quinta-feira, 19 de abril de 2018

Aniversariante do Dia

MÁRCIO NUNES É O ANIVERSARIANTE ESPECIAL DE JURU EM DESTAQUE DESTA QUINTA-FEIRA

A imagem pode conter: Márcio Nunes, céu, nuvem e atividades ao ar livre
Parabéns, Márcio!
Por você ser meu pedreiro preferido, como professor vou lhe dar a seguinte lição:
Lembre-se sempre que nada começa do teto, e tudo começa do chão!
Não esqueça, no entanto, que nessa vida tem muitos críticos querendo ser o engenheiro e poucos querendo ser o pedreiro.
Feliz aniversário!

Dia do Índio

CELEBRADO ANUALMENTE EM 19 DE ABRIL, A DATA LEMBRA E REFORÇA A IDENTIDADE DO POVO INDÍGENA

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Esta importante data serve para lembrar e reforçar a identidade do povo indígena brasileiro e americano na história e cultura atual.
Antes da chegada dos primeiros europeus em terras americanas, todos os países que formam este continente eram amplamente povoados por grandes nações indígenas. Infelizmente, a ganância e a crueldade humana fizeram com que muitas tribos fossem totalmente dizimadas e grande parte da cultura indígena foi esquecida.
Na tentativa de preservar as tradições e identidade dos indígenas, o Dia do Índio surgiu para não deixar as novas gerações esquecerem das verdadeiras raízes que formam o povo brasileiro.
História do Dia do Índio
O dia 19 de abril foi escolhido como data para se comemorar a cultura indígena em homenagem ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que ocorreu em 19 de abril de 1940.
O objetivo deste congresso era de reunir os líderes indígenas das diferentes regiões do continente americano e zelar pelos seus direitos.
No Brasil, esta data foi oficializada através do decreto-lei nº 5.540, de 2 de junho de 1943, com assinatura do então presidente Getúlio Vargas.
A nível internacional, a Organização das Nações Unidas (ONU) também criou o Dia Internacional dos Povos Indígenas (9 de agosto) para conscientizar os governos e população mundial sobre a importância de preservar e reconhecer os direitos dos indígenas.
Atividades para o Dia do Índio
Durante o Dia do Índio, as escolas e demais instituições culturais e de ensino incentivam as crianças e os jovens a conhecerem as diferentes práticas culturais dos indígenas.
A FUNAI - Fundação Nacional do Índio - é uma das principais instituições brasileiras que se dedica a defender a cultura e os direitos dos povos indígenas do país.
Para isso, são organizadas algumas atividades, como trabalhos criativos e palestras informativas, por exemplo.


