segunda-feira, 15 de junho de 2026

Risco de contaminação

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mantém suspensão de lotes de produtos Ypê


Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve suspensa a comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos Ypê. A medida publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15) se aplica a desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos.

Segundo a Anvisa, a ação foi motivada pelo descumprimento de requisitos previstos na RDC nº 47/2013, identificado durante inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026.

Lotes afetados

– Desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê: suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;

– Detergentes lava-louças (incluindo versões com enzimas ativas, toque suave, concentrado e linhas clear e green): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;

– Lava-roupas (Tixan Ypê e Ypê líquido – antibac, coco e baunilha, premium): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de abril de 2026.

Análises e restrição

De acordo com a agência, os laudos apresentados pela empresa indicaram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas, o que levou à restrição da medida apenas aos lotes mais antigos.

Para desinfetantes e detergentes, foram considerados adequados os produtos fabricados entre 1º e 31 de março de 2026. Já no caso dos lava-roupas, os testes demonstraram conformidade para os itens produzidos entre 1º de abril e 7 de maio de 2026.

Monitoramento no mercado

A agência informou ainda que os produtos atingidos que já tenham sido distribuídos e estejam disponíveis no mercado devem seguir as tratativas acordadas com a empresa quanto à manutenção de ações de monitoramento sanitário.

Entenda o caso

A crise começou no dia 7 de maio, quando a Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê após identificar falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo.

A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiológica nos produtos fabricados na planta industrial.

O caso ganhou ainda mais atenção porque a empresa já havia registrado, em novembro de 2025, um episódio de contaminação microbiológica envolvendo a bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos da linha lava-roupas.

Bactéria

A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria comum no ambiente e pode ser encontrada na água, no solo e em locais úmidos. Em pessoas saudáveis, normalmente não causa problemas graves.

No entanto, ela pode provocar infecções em pessoas com imunidade baixa, como pacientes em tratamento contra câncer, transplantados, idosos e pessoas com doenças que afetam o sistema imunológico.

Por isso, a Anvisa classificou as medidas adotadas como preventivas para evitar riscos à saúde da população.

Blog JURU EM DESTAQUE com Agência Brasil

Anvisa libera detergentes e desinfetantes da Ypê fabricados a partir de março

Lava-roupas feitos antes de 1º de abril continuam suspensos pelo órgão regulador. Medida faz partes de testes parciais realizados em produtos já vendidos no mercado.


Anvisa libera detergentes e desinfetantes da Ypê fabricados a partir de março
© Dibulgação

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revogou, nesta segunda-feira (15), a suspensão de venda, distribuição e uso de detergentes e desinfetantes da Ypê, nos lotes com número final 1 fabricados a partir de 1º de março. Já os lava-roupas líquidos dos mesmos lotes permanecem suspensos. 

A decisão atualiza as restrições impostas à Química Amparo, fabricante da Ypê, após a agência identificar falhas no controle de qualidade da fábrica de Amparo (SP). No mês passado, a agência já havia liberado lotes suspensos feitos a partir de 1º de abril.

Segundo a Anvisa, os produtos mais recentes foram liberados porque a empresa apresentou laudos com resultados satisfatórios e passou por inspeções realizadas em conjunto com autoridades sanitárias estaduais e municipais.

Com a nova resolução, permanecem suspensos os detergentes e desinfetantes de lotes terminados em 1 fabricados até 28 de fevereiro. No caso dos lava-roupas líquidos, a restrição continua valendo para todos os lotes com final 1 produzidos antes de 1º de abril.

A Anvisa afirmou que a mudança ocorreu após inspeção realizada no fim de maio por técnicos do órgão, do governo de São Paulo e da Vigilância Sanitária de Amparo, além da análise de documentos e laudos apresentados pela empresa no início de junho.

O caso começou em novembro de 2025, quando a agência determinou o recolhimento de lotes de lava-roupas líquido da Ypê após identificar irregularidades sanitárias.

Em abril deste ano, a Anvisa ampliou as restrições para detergentes, desinfetantes e outros produtos fabricados na unidade de Amparo.

Inspeções realizadas na fábrica encontraram falhas estruturais e operacionais e identificaram lotes contaminados pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, capaz de causar infecções na pele, nos olhos e nos sistemas urinário e respiratório, principalmente em pessoas mais vulneráveis.

Desde então, a Ypê vem apresentando um plano de reestruturação de sua fábrica e submetendo lotes a novas análises laboratoriais. A Anvisa afirmou que os produtos fabricados antes das datas agora liberadas continuarão sob monitoramento e só poderão voltar ao mercado após comprovação de que atendem aos requisitos sanitários.

