quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Criticar é fácil, difícil é você fazer o que faço!

COMENTÁRIO CRITICA O BLOG JURU EM DESTAQUE PELA POSTAGEM "MEU AMIGO 'CHARLIE BROWN' DE JURU"

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, atividades ao ar livre e close-up
Embora o site JURU EM DESTAQUE tenha primado pelo respeito devido ao leitor desde a sua criação, tendo agido até o presente momento com isenção e imparcialidade, sem se deixar envolver por qualquer tipo de querelas, é natural que em algum momento lhe sejam feito críticas a respeito de determinada matéria, algumas deles muitas vezes chegando inclusive a ser desrespeitosas e impublicáveis.
Sem que o citado comentário tenha faltado com o devido respeito, foi o que aconteceu na postagem intitulada "Meu amigo 'Charlie Brown' de Juru" publicada nesta quarta-feira (19), numa homenagem feita a um jovem juruense em que foi feito uma espécie de trocadilho com o título de um dos grandes sucessos do cantor Benito di Paula: "Meu amigo Charlie Brown".  
No comentário do anônimo leitor, que não foi publicado pelo blog justamente por conta da falta de identificação do autor, a matéria é acusada de "Reportagem sem sentido... 2009???, sem nexo".
Ora! Pela quantidade de curtidas que a postagem recebeu pela rede social Facebook, supõe-se que "sem sentido e sem nexo" seja o isolado comentário de um leitor que se esconde por trás do manto do anonimato para tecer sua infundada crítica. Aliás, essa não seria a primeira, pois outras já foram feitas no mesmo sentido provavelmente pelo mesmo autor.
Diga-se de passagem, no entanto, que, assim como os elogios, as críticas também serão sempre aceitáveis, desde que o autor se identifique. Lembrando ainda que há uma grande diversidade de temas que são abordados pelo blog e que o leitor pode adiantar o texto quando a leitura não for do seu interesse.   
Vale salientar que a ideia do blog foi tão somente registrar fotografias do "meu amigo 'Charlie Brown' de Juru", filho de um casal amigo, e, ao mesmo tempo, aproveitar a oportunidade para falar um pouco a respeito do famoso cantor e compositor Uday Velozzo, que ficou conhecidíssimo em todo o país como Benito di Paula, ídolo dos anos 70, que lançou o grande sucesso "Meu amigo Charlie Brown" em CD e DVD no ano de 2009, depois de 13 anos sem gravar.
Confira abaixo matéria de Eliane Santos, do EGO, Rio de Janeiro, em 18 de julho de 2009: 

Benito Di Paula: O amigo de ‘Charlie Brown’ está de volta

Marcos Serra Lima/Globo.com

Benito Di Paula: depois de 13 anos sem gravar, ele brinca e diz que está pronto para a luta novamente

Você pode até não conhecer Benito Di Paula, 68 anos, mas já deve ter ouvido os versos que dizem Ê, meu amigo Charlie Brown/Ê, meu amigo Charlie Brown/ Se você quiser, vou lhe mostrar... Ou então a triste história de “Retalhos de Cetim” (Mas chegou o carnaval/E ela não desfilou/Eu chorei na avenida, eu chorei/ Não pensei que mentia a cabrocha,que eu tanto amei). Esses são apenas dois dos sucessos do cantor que, mesmo sem gravar há 13 anos, permanece vivo na memória de muita gente.
Mas Benito quer sair das lembranças empoeiradas dos fãs mais velhos e se mostrar também para as novas gerações. Para isso, gravou esta semana no Rio de Janeiro CD e DVD com grandes sucessos de sua carreira e quatro músicas inéditas. O trabalho teve produção de Jorge Cardoso e participação do filho do cantor, Rodrigo Veloso, e do irmão dele, Nei Veloso.
“Não queria gravar. Sempre acho que fazer show é melhor, viajar”, diz ele que, apesar da rebeldia em relação ao estúdio, tem 26 discos em sua carreira e já chegou a competir em vendas com Roberto Carlos em 1977. 
Em um bate-papo com o EGO durante o ensaio para o show de gravação do DVD, Benito contou que a onda do sertanejo da década de 90 foi a responsável por seu "sumiço", explicou de onde vem a inspiração para o seu visual carregado de anéis e cordões e até como compôs “Meu amigo Charlie Brown”, a música que abre esta matéria. 
Marcos Serra Lima/Globo.com

