Uma
das cenas mais emblemáticas da história do cinema data do começo do
século 20: o gigante King Kong pendurado no famosíssimo Empire State. E
agora, em pleno século 21, descobrimos a verdade: esse bicho não é
invenção, ele realmente existiu.
A
descoberta gira em torno de uma espécie, o Gigantopithecus, um primata
que chegava a ter três metros de altura e ainda pesava nada menos do que
meia tonelada. Descrição física que o coloca na mesma “família” do
macaco mais famoso das telonas.
Saber
que um animal desse porte existiu levou os cientistas ao questionamento
de como ele teria sido extinto. Isso porque suas proporções físicas
deixam claro que, enquanto existiu, ele foi completamente dominando. O
que teria, então, feito com que o King Kong da vida real sumisse?
A
resposta foi perseguida por cientistas do Centro Senckenberg de
Evolução Humana e do Centro de Pesquisa de Frankfurt, ambos na Alemanha.
E a conclusão é que o que poderia ser a principal característica de
dominância do bicho foi também seu calcanhar de Aquiles: o tamanho.
Segundo
os cientistas alemães, a total falta de adaptação foi o motivo para que
essa espécie sumisse do mapa há 100 mil anos sem deixar qualquer
vestígio. Durante mudança climática forte na Terra, esses animais não
conseguiram se adaptar e acabar tendo sua dieta extremamente
prejudicada. Em pouco tempo, foram completamente extintos.
Por
conta de seu tamanho, eles não conseguiam subir em árvores. Assim
sendo, viram boa parte das florestas em que viviam virarem pastos, o que
reduziu a oferta de alimentos ao seu alcance, já que animais menores
conseguiam caçar com mais facilidade no nível do solo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário