COMENTÁRIO CRITICA O BLOG JURU EM DESTAQUE PELA POSTAGEM "MEU AMIGO 'CHARLIE BROWN' DE JURU"

Embora o site JURU EM DESTAQUE tenha primado pelo respeito devido ao leitor desde a sua criação, tendo agido até o presente momento com isenção e imparcialidade, sem se deixar envolver por qualquer tipo de querelas, é natural que em algum momento lhe sejam feito críticas a respeito de determinada matéria, algumas deles muitas vezes chegando inclusive a ser desrespeitosas e impublicáveis.
Sem que o citado comentário tenha faltado com o devido respeito, foi o que aconteceu na postagem intitulada "Meu amigo 'Charlie Brown' de Juru" publicada nesta quarta-feira (19), numa homenagem feita a um jovem juruense em que foi feito uma espécie de trocadilho com o título de um dos grandes sucessos do cantor Benito di Paula: "Meu amigo Charlie Brown".
No comentário do anônimo leitor, que não foi publicado pelo blog justamente por conta da falta de identificação do autor, a matéria é acusada de "Reportagem sem sentido... 2009???, sem nexo".
Ora! Pela quantidade de curtidas que a postagem recebeu pela rede social Facebook, supõe-se que "sem sentido e sem nexo" seja o isolado comentário de um leitor que se esconde por trás do manto do anonimato para tecer sua infundada crítica. Aliás, essa não seria a primeira, pois outras já foram feitas no mesmo sentido provavelmente pelo mesmo autor.
Diga-se de passagem, no entanto, que, assim como os elogios, as críticas também serão sempre aceitáveis, desde que o autor se identifique. Lembrando ainda que há uma grande diversidade de temas que são abordados pelo blog e que o leitor pode adiantar o texto quando a leitura não for do seu interesse.
Vale salientar que a ideia do blog foi tão somente registrar fotografias do "meu amigo 'Charlie Brown' de Juru", filho de um casal amigo, e, ao mesmo tempo, aproveitar a oportunidade para falar um pouco a respeito do famoso cantor e compositor Uday Velozzo, que ficou conhecidíssimo em todo o país como Benito di Paula, ídolo dos anos 70, que lançou o grande sucesso "Meu amigo Charlie Brown" em CD e DVD no ano de 2009, depois de 13 anos sem gravar.
Confira abaixo matéria de Eliane Santos, do EGO, Rio de Janeiro, em 18 de julho de 2009:
Sem que o citado comentário tenha faltado com o devido respeito, foi o que aconteceu na postagem intitulada "Meu amigo 'Charlie Brown' de Juru" publicada nesta quarta-feira (19), numa homenagem feita a um jovem juruense em que foi feito uma espécie de trocadilho com o título de um dos grandes sucessos do cantor Benito di Paula: "Meu amigo Charlie Brown".
No comentário do anônimo leitor, que não foi publicado pelo blog justamente por conta da falta de identificação do autor, a matéria é acusada de "Reportagem sem sentido... 2009???, sem nexo".
Ora! Pela quantidade de curtidas que a postagem recebeu pela rede social Facebook, supõe-se que "sem sentido e sem nexo" seja o isolado comentário de um leitor que se esconde por trás do manto do anonimato para tecer sua infundada crítica. Aliás, essa não seria a primeira, pois outras já foram feitas no mesmo sentido provavelmente pelo mesmo autor.
Diga-se de passagem, no entanto, que, assim como os elogios, as críticas também serão sempre aceitáveis, desde que o autor se identifique. Lembrando ainda que há uma grande diversidade de temas que são abordados pelo blog e que o leitor pode adiantar o texto quando a leitura não for do seu interesse.
Vale salientar que a ideia do blog foi tão somente registrar fotografias do "meu amigo 'Charlie Brown' de Juru", filho de um casal amigo, e, ao mesmo tempo, aproveitar a oportunidade para falar um pouco a respeito do famoso cantor e compositor Uday Velozzo, que ficou conhecidíssimo em todo o país como Benito di Paula, ídolo dos anos 70, que lançou o grande sucesso "Meu amigo Charlie Brown" em CD e DVD no ano de 2009, depois de 13 anos sem gravar.