Onda sertaneja atrapalhou carreira do cantor

Treze anos sem disco 
Parei de gravar quando começou a entrar uma situação diferente de música, o sertanejo. Não estou dizendo que os sertanejos não podiam gravar, mas que atrapalhou, atrapalhou. Era muito dupla e tudo igual. Todo mundo tem direito de gravar, mas na cultura brasileira, uma coisa não pode atrapalhar a outra. O carnaval não pode atrapalhar o samba que vigora ao longo do ano. Mas quando um gênero vira febre, a coisa fica ruim, fica devagar. O que a gente faz? A gente respeita e continua a fazer shows. 
Trabalho 
Fiquei sem gravar, mas nunca fiquei sem trabalho. Sempre fiz show. Meu negócio é o palco. 
DVD 
Não queria gravar. Sempre acho que fazer show é melhor, viajar. Mas o público pedia muito. Tenho muitos e-mails de gente pedindo para voltar a gravar. Pensei até em fazer algo com eles para o encarte desse trabalho. Mas topei mesmo porque a EMI disse que eu podia fazer como eu quisesse, do meu jeito. Topei e está muito legal. Selecionei alguns sucessos da minha carreira, além de quatro músicas inéditas. 
Marcos Serra Lima/Globo.com

Cantor Benito di Paula com o filho Rodrigo Veloso, que segue os passos do pai

O começo 
Já fazia shows na noite, quando uma gravadora pediu para que eu gravasse os sucessos da época com orquestra com a qual eu me apresentava e meu piano. Gravei “Azul da Cor do Mar”, do Tim Maia, “Madalena”, do Ivan Lins, “Na Tonga da Mironga do Kabuletê”, do Vinicius de Moraes, e gravei também “Apesar de Você”, do Chico Buarque, e meu disco acabou sendo censurado (risos). Achei uma sacanagem, mas aí que quis fazer mesmo.
Segredo do sucesso 
Não dá para explicar. O sucesso é inexplicável.Cheguei a vender tantos discos quanto o Roberto Carlos durante uma época da minha vida. Mas ninguém vende mais que ele. Vendi 45 milhões de discos em todo o mundo. É muita coisa. 
Marcos Serra Lima/Globo.com

'Não sou sambista, sou sambeiro', diz ele sobre a mistura de piano com samba

Piano com samba
Desde criança, sempre ouvia Luiz Gonzaga, Ataulfo Alves, Tito Fuentes, Xavier Cougar. Misturo todos esses ritmos na minha música. Além do samba, mas não sou sambista. Sambista é o Paulinho da Viola. Eu sou sambeiro.
Como nasceu Charlie Brown 
Fiz a música na época em que eu morava em uma pensão de italianos, e eles liam a revistinha em quadrinho e riam à beca. Um dia, pedi para traduzirem para mim, eles traduziram e aquilo me deu a idéia de montar uma historia como se o Charlie Brown estivesse chegando no Brasil e eu tivesse que apresentar o país a ele. Quando gravei, já tinha feito a musica há muito tempo.
Como nasceu Benito 
Meu nome é Uday, que é de origem cigana e quer dizer chefe da tribo. Mas não podia cantar na noite com esse nome. Fui tocar em uma boate em Friburgo e, chegando lá, foram escolher um nome para mim. O cara olhou para a minha cara, pensava, dizia que eu era um rapaz que andava sempre bem vestido, que era bonito e, do nada, soltou Benito, no lugar de bonito. Daí, ficou. Depois eu falei: coloca Di Paula para italianar o nome todo (risos).  
Marcos Serra Lima/Globo.com
Benito: visual indefectível

Visual 
Eu tinha um cabelo enrolado, daquele difícil de pentear. Mas na década de 70 virou moda. Depois, a idade foi chegando, tive que pintar o cabelo e a química alisa o cabelo. Agora, estou com o cabelo de roqueiro(risos). O resto é por causa dos meus antepassados ciganos. Gosto muito de anel, de brinco. Adoro essas coisas.

Para finalizar, nós que fazemos o Blog JURU EM DESTAQUE agradecemos o polêmico crítico em questão por ser ele um dos nossos assíduos leitores!

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