sábado, 31 de março de 2018

"Quadrilhão do MDB"

Amigos de Michel Temer foram denunciados pelo Ministério Público Federal antes de prisões

Yunes e Lima foram denunciados pela Procuradoria no dia 21 de março, com base em dados reunidos durante a investigação do caso batizado como “quadrilhão do MDB”

Coronel Lima, que foi preso durante a Operação Skala - (Foto: Arquivo)

Seis dias antes de serem presos pela Operação Skala, na quinta-feira (29), o advogado José Yunes e o coronel João Baptista Lima, ambos amigos do presidente Michel Temer (MDB), foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por supostamente participarem de uma organização criminosa ligada ao MDB. A informação foi antecipada pelo jornal O Globo.
Yunes e Lima foram denunciados pela Procuradoria no dia 21 de março, com base em dados reunidos durante a investigação do caso batizado como “quadrilhão do MDB”. Como os dois não têm foro privilegiado, as denúncias coletadas durante o inquérito citado foram desmembradas e endereçadas à 12ª Vara Federal de Brasília. Outras três pessoas estão em situação semelhante. Os nomes dos demais integrantes dessa nova leva de denunciados, no entanto, estão sob sigilo.
O “quadrilhão” apura a atuação do grupo político do presidente Michel Temer, que seria formado por aliados como Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco. Com exceção dos dois últimos, que são ministros e, portanto, têm foro privilegiado, os demais estão presos.
O caso investiga uma série de irregularidades atribuídas a integrantes de partidos cometidas em diversos escalões da administração pública, como na Caixa Econômica Federal. Há ainda suspeitas de fraudes no setor portuário, com provas distintas das que nesse momento estão em avaliação na Operação Skala.
Seis dias antes de serem presos pela Operação Skala, na quinta-feira (29), o advogado José Yunes e o coronel João Baptista Lima, ambos amigos do presidente Michel Temer (MDB), foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por supostamente participarem de uma organização criminosa ligada ao MDB. A informação foi antecipada pelo jornal O Globo.
Yunes e Lima foram denunciados pela Procuradoria no dia 21 de março, com base em dados reunidos durante a investigação do caso batizado como “quadrilhão do MDB”. Como os dois não têm foro privilegiado, as denúncias coletadas durante o inquérito citado foram desmembradas e endereçadas à 12ª Vara Federal de Brasília. Outras três pessoas estão em situação semelhante. Os nomes dos demais integrantes dessa nova leva de denunciados, no entanto, estão sob sigilo.
O “quadrilhão” apura a atuação do grupo político do presidente Michel Temer, que seria formado por aliados como Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco. Com exceção dos dois últimos, que são ministros e, portanto, têm foro privilegiado, os demais estão presos.
O caso investiga uma série de irregularidades atribuídas a integrantes de partidos cometidas em diversos escalões da administração pública, como na Caixa Econômica Federal. Há ainda suspeitas de fraudes no setor portuário, com provas distintas das que nesse momento estão em avaliação na Operação Skala.
Veja

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