Calendarr Brasil

Desafios a serem lembrados no Dia do Índio

Cerca de um milhão de indígenas brasileiros buscam alternativas para sobreviver


(Arquivo/Elza Fiúza/Agência Brasil)
Há, no Brasil, cerca de 1 milhão de indígenas de mais de 250 etnias distintas vivendo em 13,8% do território nacional. Em meio às ameaças de violência, riscos de perda de direitos em decorrência da pressão dos latifundiários, mineradoras e usinas, alguns povos indígenas lutam por mais autonomia, tentando conquistar, com a comercialização de seus produtos e com o turismo, alternativas para diminuir a dependência dos recursos cada vez mais escassos da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Segundo especialistas consultados pela Agência Brasil, estes são alguns dos principais desafios a serem lembrados neste 19 de abril – o Dia do Índio.
Para serem bem-sucedidos, nessa empreitada visando a venda de suas produções e a exploração dos recursos naturais das terras indígenas (TIs), os povos indígenas têm como desafio buscar maior representatividade no Congresso Nacional, uma vez que cabe ao Legislativo Federal criar políticas específicas que deem segurança jurídica para que eles consigam o desenvolvimento financeiro do qual sempre foram excluídos.
Sustentabilidade
Alguns povos indígenas que tiveram suas terras homologadas têm conseguido bons resultados por meio da comercialização de seus produtos. Levantamento apresentado à Agência Brasil pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta que, somente na safra 2017/2018, índios da etnia Kaiapó do Pará obtiveram cerca de R$ 1 milhão com a venda de 200 toneladas de castanha. Outros R$ 39 mil foram obtidos com a venda de sementes de cumaru, planta utilizada para a fabricação de medicamentos, aromas, bem como para indústria madeireira.
A castanha rendeu aos Xipaya e Kuruaya, no Pará, R$ 450 mil, dinheiro obtido com a venda de 90 toneladas do produto. Cerca de 6 mil peças de artesanato oriundo das Terras Indígenas do Alto e do Médio Rio Negro renderam R$ 250 mil aos índios da região. Já os indígenas da TI Yanomami (Roraima e Amazonas) tiveram uma receita de R$ 77 mil com a venda de 253 quilos de cogumelos.
Os exemplos de produções financeiramente bem-sucedidas abrangem também os Baniwa (AM), que venderam 2.183 potes de pimenta, que renderam R$ 46,3 mil. As 16 etnias que vivem no Parque do Xingu obtiveram R$ 28,5 mil com a venda de 459 quilos de mel.
 Autonomia
O presidente da Funai, general Franklimberg Ribeiro Freitas, disse que cabe aos indígenas a escolha do modelo de desenvolvimento a ser adotado. “A Funai deve apoiá-los para atingir seus objetivos”, afirmou à Agência Brasil. “Em diversas regiões, os índios estão produzindo visando à comercialização de seus produtos ou mesmo serviços, como o turismo ecológico. Essas experiências mostram que a extração sustentável, a comercialização de produtos e o turismo podem ajudar a ampliar o desenvolvimento das Terras Indígenas”, disse o presidente do órgão indigenista.
Franklimberg destacou que entre as etnias que produzem e avançam na comercialização de produtos e serviços estão os Kaiapós do Pará.  “Eles produzem toneladas de castanha e agora reivindicam máquinas para beneficiar o produto”, ressaltou. “Há também o cultivo e a venda de camarão, pelos Potiguara da Paraíba, que está bastante avançada. Tem até a lavoura de soja dos Pareci, no Mato Grosso”.
O presidente da Funai acrescentou ainda que: “No caso do minério e dos recursos hídricos, é preciso ainda normatizar e regulamentar essas atividades, o que cabe ao Congresso Nacional fazer”.
Congresso Nacional
Para o antropólogo e professor da Universidade de Brasília Stephen Baines, os indígenas são preteridos na relação com os empresários e donos de terras. “Há uma desproporção absurda no Legislativo brasileiro a favor daqueles que querem o retrocesso dos direitos dos povos indígenas, previstos na Constituição de 1988 e na legislação internacional”, disse à Agência Brasil.
“Temos atualmente um Congresso Nacional extremamente conservador que representa – por meio de parlamentares ligados à bancada ruralista, ao agronegócio, às empresas de mineração e aos consórcios de mineração e de usinas hidrelétricas – a maior ameaça e o maior ataque aos direitos dos povos indígenas”, afirmou o antropólogo.
Segundo Baines, é difícil para os índios planejar grandes voos do ponto de vista de recursos, sem que, antes, seja resolvida a questão da gestão territorial, o que inclui a segurança jurídica que só é possível a eles após terem suas terras demarcadas e homologadas.
“É fundamental que se tenha respeito pelos índios e pela sua forma de viver e produzir. Para tanto, é necessária a efetivação dos direitos previstos tanto na Constituição como pelas convenções internacionais”, disse Baines citando convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos dos povos indígenas.
Violência
Stephen Baines afirmou que a violência contra os índios ainda é intensa em várias comunidades, como nos estados do Pará, Mato Grosso e Roraima. “Há muitas ameaças contra os índios, feitas por latifundiários, empresas e pelos capangas, que matam lideranças locais que lutam pelos seus direitos. Quer saber onde os índios correm mais riscos? Basta olhar para as terras indígenas que estão próximas a latifúndios”, disse.
