sexta-feira, 22 de março de 2019

'Palhaçada' e 'circo' na Câmara de Vereadores de Juru

PODER LEGISLATIVO JURUENSE FICA MAIS POBRE APÓS DEPRIMENTE DISCUSSÃO DURANTE SESSÃO 

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Pelo que se vê pelas redes sociais, na próxima sessão da Câmara Municipal de Juru haverá mais um capítulo do deprimente bate-boca travado na última sexta-feira (15) envolvendo o vereador Manoel Araújo, a secretária Fátima Alves e seu filho Marquinhos. 
Aliás, esse entrevero já havia ficado evidente no discurso do parlamentar, quando ele prometeu apresentar fatos novos e provas documentais sobre uma discussão que já envolve o nome de outras pessoas, mas para o bem de todos, deveria ter sido evitada.
Tudo teve início após Marquinhos Alves ter sido citado durante pronunciamento de Manoel Araújo na tribuna da Câmara sobre suposta utilização de Caçamba e Retroescavadeira pertencentes à prefeitura em obra de sua propriedade.
Nada de mais além disso foi dito pelo vereador, que inclusive tem imunidade parlamentar assegurada por lei, assim como nada de mais há em um cidadão ser beneficiado com serviços realizados por veículos, máquinas ou equipamentos pertencentes à prefeitura, mesmo que este seja secretário municipal ou ocupe qualquer outro cargo comissionado. 
A discussão, no entanto, ultrapassou os limites da Câmara Municipal e ocupou espaços nas redes sociais, com ruidosa troca de farpas entre os envolvidos, tendo se agravado ainda mais após o assunto ter sido abordado em público pela secretária Fátima Alves que saiu em defesa do filho.  
Através da emissora de rádio local a genitora de Marquinhos teria atacado Manoel Araújo e, de acordo com áudio gravado, citou a sessão da Câmara repetidas vezes como sendo uma 'palhaçada' - adjetivo que deixou os vereadores, deveras, insatisfeitos.
O desfecho daquela triste reunião, após permissão para que mãe e filho fizessem uso da tribuna, foi uma acirrada discussão de ambos com o vereador Manoel Araújo, que chamou a atenção inclusive de quem se encontrava em praça pública ou na vizinhança da Câmara. 
Se antes, porém, a sessão foi adjetivada de 'palhaçada', a sessão da última sexta-feira foi chamada de 'circo' pela enfurecida secretária. 
Pasmem! Esperar o quê de uma sessão que acontece apenas de quinze em quinze dias, cuja pauta constava tão somente o uso da tribuna por quem não é membro do poder legislativo?

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