quinta-feira, 25 de maio de 2017

Praça de guerra em Brasília

Em Brasília, manifestantes botam fogo e depredam Ministérios durante protestos

(Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)
Vários prédios da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, foram depredados por manifestantes durante protestos contra o governo federal nesta quarta-feira (24).  Houve registros de incêndios  nos ministérios da Agricultura, do Planejamento e da Cultura. O Corpo de Bombeiros não contabilizou feridos.
O térreo do Ministério do Planejamento  foi atingido pelas chamas e uma sala da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), que fica no edifício, também foi destruída.
No Ministério da Cultura, manifestantes atearam fogo em estruturas da área interna. O prédio também é sede do Ministério do Meio Ambiente. As chamas foram contidas por brigadistas.
No prédio dos ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, documentos e computadores foram depredados. Vidros da fachada e das portas de acesso foram quebrados.
Na área externa dos prédios, lixeiras, orelhões e banheiros químicos foram incendiados e usados pelos manifestantes para montar barricadas improvisadas. Segundo a Polícia Militar, grupos levavam estilingues para atirar pedras contra policiais.
 Também foram contabilizados danos aos ministérios do Turismo, da Fazenda e de Minas e Energia. Monumentos como a Catedral Metropolitana e o Museu da República, que também ficam na Esplanada, foram alvos de pichações.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT), contabilizaram nos atos  200 mil manifestantes no dia. Até as 15h30, a Secretaria de Segurança Pública estimava público de 35 mil pessoas no ápice dos protestos.

MaisPB com G1

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Fim de clima de tensão em Brasília

Termina em Brasília maior manifestação contra governo Michel Temer

Os últimos militares a deixarem o gramado foram de um grupo da cavalaria da Polícia Militar

© Paulo Whitaker/Reuters

Terminou no fim da tarde desta quarta-feira, 24, na Esplanada dos Ministérios, a manifestação contra as reformas e o presidente Michel Temer, que durou cerca de seis horas. Os últimos militares a deixarem o gramado foram de um grupo da cavalaria da Polícia Militar do Distrito Federal.
Homens do Corpo de Bombeiros apagavam as últimas fogueiras acessas pelos manifestantes, que foram acuados em meio a bombas e carros do choque até a rodoviária da cidade, onde, até o início da noite ainda havia grupos protestando e polícia em volta. Militares do Exército fazem, neste momento, a segurança da Esplanada e dos prédios públicos.
A manifestação pode não ter sido a mais violenta da cidade. Em 20 de julho de 2013, na onda de manifestações que surpreendeu o governo Dilma Rousseff, a polícia de Brasília deu início à tática de dispersar multidões com bombas.
Na ocasião, o prédio do Ministério das Relações Exteriores foi invadido e o do Ministério da Saúde depredado pelos manifestantes. O protesto de hoje pode também não ter sido o maior. Em 16 de março de 2016, cerca de 100 mil manifestantes, segundo números da Polícia Militar, ocuparam a Esplanada para pedir o impeachment de Dilma.
A manifestação desta quarta-feira, a maior contra Temer, foi marcada, porém, pela presença da Força Nacional de Segurança, um grupo militar que costuma não atuar na capital, e por homens do Exército e até da Marinha, que atuaram nas áreas em volta dos prédios dos ministérios.
Chamou atenção também o aparato e o clima de tensão no Palácio do Planalto. A segurança da Presidência chegou a colocar 30 homens do batalhão da guarda presidencial com escudos em cima da rampa, um símbolo da política e arquitetura da cidade.
No entanto, toda a Praça dos Três Poderes, onde fica localizado o Planalto, já estava cercada. Não haveria manifestantes próximos para justificar a presença até de cachorros na segurança do palácio presidencial.
Organizado por diferentes entidades sindicais e políticas, o protesto foi marcado ainda pela fragmentação dos discursos. Enquanto um carro de som pedia para manifestantes resistirem às ações da Polícia, outros faziam apelo para que o público recuasse diante das bombas.
A tática da polícia de dispersar a multidão foi a mesma de protestos passados, houve lançamento de bombas no grosso da multidão que estava no gramado entre os prédios do Itamaraty e do Ministério da Justiça, mais acima do gramado do Congresso. Agora, o efetivo maior da polícia se concentra na Rodoviária, área também onde helicópteros sobrevoam.
Notícias ao Minuto

Senador tem passaporte confiscado e pode ser preso

Supremo Tribunal Federal toma passaporte de Aécio Neves e dá prazo sobre pedido de prisão