Baines citou como exemplo o ocorrido na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR), onde fazendeiros que vieram de outras regiões se instalaram. “Eles invadiram as áreas indígenas para desenvolver produção industrial de arroz. Para expulsar os índios da região, usavam capangas. Até indígenas foram pagos por eles para intimidar as lideranças”, afirmou.  “Atualmente, muitos daqueles invasores são atualmente influentes políticos locais e federais e, com a ajuda da mídia, passam a falsa ideia de que há muita miséria entre os indígenas. Os indígenas negam isso, mas não conseguem espaço na mídia para desmentir a história falsa.”
À Agência Brasil, o integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária e líder do PSDB na Câmara, deputado Nilson Leitão (MT), disse que “nenhum projeto” aprovado pelo Congresso Nacional traz prejuízos aos interesses dos indígenas. “Pode ir contra o interesse de intermediários, interventores ou organizações sociais, que dizem trabalhar para o índio. Nenhum deputado que eu conheço, que defenda o setor produtivo, trabalha contra o índio”, disse.
Nilson Leitão afirmou que o “verdadeiro parceiro do índio são os produtores”. “[Indígenas e produtores] são vizinhos, moram na mesma localidade, têm as mesmas peculiaridades e colaboram um com o outro. Não existe conflito entre eles a não ser aqueles provocados por organizações sociais”, disse.
Marco temporal
O antropólogo alertou sobre “marco temporal”, medida que divide opiniões, busca produzir a área das terras indígenas, colocando como referência para as demarcações as terras que estavam ocupadas na época em que a Constituição foi promulgada [1988], ou seja, quando os “indígenas foram removidos e expulsos de suas terras em todo o Brasil”.
Neste cenário, as manifestações indígenas ganharam mais força, como o caso do Acampamento Terra Livre, organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Formado em 2004, é a maior mobilização de povos indígenas do país. Em 2017, mais de 3 mil indígenas de 200 povos participaram da manifestação em Brasília.
No próximo dia 23, haverá a 15ª edição da mobilização, em Brasília, em defesa da manutenção e efetivação dos diretos dos povos indígenas.
Mais demandas
Os diversos grupos indígenas apelam por mais mecanismos de segurança jurídica para o desenvolvimento e comercialização de seus produtos. “A segurança jurídica não pode ficar restrita a grandes grupos econômicos. Além de ter seus direitos respeitados e a liberdade para explorar as terras como acharem melhor, os indígenas precisam também de incentivos para produzir, respeitando seus próprios modos de produção”, argumentou Stephen Baines
Segundo o antropólogo, o conhecimento tradicional sobre a relação com o ambiente faz parte dos produtos indígenas e, ao mesmo tempo, valoriza a questão ambiental. “Não há dúvida de que o fato de serem feitos por indígenas dá ao produto um diferencial, por serem ecologicamente seguros. Inclusive há lojas na Europa muitas lojas que vendem produtos industrializados como sendo indígenas. Alguns até usam uma pequena quantidade de óleo de castanha kaiapó para associar a imagem do produto à ideia de produção sustentável em suas campanhas de marketing”.
Em menor escala, a forma de produção indígena é bastante diferente da exploração industrial, que, segundo ele, é desastrosa e provoca impactos ambientais irreversíveis. “Quando eles optam pela mineração, eles o fazem por meio de uma maneira própria de garimpagem em pequena escala. Extraem somente o necessário, pensando nas gerações futuras. Não querem empresas porque sabem que elas tiram tudo de uma vez, não deixando nada para o futuro”.
Para Baines, é importante a adoção de cotas indígenas no ensino superior, como fez de forma pioneira a Universidade de Brasília (UnB). Em 2017, havia 67 alunos indígenas de 15 povos. Destes, 42 faziam graduação e 25 pós-graduação.
Política
O assessor parlamentar da Funai Sebastião Terena disse que as lideranças indígenas têm trabalhado também para ampliar a representatividade de índios na política brasileira nas eleições de 2018, em especial no Congresso Nacional. As dificuldades, no entanto, não são poucas. Na história do Parlamento brasileiro, o único indígena eleito foi Mário Juruna, em 1982, para a Câmara dos Deputados.
Pelos dados de Terena, há apenas 117 vereadores indígenas cumprindo mandato em 25 unidades federativas, além de quatro prefeitos e um vice-prefeito. “Apesar da falta de recursos e de infraestrutura, pela primeira vez teremos pré-candidatos indígenas em pelo menos 10 estados e no Distrito Federal”, disse Terena à Agência Brasil. A definição dessas candidaturas deve ocorrer em julho.
O antropólogo Stephen Baines lamenta que “apenas uma pequena minoria de parlamentares luta pelos direitos indígenas”. “Em parte, isso se explica porque muito do dinheiro do agronegócio e das empresas e consórcios acaba sendo usado em campanhas eleitorais das bancadas contrárias aos povos indígenas. E muito provavelmente parte do financiamento vantajoso que é direcionado ao agronegócio acaba servindo também para financiar as campanhas dessa bancada que faz de tudo para inviabilizar candidaturas indígenas”, acrescentou.
Na avaliação de Baines, a data de hoje – Dia do Índio – é importante não só para o protagonismo indígena, mas também para chamar a atenção das pessoas interessadas na defesa dos direitos indígenas.
Agência Brasil