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Sensor de frenagem automática será obrigatório a partir de 2029

Brasil desenvolve sensor de freio obrigatório para carros em 2029; 0 sistema de radar é desenvolvido pelo Senai Park, em Pernambuco

Ipojuca (PE), 15/06/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Vista aérea do Senai em Ipojuca. Brasil vai desenvolver sensor que será obrigatório para carros em 2029. Foto: Senai PE/Divulgação
© Senai PE/Divulgação
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Pesquisadores de universidades, institutos de pesquisa e empresas do setor automotivo desenvolvem, aqui no Brasil, um sensor nacional para sistemas de frenagem automática, que será obrigatório em todos os veículos fabricados a partir de 1º de janeiro de 2029.

A tecnologia é um sensor de radar chamado sistema Adas, sigla para Advanced Driver Assistance Systems (Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista, em inglês). Esse sistema vai reforçar a segurança dos veículos ao viabilizar recursos como frenagem automática e assistência de permanência em faixa.

A obrigatoriedade do Adas nos carros fabricados a partir de 2029 é uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), órgão vinculado ao Ministério dos Transportes.

O desenvolvimento nacional acontece no Senai Park de Suape, no litoral de Pernambuco. A estrutura é uma espécie de “berçário de tecnologias” mantido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Pernambuco (Senai PE).

O investimento, coordenado pelo Senai PE, é de R$ 44 milhões e conta com instituições como a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Universidade de Brasília (UnB), a Volkswagen e a Stellantis (grupo dono de 14 marcas, entre elas Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën), entre outras.

Mais segurança

O diretor de Inovação e Tecnologia do Senai-PE, Oziel Alves, explica que os sensores serão capazes de detectar obstáculos e outros veículos em diferentes distâncias, funcionando em conjunto com câmeras.

“Na prática, os sistemas de frenagem automática combinam radar e câmera para tomar decisões mais seguras”, pontua.

Ele detalha que o radar é responsável por detectar objetos à frente e medir, com precisão, a distância e a velocidade, enquanto a câmera complementa essas informações, ao identificar o tipo de objeto, como um carro ou uma pessoa.

“Com essas duas informações integradas, o sistema consegue avaliar o risco de colisão de forma mais completa e tomar, de maneira autônoma, a decisão de acionar a frenagem automaticamente”, descreve. 

Recife (PE), 15/06/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Diretor de Inovação e Tecnologia do Senai-PE, Oziel Alves. Brasil vai desenvolver sensor que será obrigatório para carros em 2029. Foto: Senai PE/Divulgação
Diretor de Inovação e Tecnologia do Senai-PE, Oziel Alves. Foto: Senai PE/Divulgação - Senai PE/Divulgação

Alves assinala que esse processo é conhecido como “percepção e fusão sensorial”.

“Aumenta a confiabilidade do sistema, pois combina diferentes perspectivas para melhorar a percepção do ambiente e reduzir erros”, completa.

No Senai Park, os desenvolvedores terão recursos como inteligência artificial e gêmeos digitais (réplica virtual de um objeto ou sistema), o que permite acelerar testes e validações sem depender exclusivamente de protótipos físicos.

Menos dependência externa

O desenvolvimento de um sistema nacional é uma forma de o país diminuir a dependência tecnológica externa.

“Ao desenvolver localmente soluções como o radar proposto neste projeto, o Brasil amplia seu know-how (saber como fazer, em inglês) em tecnologias críticas, forma profissionais especializados e cria uma base de engenharia mais madura”, avalia Alves.

Na visão do diretor, o desenvolvimento traz reflexos diretos da indústria, como “maior autonomia para desenvolvimento, redução gradual dos custos associados à importação e aumento da competitividade das montadoras e fornecedores locais”.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Bruno Veloso, classifica a iniciativa como “soma de esforços da indústria automobilística”.

“Temos empresas e instituições de pesquisa e desenvolvimento juntas aqui. É só com essa soma de conhecimentos que estaremos prontos para enfrentar os nossos desafios”

A diretora regional do Senai PE, Camila Barreto, chama o esforço para diminuir a dependência externa de “tropicalizar tecnologias”.

“Temos um parque tecnológico, o Senai Park, para implantar todos esses projetos. É lá que a bateria de lítio vai ser desenvolvida”, diz ela, em referência ao armazenamento de energia essencial para a crescente frota de carros híbridos e elétricos.

