terça-feira, 13 de novembro de 2018

Principais desafios para gestão que se inicia em janeiro

Saiba quais são os principais desafios do governo Bolsonaro após posse em 1º de janeiro


Saiba quais são os principais desafios do governo Bolsonaro
O poder de negociar
Negociar será desafio de equipe de transição de Bolsonaro, dizem especialistas.
Economistas e técnicos ligados à infraestrutura formam praticamente a metade da equipe de transição de Jair Bolsonaro (PSL) anunciada nesta segunda-feira (5).
O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, levará para trabalhar ao seu lado em Brasília economistas em que confia e conhece há décadas, como Roberto Castello Branco e Carlos Von Doellinger.
Ciência
O principal problema para o futuro da ciência no país é dinheiro. Os recursos destinados pelo governo federal minguaram nos últimos anos -o nível atual equivale, se corrigido pela inflação, à metade daquele de 2013.
O cenário preocupa cientistas, economistas e industriais, mas tem, com a chegada do novo governo, uma chance de mudar de trajetória.
Maioridade penal
O debate em torno da redução da maioridade penal tende a ganhar força a partir de janeiro, quando tomará posse o novo presidente, em um momento em que cresce também o número de jovens vitimados pela violência.
Bolsonaro assumirá um país com 28 mil adolescentes cumprindo medidas socioeducativas por atos infracionais, 24 mil deles em centros de internação, segundo o último levantamento do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo, de janeiro deste ano, com dados de 2016.
Os adolescentes são também as vítimas: enquanto o número de assassinatos no Brasil em 2016 (último dado disponível) foi de 30,3 para cada 100 mil habitantes, entre jovens de 10 a 19 anos foi de 32,2 para cada 100 mil pessoas nessa faixa etária.
Essa taxa foi recorde em 2016 e tem sido superior à média geral desde 2013.
Justiça
Mais um desafio para o governo Bolsonaro é a escolha do juiz Sergio Moro para a pasta da Justiça. As prioridades de Moro no governo devem levar a embates com ministros do STF. Como juiz, ele foi criticado por membros da corte, que consideraram ilegais algumas das medidas na Lava Jato.
Principal crítico da atuação de Moro, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo, dizia no ano passado que as prisões preventivas que o magistrado decretava flertavam com a ilegalidade. Gilmar criticava Moro porque o então juiz mantinha suspeitos presos por mais tempo e com justificativas mais elásticas que as previstas em lei.
Agora que aceitou ser ministro da Justiça do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), Moro deve ter uma pauta de discussão, e de potenciais conflitos, muito mais ampla do que o tema das prisões preventivas, sobre o qual ele derrotou o entendimento de Gilmar e do Supremo.
Educação
Os rumos da educação não serão definidos apenas no Ministério da Educação. Dependem da política econômica e do Congresso. A ação de estados e municípios e a colaboração entre os entes federados será outro foco.
Operações em universidades e debates sobre Escola sem Partido têm dominado as discussões sobre educação no país. As questões são relevantes, mas os desafios do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) na área são ainda mais amplos.
Envolvem 49 milhões de estudantes, baixos índices de aprendizagem e 2,7 milhões de crianças e jovens fora da escola. Ambos os problemas, de permanência e aprendizado, têm maior impacto entre as famílias mais pobres.
Cultura
Alvo de recentes e acaloradas discussões, a Lei Rouanet tem sido fortemente criticada por parte da sociedade e da classe política, havendo mesmo quem defenda a extinção do mecanismo, hoje o principal instrumento federal de incentivo às artes.
A retórica ganhou força com a eleição de Jair Bolsonaro, já que muitos expoentes da direita que apoiaram o presidente eleito, como o grupo MBL e o deputado federal eleito Alexandre Frota (PSL), pregam pela sua revogação.
Meio ambiente
Um grupo de 106 economistas preparou uma carta, endereçada ao próximo governo federal, de Jair Bolsonaro (PSL), com propostas de reformas econômicas, políticas sociais e de defesa do ambiente.
As sugestões incluem, como esperado, medidas consideradas importantes pelo mercado: simplificação tributária, reformulação do sistema previdenciário, medidas de controle fiscal e autonomia do Banco Central.
Mas há também propostas para questões sociais, de combate ao desmatamento, de educação e de segurança pública, entre outras áreas. Nelas, os economistas defendem, por exemplo, políticas de combate à pobreza, de controle do desmatamento e de reconhecimento de territórios quilombolas e indígenas –com sugestões para aprimorar os programas existentes.
Orçamento
No último ano do atual mandato, deputados e senadores armaram para o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), uma bomba fiscal de ao menos R$ 259 bilhões, mostra levantamento da Folha de S.Paulo.
O valor refere-se ao impacto nas contas públicas, nos próximos quatro anos, causado por dez projetos aprovados ou que avançaram no Congresso em 2018.
Apesar de o Orçamento estar sob regência de um teto que barra a expansão de gastos, os parlamentares aceleraram propostas que vão na direção contrária, seja com matérias de autoria do Legislativo, pressão por concessões em projetos editados pelo governo ou derrubada de vetos presidenciais.
Política comercial
Nas duas últimas décadas, os resultados da política comercial brasileira foram sofríveis: acordos irrelevantes, imobilismo ou regressão no Mercosul, resultados parcos da prioridade Sul-Sul e deterioração das condições de acesso a mercados afetando principalmente as exportações agropecuárias.
No momento, o mais importante é priorizar temas relevantes em países estratégicos (eu diria no máximo 15) com base em metas factíveis de aumento de comércio e investimentos. 
Política ao Minuto com informações da Folhapress

