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domingo, 1 de novembro de 2026

Benefícios da masturbação

Sinal de autocuidado: masturbação reduz estresse e alivia carga mental, aponta pesquisa realizada por aplicativo de relacionamento

Sinal de autocuidado: masturbação reduz estresse e alivia carga mental, aponta pesquisa

A masturbação deixou de ser vista apenas como uma alternativa para quem não tem uma parceria sexual e passou a ser reconhecida por parte dos brasileiros como uma prática de autocuidado. É o que aponta uma pesquisa realizada pelo aplicativo de relacionamento Happn, que ouviu 1.084 usuários no Brasil, em agosto.

De acordo com o levantamento, 34% dos entrevistados consideram o autotoque uma forma legítima de cuidar de si, principalmente por contribuir para aliviar o estresse e a sobrecarga mental. Entre as mulheres, o percentual é ainda maior: 43% afirmam que a masturbação faz parte da rotina e representa uma maneira de cuidar da saúde mental.

Já entre os homens, 33% apontam a prática como uma alternativa para aliviar as necessidades sexuais durante períodos em que estão solteiros.

Especialista explica os benefícios da masturbação

Além dos dados apresentados pela pesquisa, especialistas em sexualidade destacam que a masturbação pode proporcionar benefícios que vão além do prazer sexual, contribuindo para o bem-estar físico e emocional.

Segundo a terapeuta sexual Alessandra Araújo, o autoconhecimento corporal e a experiência do orgasmo estão associados a diferentes respostas fisiológicas que favorecem o relaxamento.

“A masturbação traz muitos benefícios para a saúde física, emocional e sexual. O simples ato de se tocar e se dar orgasmos libera diversos hormônios e promove relaxamento, diminuição do estresse, melhora do sono, libido mais acionada, combate à ansiedade, melhora da autoestima e até mesmo diminuição de dores físicas”, explica a especialista.

A prática também pode ajudar as pessoas a conhecerem melhor o próprio corpo, identificarem suas preferências e desenvolverem uma relação mais positiva com a própria sexualidade.

Prazer e saúde mental

Os resultados da pesquisa reforçam uma mudança na maneira como a masturbação é percebida socialmente, especialmente entre as mulheres, que demonstraram maior associação entre o prazer individual e o autocuidado.

Embora os benefícios possam variar de pessoa para pessoa, a sexualidade faz parte da saúde e do bem-estar em diferentes fases da vida. Nesse contexto, o autoconhecimento e a liberdade para compreender o próprio corpo são aspectos importantes de uma relação saudável com a sexualidade.

Mais do que uma questão de satisfação sexual, os dados mostram que o prazer individual também vem sendo associado ao cuidado com a saúde emocional e à qualidade de vida.

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domingo, 27 de setembro de 2026

Sete hábitos para fazer depois do sexo que ajudam na saúde e no bem-estar

Ir ao banheiro, beber água e escolher roupas íntimas confortáveis estão entre os cuidados recomendados após a relação sexual 

Especialistas também apontam que conversar, trocar carinho e aproveitar o momento a dois pode contribuir para a intimidade e o bem-estar do casal.


O que fazer depois do sexo? 7 hábitos que ajudam na saúde e no bem-estar
© Shutterstock

O que você costuma fazer logo depois do sexo? Embora não exista uma rotina obrigatória após a relação sexual, alguns hábitos simples podem ajudar no conforto, na higiene e até na conexão entre os parceiros. 

Urinar após a relação, por exemplo, é uma das recomendações associadas à prevenção de infecções urinárias, especialmente para pessoas com vagina. A atividade sexual pode favorecer a entrada de bactérias na uretra, e esvaziar a bexiga ajuda a eliminá-las.

Especialistas ouvidos pelo HuffPost também destacaram cuidados físicos e comportamentos que podem tornar o período depois do sexo mais confortável e agradável. Confira sete deles.

1. Vá ao banheiro depois do sexo

A sexóloga clínica Sunny Rodgers coloca esse cuidado entre os primeiros a serem adotados. Urinar depois da relação pode ajudar a remover bactérias que tenham chegado à uretra e reduzir o risco de infecção urinária.

Na higiene da região genital, a recomendação é evitar excessos. Uma limpeza delicada com água morna costuma ser suficiente, e produtos perfumados ou potencialmente irritantes devem ser evitados.

2. Prefira roupas íntimas confortáveis

Depois da relação, a região genital pode permanecer mais quente e úmida. Rodgers recomenda roupas íntimas que favoreçam a ventilação, como as confeccionadas em algodão.

Por ser uma fibra natural e absorvente, o tecido pode proporcionar maior conforto, sobretudo para quem apresenta sensibilidade na região.

3. Aproveite para ficar perto do parceiro

Nem todos os cuidados depois do sexo são físicos. Para a psicoterapeuta e terapeuta sexual Chamin Ajjan, os minutos seguintes à relação também podem ser aproveitados para aumentar a proximidade do casal.

Conversar, trocar carinho ou simplesmente permanecer juntos pode ajudar a prolongar o momento de intimidade. A especialista sugere usar esse período para falar sobre planos, desejos, sonhos ou assuntos importantes para os dois.

4. Beba água

Manter-se hidratado também faz parte das recomendações. Sunny Rodgers sugere beber água após a relação sexual, especialmente diante de sede ou esforço físico.

