), diz: “Aprendemos que dá para pronar sem intubar, e que muitos pacientes ficam bem nessas circunstâncias, que talvez não precisasse intubar tanto”.

E vai além: “Isso inclusive faz com que muita da nossa correria por respiradores, como ocorreu em alguns lugares, talvez não tivesse sido tão necessária”.

Sztajnbok, que publicou numa revista eletrônica um relato de caso de dois pacientes não-intubados que foram pronados, também destacou a importância da técnica.

“Como tivemos risco potencial de escassez de equipamento e de uma sobrecarga enorme de paciente, começamos a pronar pacientes sem intubar, no caso daqueles que tinham condição respiratória melhor. Fazemos isso antes de intubar de cara – que era uma recomendação inicial”, diz. “Conseguimos evitar que alguns pacientes fossem intubados. Hoje isso já é prática mais recorrente.”

Para os pacientes que precisam de respiradores, outro ponto destacado pelos médicos está na operação do equipamento. Sztajnbok lembra que, se a programação não for correta, “pode levar inclusive à morte do paciente”.

“Existe o que chamamos de ventilação mecânica protetora. São várias variáveis que você tem que saber dirigir. E não adianta dar um Porsche se ele só dirigia Fusca até então, porque ele vai bater o Porsche na primeira esquina.”

2. Extensão da doença e ajuda médica

O próprio entendimento da extensão da doença no corpo do paciente mudou, como explica o epidemiologista Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

“Isso foi um baile que o vírus nos deu. Quando sai o primeiro relato da China, parece que é mais uma gripe, tipo H1N1, (contra a qual) sabemos como atuar. Quando chega à Itália, começamos a conversar com médicos Italianos e saem os primeiros artigos da China. E aí é que se fala: ´peraí, é algo diferente´. Então vimos que o vírus atua no sistema circulatório”, diz. “E isso é parte da catástrofe da mortalidade alta que estamos vendo.”

Entender a complexidade da Covid, em vez de pensar no vírus como sendo exclusivamente um causador de pneumonia, foi um passo importante para entender outras áreas que devem ser foco de atenção e de tratamento, se necessário, como problemas cardíacos e renais causados pela doença.

Outra importante mudança foi sobre a recomendação de quando procurar ajuda médica, como aponta Bittencourt.

“Uma coisa que mudou em março, com a China, e nós demoramos para incorporar, é a ideia de que o cuidado do paciente deve ser precoce. Não esse besteirol do governo daqui de que deve ser tratado com remédio precoce, mas a ideia de que o paciente deve ser avaliado precocemente para avaliar a gravidade e eventualmente internado para medidas de suporte de forma precoce”, diz. “É uma coisa que no começo muita gente não recomendava, e agora é recomendado”.

A avaliação precoce e, consequentemente, a possível internação precoce é importante no combate à doença porque as medidas para combater os efeitos começam e são adequadamente acompanhadas pela equipe médica mais cedo.

No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou em julho a alteração do protocolo médico para pessoas que sentirem sintomas leves da doença, passando a orientar que esses pacientes procurem um médico. Antes, a indicação era buscar ajuda profissional apenas em caso de sintomas mais graves.

3. Medicamentos

Se a cloroquina foi o remédio mais discutido no primeiro semestre de 2020, nenhum avanço veio dela. Pelo contrário, segundo os especialistas ouvidos pela reportagem: o debate em torno desse remédio tirou atenção e recursos de discussões e pesquisas mais importantes.

“Essa discussão faz mais mal do que as pessoas conseguem imaginar. O efeito colateral de uma medicação não é só o mal que faz diretamente no corpo da pessoa. O primeiro efeito colateral é econômico, de alocação de recurso escasso: nosso tempo como médico e pesquisador é escasso. Nosso recurso de atendimento é escasso. O malefício é gastar recurso (tempo e dinheiro) com coisa que comprovadamente não funciona”, diz Bittencourt.

“E tem outro efeito colateral que é dar falsa sensação de segurança. Se você fala que se ela tomar cloroquina vai ficar tudo bem, as pessoas deixam de se proteger. Se consigo te explicar o risco verdadeiro, você pode se cuidar.”

A importância dos medicamentos pesquisados até aqui está em combater os efeitos da doença, e não o vírus em si. O único antiviral que apresentou resultados positivos até agora foi o remdesivir, produzido nos Estados Unidos e criado inicialmente pra combater o ebola.

Ainda assim, especialistas dizem que não há estudos que comprovam um efeito muito significativo, e apontam que, além de caro, não é produzido no Brasil. Um tratamento à base de remdesivir utiliza seis doses, em média, e custará oficialmente quase US$ 3.200 (cerca de R$ 17 mil).

