MPF denuncia sete no caso das turmalinas e pede R$ 60 mi de reparação; 2 são soltos
Ministério
Público Federal pediu que os denunciados sejam condenados pelos crimes
de explorações irregulares, explorações sem licença ambiental e
organização criminosa
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| Turmalina paraíba pode valer até R$ 3 milhões |
O
Ministério Público Federal (MPF) em Patos (PB) denunciou sete pessoas
envolvidas na exploração ilegal da turmalina paraíba no distrito de São
José da Batalha, município de Salgadinho (PB), a 170 km da capital. Os
envolvidos foram denunciados pelos crimes de usurpação de matéria-prima
pertencente à União, exploração de minério sem licença ambiental e por
organização criminosa com emprego de arma de fogo e tentáculos
internacionais. O MPF quer ainda que seja paga uma reparação de danos
igual a R$ 60 milhões. Mais duas pessoas suspeitas no caso foram soltas.
O
Ministério Público Federal pediu que os denunciados sejam condenados
pelos crimes de explorações irregulares, explorações sem licença
ambiental e organização criminosa.
O MPF também requereu que seja
fixado em R$ 60 milhões o valor mínimo para reparação dos danos
causados com a exploração ilegal executada pela organização criminosa.
De
acordo com o MPF, a pena por exploração irregular é de um a cinco anos
de detenção e multa. Para exploração sem licença ambiental, a pena é de
seis meses a um ano de detenção e multa. Já a pena por participação em
organização criminosa é de três a oito anos de reclusão e multa. Havendo
emprego de arma de fogo, as penas aumentam até a metade, e também se
elevam quando ocorre atuação transnacional da organização.
Ainda
segundo o MPF, essa é a primeira denúncia relacionada ao caso e não
afasta a apresentação de novas denúncias pela prática de outros crimes,
em especial, crimes financeiros, bem como a apresentação de ação penal
em relação a outras pessoas envolvidas.
ClickPB

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