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Possível colonização futura da Lua

China vai plantar sementes de mostarda e amostras de batatas em solo lunar  

Objetivo da missão espacial é estudar as possibilidades de colonização do satélite natural

As sementes serão armazenadas em um compartimento de alumínio e observadas por uma equipe de cientistas chineses - (Foto: Reprodução)

A China quer desenvolver plantios na Lua para estudar uma possível colonização futura do satélite natural. A missão chinesa Chang'e, com previsão de lançamento para este ano, pretende plantar sementes de mostarda e amostras de batata em solo lunar.
De acordo com a revista Galileu, o veículo de exploração da Lua também vai levar água e terra para realizar as plantações.
As sementes serão armazenadas em um compartimento de alumínio e observadas por uma equipe de cientistas chineses.
Notícias ao Minuto

Vice-governadora resolve montar equipe de campanha para disputar Governo

Lígia confirma suspeita de Ricardo Coutinho e já estrutura equipe de campanha contra o próprio Governo


Agora é para valer. Fontes de Brasília ligadas ao PDT confirmaram hoje que a vice-governadora Ligia Feliciano resolveu montar equipe de Campanha para disputar contra o próprio Governo. A informação soou em João Pessoa como a confirmação da suspeita do governador Ricardo Coutinho de que ela já tramava e agora só assumirá a postura de adversária, antes pousando de aliada, afirmou a fonte.
Na Capital paraibana, profissionais de diferentes áreas estão sendo chamados pela vice-governadora e o deputado federal Damião Feliciano para compor a equipe de Campanha, cujo lançamento pelo PDT Nacional acontecerá nos próximos dias, garantiu.
– Ela já está recrutando sua Equipe de Campanha – garantiu a Fonte acrescentando que “terá posicionamento contra o atual Governo. Para a Fonte, ela cumprirá papel semelhante ao do vice-prefeito Luciano Cartaxo.
No PSB e partidos aliados, a informação foi tratada como a confirmação de que o governador Ricardo apenas está constatando a suspeita de que a vice-governadora tramava há mais tempo em sintonia com a Oposição.
Walter Santos - WSCOM

A vez de Aécio

Aécio nas cordas: Chegou a hora do senador mineiro acertar contas com a Justiça



A aceitação do prosseguimento da investigação contra o senador Aécio Neves, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, começa livrar o Brasil da incômoda sensação de que a lei no País vale para todos, menos para os tucanos.
Até agora, na Lava Jato, praticamente toda a teia partidária foi arrolada, investigada, julgada e condenada. Do PT ao PMDB.
O PSDB está de fora. Uma constatação muito utilizada como parte do álibi do PT para amortecer o peso das acusações e condenações contra seus líderes, como o ex-presidente Lula.
O que é uma meia verdade. Os tucanos implicados tiveram a sorte de não cair nas mãos do juiz Sérgio Moro, da Vara Federal de Curitiba.
Todos os investigados foram blindados até aqui pelo famigerado foro privilegiado e contam com o privilégio de só serem alvo de processos diretamente no Supremo, cujo ritmo é conhecidamente lento e a rigidez é leniente.
O ex-governador Eduardo Azeredo, do Mensalão mineiro, já foi condenado lá pelas Minas Gerais, mas vem procrastinando a sentença com os intermináveis recursos.
É a vez de Aécio. O “mineirinho” agora é oficialmente réu, quase um ano depois de ter sido flagrado pedindo e recebendo propina e tramando contra a Lava Jato, temida de A a Z pelos político brasileiros.
Aécio não terá como fugir mais. Chegou a hora de acertar as contas com a Justiça, da qual dificilmente escapará ileso diante dos malfeitos cometidos. O Brasil, que quase caiu na lábia dele, agradece.
MaisPB - Por Heron Cid

Candidatura de Joaquim

Governador Ricardo Coutinho deve participar de encontro do PSB com Joaquim Barbosa