A ingestão adequada de líquidos favorece a produção de urina e pode contribuir para a eliminação de bactérias do trato urinário.

5. Coma algo se estiver com fome

Sentir fome depois do sexo não é incomum. Caso isso aconteça, a recomendação é fazer um lanche leve ou preparar alguma coisa para comer.

Rodgers cita opções simples e observa que cozinhar em conjunto também pode transformar o momento em mais uma oportunidade de convivência entre o casal.

6. Diga o que você gostou

Falar sobre o que foi prazeroso durante a relação pode ser tão importante quanto conversar sobre aquilo que não funcionou. Segundo a terapeuta de casais Karla Ivankovich, compartilhar o que agradou, tanto física quanto emocionalmente, pode reforçar a conexão entre os parceiros.

A conversa também facilita a comunicação sobre preferências e ajuda cada pessoa a compreender melhor o que proporciona prazer e conforto ao outro.

7. Ria e prolongue o momento juntos

Não é necessário transformar o período após o sexo em uma conversa séria. Brincadeiras, risadas e momentos descontraídos também podem fazer parte dessa intimidade.

Ivankovich destaca que permanecer algum tempo ao lado do parceiro pode prolongar a sensação de proximidade. Levantar-se imediatamente e encerrar o contato, por outro lado, pode ser interpretado pela outra pessoa como um afastamento, dependendo da dinâmica do casal.

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sábado, 23 de maio de 2026

Impactos da pornografia e da masturbação excessiva

Sexóloga alerta sobre impactos da pornografia e masturbação excessiva: “Homens só conseguem prazer com esse estímulo”; VEJA VÍDEO

Psicóloga e sexóloga Danielle Azevedo, durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa

Durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da 100.5 FM, nessa sexta-feira (22), a psicóloga e sexóloga Danielle Azevedo também comentou sobre os impactos da pornografia e da masturbação excessiva, principalmente entre os jovens. Segundo ela, o consumo frequente desse tipo de conteúdo pode afetar diretamente a vida sexual adulta e os relacionamentos.

Questionada sobre os reflexos da pornografia entre adolescentes e jovens, Danielle afirmou que muitos homens acabam condicionando o prazer apenas a determinados estímulos. “Se eu pensar num homem já maduro, que viveu muito a masturbação excessiva e a pornografia na adolescência, talvez eu esteja diante de um adulto que só consegue gozar com esse tipo de estimulação”, explicou.

A sexóloga relatou ainda que, em alguns casos, isso pode provocar dificuldades durante relações sexuais reais, incluindo episódios de disfunção erétil. “Infelizmente, isso pode se transformar num problema dentro do relacionamento. Toda primeira vez que ele vai viver uma experiência de penetração, ele brocha”, afirmou.

Durante o debate, uma das entrevistadoras relembrou o caso de um casamento que teria terminado por conta desse tipo de situação. Danielle respondeu dizendo que muitos pacientes precisam reconstruir a própria percepção sobre sexualidade. “A gente precisa desconstruir e desbloquear essa ideia. É uma forma de despersonalizar a relação sexual”, disse.

Danielle também defendeu mais diálogo sobre educação sexual dentro das famílias e afirmou que o silêncio sobre o tema pode gerar consequências futuras. “Pais e mães precisam falar sobre sexo. Dependendo da forma como essa pessoa aprende sobre sexualidade dentro de casa, ela pode carregar problemas lá na frente”, concluiu.

Veja o vídeo:

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Consequências Abrangentes do Uso Excessivo de Redes Sociais

Hábito excessivo de rolar o feede das redes sociais pode estar afetando diretamente a vida sexual dos jovens; geração Z dispensa sexo e relações íntimas

Getty Images
Getty Images

O hábito de passar horas rolando o feed das redes sociais pode estar afetando diretamente a vida sexual dos jovens. Um levantamento realizado pelo aplicativo de desenvolvimento pessoal RiseGuide revelou que 39% da geração Z preferem acessar redes sociais ao sexo pelo menos ocasionalmente, enquanto 21% afirmam fazer essa escolha com frequência.

A pesquisa, feita com 2 mil americanos, aponta ainda que um em cada oito jovens considera navegar nas plataformas digitais mais prazeroso do que ter relações sexuais. Outros 23% disseram não perceber diferença entre as duas experiências.

Redes Sociais e o Impacto na Intimidade dos Jovens

Segundo especialistas, o fenômeno reflete mudanças no comportamento e na forma como o cérebro responde aos estímulos digitais. O excesso de consumo de conteúdo on-line estaria competindo diretamente com experiências de intimidade, conexão emocional e desejo sexual.

Os pesquisadores classificam o cenário como parte da chamada Grande Ausência de Desejo, expressão usada para descrever a redução do interesse sexual entre os jovens. A explicação estaria relacionada à busca constante por recompensas rápidas proporcionadas pelas redes sociais, que também estimulam a liberação de dopamina — neurotransmissor ligado ao prazer e à sensação de recompensa.

O Uso Excessivo da Tecnologia e Seus Efeitos Comportamentais

Os dados sobre o uso excessivo de tecnologia reforçam o alerta. De acordo com o levantamento, 44% dos integrantes da geração Z passam seis horas ou mais por dia no celular. Além disso, 92% admitem perder horas de sono para continuar navegando nas redes sociais.

