Polícia apreende carga de uísque roubada e avaliada em R$ 800 mil em galpão na estrada de Cabedelo
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| Foto Divulgação/Secom |
A
Polícia Civil da Paraíba, por meio da equipe de investigação da
Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas de João Pessoa,
apreendeu nesta segunda-feira (20) uma carga de uísque avaliada em cerca
de R$ 800 mil. A carga foi encontrada em um galpão localizado às
margens da BR-230, entre os municípios de João Pessoa e Cabedelo. Dois
homens que se encontravam no galpão foram levados para a Delegacia, mas
não souberam informar a origem da carga, alegaram apenas que estariam
sendo pagos para tomar conta do depósito.
Segundo o delegado
Nélio Carneiro, da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas,
as investigações começaram há uma semana, após a informação de que
caminhões estavam tendo suas cargas roubadas no Estado de Pernambuco.
"A polícia pernambucana informou que estava acontecendo uma série de
roubo de cargas naquele Estado e começamos a investigar. Conseguimos
apurar que uma quadrilha havia interceptado um caminhão numa rodovia de
Pernambuco e o motorista teria sido obrigado a trazer a carga para um
galpão aqui na Paraíba", esclareceu o delegado.
Ainda segundo o
delegado Nélio Carneiro, o paradeiro do motorista do caminhão é
desconhecido. Ele teria sido ameaçado pelos bandidos, deixado a carga
no galpão na madrugada do domingo e seguido viagem com o caminhão
descarregado. Como a carga só foi encontrada horas depois, não foi
possível identificar o paradeiro do motorista.
"Na manhã desta
segunda-feira, a polícia chegou ao galpão, onde se encontravam dois
vigias, que foram levados para prestar depoimento, mas não souberam
informar a origem dos produtos. Ainda estamos levantando mais
informações e a suspeita é de que haja uma quadrilha especializada em
roubo e contrabando de uísque agindo entre os Estados de Pernambuco,
Paraíba e Rio Grande do Norte", disse.
Os primeiros levantamentos
feitos na carga apreendida dão conta de que as garrafas de uísque
possuem o número de lote intacto. Com isso, a polícia poderá chegar à
identificação do proprietário dos produtos e, consequentemente, à sua
origem.

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