Dia da Família
Esta data foi instituída pelo Decreto nº 52.748, de 1963. Segundo o texto,
na família ideal existe amor, confiança, cooperação, respeito, obediência,
compreensão e tolerância. A partir dela, adotamos valores e formamos nossa
identidade.
Na Idade Média, as crianças não costumavam receber atenção e carinho. O pai
era considerado superior aos outros membros da família e os casamentos eram
arranjados de acordo com interesses financeiros.
Mas o romantismo europeu do século XVIII modificou este modelo. A privacidade
passou a ser mais valorizada, assim como a formação pessoal, moral e espiritual
das crianças. A afetividade tornou-se o principal laço entre cônjuges, pais
e filhos.
A emancipação das mulheres, no século XX, acarretou novas transformações.
Hoje muitas famílias são sustentadas e chefiadas por elas. Há também diversas
famílias monoparentais, em que os filhos são criados só pelo pai ou só pela
mãe.
Além disso, com o aumento dos divórcios, é comum a convivência na mesma casa
entre os filhos dos primeiros casamentos e o novo marido da mãe ou a nova
mulher do pai.
No Brasil, a taxa de fecundidade tem diminuído e as famílias estão cada vez
menores. Outra novidade é que, diante do aumento do número de idosos, muitas
crianças são cuidadas e sustentadas pela avó ou pelo avô.
Fonte: www.ftd.com.br

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