O comportamento compulsivo também chama atenção. Cerca de 20% dos entrevistados disseram ignorar necessidades básicas, como fome e descanso, para permanecer conectados por mais tempo. Já 74% afirmaram considerar o hábito de rolar o feed tão ou mais viciante que substâncias como álcool e tabaco.

A Essência das Conexões Humanas Reais

De acordo com a especialista, não existe um vínculo genuíno nas interações mediadas exclusivamente pela tecnologia, já que falta presença emocional, troca real e conexão humana profunda.

Para Leninha Wagner, vínculos afetivos dependem de experiências reais de convivência, troca emocional e presença. Ela compara a substituição das relações humanas pela tecnologia a tentar trocar o calor do sol por uma lâmpada: ilumina, mas não aquece.

Consequências Abrangentes do Uso Excessivo de Redes Sociais

Especialistas alertam que o uso excessivo das redes sociais pode impactar não apenas a vida sexual, mas também a saúde mental, o sono, a produtividade e a qualidade das relações interpessoais, principalmente entre os mais jovens.

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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Viralização da posição sexual conhecida como vaqueira

Saiba qual posição sexual as mulheres amam, mas parte dos homens relatam desconforto ou insegurança e a evitam

MEDO? Saiba qual posição sexual as mulheres amam, mas os homens evitam

Uma posição sexual bastante conhecida voltou a repercutir nas redes sociais após viralizar por um motivo curioso: enquanto muitas mulheres relatam se sentir mais confiantes e no controle ao praticá-la, parte dos homens afirma não ter tanta preferência.

O debate ganhou força depois que usuários do Reddit apontaram a posição conhecida como vaqueira entre as menos favoritas do público masculino. Ainda assim, a prática segue popular entre mulheres, que destacam justamente a possibilidade de controlar o ritmo e conduzir a relação com mais conforto.

Na posição vaqueira, o homem permanece deitado de costas enquanto a mulher se posiciona por cima, sentada ou ajoelhada, de frente para o parceiro. Nessa configuração, ela conduz os movimentos, podendo controlar a intensidade, a velocidade e o ritmo da relação.

Nos relatos compartilhados online, a posição — caracterizada pelo papel mais ativo da mulher — é associada à exploração do próprio corpo, aumento da autoestima e maior autonomia durante o sexo. Para muitas, esse protagonismo contribui diretamente para a sensação de segurança e confiança.

Por outro lado, alguns homens relatam desconforto ou insegurança. Entre os principais motivos citados estão a sensação de perda de controle, preocupações com desempenho e o receio de não corresponder às expectativas da parceira.

Especialistas avaliam que essas diferenças de percepção podem estar relacionadas a fatores culturais ligados a gênero e sexualidade. Historicamente associados a uma postura dominante, homens podem estranhar dinâmicas em que esse papel é invertido, enquanto mulheres têm buscado, cada vez mais, maior liberdade e protagonismo também na intimidade.

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domingo, 8 de março de 2026

Erotismo em áudio

MASTURBAÇÃO MEDITATIVA: áudios euróticos podem levar o prazer a outro nível - SAIBA MAIS

Masturbação meditativa: áudios euróticos podem levar o prazer a outro nível -SAIBA MAIS

Quando se fala em pornografia, muitas pessoas ainda associam o tema imediatamente a vídeos disponíveis na internet. No entanto, uma nova tendência vem ganhando força, especialmente entre o público feminino: o erotismo em áudio. O formato, que inclui narrações sensuais e histórias imersivas, tem ampliado as formas de consumo de conteúdo erótico e despertado interesse por experiências mais sensoriais e imaginativas.

Especialistas explicam que o erotismo em áudio pode ser descrito, de forma simplificada, como uma espécie de “pornografia para os ouvidos”. Entretanto, o formato vai além disso. Por meio de histórias narradas por atores, fantasias imersivas, meditações guiadas, exercícios de escrita, mapeamento corporal e reflexões em formato de podcast, essas produções sonoras buscam proporcionar uma experiência mais introspectiva e sensorial.

Segundo especialistas, diferentemente dos vídeos pornográficos — que apresentam imagens explícitas e prontas — os áudios eróticos estimulam a imaginação do ouvinte. A narrativa conduz a pessoa por diferentes cenários e situações, permitindo que cada um construa mentalmente sua própria experiência, de forma semelhante ao que ocorre na leitura de contos eróticos.

Outro ponto destacado por profissionais da área é que muitas dessas plataformas priorizam o autoconhecimento e a exploração do desejo sem focar em padrões corporais ou em desempenho sexual. Nesse contexto, técnicas de relaxamento e meditação são incorporadas à experiência, buscando criar uma conexão mais profunda entre corpo, mente e prazer.

Masturbação meditativa

Entre as práticas associadas ao erotismo em áudio está a chamada masturbação meditativa. Embora possa parecer uma combinação incomum à primeira vista, especialistas afirmam que meditação e estímulo sexual podem se complementar tanto do ponto de vista fisiológico quanto psicológico.

