sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Caso do crime bárbaro de Daniel

Veja o que se sabe até agora sobre o bárbaro assassinato do jogador Daniel

Crime que aconteceu no Paraná está sendo investigado pela polícia


O que se sabe até agora sobre o assassinato de Daniel
Veja o que se sabe até agora sobre o caso:
Morte de Daniel
Segundo uma testemunha, Daniel foi espancado por quatro homens durante uma festa na casa da família Brittes. Na sequência, quando o jogador já estava "praticamente desfalecido", ele foi colocado no porta-malas de um carro e levado dali.
A vítima foi encontrada parcialmente degolada e com o pênis cortado em um matagal em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná.
Principal suspeito
Edison Brittes Junior, conhecido como Juninho, é o principal suspeito do assassinato. Ele, inclusive, já admitiu ter cometido o crime. De acordo com a defesa de Juninho, o suspeito ouviu um grito de "socorro" do quarto onde a mulher dele, Cristiana Brittes, dormia. Ao chegar lá, encontrou Daniel sem calças.
Uma testemunha-chave já havia revelado à polícia que o jogador teria se envolvido com a mulher de um dos suspeitos em um after party.
Jogador não tentou estuprar Cristiana, diz delegado
O delegado da Polícia Civil de São José dos Pinhais, Amadeu Trevisan, afirmou que não houve tentativa de estupro. Testemunhas afirmam não ter ouvido gritos da mulher.
Presos
Edison, a mulher dele, Cristiana, e a filha, Allana, de 18 anos, estão presos temporariamente. Eles foram transferidos da Delegacia de São José dos Pinhais nessa quinta-feira (8). Edison foi para o Centro de Triagem I, em Curitiba, enquanto Cristiana e Allana estão na Penitenciária Feminina, em Piraquara, na região metropolitana da capital.
Demais suspeitos se entregam
Dois suspeitos de participar do espancamento e morte do jogador Daniel Corrêa se apresentaram à polícia nessa quinta-feira (8): Ygor King, de 19 anos, e David Willian Villeroy da Silva, de 18. Eles vão ficar presos temporariamente por 30 dias.
Testemunha diz ter sido ameaçada
Uma testemunha disse que foi ameaçada pelo suspeito. Esta pessoa contou que se reuniu na última segunda-feira (5) com Juninho e mais três homens que presenciaram as agressões para combinar o que diriam à polícia. No entanto, ela alega que não concordou em mentir e resolveu denunciar o caso às autoridades.

Último depoimento do suspeito: Juninho diz que mentiu para proteger filho de políticos
De acordo com Juninho, um dos agressores, que teria dado socos e pontapés na vítima e quebrado o celular dele, é filho de um casal de políticos de São José dos Pinhais (PR).
Convidado a fazer sexo com Cristiana
Uma testemunha afirmou que o atleta teria sido convidado pelo suspeito a ter relações sexuais com sua esposa. O suspeito teria usado cocaína e drogas sintéticas, de acordo com o relato. "A família tem direito de saber que Daniel não tentou estuprar ninguém, ele realmente foi inocente na história", afirmou a testemunha.
Quem era Daniel?
Daniel tinha 24 anos e foi formado nas categorias de base do Cruzeiro. Ele passou por Botafogo, São Paulo e Coritiba, mas teve sucessivas lesões, que impediram-no de deslanchar na carreira. O meia estava emprestado ao São Bento (SP) e tentava retomar a carreira.
Notícias ao Minuto

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