O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) não pode mais viajar para fora do Brasil.
Investigado por corrupção e lavagem de dinheiro, ele teve que entregar seu passaporte ao Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira 24, num desfecho humilhante para quem, até poucos dias atrás, liderava protestos contra a corrupção.
Aécio também foi notificado sobre o pedido de prisão formulado pela procuradoria-geral da República e ganhou prazo de 15 dias para se manifestar antes da decisão do plenário da corte.
Depois que foi derrotado nas eleições presidenciais de 2014, Aécio decidiu incendiar o País – "só para encher o saco", como disse num grampo com o empresário Joesley Batista, a quem pediu uma propina de R$ 2 milhões.
Ao não aceitar o resultado eleitoral e se aliar ao então deputado Eduardo Cunha, hoje condenado a 15 anos de prisão, para provocar instabilidade econômica e, assim, lograr êxito no golpe, Aécio atirou o Brasil na maior crise de sua história.
Nesta quarta, Michel Temer, também investigado por corrupção, convocou o Exército (saiba mais aqui).
BRASIL247

Roubo e clonagem de veículos

Major da Polícia Militar preso por roubo de carros é solto; cerca de 70 veículos foram apreendidos


O major reformado da Polícia Militar da Paraíba preso, na manhã desta quarta-feira (24), durante uma operação de combate ao comércio de veículos clonados em João Pessoa, assinou termo circunstanciado de ocorrência (TCO) e foi liberado.  
A informação é do corregedor geral da Polícia Militar, coronel Gerônimo, que revelou que o Major ao ser preso disse que não sabia que estava com um carro roubado e que o veículo seria do seu filho, por isso assinou o TCE e foi solto. 
Além do Major, outros dois policiais e cerca de 10 pessoas foram presas na Operação Clone. O corregedor não descarta a expulsão dos dois militares dos quadros da PM.
Além das prisões, a Polícia Civil também apreendeu 70 carros com suspeita de adulteração. A polícia acredita que pelo menos 25 pessoas façam parte do grupo. 
WSCOM

De governador a vendedor

Após 5 condenações, ex-governador do Distrito Federal preso virou vendedor virtual

Preso acusado de participar de desvio de R$ 900 milhões de estádio para a Copa, petista foi condenado cinco vezes por improbidade