A prática também recebe diferentes denominações, como meditação erótica, meditação orgásmica ou masturbação tântrica. Todas estão ligadas ao conceito de “sexo consciente”, abordagem que tem ganhado popularidade por incentivar maior atenção ao corpo, à intimidade e ao prazer.

De acordo com especialistas, os áudios eróticos combinam estímulos diretos — semelhantes aos proporcionados por conteúdos visuais — com elementos que favorecem a imaginação, característica tradicionalmente associada à literatura erótica.

Além disso, a proposta costuma envolver um ambiente de relaxamento, no qual a pessoa pode ouvir as narrativas deitada, de olhos fechados e com maior atenção às sensações corporais. Profissionais destacam ainda que a audição é um sentido especialmente estimulante para muitas mulheres, o que ajuda a explicar o crescimento desse tipo de conteúdo.

Nesse cenário, o erotismo em áudio surge como uma alternativa que amplia as formas de explorar a sexualidade, propondo experiências menos centradas em imagens e mais voltadas à imaginação e à conexão sensorial.

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terça-feira, 3 de março de 2026

Sexo em público, em Brasília

Nua, misteriosa do sobretudo desafia a Polícia Militar e se esbalda na fila do bumbum guloso; VEJA VÍDEO

A PM não impediu que o prazer reinasse na QS 3, na madrugada do sábado (28/02). Uma mulher, nua em pelo, foi a protagonista da noite


Uma semana após a primeira e bombástica revelação sobre o submundo da QS 3, em Taguatinga Sul, em Brasília, a reportagem da coluna retornou ao cenário da luxúria. O objetivo era claro: conferir se a exposição havia esfriado os ânimos ou se a avidez por uma “rapidinha” no breu ao fundo de um atacadista era mais forte que o medo do flagrante.

No entanto, o cenário encontrado foi uma noite que teima em arder, na qual o jogo perigoso apenas tempera o desejo. Por volta da 1h, quando o point já fervilhava e a fila de veículos se estendia como uma serpente metálica no acostamento, um elemento diferente cortou a fluidez da sacanagem.

O giroflex desligado por alguns momentos não impediu que a silhueta inconfundível de uma viatura da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) surgisse na retaguarda dos surubeiros.

O sobretudo que escondia o fogo

Quem desembarcou do veículo deixou os veteranos do local em estado de choque. Uma mulher, cuja presença desafiava a hegemonia masculina na escuridão, desceu do carro usando apenas um sobretudo entreaberto. Pela fenda do tecido, o contraste era absoluto: seios bem torneados e nudez total sob o casaco enfrentavam a incredulidade da macharada.

A conversa foi curta, mas a ação foi digna de um roteiro proibido. Sem se fazer de rogada, ela se esticou sobre o capô da caminhonete, oferecendo-se ao asfalto e ao destino. Todas as imagens foram registradas pela equipe de reportagem do portal Metrópoles como capítulos de um seriado apimentado.

Um homem aleatório, que já rondava a Hilux como um lobo, não perdeu a oportunidade. Engatou por trás com uma selvageria que parecia vingar o tempo perdido durante a ronda policial. O sexo foi vigoroso, ruidoso e cru, transformando o capô branco em um altar de prazer profano.

A sacanagem é de todos

O clímax da cena só foi interrompido quando mais um carro, buscando seu lugar na fila, jogou o feixe de luz alto sobre a traseira da Hilux. O clarão denunciou o óbvio para quem ainda tinha dúvidas: a “fila do bumbum guloso” não serve apenas aos desejos masculinos.

A sacanagem ali é democrática, fluida e faminta. Ignora gêneros e faz pouco caso das leis, quando o que está em jogo é o espasmo final sob o céu nebuloso de Taguatinga.

A noite na QS 3 provou, mais uma vez, que o proibido não se apaga com exposição midiática ou rondas policiais. Ele apenas se reinventa, em novas formas, cores e intensidades.

Sexo em público é crime

Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, os homens flagrados “se divertindo” no meio da rua ferem o Código Penal Brasileiro, já que praticar sexo em público é crime. Enquadram-se no artigo 233, que dispõe sobre a prática de ato obsceno.

A pena prevista varia de 3 meses a 1 ano de prisão ou multa. O crime é registrado como contravenção penal.

Veja o vídeo:

Fonte: Metrópoles

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Alerta

BALINHA ANTES DO ORAL: Prática de chupar balinha ardida antes do sexo oral pode causar irritações, alergias e lesões - ENTENDA

BALINHA ANTES DO ORAL: prática pode causar irritações, alergias e lesões - ENTENDA

Chupar bala ardida antes do sexo oral pode parecer uma ideia inofensiva — ou até uma forma divertida de “apimentar” a relação —, mas exige atenção. Balas com efeito refrescante ou picante costumam conter mentol, pimenta, ácido cítrico e corantes que podem causar ardor intenso, irritação ou até pequenas lesões na mucosa genital, que é extremamente sensível.

Especialistas alertam que é importante ter cautela ao introduzir qualquer elemento diferente na relação íntima. Embora recursos que estimulem novas sensações possam contribuir para a experiência do casal, alguns cuidados são indispensáveis.

No caso das balas ardidas, o risco não se limita ao desconforto momentâneo. A combinação de substâncias potencialmente irritantes com a fricção pode provocar microfissuras, aumentar a sensibilidade da região e facilitar inflamações.

