quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Fraude na votação da presidência do Senado Federal

Corregedor enviará à Polícia Federal foto de senador suspeito de votar duas vezes

A Corregedoria também encaminhará à autoridade policial todas as imagens das câmeras de segurança e dos celulares de senadores que registraram a votação para a escolha do presidente do Senado


Corregedor enviará à PF foto de senador suspeito de votar duas vezes
Na eleição, havia um voto a mais depositado na urna do que o número de parlamentares. Esta votação foi anulada e a seguinte elegeu Davi Alcolumbre (DEM-AP) presidente do Senado. Na semana passada, o Estado mostrou que nas gravações do circuito interno de TV do Senado haveria ao menos seis parlamentares suspeitos de participação no escândalo da 82ª cédula surgida na eleição para presidente do Senado.
Uma foto do voto do senador Mecias de Jesus a que a revista "Crusoé" teve acesso mostra o momento em que ele insere na urna um papel de superfície lisa e sem qualquer inscrição, diferentemente dos demais colegas. O envelope oficial de voto contém um brasão da República de um lado e, de outro, uma marca em que se lê Senado Federal.
O gabinete do corregedor informou ao Estado que a foto do senador é elemento, mas não é suficiente para apontá-lo como principal suspeito. De acordo com o gabinete, é preciso aguardar perícia da Polícia Federal, como já havia sido acertado com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e com o diretor-geral da Polícia Federal, Mauricio Valeixo.
O senador Mecias de Jesus nega a acusação. Em nota, a assessoria do senador informa que ele não foi informado pela Corregedoria "sobre a suposta suspeição sobre seis senadores" ou sobre o andamento das investigações. "Mecias de Jesus está com a consciência limpa", diz a nota.
Notícias ao Minuto

Indenização por danos morais

Ciro Gomes é condenado por chamar vereador Fernando Holiday de ‘capitãozinho do mato’

Holiday foi eleito vereador em São Paulo pelo DEM e é integrante do MBL; Ciro pode recorrer


Ciro é condenado por chamar Fernando Holiday de ‘capitãozinho do mato’
"Imagina, esse Fernando Holiday aqui. O capitãozinho do mato, porque é a pior coisa que tem é um negro que é usado pelo preconceito para estigmatizar, que era o capitão do mato do passado', declarou o ex-governador do Ceará em entrevista à Rádio Jovem Pan em junho de 2018.
A fala foi feita após ele ser questionado sobre uma aliança com o DEM em torno da sua então candidatura ao Planalto.
Ligado ao MBL (Movimento Brasil Livre), de direita, Holiday é crítico do movimento negro e de cotas raciais.
"Espero que isso sirva de aviso a outros líderes de esquerda que se acham no direito de ser racista contra seus adversários políticos", afirma Holiday sobre a sentença em primeira instância, que foi assinada pelo juíz Domício W. Pacheco e Silva.
"Além da discriminação racial, o intuito de ofender a honra do autor afigura-se ainda mais claro pela utilização do diminutivo: 'capitãozinho'", afirma a decisão judicial.
"Nem mesmo à alcunha 'capitão do mato', na visão do réu, o autor faria jus: o emprego do diminutivo, nessa circunstância, revelava ironia, desprezo, antipatia, à semelhança do que ocorreria se um médico fosse chamado de 'doutorzinho', um causídico de 'advogadozinho', um magistrado de 'juizeco' etc."
O juiz segue: "[O valor de R$ 38 mil] Trata-se de quantia que não se mostra ínfima nem exagerada, especialmente se considerada a extrema gravidade das ofensas, disseminadas Brasil afora. Considera-se, no ponto, que o réu era pré-candidato à Presidência da República, o que torna ainda mais nefasta sua conduta. E a indenização ora fixada não causará sua ruína, diante da declaração apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral, da qual consta um patrimônio de quase dois milhões de reais".
A reportagem não conseguiu contatar Ciro Gomes até a conclusão deste texto. Ele pode recorrer da decisão judicial.
Notícias ao Minuto

Extração ilegal de madeira

Ameaçados de morte, líderes indígenas pedem diálogo com o presidente Jair Bolsonaro

