sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Trump e Milei ajudaram na viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos

Jornais dos Estados Unidos apontam ajuda de assessores de Donald Trump e Javier Milei na viagem de Flávio Bolsonaro e da família do senador

Foto: Reprodução/AFP
Foto: Reprodução/AFP

O assessor de comunicação da Casa Branca, Jason Miller, e um integrante do governo argentino teriam participado da organização da viagem de Flávio Bolsonaro e da família para os Estados Unidos. As informações foram divulgadas pelos jornais americanos The Wall Street Journal, na quarta-feira (28), e The New York Times, nessa quinta-feira (29).

Segundo as publicações, Miller ajudou a conseguir o avião particular utilizado pela família, enquanto Santiago Caputo, assessor do presidente argentino Javier Milei, articulou a saída do grupo pela Argentina em contato com Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio. O plano teria começado na segunda-feira (26).

De acordo com o Wall Street Journal, após cruzar a fronteira, a família foi escoltada por agentes argentinos até o setor de imigração do aeroporto de Puerto Iguazú, onde embarcou em um jato particular da empresa Baires Fly.

“Santiago Caputo manteve contato direto com Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, que mora nos Estados Unidos desde o ano passado, para coordenar a operação. No aeroporto, um jato particular da Baires Fly, empresa de voos fretados, aguardava a família”.

O grupo chegou a Miami na quarta-feira (28), após uma escala no Equador. Donald Trump confirmou que autorizou a entrada temporária de Flávio e dos familiares nos Estados Unidos. O Departamento de Estado ainda não informou qual visto será concedido ao senador.

Na mesma noite, Eduardo Bolsonaro e o ex-deputado Alexandre Ramagem, ambos alvos de mandados de prisão no Brasil, publicaram fotos ao lado de Flávio. Já nesta quinta-feira, Trump voltou a criticar as eleições brasileiras e disse que pretende conversar com Lula. A Casa Branca, Miller e o governo argentino não responderam aos questionamentos do Jornal Nacional.

Fonte: Jornal Nacional

Pessimismo nos mercados doméstico e internacional

Dólar sobe a R$ 5,39 com cenário político e dados dos Estados Unidos no radar; Bolsa cai pelo quarto dia

Em meio ao pessimismo nos mercados doméstico e internacional, a Bolsa recuou 1,06%, aos 169.186 pontos, pressionada por ações de bancos e empresas cíclicas


Dólar sobe a R$ 5,39 com cenário político e dados dos EUA no radar; Bolsa cai pelo quarto dia
© Getty

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar fechou em alta de 0,76%, cotada a R$ 5,387, nessa quinta-feira (29), com investidores cautelosos diante da indefinição sobre os rumos da política econômica do governo Lula e atentos à divulgação de dados econômicos dos Estados Unidos. 

Durante o pregão, analistas voltaram a demonstrar preocupação com a trajetória da dívida pública brasileira. No exterior, a inflação americana de setembro mostrou resiliência e reforçou as expectativas de que o banco central dos Estados Unidos mantenha os juros elevados, o que torna os ativos americanos mais atrativos em relação aos brasileiros.

Em meio ao pessimismo nos mercados doméstico e internacional, a Bolsa recuou 1,06%, aos 169.186 pontos, pressionada por ações de bancos e empresas cíclicas. Foi o quarto pregão consecutivo de queda. Na mínima do dia, o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, caiu 1,31%.

Para Alexandre Pletes, head de renda variável da Faz Capital, o pregão foi marcado pela cautela. "Essa aversão ao risco é natural quando não há uma política econômica brasileira fundamentada. O mercado prefere trabalhar com aquilo que conhece, mesmo que a notícia seja ruim. A incerteza, por si só, gera aversão ao risco, e é isso que continuamos vendo".

No mercado doméstico, as atenções permaneceram voltadas ao cenário político, a possíveis sinalizações sobre a política econômica do governo Lula e aos nomes que ocuparão os cargos da equipe econômica.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse na terça-feira (27) que reafirmou ao presidente Lula a necessidade de dar sinais ao mercado. Segundo ele, o governo já tem medidas prontas para apresentar, incluindo iniciativas para buscar o centro da meta fiscal.

Entre os nomes cotados para a pasta econômica de Lula, o mais comentado é o do governador do Piauí, Rafael Fonteles. Fonteles teria indicado que aceitaria renunciar ao mandato para assumir o Ministério. Na véspera (28), em conversa com a Folha de S. Paulo, o governador eleito disse que Lula fará governo ousado para melhorar a vida do povo, mas terá responsabilidade fiscal.

As afirmações, contudo, contradizem falas de outras autoridades do governo. Na terça, o ministro da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), José Guimarães (PT), afirmou à imprensa que um pacote de ajuste fiscal não é prioridade até o fim do ano e não está sendo discutido pelo governo.

Em postagem em rede social nesta quinta, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, disse que o "tesouraço foi derrotado nas urnas e pela mobilização popular" e que o "candidato da Faria Lima perdeu e fugiu para os EUA".