Bezerra nasce com duas cabeças na Paraíba - VEJA O VÍDEO

INUSITADO: vaca deu a luz a uma Bezerra com duas cabeças na zona rural de São José da Lagoa Tapada, na Paraíba, na manhã da última quarta-feira (10) - VEJA O VÍDEO

INUSITADO: Bezerra nasce com duas cabeças em São José da Lagoa Tapada - VEJA O VÍDEO

Um caso inusitado aconteceu na zona rural de São José da Lagoa Tapada, na região de Sousa, na Paraíba. Na manhã da última quarta-feira (10), uma vaca deu a luz a uma bezerra com duas cabeças.

As imagens começaram a viralizar nas redes sociais por meio de um registro feito pelo influencer João Filho, que é do município. No vídeo, que foi feito no dia posterior ao nascimento, ele diz que nunca havia presenciado tal fenômeno.

“Já tinha visto na internet, mas nunca tinha visto pessoalmente. É um bezerro de duas cabeças, estou tendo a oportunidade de presenciar isso agora. O que um faz, o outro faz. É invocado demais! Nunca tinha visto não. Eu tinha que ver pra crê”, disse João Filho.

No momento da gravação, o animal se lambe, fato que ocorre com as duas cabeças e línguas. Por isso, o influencer diz:

“O que um faz, o outro faz”.

João Filho foi até a casa do vaqueiro da fazenda, Antônio José da Silva, que relatou a surpresa ao se deparar com a situação.

“Pela manhã, encontrei a vaca parindo e, quando me aproximei, achei estranho ao ver que a bezerra tinha duas cabeças. Foi algo muito fora do comum!”, contou.

Ele explicou que, nas outras vezes em que a mesma vaca deu cria, ela sempre pariu dois bezerros por gestação. Desta vez, porém, nasceu apenas um animal, mas com duas cabeças.

Sabe-se que até a manhã da última sexta-feira (12), o animal encontrava-se vivo.

Veja o vídeo:

Play: Video

Fonte; Blog do Levi - Créditos: Polêmica Paraíba

domingo, 14 de junho de 2026

Elon Musk se torna o primeiro trilionário do mundo

MARCA HISTÓRICA: Primeiro trilionário do mundo, empresário Elon Musk levaria mais de 2 mil anos para gastar toda sua fortuna

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O empresário Elon Musk se tornou o primeiro trilionário do mundo após a abertura de capital da SpaceX. Com a valorização da empresa aeroespacial, o patrimônio do bilionário atingiu a marca histórica de US$ 1 trilhão, um feito inédito.

De acordo com a organização internacional Oxfam, a fortuna do empresário é superior à riqueza acumulada pelos 46% mais pobres da população mundial. A entidade classificou o marco como um “dia sombrio para a democracia”.

Para dimensionar o tamanho do patrimônio de Musk, a organização fez uma projeção: caso ele gastasse US$ 1 milhão por dia, seriam necessários cerca de 2,7 mil anos para consumir toda a sua fortuna.

O fundador e CEO da SpaceX é atualmente uma das figuras mais influentes do setor de tecnologia e da política. Além da companhia aeroespacial, Musk também está à frente da Tesla e possui investimentos em outras empresas ligadas à inteligência artificial e à comunicação digital.

A marca de US$ 1 trilhão representa um patamar sem precedentes na história e amplia ainda mais a concentração de riqueza em torno do empresário nascido na África do Sul.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Pedro Nery

Virginia recebe flores no Dia dos Namorados e Vini Jr. reage

O que inicialmente parecia apenas uma publicação especial da data rapidamente se transformou em assunto entre os fãs após uma interação inesperada 

Entre os comentários da postagem, apareceu uma reação de Vini Jr., ex-namorado da apresentadora, fato que chamou a atenção dos internautas e alimentou especulações sobre uma possível ligação do jogador com a surpresa recebida por Virginia.

Virginia recebe flores no Dia dos Namorados e Vini Jr. reage
© Reprodução / Instagram

O Dia dos Namorados, celebrado no Brasil nessa sexta-feira (12/06), ganhou um ingrediente extra de mistério para os seguidores de Virginia Fonseca. A influenciadora, que está em Nova Iorque acompanhando a Copa do Mundo, compartilhou nas redes sociais um presente luxuoso repleto de flores vermelhas e acabou movimentando a internet. 

O que inicialmente parecia apenas uma publicação especial da data rapidamente se transformou em assunto entre os fãs após uma interação inesperada. Entre os comentários da postagem, apareceu uma reação de Vini Jr., ex-namorado da apresentadora, fato que chamou a atenção dos internautas e alimentou especulações sobre uma possível ligação do jogador com a surpresa recebida por Virginia.

Na publicação, a influenciadora exibiu o enorme arranjo de flores e utilizou apenas emojis na legenda: uma rosa vermelha e um coração em chamas. Pouco depois, Vini Jr., que está nos Estados Unidos defendendo a Seleção Brasileira na Copa do Mundo, deixou um coração vermelho nos comentários da postagem.

