Candidatos à Presidência miram PT e Bolsonaro para chegar ao segundo turno
Além de Alckmin, que já vinha tentando desconstruir a imagem do parlamentar, Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos) também elevaram o tom
© Reuters / Adriano Machado
A propaganda eleitoral dos
candidatos à Presidência nesta terça (25) foi centrada na oposição a
Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), que lideram as pesquisas de
intenção de voto. Além do tucano Geraldo Alckmin, que já vinha tentando
desconstruir a imagem do parlamentar, Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro
Dias (Podemos) também elevaram o tom.
Meirelles dá ao ouvinte 5 segundos para listar as propostas de
Bolsonaro para gerar empregos e para construir creches. O candidato é
classificado por ele como "sem preparo" , enquanto Haddad é colocado
como "o candidato recém-criado para ficar no lugar do Lula". Alvaro
Dias, por sua vez, ataca o PT, chama o partido de corrupto e diz que a
sigla distribuiu pobreza a todos.
Tentando
crescer junto ao eleitorado, Geraldo Alckmin aparece por mais tempo na
propaganda, dizendo que o Brasil corre o risco de se tornar uma nova
Venezuela, lembra que Bolsonaro elogiou Hugo Chávez e reforça que "os
radicais da direita e da esquerda vão deixar o país sem escolha". Ao som
de notas do Hino Nacional, ele diz "sou oposição ao dois radicalismos".
Num apelo contra o voto útil, seguem os candidatos Ciro Gomes (PDT) e
Guilherme Boulos (PSOL). A campanha do pedetista, terceiro lugar nas
pesquisas, mudou o jingle de apresentação, que agora diz: "nem A, nem B.
É "C", de Ciro, 12". Com 1% dos votos, a campanha de Boulos provoca o
eleitor a votar no projeto em que acredita, contra a lógica do "tanto
faz".
Política ao Minuto com informações da Folhapress
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