Confira abaixo matéria de Eliane Santos, do EGO, Rio de Janeiro, em 18 de julho de 2009:
Benito Di Paula: O amigo de ‘Charlie Brown’ está de volta
![]() |
Benito Di Paula: depois de 13 anos sem gravar, ele brinca e diz que está pronto para a luta novamente
|
Você pode até não conhecer Benito Di Paula, 68 anos, mas já deve
ter ouvido os versos que dizem Ê, meu amigo Charlie Brown/Ê,
meu amigo Charlie Brown/ Se você quiser, vou lhe
mostrar... Ou então a triste história de “Retalhos de
Cetim” (Mas chegou o carnaval/E ela não desfilou/Eu chorei
na avenida, eu chorei/ Não pensei que mentia a cabrocha,que
eu tanto amei). Esses são apenas dois dos sucessos do
cantor que, mesmo sem gravar há 13 anos, permanece vivo na
memória de muita gente.
Mas Benito quer sair das lembranças empoeiradas
dos fãs mais velhos e se mostrar também para as novas gerações.
Para isso, gravou esta semana no Rio de Janeiro CD e DVD
com grandes sucessos de sua carreira e quatro músicas inéditas.
O trabalho teve produção de Jorge Cardoso e participação do
filho do cantor, Rodrigo Veloso, e do irmão dele, Nei Veloso.
“Não queria gravar. Sempre acho que fazer show é
melhor, viajar”, diz ele que, apesar da rebeldia em relação ao
estúdio, tem 26 discos em sua carreira e já chegou a competir em
vendas com Roberto Carlos em 1977.
Em um bate-papo com o EGO durante
o ensaio para o show de gravação do DVD, Benito contou que a
onda do sertanejo da década de 90 foi a responsável por seu
"sumiço", explicou de onde vem a inspiração para o seu
visual carregado de anéis e cordões e até como compôs “Meu amigo
Charlie Brown”, a música que abre esta matéria.
![]() |
Onda sertaneja atrapalhou carreira do cantor
|
Treze anos sem disco
Parei de gravar quando começou a entrar uma
situação diferente de música, o sertanejo. Não estou dizendo que
os sertanejos não podiam gravar, mas que atrapalhou, atrapalhou.
Era muito dupla e tudo igual. Todo mundo tem direito de gravar,
mas na cultura brasileira, uma coisa não pode atrapalhar a
outra. O carnaval não pode atrapalhar o samba que vigora ao
longo do ano. Mas quando um gênero vira febre, a coisa fica
ruim, fica devagar. O que a gente faz? A gente respeita e
continua a fazer shows.
Trabalho
Fiquei sem gravar, mas nunca fiquei sem trabalho. Sempre fiz show. Meu negócio é o palco.
DVD
Não queria gravar. Sempre acho que fazer show é melhor, viajar. Mas o público pedia muito. Tenho muitos e-mails de gente pedindo para voltar a gravar. Pensei até em fazer algo com eles para o encarte desse trabalho. Mas topei mesmo porque a EMI disse que eu podia fazer como eu quisesse, do meu jeito. Topei e está muito legal. Selecionei alguns sucessos da minha carreira, além de quatro músicas inéditas.
Fiquei sem gravar, mas nunca fiquei sem trabalho. Sempre fiz show. Meu negócio é o palco.
DVD
Não queria gravar. Sempre acho que fazer show é melhor, viajar. Mas o público pedia muito. Tenho muitos e-mails de gente pedindo para voltar a gravar. Pensei até em fazer algo com eles para o encarte desse trabalho. Mas topei mesmo porque a EMI disse que eu podia fazer como eu quisesse, do meu jeito. Topei e está muito legal. Selecionei alguns sucessos da minha carreira, além de quatro músicas inéditas.
