Protestos contra a cúpula do G20 realizados nesta quinta-feira alertam Alemanha
Milhares
de pessoas protestaram nesta quinta – feira(6) contra a cúpula do G20,
que será realizada sexta-feira (7) e sábado (8) na cidade de Hamburgo,
na Alemanha, que desde terça-feira (4) prepara esquema de segurança.
Enquanto
os líderes dos países do G20 chegavam à cidade para a cúpula, a polícia
alemã reprimia grupos de manifestantes que exibiam o slogan “Sejam
Bem-vindos ao Inferno”e Surra no G20. De acordo com a emissora de
televisão internacional CNN, o grupo de manifestantes tentou avançar
para o centro da cidade, fechado em um perímetro de segurança pelos
policiais. Quando os críticos à cúpula tentaram invadir, os policiais
reagiram com canhões de água, gás e cassetetes. Os manifestantes
responderam atirando pedras, garrafas e foguetes.
Com a chegada do
presidente norte-americano Donald Trump, do russo Vladimir Putin, do
chinês Xi Jinping e do argentino Mauricio Macri, cerca de 20 mil
policiais com veículos blindados, helicópteros e drones transformaram
Hamburgo, em uma cidade blindada.
Trata-se da maior operação policial da história recente da Alemanha que conta também reforços especiais da Holanda e da Áustria.
Protestos
Há
mais de vinte manifestações programadas até o final da Cúpula
organizadas por ativistas, artistas, grupos de esquerda e alguns
radicais. A cidade conta com um esquema de segurança envolvendo mais de
20 mil agentes policiais. Além disso, existe o receio de atentados
terroristas. Também estão marcadas performances artísticas e um show de
música pop.
Estima-se que cerca de 100 mil manifestantes se reúnam nas ruas da cidade alemã antes e durante a reunião do G20.
A
base dos grupos que protestam em Hamburgo é a “Rote Flora”, uma casa
localizada próxima ao centro de convenções onde ocorrerá a Cúpula do G20
e próxima à area do esquema de segurança, onde está proibido qualquer
tipo de protesto.
Nesta quinta-feira(6), uma concessionária de
carros foi incendiado. A polícia alemã coletou provas no local e
investiga se o fato, que atingiu dez carros da marca Porsche, foi
organizado por ativistas contra a cúpula.
Agência Brasil

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