A demarcação de terras indígenas e as tentativas de flexibilizar as permissões para exploração de recursos naturais em terras indígenas são as principais preocupações


Ameaçados de morte, líderes indígenas pedem diálogo com Bolsonaro
Líder do povo Paiter Suruí na terra indígena Sete de Setembro, em Cacoal (RO), e um dos conselheiros da Coiab, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira; ele é ameaçado de morte por madeireiros desde 2005 e chegou a ser escoltado pela Força Nacional. Desde a década de 90, os Suruí tentam conter a extração ilegal de madeira na região.
A demarcação de terras indígenas e as tentativas de flexibilizar as permissões para exploração de recursos naturais em terras indígenas são as principais preocupações citadas por Almir sobre o novo governo. O alerta é semelhante ao de outras lideranças indígenas.
"A propaganda eleitoral do Bolsonaro foi de entregar esses territórios para grandes empresários e para o estrangeiro, porque o agronegócio não é brasileiro; é estrangeiro. Enquanto isso, os indígenas e os pequenos produtores que produzem alimento para o brasileiro são marginalizados nesse sistema", aponta Ninawá Huni Kui.
Aos 40 anos, Ninawá lidera o povo Huni Kui no estado do Acre e também denuncia sofrer perseguições de grupos armados desde 2012.
"Para o povo Huni Kui, a relação com o território é sagrada. Não é econômica. Na nossa visão, o índio não é nada sem o seu território", afirma Ninawá, após ser questionado sobre a visita à Amazônia prestada pelos ministros da Agricultura, Tereza Cristina, e do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que publicou no seu Instagram uma foto posando à frente dos indígenas Parecis, no Mato Grosso.
"Alguns indígenas podem querer, podem aceitar [a exploração econômica nos seus territórios], mas isso não representa todos os indígenas. Há interessados em dividir os indígenas, mas nós defendemos o coletivo", afirma Almir Suruí.
A reportagem conversou com as duas lideranças em São Paulo, no lançamento para a imprensa da série Guerreiros da Floresta, que vai ao ar a partir desta quarta (20) às 22h30 no canal Futura e também na página da emissora na internet.
Em 13 episódios, a produção da Santa Rita Filmes mostra a luta pela preservação da cultura indígena e de seus territórios a partir das lideranças dos povos Suruí, Huni Kui e Yanomami, contando ainda com o xamã e líder dos Yanomami Davi Kopenawa, 62.
Premiado pelo Global 500 da ONU em 1992 e autor traduzido nas línguas francesa e inglesa, Kopenawa também tem denunciado sofrer ameaças de morte nos últimos anos, vindas de garimpeiros em Roraima.
A situação das três lideranças é análoga à de Chico Mendes, seringueiro e sindicalista assassinado no Acre em 1988. No ano anterior, ele havia se tornado o primeiro brasileiro a receber o prêmio Global 500 da ONU, em reconhecimento à sua defesa da conservação das florestas aliada à produção econômica.
"Meus avós trabalharam junto com Chico Mendes e criaram com ele a Aliança dos Povos da Floresta", conta o acriano Ninawá. Ele conta que a criação das reservas extrativistas, propostas por Chico Mendes e hoje regulamentadas pelo governo, foi inspirada pela proteção das terras indígenas.
"Mas os governos transformaram a história dele em marketing, enquanto a exploração e as ameaças daquela época continuam até hoje no meu estado", completa Ninawá. Segundo ele, as tentativas de emboscadas são frequentes.
"É normal, se você é uma liderança, defende seu território, você sofre ameaça". Questionado se havia recebido escolta policial, Ninawá respondeu que sua proteção é espiritual.
Depois de perceber que madeireiros e garimpeiros aliciavam indígenas para que se voltassem contra ele, Almir Suruí abriu mão, em 2014, da escolta da Força Nacional - que já recebia havia dois anos. Desde então, sua principal aposta é o diálogo.
"Nós temos propostas para o desenvolvimento do país. Não digo que a floresta é intocável, digo que temos que conhecer os critérios para usar a floresta. E o povo Suruí pode ser exemplo para o Brasil conquistar seu espaço de liderar o modelo de desenvolvimento sustentável no mundo, unindo conhecimentos científicos e tradicionais", ele propõe. 
Brasil ao Minuto com informações da Folhapress