Créditos: Roberto Castro/GDF
Os caminhos do ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) e seu ex-vice, Tadeu Filippelli (PMDB), hoje assessor especial do presidente Michel Temer, voltaram a se cruzar na manhã dessa terça-feira (23), quando foram presos pela Polícia Federal sob a suspeita de participação em um esquema de desvios de R$ 900 milhões na construção do Estádio Mané Garrincha. Esse, porém, não é o primeiro revés que a dupla sofre desde que a parceria institucional entre eles acabou.
Os dois foram condenados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em 2016, à perda dos direitos políticos por oito anos, sob acusação de improbidade administrativa. Em fevereiro, em julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Filippelli escapou da punição. Mas Agnelo não. Em princípio, ele está proibido de se candidatar a qualquer cargo público, barrado pela Lei da Ficha Limpa.
Desde que deixou o Palácio do Buriti, o ex-governador virou notícia pelas condenações na Justiça e também por ter virado vendedor virtual de uma grande rede de varejo, a Polishop, que vende mais de mil produtos, de cosméticos a eletrodomésticos e até cadeira de massagem. Até outubro do ano passado, ele tirava em torno de R$ 8 mil e dizia que a nova atividade era uma complementação de renda, exercida nas horas vagas. Médico e servidor da Secretaria de Saúde, o petista foi cedido em 2015 à Fundação Oswaldo Cruz, do Ministério da Saúde.
Condenações em série
Nos últimos dois anos, Agnelo acumula cinco condenações na Justiça. Em todos os casos, é condenado à suspensão dos direitos e a ressarcir os cofres públicos. Todas as decisões, porém, são objeto de recurso de seus advogados. Agnelo também é acusado pelo seu sucessor, Rodrigo Rollemberg (PSB), de ter deixado os cofres do Distrito Federal vazios. No início de seu mandato, Rollemberg chegou a parcelar o pagamento de salário do funcionalismo por falta de dinheiro.
Agnelo, Filippelli, o ex-governador José Roberto Arruda (PR) e outras sete pessoas foram presas nesta terça acusados de desviar R$ 900 milhões dos cofres públicos na reconstrução do Estádio Mané Garrincha para a Copa de 2014. Segundo a acusação, Agnelo recebeu propina para retirar obstáculos para as empreiteiras. Ele mudou a finalidade da estatal Terracap para que a empresa pudesse pagar as obras da arena, o que gerou, de acordo com os investigadores, prejuízo de R$ 1,3 bilhão à estatal.
Auxiliar próximo de Michel Temer, Filippelli foi exonerado após a prisão. Ex-deputado federal e presidente do PMDB do Distrito Federal era, até então, nome forte para a sucessão de Rollemberg. O peemedebista é acusado de cobrar e receber propina da Andrade Gutierrez pelas obras do estádio.
Propaganda ilegal
Em outubro do ano passado, Agnelo e Filippelli foram considerados inelegíveis, acusados de ter utilizado a máquina pública para tentar a reeleição em 2014, vencida por Rollemberg. O TRE considerou que o site do GDF e sua página oficial no Facebook realizaram publicidade institucional vedada de serviços não essenciais, configurando propaganda ilegal.
Entre os fatos citados no processo constavam a escolha da cor vermelha para as cadeiras do Estádio Nacional Mané Garrincha, a mesma do Partido dos Trabalhadores, o caráter eleitoral de vídeo institucional do programa de merenda escolar de Agnelo, a participação do ex-governador em evento de troca de geladeiras realizado pela Companhia Energética de Brasília (CEB) e a intensa veiculação de propagandas institucionais durante o período eleitoral. De acordo com o relator do caso, houve descaracterização da propaganda, que deve ser de utilidade pública, para a promoção pessoal.
Saúde
No mês passado, Agnelo foi condenado por improbidade administrativa a ressarcir os cofres públicos. A decisão também alcançou a ex-secretária de Saúde da gestão dele Marília Coelho Cunha. Os dois são acusados de irregularidade na duplicação da jornada de trabalho de Agnelo, que é médico do quadro da Secretaria de Saúde.
Segundo a denúncia, durante o recesso administrativo do governo local, em 29 de dezembro de 2014, a ex-secretária expediu uma portaria sem número, processo administrativo ou requerimento prévio, dobrando a carga horária de trabalho do ex-governador de 20 para 40 horas semanais a partir do fim de sua licença para o exercício de mandato eletivo.
Agnelo não retomou a suas funções de médico da Secretaria de Saúde por, pelo menos, sete meses, em razão de férias seguidas de dois períodos consecutivos de licença-prêmio. Além disso, apresentou, sucessivamente, dois atestados médicos, no período de 3 de agosto a 1º de setembro de 2015. Para o MPDFT, a alteração, além de irregular, beneficiou indevidamente o ex-governador, que teve o salário aumentado devido à carga horária maior. O valor a ser devolvido ainda não foi definido.
Comissionados
Em dezembro do ano passado, Agnelo foi condenado por improbidade administrativa em dois processos. A 5ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça suspendeu os direitos políticos de Agnelo e do ex-secretário de Administração Pública do Distrito Federal Wilmar Lacerda por cinco anos. Também os proibiu de contratar com o poder público por três anos e a pagar multa no valor de 50 vezes o salário de cada comissionado do Procon-DF, corrigido conforme o índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC) a contar da data da decisão.
Movida pelo Ministério Público do DF, a ação acusava o ex-governador e o ex-secretário por omissão ao não promover a nomeação dos aprovados no concurso para preenchimento de cargos no Procon-DF. De acordo com o Ministério Público, após constatar que mais 90% dos ocupantes dos cargos públicos do Procon eram ocupados por comissionados, foi proposto e realizado concurso, em 2012, mas durante a gestão de Agnelo os aprovados não foram nomeados, desfavorecendo os candidatos com “ofensa a princípios sensíveis da Administração”.
Nepotismo
Em dezembro do ano passado, Agnelo foi condenado por improbidade administrativa, acusado de nepotismo por ter nomeado a mãe e a esposa para cargos comissionados. A 1ª Vara da Fazenda Pública cassou os direitos políticos do ex-governador e o proibiu de contratar com o poder público por três anos. O petista também foi condenado a pagar multa equivalente a dois meses do salário que recebia à época.
No processo, o Ministério Público acusava Agnelo de contratar a mãe, Lânia Maria Alves, e a esposa, Stefânia Alves Pinheiro, em 2014, e de ter ignorado a exigência dos procuradores para exonerá-las em 30 dias.
Fórmula Indy
Em fevereiro do ano passado, Agnelo foi condenado por improbidade administrativa, acusado de ter cometido ilegalidades na assinatura de um termo de compromisso com a Band para a realização da Fórmula Indy no autódromo Nelson Piquet em Brasília. A 2ª Vara da Fazenda Pública determinou a suspensão dos direitos políticos por cinco anos e o pagamento de multa civil correspondente a duas vezes o valor do dano.
Além disso, o ex-governador foi proibido de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de três anos. Também foi condenado a ressarcir integralmente o dano e pagar multa civil o equivalente a cem vezes o valor de seu último salário como governador (R$ 18 mil).
No documento, assinado pelo então governador em 2014, sem testemunhas nem publicação no Diário Oficial do DF, constava que “o Distrito Federal se compromete a ‘envidar esforços’ administrativos e legais no sentido de viabilizar a retribuição da Emissora Band, pela quantia de U$15.898.369,00”. Esse valor, a ser pago em seis parcelas, correspondia, na época, a mais de R$ 37 milhões.
Em 2015, o Ministério Público do Distrito Federal abriu quatro ações de improbidade contra o ex-governador e outros gestores envolvendo a realização da Fórmula Indy na capital federal. O evento deveria ter sido realizado em março daquele ano, mas o contrato acabou desfeito na gestão do sucessor do petista, Rodrigo Rollemberg, sob alegação de falta de recursos.
Quando era governador, Agnelo também enfrentou outras acusações, como a de receber propina do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, principal alvo da Operação Monte Carlo. Ex-deputado federal, ex-ministro do Esporte e ex-diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), também já foi acusado de ocupar terreno ilegalmente em Brasília, de desviar recursos de programa esportivo e de favorecer empresa estrangeira na importação de medicamento. Esses casos, porém, não renderam qualquer condenação ao petista.
Congresso em Foco

