TRÊS ANOS JÁ SE PASSARAM SEM ELE!
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| O meu o primo Zezé, de saudosa memória, é o primeiro na foto acima da Banda Marcial da Escola Estadual América Florentino |
Hoje, 21 de dezembro, faz três anos que Zezé, filho dos meus tios Neva e Totô, muito cedo partiu, deixando uma saudade imensa entre nós parentes seus que, por enquanto, aqui ficamos. Mais quem de nós já não experimentou a súbita ausência de um ente querido?
Quem
de nós já não sentiu profunda saudade de um afeto que, não estando mais
no mundo corpóreo, deixa uma aparente lacuna em nossa vida?
Mesmo
expressando fé em palavras ou em muitas de nossas atitudes, a tristeza
da falta do contato, da ausência do sorriso, da impossibilidade de um
abraço acaba por nos fazer agir com imensa tristeza diante da morte.
Não
é fácil se despedir de um ente querido, principalmente quando este ainda tinha muito tempo pra viver como Zezé.
Por que será que a morte não é por nós vista como um adeus temporário?
Por que a certeza da sobrevivência da Alma ou Espírito, tão comum entre
diversas religiões, não nos dá consolo imediato?
Mesmo sendo praticamente impossível, seria bom que não houvesse tristeza, pois esta
pode ser sentida por quem morre e, frequentemente, lhe dificulta o
caminhar em outra dimensão.
Os
sentimentos, sejam alegres ou tristes, são percebidos por nossos entes queridos em outro plano e eles sentir-se-ão tristes ou felizes, tal qual nós,
deste lado, sentimos.
A
tristeza é normal no primeiro momento, a saudade perfeitamente
aceitável mas, jamais o desespero, a revolta, a procura infindável de um
responsável.
A
oração, instrumento acessível a qualquer pessoa, independentemente de
sua crença, é valioso meio de buscarmos forças e de enviarmos nossos
sentimentos de amor a quem já partiu deste plano físico.
Descanse em paz, portanto, primo Zezé - até o nosso reencontro!

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