Os candidatos à Presidência da República participaram de encontros com apoiadores e debates em diferentes cidades

A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta sexta-feira (28) incluiu sabatinas e debates, além de caminhadas e ações de campanha em diferentes cidades.
Os concorrentes ao Palácio do Planalto também participaram de panfletagens, encontros com apoiadores, debates em instituições de ensino e participação em feiras e eventos culturais.
>> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente:
No centro da cidade, teve ação com candidatos apoiadores.
Ele ainda concederá entrevista à imprensa e participará de encontro com integrantes do partido, em um congresso estadual no Minas Ouro Hotel.
Ele voltou a falar que seu primeiro ato, caso seja eleito, será acabar com as bets.
O candidato ouviu ainda relatos de como milhares de famílias têm sido afetadas pelo vício nas apostas.
"Eu sendo eleito, dia 5 de janeiro, dia da posse, estarei [pronto] com o resgate da reforma trabalhista também que foi totalmente mutilada pelo STF e provocando um problema sério", afirmou, em evento com empresários e estudantes do programa Jovem Aprendiz, organizado pela Associação Comercial (ACRJ), Fecomércio RJ e Firjan.
Sobre o fim da escala 6x1, o candidato disse não ser contrário ao direito de uma jornada de trabalho menor, mas que buscará "alternativas" para que nenhuma empresa "seja penalizada".
Na sequência, se reuniu com a coordenação de campanha.
De acordo com a agenda, o candidato viajará à noite para o Rio Grande do Sul, onde inicia no sábado uma série de atividades da campanha.
Ele defendeu o fim da escala de trabalho 6x1 e propôs a estatização do ensino universitário privado.
“Nós vamos com essa medida colocar um ensino gratuito e de qualidade para a nossa juventude”, afirmou.
Segundo Hertz Dias, as principais bandeiras de sua campanha são o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho sem redução salarial e de direitos trabalhistas.
"A riqueza produzida pelos trabalhadores precisa retornar para quem a produz, e não apenas aumentar os lucros das grandes empresas", disse.
Lula disse que uma de suas prioridades, se reeleito, será ampliar os investimentos em políticas educacionais.
"Queremos fazer mais investimentos e escolher os cursos que a gente vai investir para que o Brasil possa disputar tecnologia com a China e os Estados Unidos e desenvolver o país", afirmou.
* Colaboraram Douglas Corrêa e Isabela Vieira (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís) e Pedro Peduzzi (Brasília)
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