MORRE NA MANHÃ DE HOJE (1), EM RECIFE, O SENHOR DORGIVAL, IRMÃO DO EX-VEREADOR SEBASTIÃO PEDRO
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'Seu' Dorgival, de camisa listada e óculos, em foto de aniversário
Com sentimento de muito pesar, neste dia 1º de junho recebi a notícia do falecimento de 'seu' Dorgival, que residia há muitos anos em Recife ao lado da sua esposa, 'dona' Lourdes, filha do ex-delegado juruense João da Barra.
'Seu' Dó, como carinhosamente o chamávamos, era pai de Zélia e Cici e irmão do saudoso Sebastião Pedro, de quem fui genro e colega na Câmara Municipal de Juru.
Compadre e grande amigo do meu pai, com quem fazia sociedade no ramo de compra e venda de gado quando residia no Sítio feijão, 'seu' Dó dedicou-me a sua amizade logo após o falecimento do meu genitor.
Bom esposo e pai dedicado, era de um coração enorme, afável e de um 'bom papo' que todos gostavam de ouvir. Porém, por deficiência auditiva entendia tudo diferente do que dizíamos, chegando ao ponto dele ri de si mesmo quando percebia que se confundia nas suas respostas igual a Velha Surda da Praça é Nossa.
No início dos anos 70, quando estudávamos em Recife, aos sábados e domingos, corríamos para casa de 'seu' Dó para 'escaparmos' da fome que passávamos na Casa do Estudante de Pernambuco durante os dias da semana.
Também era na residência de 'seu' Dó que eu tinha a rara oportunidade de dar os primeiros beijos na sua sobrinha Zezé, minha namorada primeira, que 'inventava' uma viagem para Recife somente para me ver, uma vez que naquela época faltava-me dinheiro até para vir passear em Juru e, aqui, o pai dela, Sebastião Pedro, que viria a ser meu sogro, não permitia que pegasse sequer na sua mão.
Neste momento de pesar, a todos os familiares de 'seu' Dó, manifesto em nome da família Luiz Leite, os meus sentimentos de pesar pela irreparável perda do ente querido!
'Lá em cima", certamente ele e o meu saudoso pai já se encontraram e devem estar 'botando os papos em dia', talvez até rindo de nós que não entendemos o mistério da morte nem nos conformamos com a ausência deles no nosso convívio.
Descanse em paz, 'seu' Dó!
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