A simples interação foi suficiente para despertar a curiosidade dos seguidores. Rapidamente surgiram questionamentos sobre a origem do presente e até mesmo rumores sobre uma possível reaproximação entre os dois. O mistério em torno do buquê e da reação do atleta passou a dominar as conversas nas redes sociais.

Após o comentário do jogador, Virginia também passou a registrar perda de seguidores em seu perfil oficial. Parte do público interpretou que o presente poderia ter sido enviado pelo atacante do Real Madrid e demonstrou insatisfação nas plataformas digitais.

A publicação ainda reuniu diversas reações de amigos e pessoas próximas à influenciadora. O cantor Thiago Brava comentou: "Estrutura". Já Hebert Gomes, ex-assessor pessoal e considerado um dos melhores amigos de Virginia, perguntou diretamente: "Quem mandou?".

Outros nomes também entraram na brincadeira. Rafa Uccman escreveu: "Estamos de olho!". Álvaro Xaro, conhecido por sua participação na "Dança dos Famosos", publicou a mensagem: "E lá vamos nós". Já Lucas Guedez, que acompanha Virginia durante a viagem aos Estados Unidos e dividirá com ela os trabalhos no "Domingão com Huck", reagiu utilizando apenas um emoji de olhos atentos, reforçando ainda mais o clima de curiosidade em torno da publicação.

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“Picanha Neymar”

INUSITADO: Frigorífico lança ‘Picanha Neymar’ com foto do jogador da Seleção Brasileira e viraliza nas redes sociais

Foto: Reprodução - Frigorífico Goiás
Foto: Reprodução - Frigorífico Goiás

O Frigorífico Goiás, em Goiânia, voltou a chamar atenção nas redes sociais ao anunciar a venda da chamada “Picanha Neymar”, peça de carne estampada com a imagem do jogador.

A publicação, que já ultrapassou 800 mil visualizações, também divulga uma promoção envolvendo carnes associadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao presidente da Argentina, Javier Milei.

Na embalagem da carne, Neymar aparece em posição de sentido diante da bandeira do Brasil, acompanhado da inscrição “Picanha Hexa”. Segundo relatos de internautas, o produto é comercializado por quase R$ 300 o quilo.

A iniciativa dividiu opiniões nas redes sociais. Enquanto alguns usuários criticaram o preço do produto, outros elogiaram a qualidade das carnes e pediram a abertura de novas unidades em cidades do interior goiano.

Promoção inusitada

Além da peça em homenagem ao atacante brasileiro, o estabelecimento lançou a chamada “Promoção Hexa”.

De acordo com a divulgação, clientes que comprarem três peças da “Picanha Neymar” recebem gratuitamente outras três, identificadas com os nomes de Flávio Bolsonaro, Donald Trump e Javier Milei.

Ao anunciar a ação, o frigorífico informou que a promoção é válida até o fim da Copa do Mundo e acrescentou que ela não se aplica aos “apoiadores do ladrão”, expressão utilizada na publicação.

Histórico de polêmicas

Com mais de 20 anos de atuação no mercado, o Frigorífico Goiás possui quatro unidades em Goiânia e já esteve no centro de outras controvérsias.

Em 2025, o estabelecimento foi alvo de uma ação do Ministério Público de Goiás após divulgar mensagens como “Petista aqui não é bem-vindo” e “Não atendemos petistas”.

As publicações foram classificadas pelo órgão como discriminatórias. Posteriormente, a Justiça condenou a empresa ao pagamento de R$ 130 mil por danos morais coletivos em razão do conteúdo divulgado.

Mesmo após a repercussão dos casos anteriores, o frigorífico continuou promovendo campanhas que misturam marketing e referências políticas, o que tem gerado reações favoráveis e críticas nas redes sociais.

Foto: Fábio Lima/O Popular

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Pedro Nery

Curiosidades sobre o Dia dos Namorados

Valentine's Day e São Valentim: saiba como histórias de santos se fundiram e deram origem ao Dia dos Namorados

Os dois Valentins, em reconstituições realizada por designer brasileiro Cícero Moraes
Os dois Valentins, em reconstituições realizada por designer brasileiro Cícero Moraes - Crédito, Cícero Moraes

Quando era imperador romano, Marco Aurélio Cláudio (214-270) resolveu proibir que os soldados se casassem — entendia ele que um guerreiro sem vínculos familiares era mais destemido, por ter menos receio de arriscar sua vida.

Conta-se que um bispo chamado Valentim, por acreditar no amor, seguiu celebrando enlaces matrimoniais dos militares, desrespeitando, assim, o decreto imperial.