Exército nas ruas de Brasília

Para cumprir decreto presidencial, Exército coloca 1.200 soldados na Esplanada dos Ministérios

Manifestantes que protestavam contra Michel Temer entraram em confronto com a polícia. Presidente assinou decreto de Garantia da Lei e da Ordem


Créditos: Valter Campanato/Agência Brasil 
Para cumprir o decreto assinado pelo presidente Michel Temer, o Exército enviou para a Esplanada dos Ministérios nesta tarde um contingente de cerca de 1 200 militares, informou a VEJA o Centro de Comunicação do Exército (Ceconsex). Além do Exército, homens da Marinha e da Aeronáutica já atuam na segurança do Palácio do Itamaraty e do Ministério da Defesa.
Em meio aos protestos contra o presidente Michel Temer que terminaram em confronto entre manifestantes e policias militares em Brasília, Temer determinou mais cedo uma ação de Garantia da Lei e da Ordem, que permite a convocação de tropas do Exército e da Força Nacional para atuação na segurança pública. Os protestos, que pediam a saída do peemedebista do cargo diante das revelações das delações premiadas de executivos da JBS, tiveram vandalismo e depredação de prédios de ministérios.
O decreto assinado por Temer, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, autoriza o uso das Forças Armadas no Distrito Federal por uma semana, entre hoje e o dia 31 de maio. O texto prevê que a área de atuação para o emprego das tropas seja definida pelo Ministério da Defesa.
“Uma manifestação que estava prevista como pacífica degringolou na violência, no vandalismo, na agressão ao patrimônio público e na ameaça às pessoas, muitas delas servidores que se encontram aterrorizados, dos quais garantimos a evacuação dos prédios. O senhor presidente da República solicitou, a pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, uma ação de garantia da lei e da ordem. Nesse instante, tropas federais se encontram nesse Palácio, no Palácio do Itamaraty e logo mais estão chegando tropas para assegurar que os prédios dos ministérios sejam mantidos. O presidente faz questão de ressaltar é inaceitável a baderna e o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar os processos que se desenvolvem de forma democrática e com respeito às instituições”, declarou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, no Palácio do Planalto.
Após o pronunciamento de Jungmann sobre a iniciativa de Rodrigo Maia, houve empurra-empurra generalizado no plenário da Câmara entre deputados governistas e da oposição, iniciado pelos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ) e Darcísio Perondi (DEM-RS). Segundo Maia, que diante da confusão suspendeu a sessão por 30 minutos, ele pediu ao Planalto a convocação da Força Nacional, mas o “entendimento” do governo Temer foi o de convocar também tropas do Exército.
Veja Online

Roubo e clonagem de veículos

80% dos veículos comercializados por quadrilha presa na Paraíba eram roubados em Recife e Natal

“69 veículos foram apreendidos e foram clonados e adulterados por essa organização criminosa”, afirmou o delegado Nélio Carneiro

O valor total arrecadado pela quadrilha com as fraudes ainda não foi totalmente levantado - (Foto: Walla Santos)