Entre as principais orientações apontadas por especialistas, que também valem para produtos eróticos em geral, estão:

  • Verificar a procedência do produto. Itens sem certificação podem não ter passado por análises adequadas de segurança.
  • Observar os componentes da fórmula e evitar substâncias que possam causar alergias ou irritações.
  • Higienizar corretamente quaisquer materiais utilizados, com água e sabão neutro, evitando o uso de álcool e solventes.

Em caso de dor persistente, irritação intensa ou sangramento, a recomendação é lavar a região afetada apenas com água e procurar atendimento médico para avaliação.

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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Brasil mantém presença de destaque entre os países com maior atividade sexual no mundo

MAPA DO SEXO: levantamento aponta os países mais ativos sexualmente e mostra o Brasil na sétima posição no ranking global

Mapa do sexo: levantamento aponta os países mais ativos sexualmente; veja posição do Brasil

O Brasil mantém presença de destaque entre os países com maior atividade sexual no mundo. De acordo com um levantamento divulgado pelo site Insider Monkey, com base em estudos e pesquisas internacionais que analisam a frequência média anual de relações sexuais, o país ocupa a 7ª posição no ranking global.

A liderança do ranking é da Espanha, onde, segundo dados da Durex, cerca de 72% da população afirma ter relações sexuais ao menos uma vez por semana. O resultado reforça características culturais associadas ao romantismo, à sociabilidade e às demonstrações públicas de afeto no país europeu.

O estudo evidencia como fatores culturais, comportamentais e de estilo de vida influenciam diretamente a intimidade e a vida sexual em diferentes regiões do planeta. No caso do Brasil, o levantamento confirma a imagem do brasileiro como um povo afetivo e caloroso, traços frequentemente associados à sua identidade cultural.

Confira o ranking dos 10 países mais ativos sexualmente:

  1. Espanha
  2. Itália
  3. Suíça
  4. Polônia
  5. Grécia
  6. México
  7. Brasil
  8. China
  9. Alemanha
  10. Rússia
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domingo, 14 de dezembro de 2025

Noite de sexo em escritório de advocacia termina em confusão na delegacia

INUSITADO: O que começou como uma noitada que prometia ser regada de muito álcool e sexo, entre conhecidos da alta roda brasiliense

INUSITADO: Noite de sexo em escritório de advocacia termina em confusão na delegacia

O que começou como uma noitada que prometia ser regada de muito álcool e sexo, entre conhecidos da alta roda brasiliense terminou em confusão, depoimentos contraditórios e viaturas estacionadas diante de uma delegacia no centro da capital.

A noite teve início em uma churrascaria badalada do Setor de Clubes Sul, onde as duas mulheres participavam de um evento descontraído. Não muito longe, o advogado Hans Weberling aproveitava o ambiente animado.

Entre um brinde e outro, houve aproximação. Elas acabaram se juntando à mesa dele, e, conforme relato do advogado à polícia, a afinidade teria surgido naturalmente, com direito a carícias e beijos.

O clima descrito por Weberling, porém, difere do depoimento prestado por uma das mulheres na 5ª Delegacia de Polícia. Ela afirmou ter deixado claro, antes que qualquer coisa acontecesse, que “não se relacionava sexualmente com clientes ou conhecidos”.

Segundo a versão dela, diante da insistência do advogado e da maneira como os avanços evoluíram, foi colocado um preço para que a noite prosseguisse: R$ 5 mil para cada uma.

A jovem explicou à polícia que “nunca havia realizado programas previamente”, mas que, considerando o contexto e o perfil do interessado, aceitaria seguir adiante desde que o valor fosse alto.

As duas garantem que o advogado topou o arranjo prontamente. Dizem ainda que sabiam das experiências prévias dele em uma casa noturna conhecida no Setor Hoteleiro Norte, onde Weberling teria gastado R$ 36 mil em uma única noite.

Do restaurante ao escritório

Com tudo supostamente combinado, o trio deixou o restaurante rumo a um endereço seleto: o escritório do advogado na Península dos Ministros, área nobre do Lago Sul e vizinha de autoridades e empresários influentes.

Ali, em um espaço reservado, o encontro íntimo aconteceu. Mas a harmonia durou pouco. Assim que o clima arrefeceu, a cobrança veio imediata. As mulheres reivindicaram o pagamento combinado. O advogado, segundo relataram, teria mudado de postura e informado que só pagaria no dia seguinte.

“Chama o papa”

A situação rapidamente saiu do controle. Diante da cobrança insistente, Weberling teria reagido com ironia, como registrado no boletim: “Pode chamar até o papa que eu não vou pagar”.

As duas, então, chamaram quem podiam de fato chamar: a Polícia Militar. Os três foram levados à 5ª DP, onde cada um apresentou sua versão sobre o episódio.

Weberling afirmou ao delegado que tudo não passou de um mal-entendido. Disse que as conhecia de antes, que não houve nenhum tipo de negociação financeira e que o encontro no escritório foi apenas uma continuação natural da confraternização que começou na churrascaria.

O advogado reiterou que o trio se envolveu de forma “totalmente espontânea”, motivado pela sintonia e pelas bebidas da noite.

O caso foi registrado e segue sob investigação.

