Movimento que pede impeachment de Dilma ganha força na Paraíba
Quarta
manifestação pelo impeachment do presidente Dilma Rousseff após a
reeleição da petista ganha força nas redes sociais na Paraíba. Os
detentores do aplicativo
de celular Whatshap na Paraíba devem ter recebido o convite para
participar do ato público no dia 15 de fevereiro dàs 14 horas, em frente
ao Lyceu Paraibano.
Por volta das 8h de hoje, apenas 49 pessoas haviam confirmado presença
no ato, cuja emissão dos convites tem sido feita pela estudante Kliviane
Florentino. Há um outro movimento com o mesmo propósito, também com
emissão de convites pelo Facebook que informa como local de concentração
a Praça da Independência.
Essa será a primeira manifestação na Paraíba, há última que ocorreu em
São Paulo, reuniu somente cerca de 600 pessoas, de acordo com a Polícia
Militar. O número representa apenas 6% do contingente de pessoas que
esteve no ato anterior, em 15 de novembro de 2013.
O cantor Lobão, que abandonou a manifestação anterior, retornou ao ato
deste sábado e liderou o movimento pela expulsão de um grupo que pedia
intervenção militar no Brasil. A confusão começou quando o empresário
Ricardo Roque, 44, usou um megafone para pedir a intervenção do Exército
no Planalto. Com ele, um grupo de manifestantes levantava cartazes
pedindo a volta dos militares. Em cima de um carro
de som, o cantor Lobão disse que esse tipo de pauta não era bem vinda
no protesto. "Essas pessoas aqui são tão alienígenas quanto o pessoal do
MST", afirmou.
Expectativa – Com as revelações da Lava Jato e o
parecer do jurista Ives Gandra — que afirma haver a possibilidade de
impeachment por improbidade administrativa, senão decorrente de dolo,
por culpa derivada de omissão, imperícia, negligência e imprudência —
têm alimentado a discussão sobre este verdadeiro ‘cisne negro’ que
ameaça o Governo Dilma II. Os organizadores desse ato unem a esses fatos
as recentes pesquisas que mostram que a impopularidade de Dilma cresceu
e que tais dados devem unir milhares de pessoas Brasil a fora em
eventos semelhantes.
Resta saber se esse governo provavelmente vai morrer de morte morrida e não de morte matada, como se diz em Minas.
ClickPB
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