Na manhã desta quarta-feira (24) mais dez homens foram presos suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em roubar e clonar veículos para vender depois nos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. De acordo com o delegado Nélio Carneiro, titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos, “80% dos carros que eram roubados eram em Natal e Recife porque vendiam carro aqui também então é fácil um carro ser reconhecido por um detalhe e eles não queriam correr esse risco”.
A ação de hoje faz parte da terceira fase da Operação Clone e contou com o apoio de policiais civis do Grupo de Operações Especiais (GOE) e da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (Roubos e Furtos). “É a maior apreensão de veículos em uma única operação do Brasil. 69 veículos foram apreendidos e foram clonados e adulterados por essa organização criminosa”, afirmou o delegado Nélio Carneiro.
O valor total arrecadado pela quadrilha com as fraudes ainda não foi totalmente levantado. Mas Nélio Carneiro adianta que “são somas absurdas que eles obtiveram de maneira ilícita. Ultrapassa os milhões pela quantidade de veículos”. Eram comercializados desde veículos populares a importados e o preço para regularizar era tabelado, sendo que a quadrilha pagava R$ 2 mil em cada um deles.
O delegado ainda explicou o modo de atuação da quadrilha. Quando os veículos roubados chegavam em João Pessoa eram deixados em algum estacionamento, como o do Hospital Santa Isabel, por exemplo, por aproximadamente dois dias para ter certeza de que não eram rastreados. “Depois de dois dias eles pegavam o carro, adulteravam, clonavam e vendiam o veículo. Nós acreditamos que eles já estivessem fazendo isso há seis ou oito meses pela quantidade”, explicou.
Foram cumpridos 10 mandados de prisão temporária, quatro conduções coercitivas e um mandado de busca e apreensão. Dois suspeitos investigados nesta fase já haviam sido presos anteriormente em flagrante e estão recolhidos no Presídio do Róger, em João Pessoa.
Dentre os presos estão dois policiais militares, dois despachantes e um empresário que foi preso ontem em Sertânia, em Pernambuco. Logo em seguida devem ser iniciadas as investigações para deflagrar a quarta fase da Operação Clone. “Com a perspectiva de uma nova etapa, nós podemos chegar a 80 ou 90 carros que essa organização criminosa manipulou”, adiantou Nélio Carneiro.
Mandados de Prisão temporária que foram cumpridos e participação dos suspeitos:
João Batista Ferreira Junior atua como corretor de veículos em Sertânia, Pernambuco. Ele adquiriu pelo menos cinco veículos ilícitos para serem revendidos em Pernambuco.
José Valter Barbosa dos Santos trabalha como despachante junto ao Detran de Santa Rita e negocia veículos. Ele foi citado como responsável em providenciar as segundas vias das documentações veiculares junto ao Detran.
Josenildo da Silva Avelar  trabalhou como motorista e intermediador de compras e vendas de veículos para a organização criminosa na região de Mamanguape, Rio Tinto e Marcação. Foi reconhecido por testemunhas como vendedor de veículos clonados e já havia sido preso em flagrante com um carro clonado.
José Fernandes Junior adquiriu quatro veículos da organização criminosa da Operação Clone I. Ele tinha o hábito de negociar veículos com o grupo.
Nilson Fernandes da Silva é comerciante autônomo de compra e venda de automóveis na região do Vale do Mamanguape. Em áudios e conversas flagradas pela polícia no Whatsapp foi demonstrada forte e extensa atuação dele nas compras, vendas e trocas de veículos de origem ilícita.
Rodrigo Rosseto Nogueira adquiriu dois veículos da organização criminosa sabendo de sua origem ilícita e responde a processo por estelionato na Paraíba e no Mato Grosso do Sul.
Luciano Silva é policial militar e exerce paralelamente a função de corretor de imóveis. Em áudios e conversas flagradas pela polícia no Whatsapp ficou demonstrado seu entrosamento com o grupo criminoso e sua engajada atuação na comercialização de veículos ilícitos. Ele também foi flagrado em uma gravação em que ameaça de morte um dos integrantes do grupo devido à negociação de veículos.
Severino do Ramo Tibúrcio da Silva é policial militar e apareceu nas investigações após adquirir um veículo no mês de janeiro. Ao tomar conhecimento de que o carro era um clone, ele devolveu ao vendedor ao invés de acionar a autoridade competente, de acordo com a investigação.
Wiliam Soares de Araújo atua como despachante junto ao Detran. Ele seria um dos responsáveis pela retirada do Certificado de Registro e Licenciamento de veículos (CRLV). Várias denúncias identificaram ele como integrante da quadrilha suspeito de “esquentar” e vender os veículos provenientes de roubos e furtos.
Fia tem uma vasta ficha policial e seria o responsável pelo roubo ou furto dos veículos que eram clonados.
Fábio Venceslau da Silva atuava na organização criminosa com a função de remarcar o chassi e o motor dos veículos roubados ou frutados. Ele é conhecido no mundo do crime como exímio “clonador” de veículos e recentemente foi preso em flagrante realizando a remarcação de quatro motocicletas com restrição de roubo ou furto. O suspeito encontra-se recolhido no Presídio do Roger.
Robson Ribeiro Souza foi apontado como auxiliar na elaboração das adulterações dos veículos com restrição de roubo ou furto. Ele já havia sido preso em flagrante com quatro motocicletas clonadas. O acusado também está recolhido no Presídio do Róger.
ClickPB

Foto sensualíssima

Bruna Marquezine posta foto sensual com lingerie de renda nesta segunda-feira

Bruna Marquezine postou uma foto sensualíssima e arrancou elogios dos seguidores na manhã desta quarta-feira. Na imagem, a namorada do craque Neymar exibe suas curvas usando um body de renda. O clique do fotógrafo André Nicolau recebeu uma chuva de elogios dos seguidores de Bruna, que deixaram várias mensagens nos comentários, como “linda”, “maravilhosa”, entre outros.
Extra