A reeleição de Lula aumentou o receio de investidores de que o governo não adote medidas suficientes para equilibrar as contas públicas. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, a dívida bruta do Brasil se manteve em 82,9% do PIB (Produto Interno Bruto) em setembro, mesmo nível de agosto e maior índice desde 2021.

A expectativa de continuidade de uma política fiscal expansionista tende a elevar o prêmio de risco exigido pelo mercado para financiar o governo, pressionando os juros futuros. Taxas mais altas, por sua vez, encarecem o crédito para empresas e consumidores e podem reduzir as perspectivas de lucro das companhias, afetando o desempenho da Bolsa.

Em meio às indefinições, os juros futuros registraram alta. A taxa do contrato de DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2031 avançou 3 pontos-base, a 15,10%, enquanto a do DI de janeiro de 2035 subiu a 15,17%, em avanço de 4 pontos-base.

Também permaneceu no radar o temor de cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre os chamados títulos incentivados, isentos de IR (Imposto de Renda). A medida poderia incluir LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) e debêntures incentivadas. A informação foi publicada pelo jornal O Globo na quarta-feira (28).

Para Gustavo Danilo, especialista em renda fixa da Manchester Investimentos, a discussão sobre uma eventual cobrança de IOF sobre esses instrumentos acrescenta incertezas. Segundo ele, a possível mudança aumenta as preocupações com a previsibilidade das regras, especialmente por envolver investimentos que financiam setores importantes da economia. "Até existir um desenho mais claro, acaba sendo mais um elemento de incerteza", afirma.

Nesta quinta-feira, o secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal, negou que a tributação de títulos de investimento isentos esteja no radar. Em entrevista coletiva, Leal disse que o governo já avalia há algum tempo formas de tributar esses títulos para reduzir distorções no mercado e promover isonomia entre os instrumentos. Ressaltou, porém, que ainda é necessário estudar a melhor forma de fazê-lo e que não há nenhuma medida em discussão neste momento.

O exterior também pesou. Nesta manhã, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos informou que o PCE avançou 3,6% nos 12 meses até setembro, em linha com a expectativa dos analistas. O órgão também divulgou que o PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceu 3,4% no terceiro trimestre, acima da projeção de 3,2% dos economistas consultados pela Bloomberg.

O Fed utiliza o PCE (índice de preços das despesas de consumo pessoal, na sigla em inglês) como referência para sua meta de inflação de 2%. Na véspera, a instituição manteve a taxa de juros entre 3,75% e 4%, mas reiterou o compromisso com a estabilidade de preços.

"O acúmulo de mais informações ajudará o Comitê a determinar a orientação de política monetária adequada para assegurar o retorno da inflação, em tempo hábil, à meta de 2% do Comitê", afirmou o Comitê Federal de Mercado Aberto, responsável pela definição dos juros. "O Comitê garantirá a estabilidade de preços."

Para Leonel Oliveira Matos, analista de inteligência de mercados da StoneX, os números mostram um quadro inflacionário mais desafiador, persistente e disseminado nos Estados Unidos, o que pode levar o Fed a elevar os juros nos próximos meses. "A principal surpresa veio do PIB norte-americano, que cresceu acima do esperado [...] O crescimento mais forte da atividade econômica nos Estados Unidos representa um fator de risco inflacionário."

Segundo ele, embora os dados reforcem a perspectiva de novas altas de juros pelo Fed, movimento que tende a fortalecer o dólar, essa reação não se concretizou. No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana antes seis outras divisas fortes, recuou 0,19%.

No mercado acionário, os índices S&P 500, Nasdaq e Dow Jones recuaram 0,27%, 1,40% e 0,25%, respectivamente.

Blog JURU EM DESTAQUE com Notícias ao Minuto

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Municípios terão R$ 2 bilhões adicionais para pegarem emprestados até o fim do ano

Conselho Monetário Nacional (CMN) amplia em R$ 2 bilhões limite de crédito a estados e municípios; a medida eleva teto anual para R$ 30,6 bi em 2026 e redistribui recursos

10/07/2026 - Brasília - dinheiro, moeda, real, reais, cédula, cédulas, nota, notas, moeda brasileira, dinheiro brasileiro, inflação, inflação alta, deflação, economia, economia brasileira, mercado, mercado financeiro, finanças, finanças pessoais, orçamento, orçamento doméstico, renda, renda familiar, salário, salário mínimo, remuneração, vencimento, pagamento, poder de compra, custo de vida, custo dos alimentos, aumento de preços, alta dos preços, carestia, desvalorização, valorização, perda do poder de compra, crise econômica, recessão, crescimento econômico, consumo, consumidor, compras, supermercado, cesta básica, despesas, gastos, contas, contas a pagar, boletos, dívida, dívidas, endividamento, inadimplência, poupança, economia doméstica, investimento, investimentos, aplicações financeiras, juros, taxa de juros, taxa Selic, Banco Central, crédito, empréstimo, financiamento, cartão de crédito, débito, PIX, transferência bancária, banco, instituição financeira, orçamento familiar, planejamento financeiro, reserva de emergência, patrimônio, riqueza, patrimônio líquido, capital, capital financeiro, lucro, prejuízo, receita, despesa, balanço financeiro, impostos, tributos, tributação, imposto de renda, arrecadação, arrecadação fiscal, carga tributária, imposto, taxa, tarifas, câmbio, dólar, euro, cotação, câmbio flutuante, desvalorização cambial, valorização cambial, moeda estrangeira, inflação acumulada, índice de preços, IPCA, INPC, IGP-M, poder aquisitivo, renda per capita, desenvolvimento econômico, estabilidade econômica, política monetária, política fiscal, oferta, demanda, produtividade, consumo consciente, educação financeira, planejamento financeiro, equilíbrio financeiro, independência financeira, riqueza, prosperidade, orçamento público, gastos públicos, contas públicas, déficit, superávit, tesouro nacional, moeda forte, moeda fraca, liquidez, circulação de dinheiro, s
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
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Os estados, os municípios e o Distrito Federal terão R$ 2 bilhões adicionais para pegarem emprestados no sistema financeiro até o fim do ano. Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) elevou, de R$ 28,625 bilhões para R$ 30,625 bilhões, o limite global de operações de crédito para os governos locais.