Novo presidente do BNDES do governo Bolsonaro

Ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy diz sim e será o novo presidente do BNDES



BBPCamS 300x193 - Joaquim Levy será o presidente do BNDES
O ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy será o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Atual diretor financeiro do Banco Mundial, Levy já está esvaziando suas gavetas na sede da instituição multilateral, em Washington (EUA), para se mudar para o Rio, substituindo Dyogo Oliveira no comando do banco de fomento brasileiro.
Segundo uma fonte que acompanha a formação da equipe de governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, Levy assumiria o cargo sob promessa de ampliar a interação do BNDES com os organismos multilaterais, como o próprio Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Eventuais parcerias para o banco brasileiro captar recursos junto a essas instituições permitiriam ampliar o montante a ser devolvido ao Tesouro no próximo ano.
A oficialização do nome de Levy para o cargo deve sair entre hoje e amanhã. O economista, que mora hoje nos Estados Unidos, estava em dúvida se aceitava o convite por conta da família – que não deve voltar ao Brasil de imediato –, mas acabou dizendo sim.
Liberal
A indicação de Levy pode ser considerada uma vitória da visão econômica mais liberal, capitaneada pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, dentro do governo. O grupo formado por militares na equipe de Bolsonaro, com visão um pouco mais estatizante, defenderia um BNDES menor, mas com alguma função no financiamento à inovação e aos investimentos em infraestrutura.
Já para o grupo mais liberal, o BNDES poderia se dedicar apenas às privatizações de estatais e estruturação de projetos de concessões de infraestrutura à iniciativa privada. Essa função teria prazo de validade. Vendidas as estatais e concedidos os principais projetos de infraestrutura em carteira, o BNDES poderia até mesmo ser extinto.
Assim como Guedes, Levy, que é engenheiro naval, tem doutorado na Universidade de Chicago, mais importante centro do pensamento liberal em economia. Secretário do Tesouro Nacional no governo Lula, integrando a equipe montada pelo então ministro da Fazenda Antônio Palocci, foi também secretário de Fazenda no primeiro governo de Sérgio Cabral no Estado do Rio.
Antes de voltar ao governo federal, no segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, foi presidente da Bram, a gestora de recursos do banco Bradesco.
A indicação para o BNDES seria a primeira importante do governo Bolsonaro depois dos ministros já anunciados. Há forte expectativa em relação ao comando da Petrobrás – o nome do atual presidente da estatal, Ivan Monteiro, ganhou força nos últimos dias.
Procurados, Levy e Guedes não responderam aos contatos. 
/ COLABOROU VINICIUS NEDER - Fonte: MSN

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Doações oficiais repassadas para candidaturas impugnadas em 2018

Procuradoria-Geral da República pede que campanha de Lula devolva R$ 20 milhões ao governo



lula1 300x169 - PGR pede que campanha de Lula devolva R$ 20 milhões ao governo

Candidaturas impugnadas nas eleições 2018 receberam um total de R$ 38,7 milhões do fundo eleitoral e de doações oficiais. Os repasses são alvo de contestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que entende que todo o valor repassado pelo fundo a essas candidaturas deve ser devolvido. A campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve sua candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi responsável por R$ 20 milhões do total.
Os valores foram arrecadados antes da confirmação de Fernando Haddad na cabeça da chapa presidencial. A campanha de Lula declarou ter gasto R$ 19,7 milhões dos valores recebidos.
Outros 1,2 mil candidatos incorreram na mesma irregularidade. As prestações de conta entregues à Justiça mostram que as candidaturas impedidas gastaram R$ 36,3 milhões – ou seja, há ainda R$ 2,4 milhões que foram repassados, mas não gastos.
Os dados foram organizados pela ONG Movimento Transparência Partidária, com base nas informações publicadas pelo TSE na internet. O Ministério Público Eleitoral (MPE) estuda como reaver o valor total.
Representantes do MPE se reuniram na semana passada com a ONG para analisar o levantamento. Os procuradores ainda não haviam conseguido reunir todas as informações sobre o dinheiro usado por candidaturas indeferidas. Uma plataforma da Transparência Partidária, que reúne informações de todas as prestações de conta ao TSE neste ano, deve ficar à disposição das autoridades para ajudar na atuação do MPE. “Existe uma perspectiva de que haja uma atuação do Ministério Público para reaver esses recursos que foram indevidamente utilizados”, diz o diretor da ONG, Marcelo Issa.
A maior parte dos gastos de candidaturas indeferidas foi para o pagamento de programas de TV, rádio e vídeos de internet. Um total de R$ 18,4 milhões, entre as campanhas que foram posteriormente recusadas, foi destinado a esse tipo de despesa.
Quando são consideradas todas as 29 mil candidaturas deste ano, o relatório da ONG mostra que o principal gasto de campanha nas eleições 2018 foi com impressão de material publicitário – R$ 572 milhões foram destinados a esse tipo de despesa. O segundo maior gasto foi com despesa de pessoal.
A Transparência Partidária também lançou nesta segunda-feira, 12, uma plataforma que agrega informações do TSE sobre as prestações de contas. É possível dividir os gastos por idade, sexo e cor dos candidatos, por exemplo. “Acredito que, hoje, a plataforma é capaz de responder a qualquer pergunta sobre os gastos de campanha”, diz Issa.
Fonte: Isto é - Publicado por: Suedna Lima

