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quarta-feira, 23 de maio de 2018

'Quem não apoiar, saia do partido'

Michel Temer lança Henrique Meirelles pré-candidato do MDB à Presidência da República


Pressionado pelos correligionários de MDB a desistir da reeleição e assumir publicamente a pré-candidatura à Presidência de Henrique Meirelles, o presidente Michel Temer seguiu o desejo do partido e lançou na manhã desta terça-feira o nome do ex-ministro da Fazenda. Ao discursar para uma plateia de emedebistas no lançamento do documento “Encontro com o futuro”, realizado na Fundação Ulysses Guimarães, Temer se referiu a Meirelles como “o melhor entre os melhores” para representar o partido e o campo de centro nas eleições presidenciais de outubro. Ao declarar apoio ao ex-ministro da Fazenda, Temer abandona suas pretensões eleitorais e, por consequência, sua carreira nas urnas.
– Ficarei orgulhosíssimo se um dia Meirelles for proclamado, pelo voto popular, presidente do Brasil. O Meirelles é o melhor entre os melhores. Por isso, tem condições de estar à frente do nosso partido e à frente da nossa campanha eleitoral. Chamamos você e chamamos para ser presidente do Brasil! – discursou Temer.
Além de referendar o nome do ex-ministro, o presidente mandou um recado direto aos partidos de centro, ao defender que Meirelles seja o “único candidato” desse conjunto de partidos.
– Que você, queira Deus, seja o único candidato do centro para continuar o que começamos. Se produzirmos agora 1/3 do que já produzimos, Meirelles, você vai pegar o país com tranquilidade absoluta – disse.
Temer também mandou um recado para a ala do partido que deseja relegar seu governo ao passado e seguir nas eleições sem um candidato que defenda a gestão de Temer. Hoje, esse grupo está materializado nos diretórios de Alagoas, do senador Renan Calheiros; no Paraná, do senador Roberto Requião; e do Ceará, comandado pelo presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira.
– Será que o MDB tem o direito de ignorar tudo que fizemos ou de levar adiante? Levar adiante. Não podemos negar, melhorou e em pouquíssimo tempo. Imagina em mais quatro anos. E não podemos brincar que a crise volta. O MDB nunca faltou ao país — disse Temer.
Temer destacou por vários minutos a “competência” de Meirelles.
– Se há dois anos atrás dissesse que esse nome conseguiria baixar a inflação, os juros e ainda fazer a Bolsa bater recordes, com 86, 87 pontos, se há dois anos dissesse que o Meirelles viria para o MDB e estaria aqui lançando o Encontro com toda certeza diriam: Temer, conta outra. E foi por isso que escolhi o Meirelles para conduzir a economia e fiz a escolha corretíssima. É correto, homem simples de Goiás que ganhou o mundo, nome mais do que honrado – disse Temer.
O presidente disse que ele continuará enfrentando os ataques ao governo:
– Escolhas sempre foram marcas do nosso governo. Sou realista: sei o que fiz e o que não fiz; o que falei e o que falam por mim. Se estou resistente, é porque estamos com a verdade e ela nos fortalece. A dor da acusação injusta não vai nos paralisar. Do meu momento cuido eu, do país cuidamos todos nós, o MDB.
‘QUEM NÃO APOIAR, SAIA DO PARTIDO’
Em seu discurso, Temer fez uma cobrança aos membros do partido para que deixem de querer ir cada um para uma direção e se una em torno da candidatura de Meirelles. Para ele, quem não estiver unido, que saia do MDB. De acordo com o presidente, o ex-ministro será uma surpresa nas eleições, quando começar a percorrer o Brasil.
– O Meirelles é o melhor dentre os melhores, não tenho dúvida. Por isso você tem condições de estar à frente no nosso partido e na disputa eleitoral, e será uma surpresa quando ele andar por aí com a força dos nosso líderes — disse, emendando em seguida a cobrança:
– Nos gabamos por sermos um partido democrático. Tudo bem. Por isso é que conseguimos essa unidade absoluta. Temos que aproveitar a campanha eleitoral para mostrar a unidade. Vamos parar com essa história de eu não apoio o Meirelles. Dizer: “Ah, eu não apoio o Meirelles?” Saia do partido. Temos que ter unidade absoluta, não podemos contemporizar. O povo brasileiro está atento — concluiu.
O Globo

domingo, 16 de julho de 2017

O drama de Rose

Mãe luta pelo direito da filha de morrer; Rose, de dez anos, tem uma doença genética rara