Fonte: Léo Dias - Créditos: Polêmica Paraíba - Vitor Azevêdo

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Duração ideal do ato sexual

Estudo mostra expectativa de 25 minutos, mas especialistas alertam que não há tempo certo para duração do sexo

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Uma pesquisa internacional realizada em 2018 pelo site de relacionamentos Saucy Dates revelou que homens e mulheres esperam que o sexo dure, em média, 25 minutos — considerando apenas o tempo de penetração. O levantamento ouviu 3.836 pessoas de diferentes idades e mostrou que as expectativas estão bem distantes da realidade.

Segundo especialistas, a frustração em relação ao “tempo ideal” não deveria ser motivo de preocupação. O primeiro motivo é que a pesquisa se baseou nas expectativas dos entrevistados — e, como se sabe, expectativas costumam ser carregadas de idealização. Além disso, a duração do ato sexual depende de diversos fatores, entre eles o fato de que muitas vezes as preliminares são ignoradas — e elas também fazem parte do sexo.

Pesquisas científicas indicam que o tempo médio para uma mulher atingir o clímax é de aproximadamente oito minutos, podendo chegar a 20 minutos dependendo das circunstâncias. Já os homens podem alcançar o êxtase em cerca de dois minutos. É importante destacar que há diferença entre ejaculação e orgasmo — dois fenômenos que, embora relacionados, não são sinônimos.

O que influencia a duração

Idade, condicionamento físico, tempo de relacionamento, horário e variações hormonais estão entre os fatores que afetam o tempo da relação sexual. No entanto, especialistas são unânimes: não existe um padrão ou tempo ideal para uma transa satisfatória.

Mais importante do que medir o tempo é garantir que ambos os parceiros estejam motivados e sintam prazer. Em alguns casos, uma relação rápida pode ser mais prazerosa do que uma longa noite planejada. O essencial é conhecer o próprio corpo e respeitar seus limites e desejos.

Fatores externos também pesam

A disposição física e mental tem papel determinante. O cansaço, por exemplo, é apontado como um dos principais inimigos da vida sexual. Observar em que momento do dia há mais energia pode ajudar a melhorar o desempenho e a satisfação.

O papel das preliminares

Cronometrar o sexo sem considerar as preliminares é um erro comum. As carícias e a troca de afeto são fundamentais para preparar corpo e mente — especialmente no caso das mulheres — e influenciam diretamente na qualidade da relação. Quando o sexo dura menos de 10 minutos, geralmente indica uma experiência centrada apenas na penetração.

Com maior controle corporal e sintonia entre os parceiros, a duração tende a aumentar, assim como as possibilidades de prazer. Ainda assim, cada casal tem sua própria dinâmica, e dificilmente uma relação é igual à outra.

Sem regras nem cronômetro

Especialistas destacam que não há regra universal sobre quanto tempo deve durar o sexo. Uma transa de cinco minutos pode ser tão satisfatória quanto uma de meia hora, desde que haja conexão e prazer mútuo. O tempo só se torna um problema quando apenas um dos parceiros sai satisfeito — e o outro, frustrado.

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domingo, 26 de outubro de 2025

Sexualidade e prazer

Conheça a posição sexual 68, mais prazerosa que a clássica 69, e intensifique o prazer durante o sexo oral

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Entre as posições sexuais mais populares, está a clássica 69, em que ambas as pessoas recebem e provocam prazer simultaneamente. A prática, inclusive, é símbolo do Dia do Sexo, celebrado em 06 de setembro, data criada para incentivar o diálogo aberto sobre sexualidade e prazer.

Mas uma variação da posição tem ganhado adeptos e curiosos nas redes sociais: a posição 68. A proposta é parecida, mas com uma diferença importante — aqui, o foco está em dar prazer individualmente, sem a necessidade de reciprocidade imediata.

Ao contrário da 69, em que ambos se estimulam ao mesmo tempo, na 68 apenas uma pessoa é estimulada, o que permite um momento mais concentrado e intenso. A pessoa que recebe o prazer costuma ficar deitada de barriga para cima, enquanto a outra se posiciona por baixo, com os joelhos flexionados e a boca voltada para a região genital.

O 68 deixa quem está dando prazer com as mãos livres para explorar outras partes do corpo do outro, como o períneo e a região anal.

De quatro

Basta ficar com o bumbum no alto e o peito apoiado no colchão. O homem, claro, a estimula oralmente por trás. O grande diferencial dessa posição é que a língua ajuda a levantar o capuz do clitóris, uma espécie de “pele” que o reveste e que é extremamente sensível. Difícil vai ser não gozar muito. Aqui também é possível apostar no truque dos travesseiros sob o bumbum ou elevar o quadril na hora H.

Controle máximo

A mulher fica por cima do homem, com a cabeça dele entre os dois joelhos, o que facilita estar no comando da situação e mexer o quadril conforme deseja: em vaivém, com movimentos circulares, para cima e para baixo, etc.

Fonte: Polêmica Paraíba

domingo, 12 de outubro de 2025

Alerta

Uso de alimentos como chocolate, mel e frutas no sexo oral podem causar infecções e lesões genitais - SAIBA MAIS

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O uso de alimentos durante o sexo oral, embora pareça uma forma criativa de aumentar o prazer, pode trazer diversos riscos à saúde íntima. A prática, segundo profissionais da área de saúde sexual e ginecológica, deve ser evitada, pois alimentos comuns não são adequados para o contato com a mucosa genital.