Contratação de impulsionamento de conteúdos

Facebook e Twitter dizem ao TSE que Bolsonaro não pagou por impulsionamento


20181107t204427z525479201rc19ceb45d20rtrmadp3brazilpolitics c2c69111ab9bc608f41665f47f4f4700 1200x600 300x150 - Facebook e Twitter dizem que Bolsonaro não pagou por impulsionamento
O Facebook e o Twitter informaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que as páginas oficiais do presidente eleito Jair Bolsonaro não contrataram o impulsionamento de mensagens durante a campanha eleitoral, entre 16 de agosto e 28 de outubro. A Google Brasil informou ainda que a campanha de Bolsonaro gastou R$ 1 mil com propaganda eleitoral, pagos pelo PSL.
No comunicado enviado ao TSE, o Facebook informou que o impulsionamento também não foi contratado no Instagram, plataforma controlada pelo Facebook Brasil. Também notificado, o WhatsApp ainda não respondeu.
As informações foram encaminhadas pelas plataformas ao relator da prestação de contas de Bolsonaro no TSE, ministro Luís Roberto Barroso, que por meio da área responsável do tribunal notificou as empresas “com o objetivo de identificar a contratação de impulsionamento de conteúdos na rede mundial de computadores em favor do candidato eleito à Presidência da República”.
Neste ano, pela primeira vez, foi permitido e regulamentado o impulsionamento de conteúdos para campanhas eleitorais. A regras preveem que esse tipo de serviço somente pode ser contratado por partidos, coligações e candidatos. O gasto deve ser identificado na prestação de contas. Mensagens impulsionadas por apoiadores não foram permitidas.
Em outubro, o TSE abriu ações de investigação judicial eleitoral (aijes) para apurar informações, publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo, de que empresários contrataram o envio de mensagens em massa via WhatsApp para beneficiar Bolsonaro. A campanha nega conhecimento. Caso comprovada, a prática pode vir a caracterizar doação de campanha não declarada.
Fonte: MetroJornal

Nova rodada de negociações

União Europeia e Mercosul tentam acordo antes da posse de Jair Bolsonaro


naom 5be9e310d250d 300x169 - UE e Mercosul tentam acordo antes da posse de Bolsonaro
A União Europeia (UE) e o Mercosul iniciaram nesta segunda-feira (12) uma nova rodada de negociações para avançar nos assuntos pendentes, mas os diplomatas saíram frustrados com a postura de Bruxelas no primeiro dia das conversas. De acordo com os representantes sul-americanos, os europeus não estão dispostos a apresentar contrapartidas suficientes aos entraves, mas fazem exigências de concessões por parte do Mercosul.
A reunião ocorre antes do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, tomar posse em janeiro, principalmente porque a União Europeia teme que o novo governo brasileiro seja responsável pela redução das chances de entendimento. Os dois blocos discutem os três temas centrais – diálogo político, a cooperação e o livre-comércio.
A nova rodada de negociações deve acontecer até o final da semana. No entanto, dependendo dos progressos obtidos, as conversas poderão se prolongar. No término do primeiro dia, a reunião foi considerada como “decepcionante”, já que Bruxelas exigiu concessões do Mercosul, incluindo o setor automotivo e as normas para vendas de carros.
Além disso, os europeus estão pedindo por medidas especiais para a proteção de produtos como vinhos e queijos. Os sul-americanos, por sua vez, alegaram que não há demonstrações de que os europeus querem fazer concessões em áreas de interesse do Mercosul. Entretanto, ainda é preciso aguardar os próximos dias de negociação para ver se haverá algum acordo equilibrado. A prioridade, na reta final do processo, é apressar as conversações para que, se não for possível fechar o acordo, ao menos garantir que haja avanços significativos. (ANSA)
Fonte: Noticias ao minuto - Publicado por: Suedna Lima

Nome de atriz para ministério teria sido sondado por pessoas ligadas a Bolsonaro

Maitê Proença afirma que foi sondada pela equipe de Bolsonaro para Ministério do Meio Ambiente


