Procura-se: Estados Unidos oferecem 10 milhões de dólares por terrorista
No topo da lista estão o líder da Al Qaeda, Ayman Al-Zawahiri, e do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, que valem 25 milhões de dólares cada um
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| Abu Mohammad al-Julani, chefe do grupo terrorista Frente da Conquista do Levante (Handout/Al-Manara Al-Baydaa/Reprodução) |
Os Estados Unidos
anunciaram na última quarta-feira uma recompensa de 10 milhões de dólares
por informação que leve à identificação ou localização de Abu Mohammad al-Julani, líder da Frente da Conquista do Levante, antiga filial síria do grupo terrorista Al Qaeda.
É a primeira vez que o Programa Recompensas por Justiça, subordinado ao Departamento de Estado americano, oferece prêmio por um integrante desse grupo.
Al-Julani passa a figurar na lista de terroristas mais procurados dos Estados Unidos, onde compartilha espaço com o líder da Al Qaeda, Ayman Al-Zawahiri, e do Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Baghdadi. Os dois ocupam o topo da lista e, por cada um, Washington promete 25 milhões dólares.
O Departamento de Estado já havia imposto sanções à
Al-Julani em 2013 ao incluí-lo no rol de terroristas, o que resultou no
bloqueio de todos seus bens em jurisdição americana e na proibição de
fazer transações vinculadas aos Estados Unidos.
Ataques
A Frente da Conquista do Levante, anteriormente conhecida como Frente Al Nusra, anunciou em julho de 2016 a
mudança de nome e disse que se desvinculava da Al Qaeda. O Departamento
de Estado, no entanto, continua considerando o grupo terrorista como
parte Al Qaeda, dada a lealdade que Al-Julani expressou em 2013 a seu
máximo dirigente, Al-Zawahiri.
“Sob a liderança de Al-Julani, a Frente Al Nusra fez múltiplos ataques terroristas em toda a Síria, frequentemente contra civis”, disse o Departamento de Estado em comunicado.
O documento aponta que em abril de 2015 o
grupo supostamente sequestrou e depois libertou cerca de 300 civis
curdos e, em junho desse mesmo ano, assumiu a responsabilidade pelo
massacre de 20 residentes em Qalb Lawzeh, na Síria.
Veja com EFE

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