‘Musa do Tráfico’ é presa após ser deportada de Georgetown, capital da Guiana
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| Mulheres suspeitas de praticar os crimes posaram para foto com luvas, faca, facão e com o rosto coberto - (Foto: Polícia Civil/Divulgação/Arquivo) |
A
foragida Ana Carolina Gomes Pereira, conhecida como ‘Musa do Tráfico’,
de 23 anos, foi presa na tarde desta segunda-feira (11) pela Polícia
Militar do município do Bonfim, ao Norte de Roraima, região de fronteira
com a Guiana.
Ela era
procurada por suspeita de envolvimento do duplo homicídio das jovens
Áreli Dayane Cardoso de Oliveira, 19 anos, e Rayane Silva Pereira, de 25
anos, na região do Anel Viário, em dezembro do ano passado. A execução
teve participação direta de um menor e outras quatro mulheres que
filmaram o assassinato com requintes de crueldade.
‘Musa
do Tráfico’ estava em um presídio de Georgetown, capital da Guiana,
desde janeiro deste ano quando foi presa por participar de um assalto a
uma joalheria na cidade de Lethen, na fronteira com o Bonfim.
Ela
foi solta nesta segunda e deportada para o Brasil. De acordo com a
Polícia Militar, o consulado brasileiro em Lethen entrou em contato com a
PM de Bonfim informando que ‘Musa do Tráfico’ havia sido liberada.
Imediatamente
os policiais entraram em contato com a Divisão de Inteligência e
Captura e foi constatado que havia um mandado de prisão preventiva
expedido em dezembro contra ela.
A
suspeita foi levada para a procedimentos na delegacia de Bonfim. De
acordo com a PM, de todos os envolvidos na execução das duas jovens,
apenas Ana Carolina estava foragida.
Todos
os suspeitos da execução filmada das duas jovens são integrantes de uma
facção criminosa, segundo as investigações da Polícia Civil. No vídeo
encontrado no celular de uma das suspeitas é possível ver com nitidez
uma das vítimas sendo assassinada com dezenas de facadas.
Segundo
investigação da Polícia Civil, a ordem para executar as jovens no anel
viário partiu de quatro detentos que cumprem pena na Penitenciária
Agrícola de Monte Cristo. Os mandantes teriam alegado que elas seriam
supostas informantes de uma organização criminosa rival.
G1

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