Fechamento da fronteira entre Brasil e Venezuela

Governador de Roraima diz que fronteira com Venezuela já está fechada

Governador disse ainda não ter informações sobre eventual corte de energia no estado, já que ela é oriunda da Venezuela


Governador de Roraima diz que fronteira com Venezuela já está fechada
"Já fechou", informou o governador, que está em Brasília cumprindo agenda administrativa.
Denarium disse ainda não ter informações sobre eventual corte de energia no estado, já que ela é oriunda da Venezuela.
Em uma operação coordenada com os EUA, o governo Jair Bolsonaro vai permitir o uso de território brasileiro para que opositores de Maduro tentem levar ajuda humanitária à Venezuela no sábado (23).
O governador de Roraima disse que a ideia é manter o apoio logístico para que os caminhões venezuelanos sejam abastecidos com alimentos e remédios.
Segundo Denarium, os caminhões serão abastecidos em Boa Vista e escoltados pela Polícia Rodoviária Federal até a fronteira. A operação, de acordo com o governador, acontecerá "nos próximos dias", mas sem divulgação para evitar saques ou outros tipos de dificuldades.
O governador afirmou que, mesmo que os caminhões não consigam atravessar para a Venezuela, os suprimentos serão distribuídos aos venezuelanos que estão do lado brasileiro da fronteira.
Maduro afirmou que também avalia o fechamento total da fronteira com a Colômbia. Há toneladas de suprimentos estocados na cidade colombiana de Cúcuta, na divisa.
Política ao Minuto

Sem saída

Única solução é Nicolás Maduro entender que acabou, diz general Hamilton Mourão

Segundo o vice, que viajará no domingo (24) para a Colômbia para discutir a situação da Venezuela com países vizinhos, "não tem outra solução"


Única solução é Maduro entender que acabou, diz Mourão
Segundo o vice, que viajará no domingo (24) para a Colômbia para discutir a situação da Venezuela com países vizinhos, "não tem outra solução".
A única solução é o regime do Maduro entender que acabou, promover novas eleições, se eleja quem tem que ser e partir daí terá de ter haver plano Marshall na Venezuela", disse.
O general disse ainda que "possível, mas não provável" que a Venezuela corte a energia do Brasil. O estado de Roraima, fronteiriço com o país vizinho, depende de energia do país.
"Na Venezuela um dos poucos recursos que ela está recebendo é o que nós pagamos pela energia consumida."
Antes de embarcar para a Colômbia, onde participa do Grupo de Lima, Mourão vai se reunir com o presidente Jair Bolsonaro para tratar da crise.
O vice disse ainda que o Brasil não vai suspender a ajuda humanitária à Venezuela e que o governo brasileiro nunca cogitou entrar no país vizinho.
"A ideia sempre foi e sempre será colocar o suprimento ali na fronteira, em Pacaraima, e os venezuelanos que vem ao Brasil iriam recolher o suprimento, medicamento e comida, e levar para suas casas. Uma coisa que tem que ficar para todo mundo é que a nossa fronteira com a Venezuela ela é muito pouco vivificada, ela é rarefeita de população ali", disse.
Questionado sobre pressão dos EUA para que o Brasil apoie intervenção militar na Venezuela, Mourão negou que isso possa ocorrer.
"O governo brasileiro já deixou claro que a nossa ação será no sentido da não intervenção no assunto interno e apenas manteremos a pressão política e as palavras juntas com os demais países que estão cooperando no esforço para que a Venezuela retome um caminho de democracia", disse.
Mourão disse que o objetivo por meio do Grupo de Lima é fazer uma pressão política e que por meio da ação diplomática, isso leve Maduro a entender que é necessária uma saída para o país.
"O país está em um impasse. Você tem um governo de direito, que em tese foi eleito, o do Maduro, e o de fato que é do [líder oposicionista Juan] Guaidó, então não pode continuar, o país com a economia em ruínas, a principal riqueza que é o petróleo tem hoje um terço da produção que tinha há uns atrás, então tem que resolver." 
Política ao Minuto com informações da Folhapress

