quarta-feira, 15 de março de 2017

Falta de provas salva padre

Padre acusado de pedofilia na Paraíba é inocentado por falta de provas

Segundo o Ministério Público, as investigações da Polícia Civil não apontaram indícios documentais e testemunhais de que o padre tenha cometido o delito

De acordo com o Ministério Público, as investigações da Polícia Civil constataram que o indiciado no inquérito - padre Jaildo não cometeu crime - (Foto: Divulgação)

A Justiça da Paraíba acolheu um pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) para arquivar o inquérito envolvendo o padre Jaildo Souto, que foi acusado do crime de pedofilia contra um rapaz. O crime teria ocorrido em 2008 e denunciado em 2014. A decisão foi assinada pela juíza Daniere Ferreira, da comarca de Caaporã, na Grande João Pessoa, no mês passado. O caso foi arquivado por falta de provas.
De acordo com o pedido do Ministério Público, com base nas investigações da Polícia Civil, ficou constatado que o indiciado no inquérito - padre Jaildo - não cometeu crime de pedofilia. As investigações do delegado Aneilton Castro, segundo o MPPB, não encontraram indícios documentais e testemunhais de que o padre tenha cometido o delito.
A assessoria de imprensa da Arquidiocese da Paraíba disse que não tinha informações sobre o caso.
 
O caso 
No mês de fevereiro de 2014, foi registrado um Boletim de Ocorrência Policial  na Delegacia de Polícia de Pitimbu pela suposta vítima do padre Jaildo. A acusação do crime de pedofilia relatada teria ocorrido no ano de 2008 quando, o menor abusado sexualmente tinha apenas quinze anos e, conforme denúncia, foi seduzido pelo padre Jaildo Souto mediante oferecimento de objetos valiosos, dinheiro, viagens e até mesmo de armações para poder conduzir a vítima a um motel no Estado de Pernambuco.
Padre Jaildo Souto foi afastado de suas atividades eclesiásticas pela Arquidiocese da Paraíba, na época, por meio de uma licença médica.
ClickPB

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