A principal causa de complicações está na diferença de pH entre os alimentos e as regiões íntimas. Esse desequilíbrio pode alterar a flora genital natural, favorecendo o surgimento de infecções fúngicas e bacterianas. Além disso, resíduos alimentares podem se decompor em ambientes úmidos e quentes, o que aumenta o risco de inflamações e desconfortos.

Comidas como frutas, cremes, molhos, chocolates e chantilly — frequentemente associadas a brincadeiras eróticas — contêm grandes quantidades de açúcar, que servem como alimento para fungos e bactérias. O resultado pode ser o desenvolvimento de infecções, como candidíase e vaginose bacteriana.

Alimentos ácidos ou com textura áspera, como abacaxi, morango, pimenta e alho, também representam perigo, pois podem causar pequenas lesões na mucosa genital. No caso do alho, a situação é ainda mais grave: o uso do alimento cru como método caseiro contra infecções íntimas, prática que circula em redes sociais, pode provocar queimaduras e danos severos à região.

Os riscos não se restringem às mulheres. Homens também podem desenvolver irritações, alergias e infecções se entrarem em contato com alimentos durante o sexo oral. Além disso, a mistura de comida com secreções corporais dificulta a higienização adequada e pode aumentar a probabilidade de transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

O que evitar e o que pode ser usado com segurança

  • Evite: frutas cítricas, mel, chantilly, cremes, bebidas alcoólicas, molhos, chocolates, alho e qualquer tipo de alimento que não seja formulado para uso íntimo.
  • Prefira: lubrificantes comestíveis e géis à base de água, desenvolvidos especificamente para o contato oral e genital, com pH equilibrado e testados dermatologicamente.
  • Cuidados importantes: manter a higiene íntima antes e depois da relação, utilizar preservativos ou protetores de látex sempre que possível e evitar o contato oral se houver feridas, irritações ou sintomas de infecção.
Blog JURU EM DESTAQIE com Polêmica Paraíba

domingo, 5 de outubro de 2025

Dicas para explorar as palmadas no sexo

"UM TAPINHA NÃO DOÍ": como incluir tapas no sexo de forma segura e prazerosa - SAIBA COMO EXPLORAR ESSE FETICHE

Foto: Reprodução

As palmadas durante o sexo são uma das práticas eróticas mais conhecidas quando o assunto é fetiche. Embora simples, elas despertam curiosidade por envolver jogos de poder, submissão e dominação, além de trazerem uma mistura de dor e prazer que pode intensificar a excitação.

Basicamente, consistem em tapinhas consensuais no bumbum, mas podem ser exploradas de diferentes formas: com as mãos, com acessórios eróticos específicos ou até mesmo com chicotes leves, caso o casal deseje se aventurar no universo do BDSM.

As palmadas estão entre os fetiches mais comuns, mas também um dos mais controversos. Para alguns, são incrivelmente excitantes e adicionam intensidade à relação; para outros, podem soar desagradáveis ou degradantes. Não à toa, são comparadas às “ervilhas do sexo”: há quem ame e há quem não suporte.

Ainda assim, especialistas em sexualidade apontam que as palmadas podem ser um caminho acessível para experimentar dinâmicas eróticas de dominação e submissão. Diferente de outras práticas de BDSM, não exigem acessórios caros ou conhecimento avançado para começar.

Como praticar com segurança

Se a ideia é explorar esse fetiche, o primeiro passo é garantir consentimento e comunicação aberta. O que diferencia a fantasia saudável de uma agressão é justamente o acordo entre as partes.

Dicas para explorar as palmadas no sexo:

  • Converse antes: defina limites e intensidade — tapas leves, médios ou mais fortes.
  • Escolha bem a região: as nádegas são a área mais segura; evite locais sensíveis como abdômen, costas ou rosto sem acordo prévio.
  • Comece devagar: vá aumentando a intensidade apenas se ambos se sentirem confortáveis.
  • Use palavras ou sinais de segurança: combinem uma palavra (“pare”, por exemplo) ou gesto que interrompa a prática imediatamente se necessário.
  • Explore acessórios com cuidado: chicotes, palmatórias ou floggers podem ser usados, mas exigem mais atenção para não machucar.
  • Faça o aftercare: carinho, afagos e conversa após o sexo ajudam a reforçar a confiança e transformar a experiência em algo positivo.
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domingo, 14 de setembro de 2025

Vereador se pronuncia após flagra no motel com homem casado

Em vídeo, Eliú Oliveira afirmou que não cometeu nenhum crime e disse que não deve satisfações de sua vida pessoal à sociedade; VEJA VÍDEO

O parlamentar, que é solteiro, destacou ainda que desconhecia que o homem envolvido era casado.

Vereador se pronuncia após flagra no motel com homem casado; vídeo
© Reprodução / Instagram

O vereador Eliú Oliveira, conhecido como “vereador da Cidade da Esperança”, em Natal, se pronunciou nesse sábado (13) depois de ser flagrado em um motel com um homem casado. O caso viralizou nas redes sociais e ganhou repercussão nacional após a esposa do homem invadir o quarto, gravar o flagrante e acusar o parlamentar de ter pago R$ 150 para estar com o marido dela. 