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que a medida busca ampliar a capacidade de estados e municípios de obter empréstimos para financiar projetos e outras despesas autorizadas, tanto com garantia da União quanto sem essa garantia.

Segundo o governo, a ampliação foi possível após um levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional identificar recursos fiscais nos estados previstos para 2026 que não devem ser usados até o fim do ano.

Como funciona a medida

Os limites definidos pelo CMN estabelecem quanto os governos estaduais e municipais podem contratar em operações de crédito dentro das regras fiscais aplicáveis.

Na prática, a ampliação permite que esses entes tenham mais espaço para buscar financiamentos, desde que cumpram as exigências legais e fiscais para contratar os empréstimos.

Existem duas modalidades principais:

  • Crédito com garantia da União: o governo federal oferece uma garantia ao credor caso o estado ou município não cumpra as obrigações do empréstimo. Essa garantia pode facilitar o acesso ao financiamento, mas depende do atendimento aos critérios exigidos;
  • Crédito sem garantia da União: o próprio estado ou município assume a obrigação perante o credor, sem garantia federal para a operação.

A resolução amplia os limites disponíveis para as duas modalidades.

Novos limites de crédito

A distribuição dos R$ 2 bilhões adicionais ficou definida da seguinte forma:

  • Operações com garantia da União: aumento de R$ 1,5 bilhão, de R$ 8,5 bilhões para R$ 10 bilhões.
  • Operações sem garantia da União: aumento de R$ 500 milhões, de R$ 6,5 bilhões para R$ 7 bilhões.

Com isso, os sublimites destinados a essas operações passam a somar R$ 17 bilhões.

Os demais limites definidos pelo CMN permanecem inalterados.

De onde vêm os recursos

A ampliação foi baseada em um levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional junto aos entes que participam de programas de acompanhamento e ajuste fiscal.

O estudo identificou cerca de R$ 7,87 bilhões em espaço fiscal sem perspectiva de utilização até o fim de 2026. Esse espaço corresponde à margem disponível dentro dos limites fiscais e de crédito já estabelecidos.

Desse total, R$ 5 bilhões haviam sido destinados anteriormente por meio de duas resoluções do CMN, uma de agosto, que liberou R$ 3 bilhões, e uma de setembro, que liberou R$ 2 bilhões.

Restava um saldo estimado de R$ 2,87 bilhões em espaço fiscal. A nova resolução destina mais R$ 2 bilhões desse montante à ampliação dos limites de crédito para estados, Distrito Federal e municípios.

Segundo o governo, a mudança ocorre porque os limites disponíveis para as operações de crédito de governos locais estavam praticamente esgotados.

Outros limites mantidos

A resolução não altera os valores reservados a outras modalidades de crédito e órgãos públicos. Permanecem os seguintes limites:

  • Novo PAC com garantia da União: R$ 2,8 bilhões;
  • Novo PAC sem garantia da União: R$ 2,2 bilhões.
  • Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos: R$ 8 bilhões;
  • Órgãos e entidades da União: R$ 625 milhões.

O Novo PAC é o Programa de Aceleração do Crescimento, iniciativa federal que reúne investimentos em infraestrutura e outras áreas.

O que muda na prática

Com o aumento do limite, estados e municípios passam a contar com maior margem para contratar financiamentos ainda em 2026. Isso pode facilitar a obtenção de recursos para investimentos e projetos públicos, conforme as regras aplicáveis a cada operação.

A medida, porém, não significa que os R$ 2 bilhões serão transferidos diretamente aos governos regionais. O valor corresponde ao aumento do limite autorizado para operações de crédito. Cada ente ainda precisa contratar o financiamento e atender às exigências legais, fiscais e financeiras.

A resolução entra em vigor na data da sua publicação.

Quem compõe o CMN

O Conselho Monetário Nacional é o órgão responsável por estabelecer diretrizes para as políticas monetária, creditícia e cambial do país.

Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o colegiado também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Aniversariante do Dia

Os parabéns especiais do Blog JURU EM DESTAQUE desta quinta-feira, 29 de outubro, são para a professora Júlia Clara, fã nº 01 do cantor Amado Batista

Parabéns, minha comadre!
Que a trilha sonora deste novo ano de vida seja repleta de momentos felizes, assim como as músicas de Amado Batista que você tanto ama.
Feliz aniversário!