Prisão em flagrante de pedófilo

Pai vê mensagens encaminhadas por pedófilo de 47 anos para sua filha de 9

Mensagens de assédio encaminhadas por um homem de 47 anos a uma menina de 9 foram descobertas pelo pai dela, que avisou a polícia e compareceu, junto com os policiais, a um encontro que o suspeito havia marcado com a vítima nesta terça-feira (23) em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá (MT). O homem foi preso em flagrante.
Segundo o delegado Cláudio Alvarez, da Polícia Civil, o suspeito confessou que sabia que a vítima era uma criança e assumiu a autoria das mensagens enviadas à menina pelo WhatsApp.
“O pai procurou a delegacia sem saber o que fazer, afirmando que a filha iria se encontrar com um homem mais velho, que a levaria para um motel. O estupro foi impedido no último momento”, afirmou o delegado.
O homem começou a conversar com a menina pelo bate-papo do Facebook. Ele pediu o número de telefone dela e, a partir do dia 1° de maio, os dois trocaram mensagens. Ele conduzia os assuntos, sempre a assediando. Algumas vezes pediu que ela enviasse imagens dela sem roupas.
Ele também insistiu para se encontrar pessoalmente, pediu que ela tomasse um anticoncepcional da mãe dela antes do encontro e que comparecesse ao local combinado sem calcinha.
O encontro foi marcado em um local próximo à casa da vítima. Ele a aguardava em um carro quando a polícia chegou e o surpreendeu.
Mais vítimas
De acordo com o delegado, a suspeita é que criança não tenha sido a única vítima desse homem. Não se descarta a possibilidade de ele já ter cometido, de fato, um estupro. O delegado contou que no celular do suspeito foram encontradas conversas com mais de 20 menores de idade. O aparelho será enviado para a perícia – há a suspeita de que ele tenha apagado imagens do celular.
“Ele apagou algumas fotos do celular, provavelmente de crianças nuas. As vítimas eram escolhidas pelo Facebook, onde ele pedia o número de WhatsApp para enviar fotos e mensagens de teor sexual”, contou Cláudio Alvarez.
Para o delegado, os pais devem fiscalizar conversas e redes sociais dos filhos para que esse tipo de situação possa ser impedida antes que o pior aconteça. “A pedofilia, infelizmente, é uma realidade e acontece todos os dias. O diálogo precisa ser aberto, a conversa sobre sexo não pode ser tabu. A criança precisa conhecer os riscos”, analisou.
G1

Protestos contra operações na Cracolândia

Geraldo Alckmin e João Doria deixam entrevista após protesto de manifestantes

Manifestantes contrários às operações na Cracolândia interromperam a entrevista coletiva do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), e o governador, Geraldo Alckmin, marcada para a manhã desta quarta-feira (24). Com a confusão, os dois acabaram abandonando o local sem concluir a entrevista e o evento foi transferido para a sede da Prefeitura.
Doria e Alckmin começariam a falar sobre uma parceria público-privada para a construção de moradias populares na região da Cracolândia, quando manifestantes entraram no estacionamento onde eles estavam. Houve confusão e empurra-empurra, e Alckmin e Doria saíram em carro oficial.
Os manifestantes protestavam contra as ações da Prefeitura e do governo do estado na Cracolândia nos últimos dias. No domingo, (21) operação contra o tráfico de drogas na região, no Centro da capital paulista, deixou 51 pessoas detidas e afastou usuários de drogas dos quarteirões onde eles ficavam, próximo à Luz. Nesta terça-feira, uma demolição de muro na região atingiu um imóvel vizinho e deixou três pessoas feridas.
Nesta quarta-feira, manifestantes chegaram ao local onde estavam Alckmin e Doria aos gritos de “fascistas”. Eles criticaram a derrubada dos prédios da região sem diálogo com a comunidade que mora nas proximidades.
“Eles dão terrenos públicos para várias instituições privadas, não conversam com os usuários, não conversam com os moradores, vem tudo de cima pra baixo, entregando todos os terrenos públicos para especulação imobiliária, construindo prédio em cima de sangue”, disse um manifestante que vaiou o prefeito e o governador e não quis se identificar.
 Devido aos gritos, vaias e xingamentos dos manifestantes, o governador e o prefeito falaram rapidamente no palanque. O eventou não durou mais que três minutos. Os dois saíram sem falar com a imprensa. “Está muita confusão, não dá pra falar aqui”, disse Doria.
A coletiva ocorreu um dia após nova ação na região da Cracolândiacontra o tráfico de drogas, que teve disparo de bombas de efeito moral e barricadas feitas por moradores. Desde o último domingo (21), com a ação que deteve 51 pessoas, a Prefeitura vem chamado a área de Nova Luz e vem prometendo a revitalização da região. Usuários de drogas que viviam na Cracolândia têm se espalhado por várias partes do Centro nos últimos dias.
Manifestação
Após a saída de Doria e Alckmin da coletiva nesta quarta, moradores e comerciantes da região continuaram protestando pelo Centro. Renata Soares, que tem uma loja na Alameda Dino Bueno reclamou das ações dos últimos dias na região. “Fecharam meu comércio sem eu ter direito de tirar nada de dentro”, disse Renata, que seguia na frente do ato acompanhada de 3 filhos pequenos.
O grupo pedia moradia e é contra a internação compulsória de usuários de drogas. Parte dos manifestantes entrou na Duque de Caxias e chegou até a General Couto Magalhães, no Comando Geral da Guarda Civil Metropolitana. O grupo que chegou ao local após a saída de Doria e Alckmin gritou em coro “Doria, seu fujão, tem medo do povão”.
G1