Operação Acolhida continua

Porta-voz do presidente diz que ajuda humanitária segue mesmo com fronteira fechada

Rêgo Barros disse que operação de ajuda segue normalmente


Porta-voz diz que ajuda humanitária segue mesmo com fronteira fechada
"O cuidado brasileiro com nossos irmãos venezuelanos continua com a Operação Acolhida. Prossegue o planejamento da operação humanitária mediante oferta de alimentos e remédios a partir do próximo dia 23", disse Rêgo Barros.   
Segundo o porta-voz, os meios disponibilizados pelo Governo Federal já iniciaram seu deslocamento para Roraima, que faz fronteira com a Venezuela. Questionado sobre o risco de tensão na região por causa do fechamento da divisa, ele destacou que a situação em Pacaraima é de "normalidade". 
"O intuito do Estado brasileiro, por meio de suas Forças Armadas e agências, é acolher os irmãos venezuelanos. O governo brasileiro não identifica neste momento possibilidade de fricção na região. O ponto focal é a ajuda humanitária", garantiu.   
Rêgo Barros também confirmou que o vice-presidente Hamilton Mourão participará de uma reunião do Grupo de Lima na Colômbia, em 25 de fevereiro, para discutir a questão venezuelana.    Um ex-general amigo de Hugo Chávez, Hugo Carvajal Barrios, fez um apelo nesta quinta para as Forças Armadas permitirem a entrada de ajuda humanitária internacional. "Como, tendo o poder de deixar entrar ajuda humanitária em nosso país para salvar vidas, vocês poderiam decidir não fazê-lo?", questionou.   
Show 
Mais de 30 artistas já confirmaram presença no "Venezuela Live Aid", show promovido pelo bilionário britânico Richard Branson para coletar fundos para o povo venezuelano.   
O espetáculo acontecerá nesta sexta (22), no lado colombiano da ponte Las Tienditas, que está bloqueada com caminhões e contêineres enviados por Maduro. O local já acumula 400 toneladas de equipamentos e pode receber até 500 mil pessoas.   
Entre os artistas confirmados estão nomes célebres da música latina, como o espanhol Alejandro Sanz, o porto-riquenho Luis Fonsi e o grupo mexicano Maná. O megashow deve durar cinco horas, das 11h às 16h (horário local).   
Em resposta, o governo Maduro deve promover um "contraconcerto" do lado venezuelano da ponte, com o nome "Hands Off Venezuela" ("Tire as mãos da Venezuela", em tradução livre). 
 (ANSA

'Fechamento total e absoluto'

Maduro fecha fronteira entre Venezuela e Brasil a fim de evitar entrada de ajuda humanitária


Maduro fecha fronteira entre Venezuela e Brasil
A medida passa a valer às 20h (horário de Caracas) e tem como objetivo impedir a entrada de ajuda humanitária internacional no país pelo estado de Roraima.
O autoproclamado presidente Juan Guaidó havia estabelecido em 23 de fevereiro a data para a entrada de alimentos e remédios na Venezuela e criara dois centros de coleta de ajuda humanitária, um em Cúcuta, na Colômbia, e outro em Roraima.
Tanto o Brasil quanto o governo colombiano reconheceram Guaidó como presidente do país vizinho e defendem a queda de Maduro, que diz que seu país não precisa de auxílio externo, apesar de ter recebido 300 toneladas de itens de primeira necessidade da Rússia.
Para o presidente chavista, as ajudas humanitárias são uma forma de preparar uma intervenção militar para derrubá-lo. Ele também estuda fechar a fronteira com a Colômbia.
No Brasil, os alimentos e medicamentos seriam levados à Venezuela a partir das cidades de Boa Vista e Pacaraima, por meio de caminhões conduzidos por cidadãos venezuelanos. O país conta atualmente com dois presidentes (Maduro e Guaidó), dois parlamentos (Assembleia Nacional e Assembleia Constituinte) e duas supremas cortes (uma em Caracas e outra no exílio). 
(ANSA)

Dica de saúde

Conheça 10 benefícios da Chia: baixa o colesterol, emagrece e protege o cérebro

E você, já começou a adicionar esta semente milagrosa às suas refeições?