A atriz Maitê Proença disse nesta segunda-feira (12.nov.2018) que foi sondada pela equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para chefiar o Ministério do Meio Ambiente.
A informação é do jornal O Globo. Maitê, 60 anos, afirmou que seu nome circulou num grupo de pessoas ligadas a Bolsonaro. A atriz diz, no entanto, que ser “apenas uma ideia“.
Maitê afirmou que a intenção de uma nomeação do tipo seria “tirar o viés ideológico a que o setor ambiental ficou associado“, com alguém que circule em todos os ambientes.
A atriz foi casada com o empresário Paulo Marinho, do círculo próximo a Bolsonaro.
Caso as conversas avancem, seria a segunda mulher confirmada por Bolsonaro para chefiar um ministério. Na semana passada, o militar anunciou a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) para o ministério da Agricultura.
Maitê Proença no SwissLeaks
O nome de Maitê Proença está nos arquivos do SwissLeaks vinculada à conta 15869 HP, aberta em 17 de abril de 1990 e ativa em 2006/2007, quando os dados foram extraídos do HSBC. O saldo era de US$ 585 mil.
Sua empresa, a M. Proença Produções Artísticas, captou R$ 966,9 mil via Lei Rouanet para as peças “Achadas e Perdidas”, “Isabel”, “A Beira do Abismo me Cresceram Asas” e “As Meninas”.
A atriz negou ter conta no banco suíço.
Maitê Proença e as pensões
Maitê envolveu-se em uma polêmica por causa de duas pensões recebidas do governo do Estado de São Paulo no valor total aproximado de R$ 17 mil mensais, deixadas por seus pais, o procurador de Justiça Carlos Eduardo Gallo e a professora Margot Proença, mortos em 1989 e 1970, respectivamente.
Maitê recebe o benefício porque nunca se casou oficialmente, no papel. Ela teve as pensões cortadas no final de 2009 por decisão da SPPrev (São Paulo Previdência). O governo alegou que a atriz não podia mais ser considerada filha solteira de Carlos e Margot, pois manteve vida conjugal com o empresário Paulo Marinho, com quem viveu por 12 anos e teve uma filha. Para a SPPrev, sua união estável deveria ser equiparada ao casamento.
Maitê recorreu à Justiça. Em 2010, conseguiu restabelecer o pagamento das pensões. Em 2013, a atriz defendeu o recebimento do benefício e afirmou ao UOL que a pensão era um “direito adquirido”.
Poder 360

Deputado federal do DEM pode ser nomeado ministro da Saúde de Bolsonaro

Deputado Luiz Henrique Mandetta pode ser nomeado ministro da Saúde, indica Bolsonaro


Luiz Henrique Mandetta 1024x683 300x200 - Deputado Luiz Henrique Mandetta pode ser nomeado ministro da Saúde, indica Bolsonaro
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta segunda-feira (12) que está “examinando”, para chefiar o Ministério da Saúde, o nome do deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), com quem se reuniu durante a manhã para debater a possibilidade.
Ortopedista pediátrico, o parlamentar não se candidatou este ano e ficará sem mandato a partir de janeiro. Segundo Bolsonaro, se for nomeado para a pasta da Saúde, Mandetta terá missões específicas. “Tem que tapar os ralos”, disse.
“Queremos facilitar a vida do cidadão e economizar recursos”, acrescentou o presidente eleito, defendendo a implantação de prontuário eletrônico. “Não temos como falar em investir mais em saúde porque estamos no limite em todas as áreas.”
Fonte: Agência Brasil

Declaração de Faustão soa como indireta para o dono do Baú

Faustão manda “indireta” após polêmica entre Claudia Leitte e Silvio Santos


Um comentário polêmico feito por Silvio Santos para Claudia Leitte durante o Teleton repercutiu na internet no fim de semana. O dono do SBT reclamou da roupa que a cantora vestia, dizendo, em tom de piada, que o deixava “excitado”. A reação constrangida de Claudia rendeu uma série de reclamações de internautas – muitos apontaram desrespeito no comportamento do apresentador.
Na noite de domingo (11), uma declaração de Fausto Silva no Domingão do Faustão deixou a impressão em muitos espectadores de que o apresentador estaria disparando uma ‘indireta’ sobre o caso. Enquanto interagia com as bailarinas, no palco, ele afirmou que elas “podem usar as roupas que quiserem”:
– Aqui, cada uma usa o vestido que quiser, não é? Deus é justo, mas essa roupa sua, olha, parabéns, tem que saber usar – disse ele.
Na manhã de segunda (12), a própria Claudia desabafou sobre o caso em um post no Instagram.
Veja São Paulo

A constrangedora 'excitação' do dono do Baú

Cantora Claudia Leitte desabafa sobre assédio de Silvio Santos: “Nos fere e nos dá medo”