O governador Ricardo Coutinho (PSB) deve participar do encontro entre a cúpula do PSB e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que acontecerá nesta quinta-feira (19) em Brasília. o encontro servirá para traçar os próximos passos para uma possível candidatura de Barbosa à Presidência da República.
O socialista já está em Brasília e é esperado juntamente com outros governadores do PSB, como Paulo Câmara de Pernambuco, Márcio França de São Paulo e Rodrigo Rollmberg do Distrito Federal, além de parlamentares.
Segundo a assessoria de Ricardo, ele tem uma agenda programada para manhã desta quinta na Baía da Traição, Litoral Norte.
De acordo com o jornal Folha de São Paulo, este servirá como uma recepção com o objetivo de apresentar Barbosa ao ambiente político, já que o ex-ministro se filiou ao partido no último dia seis, após meses de negociação.
No encontro, também devem ser discutidas diretrizes econômicas e sociais que Barbosa defenderia em uma campanha, que deve misturar uma agenda liberal com questões sociais.
Nesta terça-feira  (17), o governador paulista Márcio França chegou a cogitar que a candidatura de Barbosa se una à do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB).
França, que era vice do tucano, diz que até agora só esteve com Barbosa um único dia e “ficou muito bem impressionado”, mas “neste instante, o governador Alckmin é o mais preparado para ser presidente da República”.
Ricardo Coutinho em entrevista ao Rádio Verdade - (Foto: Wallison Bezerra)
MaisPB com Folha de São Paulo

Justiça manda soltar bispo e padres acusados de desvio do dízimo

Bispo e padres acusados de desvio de dízimo deixam a cadeia após concessão de habeas corpus


O bispo Dom José Ronaldo, acusado de liderar um esquema de desvio de dízimo na Diocese de Formosa, no Entorno do Distrito Federal, deixou a cadeia após concessão de habeas corpus pela Justiça. Além dele, outros quatro clérigos e dois empresários também foram soltos. Sorridentes, eles foram recebidos com festa por parentes e amigos, que entoavam cânticos religiosos na porta do presídio e deram uma salva de palmas quando houve a soltura.
O alvará de soltura chegou à penitenciária por volta das 19h de terça-feira (17). Logo em seguida, eles foram soltos. Na saída, Dom José Ronaldo fez uma benção aos presentes, recebeu abraços de algumas pessoas e em seguida entrou em um carro de luxo e foi embora. Antes, ele foi abordado por diversos jornalistas, mas optou por não comentar as acusações.
Além do bispo, foram soltos o monsenhor Epitácio Cardozo Pereira, vigário-geral da Diocese de Formosa, os padres Moacyr Santana, Mário Vieira de Brito, Waldson José de Melo, e os empresários Antônio Rubens Ferreira e Pedro Henrique Costa Augusto, apontados como laranjas do esquema.
Apenas o juiz eclesiástico Tiago Wenceslau, também acusado de integrar o esquema, segue detido. O advogado dele, Thiago Pádua, disse que o caso não foi analisado devido à falta de algumas informações pertinentes ao processo. A apreciação deve ocorrer nesta quarta-feira (18).
G1

Roubo milionário

Carga de celulares avaliados em R$ 3,4 milhões são roubados do Aeroporto do Galeão