Também há relatos de um religioso chamado Valentim que distribuía rosas pelas ruas. E narrativas que dizem ter havido um Valentim que recortava corações de pergaminho e entregava aos soldados, para que esses olhassem para tais cartões e relembrassem de suas amadas.

Ou mesmo a história de que um sacerdote Valentim contrariou planos de familiares influentes e, ao reconhecer que havia sentimento genuíno, aceitou oficializar a união entre um jovem cristão e sua noiva pagã.

Nos registros de santos do catolicismo, há onze de nome Valentim. E pelo menos três deles — conforme aponta o estudioso de hagiografias Thiago Maerki, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e associado da Hagiography Society, dos Estados Unidos — protagonizam relatos com mensagens de amor.

"Esses três personagens, muitas vezes, são confundidos, se misturam", salienta ele. "O Valentim que a Igreja celebra, o Valentim de Roma, tem mais a ver com a história de um médico que se fez sacerdote e, contrariando a lei do imperador, seguiu realizando casamentos de soldados."

"Mas a própria existência dele é discutida", ressalta.

Se é difícil delimitar onde começa um Valentim, onde termina outro, mais difícil ainda é comprovar o que de fato ocorreu e o que não passa de lenda construída com o passar dos séculos. E como foi a evolução até chegar ao Dia de São Valentim atual, ou Valentine´s Day, comemorado como dia dos namorados em grande parte do mundo, mas não no Brasil.

Reprodução de Valentin
Crédito, Cícero Moraes

E, como a figura celebrada pelo catolicismo no dia 14 de fevereiro é tão rica em controvérsias, diante da impossibilidade de confirmar o que é fato e o que é mito, a própria Igreja Católica achou por bem retirá-lo do calendário litúrgico tradicional, ainda nos anos 1960, após o Concílio Vaticano 2º.

Missas em sua honra acabaram se mantendo apenas em comunidades em que a tradição é forte.

Criação do mito

Nos documentos oficiais da Igreja, as informações são sucintas e não permitem diferenciar um Valentim do outro.

O Martirológio Romano, onde estão as biografias dos santos, é sucinto. No dia 14 de fevereiro, há a menção a São Valentim seguida da breve explicação de que ele teria sido martirizado "em Roma, na Vila Flamínia, junto à ponte Mílvia". Mais nada.

"O missal anterior ao Concílio Vaticano 2º também não traz detalhes,mas indica que Valentim era presbítero e mártir, e que seu martírio ocorreu por volta do ano 270", diz o pesquisador e estudioso da vida de santos José Luís Lira, fundador da Academia Brasileira de Hagiologia e professor da Universidade Estadual Vale do Aracaú, do Ceará.

Ele explica que o que definiu o imaginário sobre São Valentim acabou sendo, então "a literatura oral e escrita".

"Lendas em torno deles vão sendo criadas, como era costume desses primeiros cristãos. A voz do povo é que foi celebrando seus santos. E esses cultos, tradições populares, vão ganhando força na Idade Média. Até que o que não era oficial acaba sendo reconhecido pela Igreja, que não tem outra saída senão assumir a tradição como oficial", comenta Maerki.

Tela do século 16 mostra a figura de São Valentim
Tela do século 16 mostra a figura de São Valentim - Crédito, Domínio Público

Em meio a tantas contradições, o fio condutor do que pode ter sido o Valentim real são as informações que acabam sendo confirmadas por diferentes fontes. Então, é possível situar o santo do amor como alguém que viveu na Roma do terceiro século da atual era.

Bate com o governo do imperador Cláudio. Também é coerente com a existência da ponte de Mílvio, sobre o rio Tibre, citada no Martirológio.

"Ela é de mais ou menos o ano 207", ressalta Lira. "É citada no curso da segunda guerra púnica, por ocasião do retorno da Batalha do Metauro."

Também faz sentido acreditar que ele tenha sido martirizado, posto que este destino era comum aos cristãos proeminentes de sua época, quando Roma via tal grupo como uma ameaça à ordem.

Já a data de 14 de fevereiro como data de sua morte possivelmente se trata de uma invenção tardia. Conveniente invenção, aliás, em um processo imposto pela Igreja, quando se tornou religião oficial, a partir do século 4º, com o objetivo de sistematicamente absorver e ressignificar práticas pagãs.

"Mesmo com o cristianismo já oficializado, no começo os rituais hoje chamados pagãos, dos romanos, conviviam com o cristianismo. Não é uma mudança de uma hora para a outra, as pessoas tinham suas tradições", atenta o vaticanista Filipe Domingues, doutor pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma e vice-diretor do Lay Centre em Roma.

