Na manhã desta quinta-feira, 16, durante entrevista
para a Rádio CBN, o senador Vital do Rêgo (PMDB) contou sobre a reunião
realizada pela cúpula nacional do PMDB na noite de ontem, além de falar
sobre a reforma ministerial.
Segundo o parlamentar, a reunião foi positiva, e
entre os assuntos abordados está a elaboração de um quadro nacional das
alianças, que deverão ser iniciadas ainda neste mês.
Vital destacou que
os líderes da Câmara e do Senado estão fazendo uma distribuição
geopolítica dos quadros do PMDB, além de um diagnóstico de cada caso.
O senador revelou que uma outra reunião será
realizada, porém, com a presença do presidente nacional do Partido dos
Trabalhadores, e o objetivo do PMDB é avançar para que sejam fechadas
alianças em todo o país, seguindo a aliança nacional.
Sobre a situação da Paraíba, o parlamentar afirmou
que o partido possui uma candidatura lançada, a de Veneziano Vital, e
ela estaria crescendo. “A candidatura de Veneziano é considerada uma das
principais pelo PMDB Nacional. Veneziano possui um prestígio muito
grande no partido aqui na Paraíba, e uma séria de legendas podem compor
com o PMDB no 1º ou no 2º turno”.
Vital ressaltou o respeito pelas candidaturas
apresentadas por esses partidos, porém, acredita que a aliança nacional
deverá refletir nos estados, inclusive na Paraíba.
Questionado sobre quem seriam os partidos que
poderiam compor com o PMDB, o senador explicou que as alianças poderão
ser feitas com aqueles que fazem parte da oposição, e que seriam “os
mensageiros da mudança e da esperança”.
Falando sobre a reforma ministerial, o parlamentar,
que está cotado para ocupar o Ministério da Integração, disse que o PMDB
vai aguardar aos acontecimentos: “Não tenho nada o que falar sobre
isso. Não sou responsável, e sim a cúpula do partido. Sabemos que a
partir do dia 29 será dada continuidade a reforma ministerial”.
Reforma ministerial
Segundo a imprensa nacional, a presidenta Dilma
Rousseff (PT) teria pedido que o presidente de honra do PMDB e
vice-presidente da república, Michel Temer, acalmasse a base
peemedebista por que ela não decidiu nada ainda sobre a reforma
ministerial.
WSCOM Online
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