Claudia Leitte usou as redes sociais,  nesta segunda-feira (12), para desabafar com os fãs sobre a atitude do dono do SBT durante a transmissão do Teleton no último sábado (10). No programa, Silvio Santos se negou a abraçar a cantora alegando que ficaria “excitado”.
“Quando passamos por episódios desse tipo, vemos em exemplificação, o que acontece com muitas mulheres todos os dias, em muitos lugares. Isso é desenfreado, cruel, nos fere e nos dá medo”, afirmou a cantora, que criticou ainda mais a provocação do dono do Baú.
Para ela, a ironia “vem disfarçada de piada e as pessoas riem porque acostumaram-se, parece-nos normal”.
Claudia Leitte estava com um vestido rosa e bem acima da altura do joelho. Sobre a vestimenta, a cantora também falou: “Definitivamente a culpa não é do que estamos usando. A culpa é dessa atitude constrangedora e de dois pesos e duas medidas. Somos livres! Eu, como cantora, ciente do meu papel e da responsabilidade que carrego, sentia que precisava dizer isso a vocês, meus fãs, e a todas as pessoas, em especial às mulheres, que longe do olhar público sofrem todos os dias”.
O Teleton é um evento beneficente criado para ajudar crianças da AACD — Associação de Assistência à Criança Deficiente. Em um período de 24 horas, artistas doam seus cachês para pedir doações durante programação ao vivo no SBT. A edição deste ano ultrapassou a meta dos R$ 30 milhões.
“Aonde quer que eu vá, minha entrega é total. Tem que ser com todo o amor do mundo, especialmente quando se trata de contribuir para o bem de alguém. Senti-me constrangida sim”, declarou Claudia Leitte na página oficial dela no Instagram.
Claudia Leitte foi clicada de lingerie para ensaio de capa da "Women's Health" de abril 
Terra 

Bolsonaro deve deixar reforma da Previdência para 2019

Jair Bolsonaro admite que discussões sobre reforma da Previdência deve ficar para 2019


bolsonaro congre - Bolsonaro admite que reforma da Previdência deve ficar para 2019
A equipe de Jair Bolsonaro deve deixar para 2019 as discussões sobre a reforma da Previdência. Inicialmente, tanto Bolsonaro quanto Paulo Guedes, seu futuro ministro da Economia, vinham defendendo que uma parte da reforma fosse votada ainda neste ano. Hoje, entretanto, o presidente eleito admitiu pela primeira vez que as alterações nas regras da aposentadoria devem ficar para o próximo ano.
“A gente está achando que dificilmente aprova alguma coisa no corrente ano. Não é essa reforma [enviada pelo presidente Michel Temer] que eu quero, que o Onyx Lorenzoni [futuro chefe da Casa Civil] quer. Tem de reformar a Previdência, mas tem de ser uma reforma racional”, afirmou Bolsonaro.
Na entrevista desta segunda-feira, ele sinalizou que será difícil ter regras iguais para todos os trabalhadores. “Não pode olhar apenas o número, tem de olhar o social também. O teu trabalho, o meu, é diferente de alguém que mexe com a construção civil. É complicado, precisa ter coração também nessa reforma, não são apenas números. Se fossem apenas números, você não precisava de economia, qualquer um decidiria a questão em cima dos números de forma fria, e nós não queremos isso, queremos algo racional”, declarou o presidente eleito.
Fonte: Veja - Publicado por: Gerlane Neto 

"Qual é o valor do cheque?"