Prefeita paraibana tem cassação suspensa e volta ao cargo

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concede liminar, suspende cassação e autoriza retorno da prefeita de Areia, na Paraíba

TSE concede liminar e suspende cassação e autoriza retorno da prefeita de Areia

A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu liminar nessa quarta-feira (28) suspendendo os efeitos da decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) que havia cassado os mandatos da prefeita de Areia, Silvia Cesar Farias da Cunha Lima, e do vice-prefeito, Luiz Francisco dos Santos Neto.

Com a decisão, a prefeita está autorizada a reassumir o comando do Executivo municipal enquanto o TSE analisa o mérito do recurso especial eleitoral apresentado contra a condenação.

Ao conceder o efeito suspensivo, a relatora considerou a plausibilidade jurídica dos argumentos apresentados pela defesa e o risco de dano irreparável caso fossem convocadas eleições suplementares antes de uma decisão definitiva da Corte Superior.

A cassação determinada pelo TRE-PB também previa a inelegibilidade da prefeita por oito anos e a aplicação de multa. A condenação teve como fundamento acusações de compra de votos e abuso de poder político, relacionadas à suposta distribuição de cestas básicas às vésperas das eleições municipais de 2024.

O caso havia sido julgado improcedente em primeira instância e, posteriormente, foi alvo de divergências entre os integrantes do próprio TRE-PB. Esses elementos foram considerados no contexto da análise cautelar realizada pela ministra.

A decisão do TSE tem caráter provisório e não representa o julgamento definitivo do caso. O mérito do recurso ainda será analisado pelo plenário da Corte, que deverá decidir sobre a manutenção ou não da condenação imposta pela Justiça Eleitoral paraibana.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Gerlane Neto

Palmeiras fica no zero com o Santos e Flamengo agradece

CLÁSSICO DA SAUDADE: Santos e Palmeiras empatam em zero a zero; Verdão perde a chance de assumir a ponta do Brasileirão e Flamengo pode disparar na liderança

Soccer Football - Brasileiro Championship - Santos v Palmeiras - Estadio Urbano Caldeira, Santos, Brazil - October 28, 2026 Palmeiras' Andreas Pereira in action with Santos' Rodinei REUTERS/Thiago Bernardes
© Thiago Bernardes
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A 33ª rodada do Campeonato Brasileiro teve início nessa quarta-feira (28), com o Clássico da Saudade, entre Santos e Palmeiras, na Vila Belmiro. O empate sem gols foi comemorado pelo Flamengo, que pode aproveitar o tropeço do Verdão para aumentar a vantagem na liderança da competição.

O Alviverde atingiu os mesmos 70 pontos do Rubro-Negro, mas segue na segunda colocação por ter uma vitória a menos. O time da Gávea pode terminar a rodada três pontos a frente se bater o Vasco nesta quinta-feira (29), às 20h (horário de Brasília), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pelo Clássico dos Milhões.

Com 47 pontos, o Peixe - que atuou sem o atacante Neymar, suspenso - perdeu a oportunidade de encostar na zona de classificação à Libertadores, que reúne os cinco primeiros colocados. O Alvinegro Praiano está em oitavo, a sete pontos do chamado G-5.

A primeira grande chance do clássico foi do Palmeiras. Aos nove minutos, o atacante Jhon Arias foi acionado na área pelo volante Marlon Freitas e tocou na saída do goleiro Diógenes. A bola cruzou o gol e sobrou na direita com o lateral Agustín Giay, que completou de carrinho, mandando por cima da meta.

Do lado santista, a melhor oportunidade nos 45 minutos iniciais veio aos 41. Lançado por Everton Cebolinha, o também atacante Gabriel recebeu às costas do zagueiro Gustavo Gómez, ganhou de Giay na velocidade e ficou na frente de Carlos Miguel, sozinho. O chute, no entanto, não saiu preciso e o goleiro salvou o Verdão.

Na etapa final, o Peixe quase saiu na frente aos 31 minutos, com Gabriel Bontempo. Ele pegou a sobra de um cruzamento do também meia Benjamin Rollheiser pela esquerda e não balançou as redes porque o lateral Arthur, praticamente em cima da linha, evitou o gol de cabeça.

Aos 43, foi a vez do Palmeiras ficar no quase. O meia Felipe Anderson entrou na área pela direita e encontrou Vitor Roque pelo meio. O atacante se antecipou ao zagueiro João Alencar e chutou, parando em grande defesa de Diógenes, muito comemorada pela torcida do Santos - e a do Flamengo.

Fluminense vira no fim e complica Inter

Além do Clássico da Saudade, mais dois jogos abriram a 33ª rodada nesta quarta. No Rio de Janeiro, o Fluminense buscou a virada nos acréscimos e venceu o Internacional por 2 a 1 no Maracanã.

O Tricolor carioca, com 54 pontos, manteve o quinto lugar na classificação - independentemente dos jogos de Atlético-MG e Bahia, que ainda jogam pela 33ª rodada. A equipe das Laranjeiras vinha de três derrotas seguidas na competição.

