OPINIÃO: sessão que julgaria obscenidades de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (15) brochou o Brasil
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| Discutindo promiscuidades, mas sem nenhuma decisão, sessão do STF foi brochante para os brasileiros |
Quem viu os lances da sessão do Supremo Tribunal FEderal (STF) chegou logo à conclusão: quase ninguém entre os ministros quis discutir o mérito das graves mensagens trocadas entre colegas com Daniel Vorcaro.
Sobrou bate-boca, faltou explicação.
A sofisticada estratégia combinada entre Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flavio Dino funcionou. Eles foram mais competente advogados, que são, e menos ministros e tumultuaram a sessão.
Com o debate todo jogado para o campo das filigranas jurídicas, as conversas comprometedoras e o inexplicável contrato ficaram ofuscadas e foram parar debaixo do aveludado tapete do Supremo.
Com aquela discussão de boteco, a sessão foi tão obscena quanto o nível das suspeitas de promiscuidade com Vorcaro. Os favores teriam chegado até ao ponto de suposto pagamento de programa sexual para divertir um dos ministros.
Dinheiro na mão, toga no chão. Uma prostituição. Literalmente!
Nessa orgia, sobrou à única mulher da Corte o total e público constrangimento. Mas não é a ministra Cármen Lúcia quem nos deve desculpas.
Blog JURU EM DESTAQUE com MaisPB - Por Heron Cid

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