Era pagão, tornou-se cristão, agora é secular

"A Igreja daquela época foi aos poucos criando festas, memórias e práticas para suprimir mesmo as práticas pagãs. Os templos viraram igrejas, e os rituais começaram a ser ressignificados", acrescenta ele.

Por isso que no ano de 496, papa Gelásio I (410-196) estabeleceu que São Valentim deveria ser celebrado em 14 de fevereiro. A ideia não foi por acaso.

Nesse período, cerca de um mês antes do início da primavera no hemisfério norte, a Roma Antiga tinha um festival chamado Lupercalia, um ritual pela fertilidade.

Reconstrução mostra como santo teria sido ao longo da vida
Reconstrução mostra como santo teria sido ao longo da vida - Crédito, Cícero Moraes

"Era um momento em que as pessoas se uniam intimamente, sexualmente, como um ritual religioso. O período indicava também o início do plantio e eles pediam bênção dos deuses para que fosse um ano fértil, de muita produção", contextualiza Domingues.

O papa quis enquadrar o que já existia dentro da moralidade cristã. "Ele queria acabar com isso e aí precisava criar uma identidade cristã para o ritual. Colocou São Valentim como o patrono dos apaixonados, dos casais", pontua o vaticanista.

"A Igreja não abandonava completamente as práticas já existentes mas as alinhava, tentava colocar uma justificativa cristã aos ritos e relações sociais que eram tipicamente pagãs."

Nesse sentido, Domingues comenta que a escolha de Valentim pode ter sido aleatória. "Não tem um motivo até onde sabemos", frisa. E as lendas cheias de histórias de amor podem ter sido criadas posteriormente.

"Foi nesse momento que começou a se associar a memória de São Valentim à ideia de um santo do amor, de um santo patrono dos namorados. Provavelmente aí começaram a surgir histórias como a de que ele casava soldados mesmo sob proibição, toda essa construção lendária", diz Maerki.

"A Igreja instituiu o São Valentim estimulando uma resposta que fosse cristã a uma tradição antiga", resume a historiadora Denise Wanderley Paes de Barros, professora na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

A data é encarada assim em boa parte do mundo e explorada por comerciantes e donos de restaurantes. "Curiosamente, o que nasceu como festa pagã e depois foi absorvido pelo cristianismo, hoje se tornou novamente uma celebração secular", analisa Domingues. "Usa-se o nome do santo, mas não é mais uma festa cristã."

O Dia dos Namorados

No Brasil, o Dia de São Valentim não pegou. Segundo Lira, a principal culpa é de outro santo, Santo Antônio (1191-1231). Considerado o santo mais popular do Brasil, ele tem fama de casamenteiro.

"Desde muito cedo, a devoção a ele foi trazida pelos franciscanos ao Brasil", comenta o hagiólogo.

"Como sua história diz que ele costumava ajudar às noivas que não possuíam dote a consegui-lo para poderem se casar, acabou se instituindo a véspera de seu dia, o 12 de junho, como o dia dos namorados. Era natural que sua fama de santo casamenteiro também o tornasse o santo padroeiro dos namorados."

Tela do século 18 ilustra São Valentim
Tela do século 18 ilustra São Valentim - Crédito, Domínio Público

E pPor uma jogada de marketing, é claro. No fim dos anos 1940, o publicitário João Doria (1919-2000), pai do ex-governador de São Paulo, seu homônimo, criou uma campanha para uma loja com essa ideia e a data acabou se tornando um sucesso.

E por que a Igreja deixou de celebrar São Valentim? Bom, primeiro é preciso ressaltar que a mensagem do "santo do amor", tenha ele existido ou não, não foi abolida pelo cristianismo.

Em 2014, papa Francisco reuniu 20 mil casais de 25 países diferentes na Praça São Pedro para celebrar a data, enfatizando a importância do "compromisso no casamento".

"Foi um esforço de Francisco em devolver à festividade um sentido religioso", comenta Maerki.

Em Roma, a ideia de celebrar São Valentim é forte, tanto que na ponte onde acredita-se que ele tenha sido martirizado era costume que os namorados fechassem um cadeado no poste e jogassem as chaves nas águas do rio.

"O excesso de peso dos cadeados no poste fez com que, em 2007, houvesse um colapso elétrico, que mais tarde forçou a tradição a se encerrar cinco anos mais tarde", conta Lira.

Na dúvida, Igreja reduziu sua importância

O que ocorreu é que muito provavelmente toda a construção biográfica do Valentim — ou do conjunto de Valentins — tenha sido recheada de ficção.

E a partir do Concílio Vaticano 2º, houve um esforço da Igreja "de eliminar a memória de santos que teriam uma origem possivelmente lendária, ou seja, que não passasse de uma construção mitológica", explica Maerki.