Baixa o colesterol, emagrece e protege o cérebro: 10 benefícios da chia
A importância do consumo desta semente tem sido reforçada por especialistas em nutrição humana, uma vez que nela são encontrados ácidos graxos poli-insaturados essenciais, fibras, proteínas e outros nutrientes vitais.
Entenda como consumir apenas 25 gramas por dia destas sementes pode fortalecer o seu organismo e sistema imunitário. Adicione-as a iogurtes, vitaminas, na sopa ou saladas e desfrute.
Benefícios da chia
1. Ajuda a emagrecer
Um dos motivos que fazem da chia uma grande aliada na perda de peso está na sensação de saciedade que a semente proporciona. Suas fibras têm a capacidade de absorver muita água, transformando-as numa espécie de gel que enche o estômago, o que consequentemente, acarreta um menor consumo de alimentos.
2. Previne e controla o diabetes
Por conter fibras e aumentar o tempo de libertação da glicose, a chia contribui para a prevenção da diabetes tipo 2, evitando assim a resistência à insulina.
3. Previne doenças cardiovasculares
O consumo regular de chia previne infartos, derrames e hipertensão, devido a ser uma fonte rica de ômega 3. Esse ácido graxo reduz a formação de coágulos sanguíneos e arritmias, além de diminuir o colesterol circulante no sangue. Além disso, o ômega-3 ajuda na regulação da pressão dos vasos sanguíneos, uma vez que aumenta a fluidez sanguínea, evitando assim, o aumento da pressão arterial.
4. Regula o colesterol
De toda gordura que compõe a chia, aproximadamente 77% são formados por ácidos graxos, ômega 3 e ômega 6. Essas gorduras são responsáveis por diminuir o colesterol mau (LDL) e aumentar o colesterol bom (HDL), além de baixar os triglicerídeos na corrente sanguínea.
5. Fonte de cálcio
A chia está repleta de cálcio, sendo assim uma alternativa para indivíduos que têm intolerância à lactose, necessitando de fontes alternativas desse mineral.
6. Efeito desintoxicante
Os antioxidantes que compõe a chia são responsáveis por auxiliar na desintoxicação do fígado, além de impedirem a formação de radicais livres que agem destruindo as membranas celulares e desencadeando o processo de envelhecimento.
7. Protege o cérebro
Favorece as ligações cognitivas no cérebro. Muitos estudos relacionam os ácidos linoleico e alfa-linolênico presentes na semente de chia com a formação das membranas celulares, as funções cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos.
8. Pele e cabelos mais bonitos
Rica em vitamina A, este nutriente age como antioxidante contra os radicais livres e também auxilia na redução do acne e prevenção da secura da pele. A semente também contém vitamina B2, importante para uma ótima saúde da pele, unhas e cabelo.
9. Efeito anticelulite
Muitos estudos têm relacionado o consumo desse de ômega-3 com a diminuição da inflamação cutânea mais comumente conhecida por celulite.
10. Fortalece a imunidade
Por conter minerais como o selênio e zinco, que auxiliam o sistema imunitário, a chia é importante para reforçar as defesas, diminuindo assim a incidência de doenças como gripes, constipações e processos infecciosos. Adicionalmente, por ter nutrientes como o fósforo, manganês, cálcio, potássio e sódio, a semente é indispensável para a manutenção da integridade e saúde das células.
LifeStyle ao Minuto

Moro diz que houve má interpretação da imprensa

Ministro Sérgio Moro nega contradição em falas sobre caixa 2: ‘Houve má interpretação’

O ministro negou nesta quinta-feira (21) que exista contradição entre suas falas como ministro e como juiz a respeito da gravidade da prática de caixa dois