A britânica Juliet Flower luta para que sua filha tenha o direito de morrer. Rose, de dez anos, tem uma condição genética rara. Ela é cega e não se move, e seu cérebro não amadureceu totalmente. A menina tem convulsões todos os dias.
“Ela nunca vai melhorar. Algumas coisas não têm solução”, diz Juliet.
Ela quer interromper a alimentação por tubo e a medicação de Rose. A menina tem um longo histórico de intervenções médicas, e uma doença recente quase a matou.
“Temos que colocar na balança o que é melhor para ela”, afirma Juliet.
“Não se trata de Rose ter uma grande deficiência, ser cega, estar em uma cadeira de rodas, nada disso importa, nós a amamos. Trata-se de sua saúde, seu futuro e da sua qualidade de vida no dia a dia, não suas deficiências.”
Médicos precisam seguir regras para decidir o que é melhor para uma criança. Um segundo grupo de especialistas avaliará Rose para determinar o que fazer.
“Ela é linda, e, nos dias bons, há sorrisos”, diz Juliet.
“Quero que as pessoas enxerguem por trás dos belos sorrisos, vejam o que seu corpo está fazendo e se perguntem o que fariam se fosse seu filho.”
BBC

segunda-feira, 20 de março de 2017

Aproximação proibida

Casal é açoitado na Indonésia por ter se aproximado fora do casamento

Severa lei islâmica
Um casal que se aproximou demais na Indonésia recebeu 25 chibatadas cada um nesta segunda-feira. A aproximação entre homens e mulheres não casados é uma prática contrária à Lei Sharia, cumprida apenas na cidade de Banda Achém, na Ilha Sumatra, na Indonésia. As informações são do jornal britânico “Daily Mail”.
Uma multidão se aglomerou para observar os condenados pela lei islâmica serem açoitados, registrando o momento em seus celulares e tablets. Tanto o homem quanto a mulher vestem roubas brancas, cobrindo todo o corpo.
A mulher, que usa um véu sobre a cabeça, permanece ajoelhada, enquanto o homem fica em pé para receber as chibatadas nas costas. O algoz aparece nas imagens da agência de notícias “AFP” com seu rosto coberto por uma máscara de pano escuro.
A cidade de Banda Achém, na Ilha Sumatra, começou a implementar a Lei Sharia depois de ter recebido autonomia especial em 2001.
A severa lei islâmica, fundamentada por uma interpretação extremista do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, pune crimes sexuais fora do casamento, proximidade entre pessoas não casadas, adultério e pedofilia.
Apenas dez dias antes, um casal havia recebido 100 chibatadas por ter mantido relação sexual fora do casamento.

Extra

domingo, 30 de outubro de 2016

Carro é incendiado em Tavares

AINDA NÃO SE TEM CONHECIMENTO DAS CAUSAS DO INCÊNDIO DE UM VEÍCULO EM VIA PÚBLICA 

Ainda não se tem conhecimento do que teria motivado o incêndio de um veículo modelo Tempra, de cor azul e placa MNR 1100, ocorrido na Rua Bacharel Assis Félix, no bairro Creusa Marques, em Tavares, no Sertão da Paraíba.
O incêndio aconteceu na madrugada da última quarta-feira (26) e o carro, que pertence a Gleydson Ramos, foi totalmente consumido pelas chamas em frente a uma residência. Populares que perceberam a ação criminosa conseguiram apagar o fogo.
O proprietário do veículo reside atualmente em São Paulo.
Blog do Aryel Aquino

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Índice de chuvas

Previsões meteorológicas na Paraíba apontam para chuvas escassas nos próximos três meses

Meteorologista da AESA, Marle Bandeira, afirma que as chuvas entre agosto e outubro devem ser de pouca intensidade


 Previsões meteorológicas na Paraíba apontam para chuvas escassas nos próximos três meses

As previsões meteorológicas para os próximos três meses não são nada animadoras para quem depende da chuva para cultivar sua lavoura ou incrementar sua atividade. É que segundo as projeções da meteorologista da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (AESA), Marle Bandeira, as previsões apontam, para chuvas escassas, abaixo da média histórica na Paraíba.

Contudo, ela destaca que, como se trata de uma previsão, a situação pode mudar. Essas colocações foram feitas pela especialista durante uma reunião nesta quarta-feira (23), com a diretoria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), na sede da entidade, em João Pessoa.

“No período de agosto a outubro, não há indícios de maior quantidade de chuva, porque as águas do Atlântico continuam frias e por isso não há muita formação de nuvens e, consequentemente, há pouca expectativa de precipitações”, explicou a meteorologista, lembrando que mesmo em anos atípicos a maior concentração de chuva ocorre entre os meses de abril e julho. Embora em menor volume, ela frisa, no entanto, que nem sempre as chuvas escassas e abaixo da média significam secas.

Os dirigentes do setor canavieiro paraibano que, no momento, está em período de plantio, receberam com apreensão a notícia de que haverá poucas chuvas nos próximos 90 dias. “Já sofremos demais em 2012/13 e, justamente, quando estamos preparando nossos canaviais para a próxima safra vem uma notícia desta que nos preocupa porque já temos produtores, em pleno mês de julho, precisando irrigar suas lavouras em função das poucas chuvas, numa situação extremamente adversa”, afirma o presidente da Asplan, Murilo Paraíso.

Segundo o coordenador do Departamento Técnico da Asplan (DETEC), Vamberto Rocha, o objetivo da palestra foi fazer uma projeção das condições climáticas nos próximos meses, para nortear as ações no campo neste período. “A escassez de chuvas já está prejudicando o plantio e essa previsão de que teremos poucas chuvas nos próximos meses nos deixa ainda mais apreensivos”, finaliza ele.

Redação com Assessoria