Apresentador Raul Gil tenta elogiar Jair Bolsonaro, é tesourado por Maisa e gera climão


Aconteceu nesse sábado (10), nos estúdios do SBT, o Teleton 2018, campanha anual beneficente comandada pela emissora.
Muitos artistas sobem ao palco para agitar a doação, e dessa vez, Maisa Silva dividiu o microfone com Raul GIl, o responsável por alavancar sua carreira na TV quando tinha apenas 3 anos de idade.
Ao vivo, o veterano começou a elogiar o então Presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro. Como o programa não costuma atribuir qualquer viés político, Maisa ficou visivelmente confusa e começou a olhar diretamente para a produção procurando uma saída.
Rapidamente, ela conseguiu cortar Raul, ao questionar, por fim, qual seria o valor do cheque.
“Os ladrões do povo estão sumindo. O homem está chegando aí”, disse ele. Em seguida, teceu elogios e falou sobre a sua eleição. Maisa então disparou: “Qual é o valor do cheque?”, disse ela, em um tom claramente incomodado.
Caras

Polícia Federal prende e ministro solta

Ministro do Superior Tribunal de Justiça manda soltar Joesley Batista e Ricardo Saud


O ministro Nefi Corderio, do Superior Tribunal de Justiça, determinou a soltura dos colaboradores Joesley Batista, Ricardo Saud, Florisvaldo Oliveira e Demilton Castro, ligados ao Grupo J&F, presos na semana passada pela Polícia Federal, na Operação Capitu. A decisão atende ao pedido da defesa.
A Polícia Federal informou que instaurou um inquérito policial em maio deste ano, baseado em declarações do corretor Lúcio Bolonha Funaro, sobre supostos pagamentos de propina a servidores públicos e agentes políticos que atuavam direta ou indiretamente no MAPA em 2014 e 2015. Segundo o delator, a JBS teria repassado R$ 7 milhões para o grupo político do PMDB da Câmara. Desse valor, o então ministro da Agricultura e atual vice-governador de Minas Gerais, Antônio Andadre, teria recebido R$ 3 milhões da propina paga pela empresa de Josley Batista e outros R$ 1,5 milhão teriam sido enviados ao ex-deputado Eduardo Cunha.
A PF identificou que o grupo empresarial dependia de normatizações e licenciamentos do MAPA e teria passado a pagar propina a funcionários do alto escalão do Ministério em troca de atos de ofício, que proporcionariam ao grupo a eliminação da concorrência e de entraves à atividade econômica, possibilitando a constituição de um monopólio de mercado. As propinas eram negociadas, geralmente, com um deputado federal e entregues aos agentes políticos e servidores do MAPA pelo operador Lúcio Bolonha Funaro.
Estadão

Venda de ingresso para o Rock in Rio Card

Ingresso antecipado do Rock in Rio Card começa a ser vendido nesta segunda-feira


Mapa da edição 2019 do Rock in Rio, que acontecerá no Parque Olímpico do Rio — Foto: Divulgação/Rock in Rio
Começa nesta segunda-feira (12), às 19h, a venda do Rock in Rio Card, que equivale a um ingresso antecipado e garante a entrada ao evento antes mesmo da confirmação de todas as bandas e atrações. O valor por dia é de R$ 495 a inteira; a meia-entrada custa R$ 247,50.
As venda serão feitas pelo site rockinrio.ingresso.com. O limite de compra é de quatro entradas por CPF.
Nas últimas edições, a venda antecipada do Rock in Rio card se esgotou em menos de duas horas, quando os 120 mil ingressos disponíveis desta modalidade se esgotaram.
O festival já tem entre as atrações confirmadas Iron Maiden, Pink, Muse e Imagine Dragons, entre outras (veja lista abaixo). A escalação completa ainda não foi divulgada.
Os shows acontecem nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro, na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
O fã que adquirir o produto pode escolher em qual data pretende usá-lo, antes que a venda oficial de ingressos seja aberta ao público em geral, em abril do ano que vem — a escolha poderá ser feita entre 6 de fevereiro e 8 de abril, segundo a organização.
Atrações do Rock in Rio 2019 já anunciadas
27 de setembro — Palco Sunset: Seal
4 de outubro — Iron Maiden, Scorpions, Megadeth e Sepultura
5 de outubro — P!nk, The Black Eyed Peas e Anitta
6 de outubro — Muse, Imagine Dragons, NickelBack e Os Paralamas do Sucesso
G1