Moro nega contradição em falas sobre caixa 2: ‘Houve má interpretação’
Na terça (19), ao justificar o fatiamento do pacote anticrime proposto pelo governo de Jair Bolsonaro, Moro afirmou ter atendido à queixa de alguns políticos de que "o caixa dois é um crime grave, mas não tem a mesma gravidade que corrupção, crime organizado e crimes violentos".
A fala foi vista como mais amena em relação a declarações que Moro fez na época em que era juiz da Lava Jato sobre o uso de recursos não declarados em campanha. "Muitas vezes [o caixa dois] é visto como um ilícito menor, mas é trapaça numa eleição", afirmou o então magistrado, por exemplo, durante audiência na Câmara, em agosto de 2016.
"Houve uma má interpretação da imprensa. O que eu disse no passado foi que, quando o dinheiro da propina era dirigido ao financiamento ilegal de campanha, era pior do que [quando gera] enriquecimento ilícito. Caixa dois não é corrupção, é outro crime. Corrupção pressupõe contrapartida. Ambos são graves, e o governo toma posição firme em relação aos dois, diferentemente de qualquer outro [antes]."
Em Paris, Moro voltou a afirmar que a compartimentação do pacote atendeu a pedidos do mundo político, sem especificar sua origem exata. "São diversas solicitações, sem voz específica. O que importa é o governo trabalhando para aprovar medidas eficazes contra corrupção, crime organizado e crime violento. Dentre elas, encontra-se a criminalização do caixa dois. O resto é conversa."
Quando lhe foi perguntado sobre a crise relacionada a esquemas de candidaturas de laranjas no PSL, partido de Bolsonaro, que levou à demissão do chefe da Secretaria-geral da Presidência, Gustavo Bebianno, e envolve o ministro do Turismo,  Marcelo Álvaro Antônio, Moro afirmou que não cabe a sua pasta atuar como "um supertira, um superjuiz.
"O papel do ministério não é trabalhar em casos concretos, [ser] um supertira, um superjuiz, e nem advogar para membros do governo", afirmou. Segundo o Moro, cabe a seu ministério "dar estrutura para os órgãos de controle e de investigação fazerem o seu trabalho, como vêm fazendo".
O ministro disse ainda que o Brasil estava correndo o risco de ser suspenso do Gafi por falta de legislação que aplicasse a contento a resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre o congelamento de ativos de organizações classificadas pelo órgão como terroristas.
Segundo o ministro, a punição "seria desastrosa para a reputação do país" e teria consequências econômicas, já que certas instituições e fundos não negociam com quem não integra o Gafi. Um projeto de lei aprovado na quarta (20) no Senado atende à exigência e extingue o perigo de suspensão, afirmou Moro.
Notícias ao Minuto

PIS-Pasep começa a ser pago hoje

Abono salarial PIS-Pasep começa a ser pago nesta quinta-feira para nascidos em março e abril

O valor do abono varia de R$ 83 a R$ 998, dependendo do período trabalhado formalmente em 2017


PIS-Pasep começa a ser pago hoje para nascidos em março e abril
O Pasep também será liberado para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, para quem tem final da inscrição 6 e 7.
A estimativa da Secretaria do Trabalho, do Ministério da Economia, é que R$ 2,9 bilhões sejam pagos a aproximadamente 3,6 milhões de trabalhadores.
Como destaca o G1, o valor do abono varia de R$ 83 a R$ 998, dependendo do período trabalhado formalmente em 2017.
Economia ao Minuto

Insatisfação com falta de interlocução com o governo

Centrão ameaça e diz que reforma não avança sem diálogo com o Palácio do Planalto

Parlamentares estão insatisfeitos com a articulação política do governo Bolsonaro


Centrão ameaça e diz que reforma não avança sem diálogo com o Planalto
A insatisfação em relação à falta de interlocução com o governo de Jair Bolsonaro ficou ainda mais clara depois da primeira derrota do Planalto na Câmara, na última terça-feira (19). 
Na ocasião, deputados aprovaram um projeto que susta os efeitos do decreto editado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, em janeiro, que ampliou a funcionários comissionados e de segundo escalão o poder de impor sigilo a documentos públicos.
Diante do cenário, ainda conforme a coluna, o DEM - partido dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre -, chegou a propor ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que pudesse atuar diretamente na organização da base. A oferta teria sido feita durante um jantar na segunda-feira (18).
Mas, a legenda já alertou: só entra "na jogada" se tiver “instrumentos” para entregar aos parlamentares o que for acordado em troca do apoio ao presidente. Um líder do centrão diz que é impossível negociar com Lorenzoni, já que ele sempre ouve as demandas, mas nunca tem autonomia para garantir o atendimento por parte do governo.
A atuação do líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), também é questionada. Dirigentes partidários demonstram que, assim como a derrubada do decreto que facilitava o sigilo de documentos públicos, a queda de Hugo está dentro do pacote de sinais de descontentamento que o Parlamento quer mandar a Jair Bolsonaro.
Política ao Minuto