O Colorado segue em 16º lugar, com 35 pontos, apenas um de vantagem para o Grêmio, que abre a zona de rebaixamento (Z-4) - que envolve as quatro piores campanhas da competição. O Tricolor gaúcho vai a campo na quinta, às 21h30, na Arena, em Porto Alegre, diante do Athletico-PR. Em caso de triunfo, o Imortal ultrapassa o arquirrival.

Os jogadores do Internacional foram ao gramado com uma faixa preta no braço, em homenagem ao jornalista Adroaldo Guerra Filho, o Guerrinha, que faleceu na madrugada desta quarta. Referência da imprensa gaúcha, o comentarista de 70 anos foi vítima de uma infecção pulmonar que acabou se agravando. Antes de a bola rolar, houve um minuto de silêncio em respeito ao comunicador.

A rede balançou somente no segundo tempo. Antes mesmo do primeiro minuto, o lateral Matheus Bahia saiu em contra-ataque pela esquerda, entrou na área e rolou para o meia Alan Patrick, que dominou e chutou rasteiro e cruzado, no canto do goleiro Fábio, abrindo o marcador para o Colorado.

Apesar das vaias da torcida, o Fluminense chegou ao empate aos 33. O lateral Renê cobrou falta na área e Rodrigo Villagra afastou na marca do pênalti, mas o também volante Hércules, quase da meia lua, chutou forte e de primeira, acertando o canto esquerdo do goleiro Kauan Jesus.

Nos acréscimos, veio o gol da vitória tricolor. Aos 51 minutos, o lateral Guga cruzou pela direita e o atacante Rodrigo Castillo concluiu, mas parou em defesa de Kauan Jesus. Na sobra, o meia Lucho Acosta mandou para as redes e decretou a virada no Maracanã.

Bragantino encaminha queda da Chape

Em outra partida dessa quarta-feira, o Red Bull Bragantino venceu a praticamente rebaixada Chapecoense por 3 a 0 no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). O Massa Bruta, agora com 44 pontos, abriu dez para o Grêmio, primeiro time do Z-4. O Verdão do Oeste, lanterna com 21 pontos, está a 14 pontos do Inter, primeiro time fora do Z-4, com apenas 18 a disputar.

O atacante Wallace Yan marcou duas vezes para a equipe paulista. Aos 42 minutos do primeiro tempo, ele aproveitou a sobra na pequena área e finalizou na saída do goleiro Anderson. Na etapa final, aos cinco, o camisa 47 anotou um golaço de primeira.

Aos 44 minutos da segunda etapa, o Bragantino liquidou o duelo, com Henry Mosquera. Após cruzamento pela direita do também atacante José Herrera, o colombiano, livre na área, apareceu para concluir.

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Dia do Servidor Público

Celebrado no dia 28 de outubro, para homenagear os funcionários da adninistração pública, o Dia do Servidor Público é de grande importância para a população brasileira

O Dia do Servidor Público, celebrado oficialmente no dia 28 de outubro, é uma data comemorativa criada em homenagem aos funcionários públicos, figuras fundamentais no funcionamento da administração pública, prestando serviços de grande importância para a população brasileira. Essa data foi estabelecida durante o governo de Getúlio Vargas, em 1943.

Atualmente, o serviço público é regido pela Constituição Federal e pela Lei nº 8.112/1990, e o critério fundamental para o ingresso nele é o concurso. Esse mecanismo de seleção é utilizado para evitar que os cargos públicos sejam usados como moeda para troca de favor. Além disso, existe o Dia do Servidor Público Municipal, celebrado em 20 de setembro.

o ponto facultativo em diversas cidades do país foi alterado para a próxima esta sexta-feira (30), emendando com o feriado do Dia de Finados.

Assim, os serviços públicos da capital paranaense podem sofrer alterações de horários de sexQ2ta-feira (30) até segunda-feira (02/11.

Pagamento do mês de outubro dos servidores de Juru, 'tá na conta'

Prefeitura de Juru deposita salários referentes a outubro, garantindo pontualidade do pagamento dos funcionários e impusionando o comércio local

SOLANGE FÉLIX: "Seguimos trabalhando com compromisso e responsabilidade, agradecendo sempre a Deus por tudo".

A Prefeitura de Juru, no Sertão da Paraíba, mantém a política de efetuar o pagamento dos servidores públicos dentro do próprio mês trabalhado ou de forma antecipada, como parte das medidas de valorização do funcionalismo e equilíbrio das contas.

Sob o comando da prefeita Solange Félix, já em seu segundo mandato consecutivo, a gestão tem realizado os depósitos dos servidores dentro do cronograma do mês, reforçando publicamente que os salários continuam sendo pagos dentro do mês de referência, cujo objetivo é garantir a pontualidade aos funcionários e impulsionar o comércio local.

"O pagamento referente ao mês de outubro já está na conta. Mais um mês, mais um compromisso cumprido. Isso é responsabilidade e respeito aos nossos servidores, além de contribuir para aquecer as vendas no comércio local", afirmou a prefeita.