Após a publicação de um estudo que envolveu 1.063 pacientes com quadro moderado a crítico em diferentes países, um editorial do New England Journal of Medicine classificou os resultados como “relativamente modestos” . O principal deles foi uma diminuição no tempo para recuperação dos doentes, de 11 dias entre aqueles que receberam o remdesivir na veia e 15 o placebo. Também foi constatado menor percentual de mortalidade entre aqueles que receberam o remdesivir (7,1%) do que os que tomaram o placebo (11,9%), mas essa diferença não é considerada estatisticamente relevante.

O grande destaque é o corticoide dexametasona, que reduz a mortalidade de pacientes de covid-19 em ventilação mecânica, e que só deve ser usada com acompanhamento médico.

Em junho, pesquisadores da Universidade Oxford, no Reino Unido, anunciaram o resultado de um estudo que mostrou que as taxas de mortalidade dos pacientes graves e submetidos à ventilação mecânica que tomaram o medicamento foram reduzidas em um terço. A mortalidade dos que não estavam em respiradores, mas recebiam oxigênio suplementar foi reduzida em um quinto. E não houve benefícios para pacientes que não precisavam de ajuda para respirar.

O ensaio faz parte do estudo clínico randômico Recovery , que investiga seis potenciais tratamentos contra a Covid em mais de 11 mil pacientes.

Bittencourt alerta que o medicamento “não é para qualquer caso”, mas que, para quem está na indicação, “o benefício é substancial”. “É a única medicação que realmente tem documentação clara, indiscutível, de benefício”, diz.

Sztajnbok destaca também o uso de anticoagulantes na terapia intensiva. “Antes da Covid, a gente já usava em doses preventivas, para pacientes acamados. E nos pacientes com Covid às vezes não era suficiente para evitar fenômenos trombóticos, aí passamos a doses mais altas nesses pacientes, e isso teve impacto inicial em mortalidade. Já foi um divisor de águas.”

Ele reflete que, até agora, os remédios que mais fizeram diferença na vida dos pacientes são baratos e aos quais os hospitais já tinham acesso. “O curioso é que isso não gera tanto impacto. Todo mundo quer uma droga que mate o vírus, como se isso fosse o principal”, diz.

“A ação direta do vírus pode ter potencial lesivo, mas a inflamação à qual ele se associa e os fenômenos trombóticos têm um impacto na mortalidade muito grande e, para um e para outro, encontramos caminhos terapêuticos que modulam muito bem essa resposta. E isso realmente teve impacto na mortalidade. O desfecho do vírus é o sistema imunológico do organismo que tem feito sua lição de casa, enquanto a gente mantém o paciente vivo.”

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Bittencourt, sobre vacina: ‘do ponto de vista de saúde pública, confiar num recurso não disponível é uma má estratégia’.

4. A equipe

Assim como os outros médicos entrevistados, Lotufo destaca a importância da quantidade e da qualidade dos profissionais de saúde como fator essencial no combate à Covid-19.

“O que aconteceu de março pra cá é que houve uma melhoria da qualidade. É a famosa curva de aprendizado. Acontece em todos os lugares e o determinante dela nunca é o medicamento, na maior parte das vezes. É quando as equipes se afinam, se acertam. O tratamento de pacientes críticos, ele é mais determinante da qualidade e quantidade de pessoal. Claro que precisa ter bons equipamentos, mas o ventilador não ventila sozinho. É isso que aconteceu. Tivemos melhoria dessa qualidade.”

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EPA
‘Falta as pessoas entenderem que uma doença epidêmica desse jeito é uma doença da comunidade, não é uma doença de pessoas’, diz Bittencourt.

Novas pesquisas sobre o tratamento do coronavírus continuam sendo divulgadas todos os dias, com novas possibilidades. E, embora haja diretrizes para o tratamento da doença, os médicos têm autonomia para indicar o procedimento adequado ao paciente. O que o médico não pode é, segundo o Código de Ética Médica, “deixar de usar todos os meios disponíveis de promoção de saúde e de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente”.

No momento em que todo mundo deposita as expectativas numa vacina contra a Covid-19, Bittencourt lembra que, do ponto de vista de saúde pública, confiar num recurso não disponível é uma má estratégia. “Não tem como deixar de tomar atitudes hoje por algo que pode acontecer no futuro.”

“Falta as pessoas entenderem que uma doença epidêmica desse jeito é uma doença da comunidade, não é uma doença de pessoas. Ou a gente aprende isso, ou não acaba”, diz.

“O problema é nosso, no sentido mais amplo possível. Ou a gente age junto, ou erra junto, ou morre junto. Quem tem mais recursos sempre tem mais acessos, mas tem muita gente mais rica e mais educada morrendo também. Se a gente age como indivíduo, que acha que é mais importante do que o grupo, não tem como dar certo.”

IG - Publicado por: Larissa Freitas