O diretor de Segurança do Sindicato de Empresas de Transporte Rodoviário e Logística do Rio de Janeiro (Sindicarga), coronel Venâncio Moura, denunciou, nesta quarta-feira, um roubo milionário ocorrido no último domingo, no terminal de carga de Aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Segundo ele, bandidos levaram do local uma carga de celulares avaliada em US$ 1 milhão — cerca de R$ 3,4 milhões.
São aparelhos que ainda nem chegaram às lojas do estado: Samsung do modelo S9, que custam aproximadamente R$ 3,8 mil cada. De acordo com Venâncio, os celulares tinham rastreadores que apontaram que eles foram levados para a Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, também na Zona Norte. O 22º BPM (Maré), responsável pelo policiamento na comunidade, foi acionado, de acordo com o coronel, mas não foi ao local.
 — A PM alegou que não tinha recursos para ir à favela. A DRFC (Delegacia de Roubos e Furtos e Cargas, unidade da Polícia Civil responsável por investigar roubos de cargas) também está sem condições, sem blindados — afirmou Venâncio Moura.Ele disse ainda que o transportador dos telefones celulares afirmou que trará mais cargas para o Rio:
— Ele contou que foi o quarto roubo em um ano. Fez tudo certo, cercou-se de todos os cuidado. Fez transporte aéreo, pagou três impostos para transportar o material do Espírito Santo para o Rio e ia pegar no terminal num caminhão blindado. Aí acontece uma coisa dessas.
O diretor do Sindicarga afirmou que esse foi o segundo roubo do tipo ocorrido no Rio em menos de uma semana. De acordo com ele, na semana passada bandidos roubaram uma carga da Apple avaliada em R$ 2 milhões que havia acabado de deixar o terminal de carga do Galeão.
— Foram R$ 5 milhões de prejuízo em uma semana. Está terrível o Rio de Janeiro. A única carga que circula aqui sem problema, que se salva, é a de caixão. Porque ninguém quer comprar caixão, não é mesmo? — disse o coronel.
Como foi a ação no Galeão
Por volta das 21h30 de domingo, três bandidos num caminhão invadiram o terminal de carga. Eles usavam uniformes semelhantes aos dos funcionários.
Segundo depoimento dos empregados rendidos, os bandidos mostraram as armas e fizeram uma série de ameaças. Eles pegaram os celulares, levaram para o caminhão que usavam e fugiram.
A ação foi filmada por pelo circuito interno de câmeras e mostra a movimentação dos ladrões. Todos usavam bonés que escondem seus rostos parcialmente. Eles integrariam um bando chamado Bonde do Gordão, do Complexo da Maré.
O consórcio RIOGaleão informou que está à disposição para apoiar as investigações sobre o crime: “O RIOgaleão está à disposição para apoiar as investigações dos órgãos responsáveis sobre o assalto ocorrido no último domingo (15/04), às 21h40, no terminal de cargas destinado às companhias aéreas nacionais”.
Já a Polícia Civil informou que o roubo foi registrado na Delegacia de Atendimento Policial do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Dairj), “mas o procedimento foi encaminhado para Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), que prosseguirá com as investigações”.
O EXTRA entrou em contato, também, com a assessoria de imprensa da Polícia Militar, que até as 9h50 não havia se pronunciado sobre a ação criminosa.
Extra

Duplicação da rodovia entre Campina Grande e Cajazeiras

Exército Brasileiro pode participar das obras da duplicação de novo trecho da BR-230


Imagem ilustrativa
O Exército Brasileiro poderá participar, em breve, das obras de duplicação de um novo trecho da BR-230, dentro do projeto que prevê a duplicação da rodovia entre as cidades de Campina Grande, no Agreste; e Cajazeiras, no Sertão da Paraíba.
O senador Raimundo Lira informa ainda que dentro de poucos dias terá início a duplicação da BR 230 no trecho Campina Grande – Comunidade Farinha (Praça do Meio do Mundo), um investimento superior a R$ 300 milhões.
Na tarde de terça-feira (17), o senador Raimundo Lira e o deputado federal Rômulo Gouveia (PSD-PB) estiveram reunidos com o ministro da Defesa, General Joaquim Silva e Luna; e com o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, para discutir este assunto, de fundamental importância para a Paraíba.
No último dia 9 deste mês, Raimundo Lira e Rômulo Gouveia participaram da solenidade de Passagem de Comando do 1º Grupamento de Engenharia e Construção, em João Pessoa, oportunidade em que ambos trataram sobre o assunto com o General Moura, Comandante Militar do Nordeste; e com o General Guedon, atual Comandante do 1º Grupamento de Engenharia.
Segundo Lira, a participação do Exército Brasileiro no projeto de duplicação da BR 230 entre Campina Grande e Cajazeiras poderá se dar, também, através do Batalhão de Engenharia de Caicó, no Rio Grande do Norte, que dispõe de máquinas, equipamentos, técnicos e pessoal capacitado para executar os serviços, considerando que este mesmo grupamento foi o responsável por grande parte da duplicação da BR-101.
Recursos para Campina Grande
Com o Ministro Carlos Marun, Lira e Rômulo trataram da liberação de recursos de Emenda de Bancada de Rômulo Gouveia, no valor de R$ 8,9 milhões, para Custeio de Saúde na cidade de Campina Grande, por solicitação do Prefeito Romero Rodrigues.
MaisPB