Esquema de clonagem de carros

Polícia Militar pode expulsar policiais presos na Operação Clone III, diz corregedor

A Operação Clone III prendeu, nesta quarta-feira (24), três policiais militares por suposta participação em um esquema de clonagem de veículos. Em entrevista à MaisTV, canal de vídeo do Portal MaisPB, o corregedor geral da Polícia Militar, coronel Gerônimo, explicou que todos serão investigados em processos e pode ser expulsos da PM.
Conforme o corregedor, 60 policiais foram excluídos da corporação desde 2011 por envolvimento com crimes. Outros 40 estão sendo investigados. “A Polícia Militar não admite policiais envolvidos em crimes”, garantiu.
Veja a entrevista:

MaisPB

'Maior apreensão de carros do Brasil'

Operação Clone 3: apreensão de veículos na Paraíba é a maior do Brasil

O delegado Nélio Carneiro, titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos da Capital, detalhou na manhã desta quarta-feira (24) a 3ª fase da Operação Clone, que teve o intuito de desarticular uma quadrilha suspeita de clonar carros.
De acordo com Carneiro, os veículos roubados, de qualquer modelo, eram adquiridos por R$ 2 mil pelo grupo e revendido a preço de mercado.
O delegado afirmou, ainda, que ao todo já foram apreendidos 69 carros, sendo a maior apreensão de veículos do Brasil em uma operação.
“A operação clone 1 aconteceu em novembro de 2016, quando apreendemos 4 carros. Em seguida, chegamos a 14 veículos. Com as informações que nós tínhamos, demos continuidade e chegamos a 50. Hoje temos 69 carros apreendidos, sendo essa a maior apreensão no Brasil”, frisou.

MaisPB

Novo rumo na vida de ex-galã

André Segatti, galã na década de 1990, ganha a vida vendendo cosméticos e perfumes

Galã na década de 1990, André Segatti, de 45 anos, resolveu dar um novo rumo à vida. A convite do também ator Carlos Machado, de 51, ele se tornou consultor de uma empresa de venda direta de cosméticos e perfumes, e um ano e meio depois já fatura cerca de R$ 40 mil por mês com os produtos e o recrutamento de novos vendedores.
“Num curto período de negócio, faturei mais do que em 20 anos de novelas”, conta ele, que lidera uma equipe de quatro mil pessoas, além de realizar dezenas de palestras motivacionais pelo país: “Digo que como ator você fica rico em dez anos. Nessa carreira você pode ficar milionário em cinco”.
Nos últimos meses, André ganhou inúmeras bonificações, incluindo uma viagem de navio com todas as despesas pagas para Cancún, no México. Mas, segundo ele, a oportunidade de mudar a vida das pessoas o satisfaz mais que o dinheiro propriamente dito.
“Temos na equipe desde ex-catadores de latinhas e motoboys até médicos e advogados”, conta ele, frisando que o dinheiro não vem fácil: “Não existe lei do menor esforço. Sem dedicação não sai do lugar. Toda a ansiedade que eu tinha pela carreira artística, de voltar a atuar, foi suprida pela sensação de poder mudar a vida das pessoas. Que papel, como ator, poderia me ajudar a mudar a vida de alguém?”.
Para dar prioridade ao negócio, André afirma ter declinado dos convites para voltar a atuar. “Até decolar, quis me dedicar exclusivamente, mas já estou em negociações para voltar às novelas em 2018”, avisa. Antes disso, os fãs poderão matar a saudade do ator no longa “Esquadrão anti-sequestro”, com Murilo Rosa, Humberto Martins e Carol Castro no elenco, com previsão de estreia para o fim do ano.

Extra

Quatro tiros tiram vida de empresário

Ex-empresário do cantor Cristiano Araújo é morto a tiros na madrugada de hoje

O ex-empresário do sertanejo Cristiano Araújo, D’Stefany Vaquero Lima, de 32 anos, morreu, na madrugada desta quarta-feira, em Mangaratiba, na Região Metropolitana do Rio. Conhecido como Didi Latino, ele foi encontrado baleado por policiais militares do 33º BPM (Angra dos Reis) na Rodovia Rio-Santos e levado para Hospital municipal Victor de Souza Breves. O crime é investigado pela 165ª DP (Mangaratiba).
Os PMs passavam pela Rio-Santos quando viram Didi Latino andando às margens da via, pouco depois da meia-noite, com roupas cobertas de sangue. Eles pararam para socorrê-lo. O empresário, porém, ainda segundo os agentes, falava coisas sem sentido e não soube explicar o que aconteceu. Ele teria levado quatro tiros.
Irmão de Cristiano Araújo, o cantor Felipe Araújo lamentou a morte em seu perfil no Instagram. “Que Deus te abençoe por onde for, pastor. Descanse em paz”, escreveu ele.