"Seguimos trabalhando com compromisso e responsabilidade, agradecendo a Deus por tudo", concluiu Solange.

Número de superendividados no Brasil cresceu 75% em cinco anos

De acordo com o Banco Central, são 20,3 milhões de devedores de risco; o órgão prepara novas medidas

Real Moeda brasileira, dinheiro
© Marcello Casal JrAgência Brasil
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O número de brasileiros em situação de endividamento de risco chegou a 20,3 milhões em junho de 2026, alta de 75% em cinco anos, informou nessa terça-feira (27) o Relatório de Estabiliadde Financeira do Banco Central (BC).

O contingente representa 17% dos devedores do Sistema Financeiro Nacional. Diante do avanço do problema, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que a instituição pretende anunciar novas medidas para conter ofertas agressivas de crédito ainda este ano.

Principais números:

  • 20,3 milhões: brasileiros em situação de endividamento de risco;
  • 75%: crescimento do contingente entre junho de 2021 e junho de 2026;
  • 17%: participação dos devedores de risco no sistema financeiro;
  • 42%: comprometimento da renda com dívidas entre pessoas que ganham até dois salários mínimos;
  • 15%: parcela da renda dessa faixa comprometida com dívidas no cartão de crédito;
  • 18,6%: comprometimento total da renda entre quem ganha mais de dez salários mínimos.

Banco Central prepara novas medidas

Segundo Gabriel Galípolo, as próximas iniciativas devem priorizar consumidores que já utilizam o crédito rotativo do cartão ou apresentam atrasos significativos no pagamento das dívidas.

“Pretendemos adicionar medidas ainda este ano”, afirmou o presidente do BC. Ele destacou a preocupação com pessoas que já enfrentam juros elevados e dificuldades financeiras.

Galípolo também apontou o crescimento de modalidades de crédito sem garantia, como cartão de crédito, cheque especial e empréstimo pessoal não consignado, mesmo em um cenário de juros elevados.

“A preocupação que existe é nessas modalidades, em que estamos assistindo crescimento de maneira pouco sensível a preço”, disse.

Quem está em risco

Para classificar um consumidor como endividado de risco, o BC considera quatro critérios. É necessário atender a pelo menos dois deles:

  • Atraso superior a 90 dias no pagamento de parcelas de crédito;
  • Comprometimento de mais de 50% da renda mensal com dívidas;
  • Uso simultâneo de cheque especial, crédito pessoal sem consignação e crédito rotativo;
  • Renda restante, após o pagamento das dívidas, abaixo da linha de pobreza.

A classificação não significa que todos os 20,3 milhões de brasileiros estejam inadimplentes, mas indica maior vulnerabilidade financeira.

O relatório do Banco Central mostra ainda que o comprometimento da renda com dívidas no cartão aumentou em todas as faixas salariais. Entre os que recebem até dois salários mínimos, grupo que reúne 61,2 milhões de pessoas, o comprometimento total chegou a 42% da renda em junho de 2026.

Regras para empréstimos

Na última sexta-feira (23), o Banco Central anunciou medidas para restringir ofertas inadequadas de crédito e ampliar a transparência na contratação de empréstimos.

Entre as mudanças, as instituições financeiras deverão oferecer mecanismos para bloquear publicidade e propostas ativas de crédito. Para consumidores considerados vulneráveis ou em risco de endividamento excessivo, as ofertas dependerão de autorização prévia, específica e inequívoca.

Nesses casos, as propostas deverão se limitar a alternativas que melhorem as condições financeiras do cliente, como renegociação e portabilidade, sem concessão de novos recursos.

As regras de bloqueio de ofertas entram em vigor em 31 de março de 2027. Outras medidas, previstas para julho do mesmo ano, incluem painéis digitais com informações sobre dívidas e limites para ofertas de empréstimos durante transações iniciadas pelo Pix.

As iniciativas buscam reduzir a contratação de crédito inadequado e evitar o agravamento do endividamento das famílias brasileiras.

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Novo concurso público da Polícia Militar da Paraíba (PMPB)

Comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) anuncia previsão de 1.000 vagas para novo concurso público

Comandante-geral anuncia previsão de 1.000 vagas para novo concurso da PM-PB

A Polícia Militar da Paraíba (PMPB) deverá solicitar a realização de um novo concurso público com previsão de 1.000 vagas. A informação foi confirmada pelo comandante-geral da corporação, coronel Ronildo Sousa, em entrevista à rádio Arapuan FM, na terça-feira (20).

Segundo o comandante, a proposta será apresentada ao governador Lucas Ribeiro (PP), acompanhada de um cronograma para a realização da seleção. O concurso ainda está em fase de planejamento e depende de autorização do Governo do Estado.

“Estarei apresentando ao governador Lucas Ribeiro um cronograma para um novo concurso público”, declarou.

A previsão é distribuir as 1.000 vagas em duas turmas do Curso de Formação, com 500 alunos cada, ao longo de dois anos. A medida busca organizar a entrada de novos policiais e manter a renovação do efetivo da corporação.

