Alvo de três denúncias apresentadas pela Procuradoria Geral da República, previsão era que Temer seria preso ao deixar a Presidência
Há pouco mais de dois anos no cargo, Temer era alvo de três denúncias apresentadas pela Procuradoria Geral da
República - PGR, a última por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele perdeu o chamado foro privilegiado, que garante aos políticos com
mandato o direito de só serem julgados pelo STF, Supremo Tribunal
Federal.
Na prática, Temer corria o risco,
inclusive, de ser preso, caso fossem confirmadas as denúncias. Só a
procuradora Raquel Dodge já havia pedido a abertura de mais cinco inquéritos
contra o então presidente – todos ramificações do inquérito dos Portos, que
apura a existência de um esquema de corrupção no Porto de Santos que
seria anterior à década de 1990 e que teria movimentado mais de 30
milhões de reais.
Temer ainda foi denunciado duas vezes
pelo ex-procurador Rodrigo Janot com base na delação de executivos da
JBS. Com o fim do foro, também deve ter seguimento um outro inquérito
contra o emedebista, investigação que apura o suposto repasse de 10
milhões de reais da Odebrecht para o grupo político de Temer.

Fonte: colunaextra.com com informações da Jovem Pan

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