"Durante o Concílio discutiu-se a necessidade de confirmação da existência de determinados santos", frisa Lira.

"Em face disso, alguns tiveram a celebração obrigatória convertida em facultativa. São Paulo VI (1897-1978), papa, em 1969, reformou o calendário da celebração dos santos e a memória de São Valentim passou a ser facultativa."

"Isso ocorreu, principalmente, pela existência de mais de um Valentim no martirológio e sem muitos detalhes a respeito da existência deles. As atas dos martírios ficavam a cargo de cada Igreja, o que não dava para dar veracidade plena aos dados", acrescenta o hagiólogo. Muito tempo depois é que passou a haver a preocupação com maiores critérios para se declarar um cristão santo."

Maerki comenta que é "muito difícil falar que São Valentim não existiu" simplesmente, porque "enquanto memória, ao menos, ele existiu e existe, já que até hoje é celebrado por muitos grupos dentro da Igreja".

Paes de Barros complementa dizendo que, naquele momento, "a Igreja Católica percebeu que todos eles [os Valentins] careciam de valor histórico". Ao analisar a documentação e os relatos disponíveis, foram notadas discrepâncias históricas e coincidências em figuras sepultadas em lugares diferentes, por exemplo.

Mas se sepulturas de santos acabam sendo pontos de peregrinação religiosa, há pelos menos três lugares importantes na Itália quando se pensa em São Valentim.

Em Roma, a Basílica de Santa Maria em Cosmedin guarda em um relicário um crânio atribuído a São Valentim. Os restos mortais correspondentes estão na Basílica de São Valentim, na cidade de Terni — um dos personagens históricos que se tornaria São Valentim foi bispo de Interamna, hoje Terni, na Úmbria.

Também na Itália, a Igreja de São Jorge, em Monselice, na província de Pádua, tem uma tumba com restos mortais atribuídos a outro dos Valentins.

Especialista na reconstituição facial de santos e outras personalidades antigas, o designer brasileiro Cícero Moraes recriou em 3D ambos os Valentins, a partir de imagens de seus bem-conservados crânios.

Texto originalmente publicado em fevereiro de 2023.

Blog JURU EM DESTAQUE com BCC News 

  • Author, Edison Veiga
  • Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil

sábado, 13 de junho de 2026

Pensando bem...

MILAGRES ACONTECEM: Entre Tapas e Beijos, conseguimos passar mais um Dia dos Namorados ainda juntos!

"Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção" - Antoine de Saint-Exupéry

Dia dos Namorados

Por que o Dia dos Namorados é em junho no Brasil e em fevereiro no resto do mundo?

Casal na cama sorridente cobrindo os olhos com corações vermelhos de cartolina
O Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho no Brasil - Crédito, Getty Images

O Dia dos Namorados foi comemorado nessa sexta-feira no Brasil. Desde 1948, o dia 12 de junho marca esta celebração. Mas grande parte do mundo, incluindo Estados Unidos e Europa, comemoram no dia 14 de fevereiro o Valentine's Day (Dia de São Valentim).

Por que essa diferença de datas?

A data brasileira coincide com a véspera do Dia de Santo Antônio, conhecido como santo casamenteiro, mas o motivo para isso tem pouco a ver com o significado religioso — é, na verdade, exclusivamente comercial.

A ideia de estabelecer a comemoração veio do publicitário João Doria, pai do empresário, jornalista e ex-governador de São Paulo João Doria Jr.

Dono da agência Standart Propaganda, ele foi contratado pela loja Exposição Clipper com o objetivo de melhorar o resultado das vendas em junho, que eram sempre muito fracas.

Inspirado pelo sucesso do Dia das Mães, Doria instituiu outra data para trocar presentes no ano: o Dia dos Namorados.

Casal se beijando
Outros países celebram a data em fevereiro - Crédito, AFP

Junho foi escolhido porque era justamente o mês de desaquecimento das vendas. O dia 12, por sua vez, está na véspera da celebração de Santo Antônio, que é famoso no Brasil por ser o santo casamenteiro.

Unindo, então, o útil ao agradável, Doria criou a primeira propaganda que instituiria a data no país.

"Não é só com beijos que se prova o amor!", dizia um slogan do primeiro Dia dos Namorados brasileiro.

"Não se esqueçam: amor com amor se paga", afirmava outro.

A propaganda foi julgada a melhor do ano pela Associação Paulista de Propaganda à época.

Propaganda do Dia dos Namorados criada por João Doria
Slogan de propaganda do Dia dos Namorados criada por João Doria - Crédito, TEXTO DE JOÃO DORIA, ARTE DE FRITZ LESSIN

A data começou a "pegar" no Brasil no ano seguinte, quando mais regiões começaram a aderir — posteriormente, a comemoração tornou-se nacional.