Concurso deve contemplar vagas para soldado

Embora a distribuição definitiva das vagas ainda não tenha sido divulgada, a expectativa é que o concurso contemple o cargo de soldado, que exige nível médio de escolaridade.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Pedro Nery

Relatório "População de 15+ fora da escola..."

Brasil tem 63,9 milhões de pessoas sem educação básica completa, aponta levantamento

Relatório analisa população acima de 15 anos que está fora da escola e usa dados do IBGE e do Censo Escolar. A pesquisa mostra efeitos na renda e na taxa de pobreza de quem não completa os estudos

Brasil tem 63,9 milhões de pessoas sem educação básica completa, aponta levantamento
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Brasil tem 63,9 milhões de pessoas com 15 anos ou mais que pararam de estudar sem ter concluído a educação básica, o equivalente a 37,3% da população nessa faixa etária. 

Desse contingente, 44,7 milhões não concluíram o ensino fundamental e 19,3 milhões não terminaram o ensino médio.

A EJA (Educação de Jovens e Adultos), principal modalidade destinada a quem não terminou os estudos na idade esperada, atende 1,5% desse público potencial, aponta levantamento da Rede EJA e Inclusão Produtiva.

Pessoas pretas e pardas representam 63,9% do grupo e correspondem a 76,8% dos matriculados na modalidade -no geral da população, esses dois segmentos são 55,5% dos brasileiros, segundo o Censo de 2022.

O relatório "População de 15+ fora da escola, demanda potencial por EJA e transições para o trabalho: diagnóstico e evidências para políticas públicas" foi elaborado pelas fundações Roberto Marinho, Bradesco, Itaú e Arymax, com cooperação da Unesco e parceria técnica do Iesp-Uerj (Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

O diagnóstico reúne dados da Pnad Contínua de 2025, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), do Censo Escolar de 2024 e do Censo Demográfico de 2022.

O contingente sem educação básica completa diminuiu 16% de 2012 a 2025.

Segundo o levantamento, a maior parte dessa redução (51%) se explica pela morte de pessoas mais velhas que não tiveram acesso à escola no passado.

O restante da redução é de quem consegiu concluir seus estudos em alguma modalidade, seja por meio do ensino regular (23%), do EJA (8%) ou de outra forma (17%)..

Para a superintendente do Itaú Educação e Trabalho e uma das responsáveis pelo levantamento, Silvana Oliveira, os números indicam a necessidade do país repensar a forma de ensino para essa população.

"Não basta abrir mais vagas. A escola precisa caber na vida do estudante. É necessário oferecer currículos flexíveis, diferentes formatos de organização, horários compatíveis com a jornada de trabalho e políticas de permanência", afirma.

A baixa escolaridade também está associada a desvantagens no mercado de trabalho e no rendimento, diz o levantamento. A renda domiciliar mensal por pessoa do grupo fora da escola sem educação básica completa é de R$ 1.427, equivalente a 51,4% da registrada entre quem concluiu essa etapa, de R$ 2.777.

A taxa de pobreza é 1,8 vez maior no primeiro grupo. Entre os ocupados sem ensino fundamental completo, 38,4% são empregados formais, ante 65% daqueles com ensino médio completo.

Em uma simulação que considera a conclusão da educação básica por 32,5 milhões de pessoas, aproximadamente metade do público potencial da EJA, os pesquisadores estimam um ganho nos rendimentos do trabalho de R$ 66 bilhões por ano, equivalente a 0,6% do PIB (Produto Interno Bruto).

Desse total, R$ 43 bilhões viriam do aumento na remuneração de quem já trabalha e R$ 23 bilhões, da entrada de pessoas no mercado.

Entre homens que não concluíram os anos iniciais do fundamental, 48,4% têm 60 anos ou mais. Entre mulheres na mesma situação, a proporção chega a 61,2%. Já no grupo com ensino médio incompleto, a maior concentração está entre adultos de 30 a 49 anos.

As razões para o abandono e as barreiras ao retorno também diferem entre os gêneros.

Entre homens de 15 a 29 anos, 53,9% apontaram o trabalho como motivo para deixar a escola e 61,7% o citaram como obstáculo para voltar. Entre mulheres da mesma faixa etária, 34,9% associaram a dificuldade de retorno às responsabilidades familiares. A gravidez foi apontada como motivo do abandono por 22,9%.

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Sorteio da Mega-Sena acumula outra vez e passa de R$ 300 milhões

Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 320 milhões; os números sorteados são 06 - 30 - 32 - 38 - 49 - 57

22/06/2023 - Brasília - Mega-Sena, concurso da  Mega-Sena, jogos da  Mega-Sena, loteria da  Mega-Sena. - Volantes da Mega Sena sendo preenchidos para apostas em casas lotéricas da Caixa. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/Arquivo
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O Concurso 3.076 da Mega-Sena, sorteado nesta terça-feira (27), não teve ganhador. O prêmio acumulou novamente e está estimado em R$ 320 milhões para a nova rodada.

Os números sorteados são: 06 - 30 - 32 - 38 - 49 - 57.

A quina teve 68 apostas ganhadoras. Cada uma receberá R$ 58.086,17. A quadra saiu para 6.491 apostas, no valor de R$ 869,30 cada.

