Namorado de jovem que ofereceu carona por WhatsApp alertou: 'Cuidado'
'Eu sempre ficava preocupado com ela e mandei mensagem pedindo para ela tomar cuidado', conta Marcos Antônio da Silva
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| © Reprodução/Arquivo pessoal |
A radiologista que foi encontrada morta no Triângulo Mineiro nesta
quinta-feira (2) depois de oferecer carona no WhatsApp conversou com o
namorado pouco antes de desaparecer. Kelly Cristina Cadamuro, de 22
anos, trocou mensagens com o engenheiro civil Marcos Antônio da Silva,
de 28: "Amor, pelo amor de deus, cadê você?", escreveu ele.
O namorado contou ao "G1"
que Kelly saiu de São José de Rio Preto, no interior de São Paulo, na
quarta-feira (1º), com destino a Itapagipe, onde passaria o feriado
prolongado com a família dele.
Um dia depois do desaparecimento, o corpo foi encontrado e três suspeitos de cometerem o crime foram presos.
Entre os detidos estava o rapaz que aceitou a carona. Segundo a Polícia
Militar, um dos homens confessou ter entrado no grupo de carona com a
intenção de assaltar a vítima.
Às
18h35, Kelly avisou ao namorado pelo WhatsApp que estava iniciando a
viagem. Quase uma hora depois, às 19h23, ela voltou a enviar notícias,
disse que tinha parado para abastecer. A conversa pode ser lida acima.
“Ela
era acostumada a viajar e compartilhar carona e, geralmente, me mandava
foto de quem era a pessoa que iria acompanhá-la. Dessa vez, como foi
uma moça que ligou para ela combinando por telefone, não tinha imagens.
Na ligação, ela me contou que iria esta moça e o namorado dela, mas, na
hora de embarcar, só o rapaz apareceu. Eu sempre ficava preocupado com
ela e mandei mensagem pedindo para ela tomar cuidado. Às 20h23, voltei a
procurá-la e ela não apareceu mais”, contou Marcos.
O corpo da vítima foi encontrado
em um córrego da região. Ela estava seminua e com a cabeça mergulhada na
água, de acordo com a polícia. Na declaração de óbito consta a
informação que Kelly foi vítima de asfixia e estrangulamento.
Notícias ao Minuto

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