![]() |
Cantor Benito di Paula com o filho Rodrigo Veloso, que segue os passos do pai
|
O começo
Já fazia shows na noite, quando uma gravadora
pediu para que eu gravasse os sucessos da época com orquestra
com a qual eu me apresentava e meu piano. Gravei “Azul da Cor do
Mar”, do Tim Maia, “Madalena”, do Ivan Lins, “Na Tonga da
Mironga do Kabuletê”, do Vinicius de Moraes, e gravei também
“Apesar de Você”, do Chico Buarque, e meu disco acabou sendo censurado
(risos). Achei uma sacanagem, mas aí que quis fazer mesmo.
Segredo do sucesso
Não dá para explicar. O sucesso é inexplicável.Cheguei a vender tantos discos quanto o Roberto Carlos durante uma época da minha vida. Mas ninguém vende mais que ele. Vendi 45 milhões de discos em todo o mundo. É muita coisa.
Segredo do sucesso
Não dá para explicar. O sucesso é inexplicável.Cheguei a vender tantos discos quanto o Roberto Carlos durante uma época da minha vida. Mas ninguém vende mais que ele. Vendi 45 milhões de discos em todo o mundo. É muita coisa.
![]() |
'Não sou sambista, sou sambeiro', diz ele sobre a mistura de piano com samba
|
Piano com samba
Desde criança, sempre ouvia Luiz Gonzaga, Ataulfo Alves, Tito Fuentes, Xavier Cougar. Misturo todos esses ritmos na minha música. Além do samba, mas não sou sambista. Sambista é o Paulinho da Viola. Eu sou sambeiro.
Como nasceu Charlie Brown
Fiz a música na época em que eu morava em uma pensão de italianos, e eles liam a revistinha em quadrinho e riam à beca. Um dia, pedi para traduzirem para mim, eles traduziram e aquilo me deu a idéia de montar uma historia como se o Charlie Brown estivesse chegando no Brasil e eu tivesse que apresentar o país a ele. Quando gravei, já tinha feito a musica há muito tempo.
Como nasceu Benito
Meu nome é Uday, que é de origem cigana e quer dizer chefe da tribo. Mas não podia cantar na noite com esse nome. Fui tocar em uma boate em Friburgo e, chegando lá, foram escolher um nome para mim. O cara olhou para a minha cara, pensava, dizia que eu era um rapaz que andava sempre bem vestido, que era bonito e, do nada, soltou Benito, no lugar de bonito. Daí, ficou. Depois eu falei: coloca Di Paula para italianar o nome todo (risos).
Desde criança, sempre ouvia Luiz Gonzaga, Ataulfo Alves, Tito Fuentes, Xavier Cougar. Misturo todos esses ritmos na minha música. Além do samba, mas não sou sambista. Sambista é o Paulinho da Viola. Eu sou sambeiro.
Como nasceu Charlie Brown
Fiz a música na época em que eu morava em uma pensão de italianos, e eles liam a revistinha em quadrinho e riam à beca. Um dia, pedi para traduzirem para mim, eles traduziram e aquilo me deu a idéia de montar uma historia como se o Charlie Brown estivesse chegando no Brasil e eu tivesse que apresentar o país a ele. Quando gravei, já tinha feito a musica há muito tempo.
Como nasceu Benito
Meu nome é Uday, que é de origem cigana e quer dizer chefe da tribo. Mas não podia cantar na noite com esse nome. Fui tocar em uma boate em Friburgo e, chegando lá, foram escolher um nome para mim. O cara olhou para a minha cara, pensava, dizia que eu era um rapaz que andava sempre bem vestido, que era bonito e, do nada, soltou Benito, no lugar de bonito. Daí, ficou. Depois eu falei: coloca Di Paula para italianar o nome todo (risos).
![]() |
| Benito: visual indefectível |
Eu tinha um cabelo enrolado, daquele difícil de pentear. Mas na década de 70 virou moda. Depois, a idade foi chegando, tive que pintar o cabelo e a química alisa o cabelo. Agora, estou com o cabelo de roqueiro(risos). O resto é por causa dos meus antepassados ciganos. Gosto muito de anel, de brinco. Adoro essas coisas.
Para finalizar, nós que fazemos o Blog JURU EM DESTAQUE agradecemos o polêmico crítico em questão por ser ele um dos nossos assíduos leitores!





Nenhum comentário:
Postar um comentário