Apostas

O próximo concurso será nesta quarta-feira (28).

Até sexta-feira (30), a Caixa Econômica Federal realiza a Mega Semana da Mega-Sena, com cinco sorteios consecutivos.

A ação especial terá sorteios (concursos 3075, 3076, 3077, 3078 e 3079) de segunda a sexta-feira, substituindo o calendário regular.   

As regras para aposta e prêmios não mudam. Os interessados devem apostar até as 20h e os sorteios serão realizados às 21h no horário de Brasília. A aposta simples, de seis números, custa R$ 6.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas nas casas lotéricas de todo o país, no site e no aplicativo Loterias CAIXA e no Internet Banking. 

Após a semana especial, a Mega-Sena retomará seu calendário regular de sorteios e abrirá as vendas da Mega da Virada 2026.

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Dólar sobe 8,21%, e bolsa cai 13,88% após reeleição de Lula

O dólar fechou em alta de 8,21%, a R$ 5,403; Ibovespa interrompe negociações com circuit breaker - Veja os principais números do dia!

Dólar sobe 8,21%, e bolsa cai 13,88% após reeleição de Lula
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O mercado financeiro brasileiro teve um dia de forte turbulência nesta segunda-feira (26), após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais. 

O dólar fechou em alta de 8,21%, a R$ 5,403. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, recuou 13,88% e atingiu os 176.608,23 pontos. Durante a manhã, a bolsa acionou o mecanismo de circuit breaker, que interrompe temporariamente as negociações diante de quedas acentuadas.

Principais números do dia: 

  • Dólar: R$ 5,403 (+8,21%);
  • Máxima do dólar: R$ 5,6049 durante a manhã;
  • Ibovespa: 176.608,23 pontos (-13,88%);
  • Mínima do Ibovespa: 169.516,43 pontos, recuo superior a 17%.
  • Dólar em outubro: alta acumulada de 4,40%.
  • Ibovespa em outubro: queda acumulada de 5,22%.
  • Ibovespa em 2026: valorização acumulada de 9,61%.

Dólar tem disparada histórica

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 8,21%, cotado a R$ 5,403. Foi a maior valorização percentual diária da moeda americana desde 13 de janeiro de 1999, período marcado por mudanças no regime cambial brasileiro.

Durante a manhã, a divisa chegou a R$ 5,605, ultrapassando a marca de R$ 5,60. Ao longo do dia, porém, perdeu força e recuou para a faixa de R$ 5,40, em um movimento de realização de lucros (venda de dinheiro para embolsar ganhos) e entrada de recursos de exportadores que aproveitaram a alta para internalizar divisas.

O resultado eleitoral alterou as posições que investidores haviam montado antes da votação. Parte do mercado esperava a vitória de Flávio Bolsonaro, que havia liderado o primeiro turno, e precisou ajustar suas estratégias após a confirmação da reeleição de Lula.

O Tesouro Nacional também atuou no mercado por meio da recompra de títulos públicos. Apesar da disparada diária, a moeda estadunidense ainda acumulava queda de 1,57% em 2026.

Bolsa registra forte queda

O Ibovespa fechou em baixa de 13,88%, aos 176.608,23 pontos, no menor nível de fechamento desde 31 de agosto. O resultado representou a maior queda diária desde março de 2020, período marcado pelo início da pandemia de covid-19.

Durante a manhã, o índice chegou a recuar mais de 17%, atingindo 169.516,43 pontos. A intensidade da queda levou à ativação do circuit breaker, mecanismo utilizado pela bolsa para interromper temporariamente as negociações em momentos de forte desvalorização.

O volume financeiro movimentado no pregão foi de R$ 88,6 bilhões, muito acima da média diária de aproximadamente R$ 25 bilhões.

Com o resultado da sessão, o Ibovespa eliminou os ganhos acumulados em outubro e passou a registrar queda de 5,22% no mês. No acumulado de 2026, o índice manteve valorização de 9,61%.

Notícias ao Minuto com informações da Reuters

domingo, 25 de outubro de 2026

Virada no Rio Grande do Norte

Eleitores do Rio Grande do Norte elegem Cadu de Lula governador do estado; até o momento, o candidato do PT obteve 50,71% dos votos válidos

Candidato do PT ao governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula. Foto: PT/Divulgação
© PT/Divulgação
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Com 98,76% das urnas apuradas, o candidato Cadu de Lula (PT) foi eleito governador do Rio Grande do Norte.

O candidato recebeu, até o momento, 1.059.700 votos válidos, o equivalente a 50,71%. Ele disputou o segundo turno com Allyson Bezerra (União), que obteve 1.030.049 votos (49,29%).

Carlos Eduardo Xavier é auditor fiscal de carreira e foi secretário estadual da Fazenda no governo de Fátima Bezerra (PT-RN). Aos 48 anos, disputou pela primeira vez um cargo eletivo.

Brasília (DF), 04/10/2026 - Candidatos ao governo do Rio Grande do Norte. Allyson Bezerra e Cadu de Lula. Foto: Arte/Agência Brasil
Eleitores foram às urnas escolher entre Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) para governo do Rio Grande do Norte