sábado, 21 de fevereiro de 2015

Saudade de Zezé!

TRÊS ANOS JÁ SE PASSARAM SEM ELE!

O meu o primo Zezé, de saudosa memória, é o primeiro na foto acima da Banda Marcial da Escola Estadual América Florentino 
Hoje, 21 de dezembro, faz três anos que Zezé, filho dos meus tios Neva e Totô, muito cedo partiu, deixando uma saudade imensa entre nós parentes seus que, por enquanto, aqui ficamos. Mais quem de nós já não experimentou a súbita ausência de um ente querido?
Quem de nós já não sentiu profunda saudade de um afeto que, não estando mais no mundo corpóreo, deixa uma aparente lacuna em nossa vida?
Mesmo expressando fé em palavras ou em muitas de nossas atitudes, a tristeza da falta do contato, da ausência do sorriso, da impossibilidade de um abraço acaba por nos fazer agir com imensa tristeza diante da morte.
Não é fácil se despedir de um ente querido, principalmente quando este ainda tinha muito tempo pra viver como Zezé.
Por que será que a morte não é por nós vista como um adeus temporário? Por que a certeza da sobrevivência da Alma ou Espírito, tão comum entre diversas religiões, não nos dá consolo imediato?
Mesmo sendo praticamente impossível, seria bom que não houvesse tristeza, pois esta pode ser sentida por quem morre e, frequentemente, lhe dificulta o caminhar em outra dimensão.
Os sentimentos, sejam alegres ou tristes, são percebidos por nossos entes queridos em outro plano e eles sentir-se-ão tristes ou felizes, tal qual nós, deste lado, sentimos.
A tristeza é normal no primeiro momento, a saudade perfeitamente aceitável mas, jamais o desespero, a revolta, a procura infindável de um responsável.
A oração, instrumento acessível a qualquer pessoa, independentemente de sua crença, é valioso meio de buscarmos forças e de enviarmos nossos sentimentos de amor a quem já partiu deste plano físico.
Descanse em paz, portanto, primo Zezé - até o nosso reencontro!
Resultado de imagem para saudade

Nenhum comentário:

Postar um comentário