Extra

Visita de Trump ao Papa

Papa Francisco recebe o presidente Donald Trump no Vaticano nesta quarta-feira

(Foto: Alessandra Tarantino / Pool / AFP Photo)
O Papa Francisco recebeu nesta quarta-feira (24) no Vaticano o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, uma visita de cerca de 30 minutos, sob um forte esquema de segurança. A visita ao pontífice foi a terceira parada da primeira viagem internacional de Trump, que já possou pela Arábia Saudita, Israel e pela Cisjordânia.
O primeiro encontro tem o objetivo de aproximar o governante americano e o pontífice latino-americano, que discordam em temas importantes como migração, mudança climática, venda de armas, pena de morte e islã, segundo a France Presse.
O papa recebeu Trump, que estava acompanhado de sua mulher, Melania, com um aperto de mãos e rosto sorridente na porta da biblioteca, por volta de 8h30 locais (3h30 de Brasília). Francisco recebeu com um “welcome” (bem-vindo em inglês) e Trump respondeu era “uma honra”.
Troca de presentes
A audiência foi marcada após meses de especulações sobre as dúvidas de Trump de uma reunião com o pontífice durante sua primeira viagem ao exterior como presidente.
No final da audiência, o Papa Francisco presenteou Donald Trump com o documento “A não violência, estilo de uma política para a paz”, escrito por ele mesmo por ocasião da Jornada Mundial da Paz 2017. “Espero que seja um instrumento de paz”, disse o papa em espanhol. Além do texto emblemático, o pontífice deu a Trump um medalhão dedicado ao mesmo tema.
“Precisamos de paz”, respondeu em inglês Trump, que presenteou o pontífice com vários livros, todos eles de Martin Luther King – o pastor americano da Igreja Batista que desenvolveu um trabalho crucial nos Estados Unidos à frente do movimento pelos direitos civis para os afro-americanos. “Acredito que vai gostar. Espero”, disse Trump.
Cordial
O pontífice, que no início do encontro parecia sério, mostrou-se cordial e sorridente durante a audiência e chegou até a brincar com a esposa de Trump, Melania, sobre a altura do marido, mais de 1,90 metro. “Mas, o que você dá para ele comer?”, perguntou, sorrindo. Melania, que usou um vestido negro e prendeu o cabelo.
Ao final da audiência, que durou o tempo médio que o papa concede aos governantes, Trump apresentou a delegação que o acompanhava, com sua filha, Ivanka, e o genro, Jared Kushner.
Encontros
Antes da audiência, o presidente americano e a esposa Melania percorreram as suntuosas salas do Vaticano seguidos pelos representantes das famílias nobres italianas, como é tradição para as visitas de chefes de Estado.
Durante a breve visita ao Vaticano, o presidente americano também tinha previsto um encontro com o número dois da Santa Sá, o cardeal Pietro Parolin, e com o secretário para as Relações com os Estados, uma espécie de ministro das Relações Exteriores, monsenhor Paul Gallagher.
Ao final dos encontros, o presidente americano, um protestante presbiterano, e sua terceira esposa, católica, visitarão a Capela Sistina e a Basílica de São Pedro.
O papa Francisco recebeu nesta quarta-feira (24), em audiência pela primeira vez, ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro durou 27 minutos, e, depois, eles trocaram presentes.
Trump chegou acompanhado de sua mulher, Melania, que usou um vestido negro e prendeu o cabelo.
Após o encontro, o pontífice e o presidente dos EUA foram conversar em uma sala anexa a biblioteca.
A reunião começou às 8h33 (horário local, 3h33 em Brasília) e durou pouco mais de 20 minutos, tempo que costumam durar os encontros do papa com os chefes de Estado e de Governo que o visitam.
Após o cerimonial da troca de presentes e a apresentação da delegação americana, da qual fizeram parte, além de Melania, a filha mais velha de Trump, Ivanka, e o genro, Jared Kushner, Trump se reunirá com o Secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin.
G1

Mais nova 'Musa do Whats Up'

Rayssa Melo, ex-dançarina de Aviões do Forró, faz ensaio sensual na banheira

Natural do Ceará, a ex-dançarina do Aviões do Forró, Rayssa Melo, mostrou todo o seu corpão em um ensaio pra lá de sensual. Com 110 centímetros de bumbum, a modelo – que também trabalha como nutricionista – está sendo considerada a mais nova “Musa do Whats Up”, depois de ter o vídeo do seu ensaio viralizado na rede social. Agora, finalmente, as fotos do trabalho foram divulgadas.

IG