Fenômeno lunar com duração de cerca de 1 hora e 45 minutos ocorreu nesta sexta-feira e só voltará a acontecer em 2100
© REUTERS
O eclipse lunar total mais
longo do século aconteceu nesta sexta-feira (27) e teve duração de cerca
de uma hora e 45 minutos. As principais agências de fotos do mundo divulgaram imagens do fenômeno, que pode ser observado da Austrália,
Antártida, Ásia, África, Médio Oriente, Europa, América do Sul, sul do
Oceano Pacífico, Oceano Índico e Oceano Atlântico.
Durante
o eclipse, o mais longo até o ano de 2100, a Lua ganhou uma tonalidade
vermelha por causa da luz projetada no espaço pelo Sol. Para o fenômeno
ser observável, o céu teria que estar limpo e a linha de horizonte, a
nascente, desimpedida.
Por definição, o eclipse total da Lua
ocorre quando "a Terra se encontra entre o Sol e a Lua, de forma a
projetar a sua sombra na Lua, e a Lua atravessa completamente a sombra
da Terra".
O eclipse lunar acontece quando coincidem a fase de Lua
cheia e a passagem da Lua pelo seu nodo orbital. Por norma, ocorrem
dois eclipses do Sol e da Lua por ano. Em 2018, houve um primeiro
eclipse total da Lua em 31 de janeiro.
Nesta sexta-feira (27),
também aconteceu outro fenômeno: Marte estava alinhado em linha reta
com o Sol e a Terra e, por isso, estava mais brilhante do que o
habitual. Este alinhamento cósmico chama-se 'oposição de Marte' e
acontece a cada dois anos, um mês e 18 dias.
Além disso, no último dia de julho, o 'planeta vermelho' estará na
menor distância da Terra, e ficará ainda mais brilhante. Será a maior
aproximação de Marte à Terra em 15 anos.
Notícias ao Minuto
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