Gaeco e Ministério Público realizam ação e agentes penitenciários do PB1 são presos suspeitos de vender celulares por R$ 15 mil
Agentes penitenciários do PB1 são presos suspeitos de vender celulares por R$ 15 mil
Agentes
penitenciários da Paraíba estão sendo investigados por facilitar a
entrada de aparelhos celulares na Penitenciária de Segurança Máxima
Romeu Gonçalves Abrantes, o PB1. O caso está sendo apurado dentro da
Operação Black Friday, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o
Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público Estado da Paraíba
(MPPB), em ação conjunta com a Delegacia especializada no combate ao
crime organizado (DECCOR) e a Gerência de Inteligência e segurança
orgânica da Secretária de Administração Penitenciária (GISOP).
As
investigações apontam que os aparelhos celulares eram comercializados
por diversos agentes penitenciários aos presos, no valor de R$ 15 mil.
Já os carregadores eram comercializados por R$ 4 mil.
Os
investigados podem responder por corrupção ativa e passiva (Art. 317 e
333 ambos do Código Penal), lavagem ou ocultação de ativos financeiros
(Art. 1º da lei 9.613/98) e participação em organização criminosa (Art.
2º da lei 12.850/2013).
Em andamento
Por volta das 11h30, o
detento Livaci Muniz da Silva, conhecido como ‘Galeguinho’, foi
transferido para o presídio de Porto Velho, em Rondônia. Ele é um dos
quatro presos que teriam motivado a ação de resgate no PB1 no último dia
9 de setembro.
Segundo a polícia, Galeguinho não fugiu porque
estava no isolamento do presídio. Fontes informaram à Rede Tambaú de
Comunicação que agentes penitenciários do PB1 estariam sendo
investigados por facilitar o ataque.
Os investigados podem
responder por corrupção ativa e passiva (Art. 317 e 333 ambos do Código
Penal), lavagem ou ocultação de ativos financeiros (Art. 1º da lei
9.613/98) e participação em organização criminosa (Art. 2º da lei
12.850/2013).
Fonte: Portal T5 - Publicado por: Amara Alcântara

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