Atualmente, o Dia dos Namorados já é a terceira melhor data para o comércio no país — atrás apenas do Natal e do Dia das Mães.

Casal trocando presentes
Com o incentivo à troca de presentes entre namorados, a data ajudou a aumentar as vendas do comércio em junho - Crédito, Getty Images

Dia de São Valentim

A origem do Valentine's Day (Dia de São Valentim), celebrado nos Estados Unidos e na Europa, é muito anterior ao Dia dos Namorados no Brasil.

A data começou a ser celebrada no século 5.

Há algumas explicações para a história, mas a mais famosa é a de que São Valentim era um padre de Roma que foi condenado à pena de morte no século 3.

Segundo esse relato, o imperador Claudio 2º baniu os casamentos naquele século por acreditar que homens casados se tornavam soldados piores — a ideia dele era de que solteiros, sem qualquer responsabilidade familiar, poderiam render melhor no exército.

Valentim, porém, defendeu que o casamento era parte do plano de Deus e dava sentido ao mundo. Por isso, ele quebrou a lei e passou a organizar cerimônias em segredo.

Imagem de Santo Antônio
No Brasil, Santo Antônio é mais famoso como casamenteiro do que São Valentim - Crédito, Getty Images

Quando o imperador descobriu, o padre foi preso e sentenciado à morte no ano 270 d.C.

Mas, durante o período em que ficou preso, Valentim se apaixonou pela filha de um carcereiro.

No dia do cumprimento da sentença, ele enviou uma carta de amor à moça assinando "do seu Valentim" — o que originou a prática moderna de enviar cartões para a pessoa amada no dia 14 de fevereiro.

Foi apenas dois séculos depois que a data passou a ser efetivamente comemorada, quando o papa Gelásio instituiu o Dia de São Valentim, classificando-o como um símbolo dos namorados.

A comemoração foi criada quando a Igreja transformou em festa cristã uma antiga tradição pagã — um festival romano de três dias chamado Lupercalia.

O evento, ocorrido no meio de fevereiro, celebrava a fertilidade. O objetivo era marcar o início oficial da primavera.

Pessoas segurando cartazes do dia de São Valentim
Dia de São Valentim é famoso até mesmo em alguns países muçulmanos - onde gera polêmica e protestos, muitas vezes -  Crédito, Reuters

Mas há ao menos outras duas figuras históricas que disputaram o título de São Valentim associado a essa data.

Uma delas é um bispo de uma cidade próxima a Roma — na região da atual Terni — e a outra, um mártir do norte da África.

Como não se sabe muito sobre essas duas outras figuras, o padre de Roma acabou se tornando o mais conhecido entre os padroeiros dos namorados.

*Esta reportagem foi publicada em junho de 2023 e atualizada em 2025.

Blog JURU EM DESTAQUE com BBC Newws

Após sofrer primeiro gol, Brasil empata com Vini Jr

Vinícius Júnior marca primeiro gol do Brasil na Copa do Mundo de 2026 e chega ao segundo gol em Mundiais

Vini Jr marca primeiro gol do Brasil na Copa de 2026 e chega ao segundo gol em Mundiais

Vinícius Júnior escreveu mais um capítulo importante com a camisa da Seleção Brasileira neste sábado (13). O atacante do Real Madrid marcou o primeiro gol do Brasil na estreia da Copa do Mundo de 2026, diante do Marrocos, e ampliou sua marca pela equipe comandada por Carlo Ancelotti.  

Com o gol, Vini Jr chegou à marca de 10 gols em 50 partidas pela Seleção principal. O atacante também alcançou seu segundo gol em Copas do Mundo. O primeiro havia sido marcado nas oitavas de final do Mundial do Catar, em 2022, quando o Brasil goleou a Coreia do Sul por 4 a 1.  

Aos 25 anos, Vinícius Júnior vive um momento de protagonismo na Seleção. Com a ausência de Neymar na estreia e a chegada de Carlo Ancelotti ao comando da equipe, o camisa 7 assumiu ainda mais responsabilidade e correspondeu logo no primeiro compromisso do Brasil no Mundial disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.  

Os números do atacante pela Seleção Brasileira reforçam a evolução do jogador desde sua estreia em 2019. Antes do Mundial de 2026, Vini acumulava oito gols em 47 partidas oficiais. Com o gol diante do Marrocos, passou a somar 10 gols em 50 jogos pela equipe principal.

Blog JURU EM DESTAQUE com Polêmica Paraíba - Suedna Lima