Desejada independência financeira

Reforma da previdência: dicas de como se planejar para aposentadoria e garantir futuro tranquilo

Especialista alerta que preocupação com o futuro financeiro deve ser priorizada independentemente de questões governamentais


Reforma da previdência: dicas de como se planejar para aposentadoria
Diante dessas incertezas, os brasileiros começam a pensar no que fazer para garantir um futuro tranquilo, já que o dinheiro da aposentadoria pública não é suficiente para a grande maioria dos aposentados, que continuam trabalhando para manter o padrão de vida ou complementar a renda.
Para o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, essa preocupação com o futuro financeiro deve ser priorizada independentemente de questões governamentais.
"Sabemos que a consciência de poupar e se planejar para o futuro ainda é pequena entre os brasileiros, não apenas pela vontade de crescer profissionalmente de forma rápida, mas também pela ausência da educação financeira durante toda a vida, o que faz com que isso seja apenas um sonho distante. A mudança de comportamento em relação ao dinheiro é fundamental para que, no longo prazo, esse esforço seja recompensado", afirma.
Somado a todos esses fatores, há também o aumento da expectativa de vida dos brasileiros. De acordo com os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida ao nascer no Brasil é de 76 anos, o que pode indicar que os trabalhadores se aposentarão cada vez mais tarde.
De acordo com Domingos, o primeiro passo para se planejar para a aposentadoria é pensar em qual padrão de vida a pessoa deseja ter quando se aposentar. "O ideal é começar o quanto antes, já que o tempo é o maior aliado nessa questão. Quanto mais cedo começar a poupar, mais fácil será atingir a quantia desejada. Para isso, existem diversas opções de investimentos, sendo a previdência privada a mais comum para esse finalidade. O mais importante é criar o hábito de poupar tendo o sonho da aposentadoria sustentável como um agente motivador desse movimento".
Fórmula da aposentadoria
Para auxiliar nesse processo de construção de um futuro financeiramente sustentável, o educador financeiro criou a fórmula da aposentadoria, que permite encontrar o "número da sua aposentadoria", ou seja, saber o quanto pretente ganhar mensalmente após decidir parar de trabalhar por obrigação, alcançando assim a tão desejada independência financeira.
"Para não corrrer o risco de o dinheiro acabar de uma hora para outra, esse número deve ser de, no mínimo, o dobro do padrão de vida desejado. Assim, é possível utilizar 50% do que será ganho com os juros mensais, vivendo da forma que planejou, e guardando o restante como reserva, que continuará rendendo também", explica.
Com essa fórmula é possível calcular esse número de forma simples e automatizada, apenas preenchendo os campos indicados com os valores que pretende atingir. Acesse o link baixe o arquivo e comece hoje mesmo a trilhar o caminho de uma aposentadoria mais sustentável. 
Política ao Minuto

Nova Previdência

Impacto da reforma da Previdência em 10 anos é de R$ 1,164 trilhões, confirma Ministério da Economia

De acordo com a apresentação da pasta, o impacto da PEC nos primeiros quatro anos será de R$ 168 bilhões


Impacto da reforma em 10 anos é de R$ 1,164 trilhões
De acordo com a apresentação da pasta, o impacto da PEC nos primeiros quatro anos será de R$ 168 bilhões.
Já as mudanças para o regime dos militares teriam impacto de R$ 28 bilhões nos quatro primeiros anos.
Com isso, o impacto total seria de R$ 189 bilhões no primeiro quatriênio de validade das medidas. 
Política ao Minuto com informações do Estadão Conteúdo