Primeiro os meus

Prefeito interino de Cabedelo nomeia esposa para Procuradoria-Geral do Município


O prefeito interino de Cabedelo, Vitor Hugo (PRB) nomeou sua esposa, a advogada Daniella Ronconi para assumir a Procuradora-Geral do Município. Também foram anunciados outros 11 ocupantes de secretarias.
A escolha foi justificada pelo prefeito. O prefeito afirma que ‘não poderia confiar à outra pessoa os destinos da cidade’.  Segundo ele, o momento é de insegurança jurídica, e além de deter sua total confiança,  Daniella é uma das maiores advogadas do estado.
“No atual momento de insegurança jurídica vivido por Cabedelo, eu não poderia confiar a outra pessoa os destinos da minha cidade. Daniella é reconhecidamente uma das maiores advogadas de todo o Estado e claro, detém a minha total confiança. Ela nos dará total respaldo para realizar uma gestão correta e que atenda os anseios da população”
No dia 4 de abril Vitor Hugo assumiu o comando da prefeitura depois que o prefeito Leto Viana (PRP) e mais cinco vereadores foram presos e afastados. A operação “Xeque-Mate” também afastou outros cinco vereadores.
MaisPB

Casamento de Carlos Alberto de Nóbrega

Apresentador Carlos Alberto de Nóbrega se casará com nutricionista 44 anos mais jovem


Carlos Alberto de Nóbrega vai casar com nutricionista 44 anos mais jovem - Foto: Divulgação e Reprodução/Instagram
Carlos Alberto de Nóbrega já marcou a data para o seu terceiro casamento. Aos 82 anos, ele vai oficializar a união com a nutricionista Renata Domingues, de 38, em junho deste ano.
O humorista avisou que não pretende fazer um festão e que a cerimônia será íntima, para pouquíssimos amigos. O casal vai passar a lua de mel em Campos do Jordão, no interior de São Paulo.
Carlos Alberto de Nóbrega foi casado por 22 anos com Andréa Nóbrega e vive há um ano e meio um relacionamento com Renata.
Extra

Nobel da Paz não tem autorização para visitar Lula

Juíza federal não autoriza visita do Nobel da Paz ao ex-presidente Lula na prisão


Wilton Júnior - 2.abr.2018/Estadão Conteúdo
A juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, responsável pela custódia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, negou hoje (18) a autorização para que o Prêmio Nobel da Paz, de 1980, o argentino Adolfo Perez Esquivel visite Lula na Superintendência da Polícia Federal.
O ex-presidente está preso desde o último dia 7, onde cumpre pena por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Além da sala onde está Lula, Esquivel solicitou autorização para inspecionar as demais instalações da superintendência, na condição de presidente da organização não governamental Serviço de Justiça e Paz (Serpaj).
“Efetivamente, não há fundamento legal a amparar a pretensão deduzida”, disse a juíza no despacho, justificando que o direito dado a órgãos internacionais não são estendidos a órgãos sociais de caráter não governamental, já que, embora seja entidade consultiva das Nações Unidas, a Serpaj não a integra.
A juíza disse ainda que não há indicativo de violação a direitos dos presos na carceragem da PF. “Especificamente em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reservou-se, inclusive, espécie de Sala de Estado Maior, separada dos demais presos, sem qualquer risco para a integridade moral ou física”, disse.
Ontem (17), o ex-presidente recebeu visita de uma comitiva da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, fato também citado no despacho da juíza. “A repetida efetivação de tais diligências, além de despida de motivação, apresenta-se incompatível com o regular funcionamento da repartição pública e dificulta a rotina do estabelecimento de custódia. Acaba por prejudicar o adequado cumprimento da pena e a segurança da unidade e de seus arredores”.
Esquivel está no Brasil e participou hoje de uma aula magna na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nessa terça-feira (17), ele visitou o Museu da Maré, no Rio de Janeiro, onde participou de uma homenagem à vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), assassinada no Rio de Janeiro.
Durante a visita, o ativista dos direitos humanos afirmou que vai indicar, em setembro, o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Prêmio Nobel da Paz. Segundo ele, buscará apoio para a indicação.”O nome [de Lula] conta com a força do trabalho [que ele desenvolveu em favor dos] mais necessitados, pobres e marginalizados. Ele tirou da pobreza extrema mais de 30 milhões de brasileiros”, disse.
Agência Brasil