Em vídeo publicado nas redes sociais e divulgado pelo perfil Blog MG, Eliú afirmou que não cometeu nenhum crime e disse que não deve satisfações de sua vida pessoal à sociedade. O parlamentar, que é solteiro, destacou ainda que desconhecia que o homem envolvido era casado.

Assista o vídeo:

“Eu sou Eliú Oliveira, o conhecido vereador da Cidade da Esperança. No caso do escândalo dos R$ 150 no motel, eu não vim dar satisfação da minha vida pessoal para a sociedade. Eu não cometi crime. Eu não sabia do relacionamento. E eu não tenho relacionamento com ninguém. Contudo, me sinto profundamente triste de estar naquelas cenas”, declarou.

O flagrante

O episódio aconteceu em Natal e foi registrado em vídeo pela esposa do homem, que invadiu o quarto de motel após arrombar a porta. Nas imagens, a mulher questiona o marido e o vereador sobre o encontro. “Por R$ 150, é? Foi bom aí? Foi gostoso?”, diz ela no momento em que surpreende os dois.

De acordo com a mulher, o marido teria aceitado a relação sexual por causa do valor oferecido por Eliú Oliveira. O vídeo circulou rapidamente nas redes sociais e levou o nome do parlamentar a figurar entre os assuntos mais comentados da internet.

Veja o vídeo:

Fonte do vídeo: Metrópoles - Créditos: Polêmica Paraíba

Reação do vereador

Na gravação divulgada neste sábado, Eliú disse compreender a reação da esposa e lamentou a exposição pública. Segundo ele, a Polícia Militar foi acionada para conter a situação, e um acordo foi firmado no local: o vereador arcaria com os prejuízos materiais causados pela mulher no motel e, em troca, as imagens não seriam divulgadas.

“Entendo perfeitamente o estado emocional daquela jovem. Com a chegada da Polícia Militar, conseguimos apaziguar a situação e entrar em um acordo em que os danos causados por ela naquele estabelecimento eu sanaria e ela não divulgaria as imagens. Mas, para mim, o mais importante é que algo muito pior não aconteceu”, disse.

Repercussão

A polêmica rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando memes, críticas e debates sobre a conduta do vereador. Apesar da repercussão, Eliú reforçou que não praticou nenhum ato ilegal. Ele afirmou que não mantém relacionamento fixo e que não tinha conhecimento prévio do estado civil do homem envolvido no episódio.

No vídeo, o vereador insistiu que sua vida pessoal não deve ser alvo de cobrança pública. Ainda assim, reconheceu que o episódio o deixou constrangido e entristecido. “Não devo satisfação à sociedade sobre minha vida íntima, mas lamento profundamente o ocorrido”, concluiu.

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sábado, 13 de setembro de 2025

Associação entre frequência sexual e saúde mental

Estudo revela frequência sexual ideal para promover o bem-estar psicológico e reduzir riscos de depressão

Um estudo publicado no Journal of Affective Disorders afirma que há uma frequência sexual ideal para promover o bem-estar psicológico. Segundo a pesquisa, praticar sexo de uma a duas vezes por semana está associado a uma redução significativa nos sintomas de depressão.

A equipe de pesquisadores analisou dados de 14.741 adultos norte-americanos, com idades entre 20 e 59 anos, coletados de 2005 a 2016, por meio da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição dos EUA (NHANES). Os participantes relataram sua frequência sexual anual e responderam ao questionário PHQ-9, uma ferramenta amplamente utilizada para avaliar sintomas depressivos.

Os resultados mostraram que indivíduos que mantinham relações sexuais pelo menos uma vez por semana apresentavam uma redução de 24% nas chances de desenvolver sintomas depressivos, em comparação com aqueles que tinham relações sexuais menos de uma vez por mês.

Já aqueles que relataram atividade sexual mais de uma vez por mês, mas menos de uma vez por semana, tiveram uma redução de 23% nas chances de depressão.

Utilizando modelos estatísticos avançados, os pesquisadores identificaram um efeito de “saturação”, indicando que os benefícios psicológicos da atividade sexual atingem um pico quando as relações ocorrem entre 52 e 103 vezes por ano — equivalente a uma ou duas vezes por semana. Frequências superiores a essa não demonstraram benefícios adicionais significativos para a saúde mental.

É provável que os 7,5% dos participantes que sofrem de depressão tenham apresentado melhora dos sintomas devido aos hormônios do bem-estar liberados durante o ato sexual, como a dopamina e a endorfina.

Os autores do estudo sugerem que a frequência sexual pode ser considerada um indicador comportamental relevante na avaliação e monitoramento da saúde mental. Dado que apenas cerca de 50% dos pacientes com depressão respondem adequadamente aos tratamentos farmacológicos, é importante identificar fatores de estilo de vida que possam complementar as abordagens tradicionais.

Embora o estudo forneça evidências significativas sobre a associação entre frequência sexual e saúde mental, os autores ressaltam a necessidade de pesquisas adicionais para estabelecer relações causais e explorar possíveis variáveis moderadoras. Além disso, é importante considerar que fatores  — como qualidade das relações, satisfação sexual e contexto emocional — também desempenham papéis cruciais no bem-estar psicológico.

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